Transcrição do áudio
Bom, uma coisa sempre me assustou, lógico, passado, agora eu já resolvi em minha vida e vou trazer essa solução para vocês agora. Então vamos lá, então rapidamente, então digamos, eu falei mal do Banco Master e o Alexandre de Moraes decidiu vir na minha casa. Bom, ele quer ver se eu digitei a palavra Master em algum lugar. E aí é natural que eu tenha que me proteger. Lembre-se, o Estado, ele é um grande, como eu posso dizer, monstro de muitas cabeças, sempre muito maior que você. Seu avô pagou imposto para ele ser, como eu posso dizer assim, policiado, e o meu pai ser policiado e eu ser policiado. Então o meu pai pagou imposto a vida inteira para ele ser policiado e para que eu seja policiado. E eu estou pagando imposto a vida inteira para ser policiado e também que os meus descendentes também. Repare que o Estado, ele sempre fica maior. Por isso que ele é conhecido como Leviatã. Bom, vamos lá. E aí ele vai lá e você não está em casa e de repente sua máquina está ligada. Não deu para você naturalmente desligar ela e uma forense viva é algo terrível. Uma forense viva sempre é o mais confortável. Como eu posso dizer, como eu posso dizer assim, olha o mais perigoso para você. Eu vou dar um curso de forense para vocês mais para frente. Legal. Então olha só. Digamos que eu preciso deixar a máquina ligada, mas eu não posso deixar a máquina ligada. Porque não adianta o disco estar criptografado se a forense for viva. Então vamos ter que criar um bunker. Para quê? Para o seu computador. Eu sei que você vai falar para mim. Mas eles vão abrir o bunker. Eles vão lá, eles vão... Aí é que está. Tem que ser desligada a máquina se eles entrarem. Então imagine que você vai fazer uma sala-cofre. Então imagine você, tá? Você tem uma sala com sensores de presença. Você não entra lá. E lá dentro então tem computadores com assistentes virtuais. Tem o que você faz. Está lá dentro dessa sala-cofre. Está lá dentro. Beleza. São servidores. Digamos que você decidiu hospedar um assistente pessoal. E o seu assistente pessoal falou mal do Banco Master. Bom, você é o responsável pelo seu assistente virtual. Vamos colocar assim. Entendeu o recado aí, né coleguinha? Bom, e aí funciona o seguinte. Se alguém entrar aqui dentro, os sensores vão pegar. Se alguém quebrar a parede, os sensores vão pegar. E eu recomendo que isso aqui sejam caixotes metálicos lá dentro. Para que seja difícil até eu colocar uma sonda e enfiar alguma USB ali dentro. Algo assim. Você tem que... Se você quiser, você pode comprar chiclete e colocar chiclete nas USB. Simples. Bom, vamos lá. Tá. Mas se eu entrar aí para ligar a máquina, ela desliga. Essa é a ideia. Então eu vou ter cinco minutos para entrar aí. Então imagine que eu entro. Tudo se desliga. Tá bom. Eu entro, tudo se desliga. E aí eu aciono um mecanismo que me dá cinco minutos. Então em cinco minutos eu entro, ligo as máquinas, começo a fazer atualização, instalar coisas. Cinco minutos. Desligo. Quer dizer... Desligo não. Eu saio, fecho a porta. E aí então os sensores começam a ficar ativos. Serão cinco minutos problemáticos. Que você estaria próximo de um digital. Um disjuntor, caso precisar. Legal. Bom, e você não precisa ter um servidor que consome aí a energia de um chuveiro elétrico. Para você, digamos assim, possuir um assistente virtual. Digamos assim. Pode ser um