Transcrição do áudio
Bom, no nosso material, até os primeiros, vamos dizer, 14 capítulos, a cada capítulo que você começar, você faz uma importação da máquina virtual. Porque você não faria todo esse processo de instalação toda vez que fizer um capítulo novo. Você não vai pegar sua máquina virtual e fazer todos os 28, 30, 40 capítulos desse livro. Cada capítulo tem uma dinâmica. No começo, a dinâmica, até o capítulo mais ou menos 14, é todo início de capítulo você começar uma máquina virtual nova. Só que você não vai fazer essa instalação. Do capítulo 15 para frente, aí o capítulo diz, você vai ter que fazer isso, isso, isso, isso. Geralmente, importar 3, 4, 5 máquinas virtuais na memória. Bom, e aí nós não vamos fazer instalação de 5 máquinas, pelo amor de Deus. Então nós vamos exportar a máquina que temos. Porque a máquina que temos está arredondada. Está instalada, está atualizada, está com a IED, está com o sudo, está perfeita. Então vamos exportar agora ela. Bom, aí naturalmente você tem que vir aqui e desligar a máquina. Você nunca desliga a máquina. Na sua casa você não puxa o cabo de energia, né? Então você dá um comando de desligamento. Eu vou explicar aqui o que é o comando de desligamento em capítulos futuros. Sudo Power Off. Sudo Power Off. Você vai pedir para os processos saírem de forma voluntária. Lembre-se do livro do Tanebo de Sistemas Operacionais Modernos. No começo do capítulo, programas terminam quando? Uma das possibilidades de quando um comando termina, uma execução termina, é saída voluntária. Saída voluntária quer dizer que o sistema operacional pede para o processo. Sai aí, coleguinha. Lembrando que mais para frente eu vou ensinar vocês a fazer interrupções. Nesse, sai aí, coleguinha. Nesse caso, vamos pedir, sai aí, coleguinha. Todos os programas vão sair. Então o sistema aí, ele será finalizado. Então vamos dar. Foi muito rápido, porque não tinha nada instalado. Aí o servidor, ele começa a fechar o banco de dados. Para não corromper. E aí demora. E aí ele vem. Ele fecha o Tomcat, os containers. Salva. Então, é demorado em servidor, tá? Legal. Então eu vou abrir aqui o virtualboard. O virtualbox, tá? Deixa eu abrir o meu virtualbox. O virtualbox estava ali fechado. Parece que eu já tinha aberto o virtualbox. Eita, eu tenho que dar uma atualizada nele. Legal. Clico com o botão direito. Você tem um export. Mas eu gosto muito de vir aqui, porque é independente da plataforma, tá? Você vem aqui em File, Export. Vai estar lá. File, Export. Você escolhe qual máquina virtual você quer exportar. Tem aqui como você... Onde você quer exportar, ele vai exportar como um arquivo .ova no formato 1. Por que no formato 1? Se tem formatos mais avançados. Porque o formato 1 vai ser padrão com todo mundo. Você pode instalar no Windows, no Linux, no Mac. Você vai conseguir levar a máquina virtual para casa. Vai trazer para o trabalho, vai levar para a escola. Vai fazer para um monte de lugar. Você vai trazer para um monte de lugar. Muito louco. Ova, padrão, ova. É o mais fácil. Aqui. Faça para o seu pendrive. Você nunca exporta direto para o pendrive. E você nunca importa direto para o seu pendrive. Mesmo que o seu pendrive seja original. Mesmo que você utilize uma M2. Como sistema. Ali de USB. Nunca transacione nada de importação e exportação do VirtualBox para USB. Vai dar merda. Isso tem um fundamento no validador da USB. Eu não sei o que que tem o VirtualBox, porque ele escreve diretamente, eu não sei. Isso é interno, que nunca foi falado. É algo que está no código deles. Mas eu aprendi isso ao longo dos anos. Você