Exportando e Importando a máquina virtual

Aula 5 · GNU/Linux para Servidores

Descrição

Esta aula demonstra como exportar e importar máquinas virtuais no VirtualBox, evitando a reinstalação a cada novo capítulo do material. Explica-se que, até cerca do capítulo 14, cada início exige uma máquina nova, e do 15 em diante são necessárias várias máquinas, tornando a importação essencial. O processo começa desligando a máquina corretamente com o comando sudo poweroff (saída voluntária dos processos). Em seguida, usa-se File > Export para salvar a máquina já configurada no formato OVA versão 1, padrão compatível com Windows, Linux e Mac. Reforça-se nunca exportar ou importar direto para pen drive/USB, preferindo o sistema de arquivos. Mostra-se também a importação via File > Import, renomeando a máquina e ajustando configurações como USB e processadores.

Transcrição do áudio

Bom, no nosso material, até os primeiros, vamos dizer, 14 capítulos, a cada capítulo que você começar, você faz uma importação da máquina virtual, porque você não faria todo esse processo de instalação toda vez que fizer um capítulo novo. Você não vai pegar sua máquina virtual e fazer todos os 28, 30, 40 capítulos desse livro. Cada capítulo tem uma dinâmica. No começo, a dinâmica até o capítulo mais ou menos 14 é todo o início de capítulo você começar uma máquina virtual nova. Só que você não vai fazer essa instalação. Do capítulo 15 para frente, aí o capítulo diz, ó, você vai ter que fazer isso, isso, isso, isso, geralmente se importar 3, 4, 5 máquinas virtuais na memória. E aí nós não vamos fazer, né? Instalação de 5 máquinas, pelo amor de Deus. Então nós vamos exportar a máquina que temos, porque a máquina que temos está redondinha. Está instalado, está atualizada, está com a IED, está com o sudo, está perfeita. Então vamos exportar agora ela. Bom, aí, naturalmente, você tem que vir aqui e desligar a máquina. Você nunca desliga a máquina, na sua casa você não puxa o cabo de energia, né? Então você dá um comando de desligamento. Eu vou explicar aqui que é o comando de desligamento, é capítulo dos futuros. Sudopoweroff. Sudopoweroff. Você vai pedir para os processos saírem de forma voluntária. Lembre-se do livro do TAN e BODY SISTEMOS OPERACIONALES MODERNOS. No começo do capítulo, programas terminam quando, uma das possibilidades de quando um termina, um comando termina, uma execução termina, é saída voluntária. Saída voluntária quer dizer que o sistema operacional ele perde para o processo. Ou, saia aí, coleguinha. Lembrando que mais para frente, vou ensinar vocês a fazer interrupções nesse saia aí, coleguinha. Nesse caso, vamos pedir saia aí, coleguinha, todos os programas vão sair, então o sistema aí ele será finalizado. Foi muito rápido porque não tinha nada instalado. O servidor começa a fechar o banco de dados para não corromper e aí demora. E aí ele vem, fecha o tomcat, os containers, salva. É demorado em servidor. Então vou abrir o VITOBOX. Vou abrir o VITOBOX. O VITOBOX estava ali fechado. Parece que o Jiu já tinha aberto o VITOBOX. Eita, eu tenho que dar uma atualizada nele. Legal. Clico com o botão direito, você tem um export. Mas eu gosto muito de vir aqui porque independente da plataforma, tá? Você vem aqui em File, Export. Vai estar lá. File, Export. Você escolhe como a máquina virtual, você quer exportar. Tem aqui como você colocar tipo assim, aonde você quer exportar, como um arquivo, ponto ovoa, no formato 1. Por que no formato 1 você tem formatos mais avançados? Porque o formato 1 vai ser padrão com todo mundo. Você pode estar lá no Windows, no Linux, no Mac, vai dar... Você vai conseguir levar a máquina virtual para casa, vai trazer para o trabalho, vai levar para a escola, vai fazer para o molde lugar. Você vai ter que molde lugar. Muito louco. Ovoa, padrão, ovoa, é o mais fácil. Você vai lá aqui. Nunca faça para o seu pendrive. Você nunca exporta direto para o pendrive, você nunca importa direto para o seu pendrive. Mesmo que o seu pendrive seja original, mesmo que você utiliza uma M2 como sistema, ali de USB, nunca transaione nada de importação e exportação do virtualbox para o USB. Isso tem um fundamento no validador da USB. Eu não sei o que tem o virtualbox, porque ele escreve diretamente, eu não