assistente virtual na rede Tor. Entendeu, né? Um site na rede Tor. Na rede 2P. Por exemplo. Você não precisa de colocar um computador de grande porte. Que consumiria a energia de um chuveiro. Você pode fazer... Cara, acabei pegando a propaganda dos caras, hein? Lá em baixo. Você pode fazer isso aqui. Você pode comprar um equipamento desse. Geralmente i3, i5. Oito gigas de memória. Ótimo para você montar um servidor. Só não cometa o erro de comprar um com ventoinha. Porque vai ficar ligado vinte e quatro horas. Seu assistente virtual. No seu site na Deep Web. Se é que você me entendeu. Legal. Compre um. Compre uns que não tem ventoinha. Ele dissipa pela carcaça metálica. Muito bom. Muito bom. Muito bom. Bom, o que importa para nós é o seguinte. Que ele tem aqui uma entrada de doze volts. Essa entrada de doze volts ela é muito importante. Bom. Eu fiz aqui dois modelos. Primeiro modelo. É... Eu não recomendo muito. Eu recomendo colocar em caixa fechada. Você vai colocar em uma caixinha fechada. Você compra uma caixa de switch. Em vez de fazer uma sala cofre. É recomendado fazer uma sala cofre. Mas digamos que você não tem orçamento. Compre uma caixa de switch. Bom. Você pode deixar um teclado para fora. Ou você faz esse modelo aqui que é top. Isso aqui é imagem própria. Tá. Não vai achar isso aí na internet não. Então basicamente o que eu fiz. Está lá no livro. Está lá no livro. Hacker. Que é o seguinte. Ele conecta aqui na fonte de doze volts. E aqui tem um relé. E um detector de presença. Então funciona assim. O relé está normalmente ligado. E aí se alguém passar na frente desse detector de presença. Então ele desliga. O relé. Tá. Ele desliga o relé. Ele diampeia para carga. E aí cai energia do pino positivo. Que entraria aqui nessa máquina. Então desliga a máquina. Vantagem de você trabalhar com isso também é a térmica. A questão térmica. Não gera tanto calor. Bom. Consome menos energia. Então é natural que gere menos calor. Vamos discutir física aqui agora. Legal. Só que. Aí imagine que você precisa então dos cinco minutos. Para entrar aqui dentro. Para ligar as coisas. Cinco minutos. Então você compra um relé desse temporizado. E configura ele para cinco minutos. Tem como você comprar ele. E vem com manualzinho. E você vai lá. E você regula. Cinco minutos. Dez minutos. Você que escolhe. Você que escolhe. Bom. E aí eu tive que gambiarrar um fiozinho aqui. Para ele. Que poderia estar travado em algum canto. Que não tem como chegar nele. Lá dentro. Então como funciona. Então eu entraria aqui. Estaria tudo desligado. Se tivesse ligado. Desligaria. Eu abriria as tampas aqui dos. Hackings dos servidores. Que é lacrado. E aí eu apertaria. Esse botãozinho aqui. Botãozinho aqui. Que iria me dar cinco minutos com esse relé aqui. E aí. Eu tenho cinco minutos para ligar as máquinas. Configurar as máquinas. Estartar as máquinas. Colocar a chave de descriptografia do disco. Discos todos descriptografados. Ver se o site na Deep Web está funcionando. Legal. Sair e fechar a porta. Nisso ali então. Que vai dar os cinco minutos. Esse cara para. De dar carga. E aí esse cara aqui que assume a carga. Como não tem ninguém lá dentro. Não vai acontecer nada. Ou seja. A energia vai continuar passando. Essa é a jogada. Bom. Eu disse para vocês. Seria interessante você fazer hackings aqui. Para os seus computadores. Para