joga para a área de trabalho. Você joga para a área de documentos. Você joga para qualquer lugar sim. Depois você copia. Você vai ver que não vai corromper. E será absurdamente mais rápido. Finish. Ou seja. É aí mesmo que eu quero. Aí ele vai abrir aqui. E vai começar o processo de exportação. Às vezes parece que vai demorar 10 anos. Eu coloco assim. Falta 10 anos para terminar. Aí vai 10%. Falta 30 anos para terminar. Do nada. Pum. Terminou. Você acha que até corrompeu. É como se ele estivesse criando. Tipo, os arquivos. Separando os arquivos. Compactando os arquivos. A documentação não fala. A mecânica dele não é código aberto. Para a gente ver. Eu não sei dizer. Essa é a vantagem do código aberto. Que eu consigo ir lá. Abrir. E eu consigo ver. Eu consigo ver. 8%. Aí do nada. Aonde eu trabalho. Como professor. Demora algo em torno de 30, 40 segundos. 30%. 40. Eu te falei. 50. Lá é até mais rápido que aqui. Hum. Essa minha máquina é um lixo. Já foi. Então essa máquina. Você não vai mais mexer nela. Deixa ela ali. Ela é sempre sua semente. Ela está limpa. Ela está perfeita. Só capítulo de arquivos. File. Import. Poxa. Vocês vão ver minha máquina. File. Import. Tá. Bom. Legal. Ele abriu aqui uma outra janelinha. Só que se eu clicar aqui. Vocês vão ver minha máquina. Deixa eu clicar para cá. Eu não posso ficar vazando o que tem na minha máquina. A galera vai me arrebentar. Até que não. Monero, Wallet e Bitcoin. Não tem nada sinistro. Esse arquivo que nós acabamos de exportar. Olha só. Espera aí. Essa tela aqui. Está lá no fundo. Espera aí. O negócio é estranho aqui. Ah. Achei. Espera aí. Caramba. Achei aqui. Nossa senhora. Abriu três telas. Cada uma em uma janela diferente. O Vitobox. O Importar. E aqui os arquivos OVA que eu tenho. Nunca puxe do pendrive. Nunca puxe nada da USB. Joga no sistema de arquivos. Trabalho. Documentos. Clica aqui. Você pode chamar ela de semente e tal. Ok. Open. Ela ficou aqui. Settings. Aqui. Se der pau, por exemplo. É muito comum dar pau de USB. Ah. Deu pau de USB. Desmarca o controlador USB aqui. Ah. Deu pau de som na importação do Windows para o Linux. Desmarca aqui. É só desmarcar. Vai lá. Dá uma olhada. Você consegue também aumentar o número de processadores. Eu estou só com o processador. A memória está bem alta aqui. Aqui tem memória para caramba. E aí ele começa a importar. Ele vai começar a importar. Aqui. Ele importou como o 1. Se eu importar ele vai colocar 2, 3, 4, 5. Vou importar de novo. Só que eu quero agora colocar um nome. Vamos importar. Não tem problema você ver o meu sistema de arquivos. Você pode vir aqui dar em Settings. Clica aqui e coloca assim. Tipo assim. Aula de arquivos. Qual o problema? Se nesse diretório. Já tiver uma máquina virtual. Chamada aula de arquivos. Vai dar pau. De importação. Dá uma olhada. É muito comum. Na sua casa não. Mas lá na faculdade. O aluno vai lá e cria com esse mesmo nome. Não. Tem que remover. A faculdade é. Muita gente lá. Usando as máquinas. Vou importar de novo. Ambas as máquinas são exatamente idênticas. A essa aqui. Já na instalação. As duas máquinas são idênticas. Então eu preservo aquela máquina ali. Eu preservo meu arquivo ova. E aí eu sempre vou. Puxando. Então aqui tem a questão. A exportação. E a importação no mundo. Windows. Tem uma observação. Que eu não coloquei aqui. Que você pode colocar em descrição da máquina virtual. Durante a exportação. Usuário e senha. Mas como é um 26456. Não é possível que a gente vai errar. Aí quando você importa. E tal. Bonitinho. Próxima aula. E virtualização no VirtualBox. Até lá. Até mais. Tchau.