sei. Isso é interno, que nunca foi falado. É algo que está no código deles, mas eu aprendi só ao longo dos anos. Você joga para a área de trabalho, você joga para a área de documentos, você joga para qualquer lugar sim. Depois você copia, você vai ver que não vai corromper, isso será absolutamente mais rápido. Finish. É aí mesmo que eu quero. Aí ele vai abrir aqui e vai começar o processo de exportação. Às vezes parece que vai demorar 10 anos. Falta 10 anos para terminar. Aí vai 10%. Falta 30 anos para terminar. Do nada, punta em novo. Você acha que até corrompeu, né? É como se ele tivesse criando os arquivos, separando os arquivos, sei lá, compactando os arquivos. A documentação não fala qual é a mecânica dele, não é código aberto para a gente ver. Eu não sei dizer. Essa é a vantagem do código aberto, que eu consigo ir lá, abrir. E eu consigo ver, cara. Eu consigo ver 8%. Aí do nada, vai. Aonde eu trabalho, como professor, demora algo em tomo de 30 a 40 segundos. Ó, com a 30%, 40%. A gente fala em 50%. Lá e até mais rápido que aqui. Hum. Essa é a minha máquina, um e-shop, já foi, viu? Eu fui do nada, né? Legal. Então essa máquina, você não vai mais mexer nela. Deixa ela ali. Ela é sempre socemente. Ela está limpa. Ela está perfeita. Então você vai vir aqui, por exemplo, vou começar o capítulo de arquivos. Vai começar o capítulo de arquivos? File, import. Poxa, pera aí, pera aí, pera aí. Vocês vão ver minha máquina. File, import. Tá, bom, legal. Ele abriu aqui uma outra janelinha. Só que se eu clicar aqui, vocês vão ver minha máquina. Então deixa eu clicar para cá, pera aí. Cara, eu não posso ficar vazando o que tem na minha máquina, não pô. Galera aí vai me arrebentar. Aqui, ó, até que não, ó. Moneiro, wallet e bitcoin. Tranquilo. Tem nada sinistro. Lembra aquele arquivo que nós acabamos de exportar? Olha só. Ah, pera aí, essa tela aqui nem está sendo... pera aí. Tá, está lá no fundo. Pera aí. Pera aí, que agora... Eu vou sair estranho aqui, cara. Ah, achei, pera aí, achei. Cara, me achei aqui, cara. Nossa, senhora, eu tenho três telas. Cada um numa janela diferente, né? O VITOBOX, o importar e aqui, ou os arquivos OVO que eu tenho. Nunca puxe do pendrive, nunca puxe nada da USB. Joga no sistema de arquivos, para trabalho, documentos, clica aqui. Você pode chamar ela de semente e tal. Ok, open. Ela ficou aqui. Settings. Aqui, CDPAL, por exemplo, é muito comum, da PAL de USB. Ah, deu PAL de USB. Desmarca o control do USB aqui, ó. Ah, deu PAL de som na importação do Windows por Linux. Desmarca aqui. Só desmarcar. Vai lá, dá uma olhada, pesquisa um pouco, né? Você consegue também aumentar o número de processadores, eu to só com processador. Memória está bem alta aqui, né? E tem memória pra caramba. E aí ele começa a importar. Ele vai começar a importar. Aqui, ele importou como 1. Se importar, ele vai colocar 2, 3, 4, 5. Vou importar de novo, só que eu quero agora colocar um nome, tá? E vamos importar. Não tem problema se você ver o meu sistema de arquivos. Você pode vir aqui, dar em Settings, clica aqui e coloca assim, tipo assim, ó. Aula de arquivos. Qual o problema? Se nesse direitório já tiver uma máquina virtual chamada Aula de Arquivos, vai dar PAL de importação. Dá uma olhada. É muito comum na sua casa não. Mas lá na faculdade, já tem um aluno que criou, deixou a máquina virtual com esse nome, o aluno vai lá, cria com esse mesmo nome. Não, tem que remover, né? A faculdade é muita gente lá, trabalha, eles usando as máquinas, né? Vou importar de novo. Amas as máquinas são exatamente idênticas a essa aqui, já na instalação, idênticas. As duas máquinas são idênticas. Então, eu preservo aquela máquina ali, eu preservo o meu arquivo OVA, e aí eu sempre vou puxando, sempre vou pegando, né? Então, aí que tem a questão, a exportação e importação no mundo Windows, lógico. Tem uma observação que eu não coloquei aqui, que você pode colocar em descrição da máquina virtual durante a exportação, o usuário 100, tá? Mas como é um 26456, não é possível que a gente vai errar um 26456. É quando você importa e tal, bonitinho, legal. Beleza. Próxima aula, nós vamos falar das opções de placa de rede e virtualização do virtualbox. Até lá, até mais, tchau!
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