não ser acessível com uma sonda. Digamos que o cara faz um furo na parede. Um furo no teto. E vem com a sonda. USB. Bom. Essas caixas de zinco. Você pode fazer assim. Você põe uma chapa de zinco. E uma chapa de blindex. Outra chapa de zinco. Passa cola. Cola de sapateiro. Para fazer essas chapas. Vai ficar pesado para caramba. Você vai cortar a sua mão. Toma cuidado. Luva. Fica pesado. Rapaz. Você não faz ideia do peso disso aí. Bom. Por que? Para você fazer um furo nisso aí. Meu amigo. A broca não passa pelo vidro temperado. Nem a pau. Vai ter que bater. Quebrar. E aí. O sensor vai detectar. Não é. Não. Se tentar. Vim com. Uma sonda. Com algum gás. Para poder furar. O zinco. Ele. Quando ele. Ele está sobre temperatura alta. Ele libera um clarão. Que os sensores vão pegar. Lógico. Eu estou no nível de paranóia mais fodido do mundo. Aqui. Né. Paranóia fodida. É o principal do banco master. Falei. Em rede social. Porra. O banco master. Ajudou a roubar dos velhinhos. Fiquei. Fiquei triste. Pelos velhinhos. Então. Estou no nível de paranóia. A máximo. Mas. Você pode fazer um intermediário. Por exemplo. O que. Você poderia fazer. Você poderia fazer isso. Com uma geladeira velha. Essa aqui. Não funciona. Arranca o miolo dela. Fica só a carcaça metálica. Não. Colocaria essa sala. Mas. Lembre-se. Eles iriam. Furar. A carcaça metálica. Para tentar. Chegar com uma USB. No seu. Na sua USB. Tá. Os caras. São fodas. Hum. Não subestime. Esses caras. Legal. Por essa máquina. Da rede. Ou não. Por essa máquina. Na rede. No meu caso. Eu não pus ela. Na rede. Ela tem uma configuração. De nenhum serviço ativo. Pela rede. Beleza. E se alguém tentar. Naturalmente. Acessar. Essa máquina. Você pode fazer isso aqui. Bom. Você pode acessar. Lá no livro. No livro hacker. Eu comprei. Lógico. Só um trechinho. Você pode usar. Um tal. De paramico. Para simular. Um serviço. SSH. Tudo bem. Então. Você. Soberia. Um serviço. Falso. SSH. Na porta 22. E que responde. Como SSH. Normalmente. Então. Imagine. Que eles chegariam lá. Beleza. Nós não conseguimos. Acessar. Então. Aí. O amigo do Xandão. Cara do Master. Faz um. Um. Nmap. Na rede. Faz um port scan. Conta as máquinas. Fala. Essa daqui. Essa daqui. Está lá dentro. Porta 22. Está aberta. Então. Ele vai tentar. Acessar o serviço. Que está na rede. Serviço SSH. Vai lá. Vai bater. Vai ver. Que é um serviço SSH. E aí. Ele vai virar. E vai falar o seguinte. Pô. Aí. Você fala. Pô. Vamos lá. Usuário é Linux. A senha. I love. STF. 2026. Puta. Merda. O cara vai digitar. Quando digitar. Vai vir. Um protocolo. Pela rede. Vai bater. Nessa maquininha. Na porta 22. Tá. E aí. Na hora. Que bater. Na porta 22. Vai ser executado. A linha 25. Que diz. OS System. Sudopoweroff. Vai desligar. Vai desligar a máquina. Vê. Você tem que estar sempre a um passo à frente. Você não pode estar atrás. Você não pode estar atrás. Então ele desliga a máquina. E aí. Ou seja. Vai ter que partir para uma forense. Que tipo de forense? Um tipo de forense morta. Forense viva. Com a máquina ligada. É muito fácil. Forense pós-morte. Puxa. Puxa. Puxa. Puxa. Puxa. Puxa. Puxa. Puxa. Puxa. Puxa. Puxa. Puxa. Puxa. Puxa. Puxa. Puxa. Puxa. Puxa. Puxa. Puxa. Puxa. Puxa. Puxa. Puxa. Puxa. Puxa. Puxa. Puxa. Próxima aula nós vamos falar sobre a questão da vigilância. Como a vigilância ela é executada. Até lá. Até mais. Tchau.