Transcrição do áudio
É coleguinha, vamos então agora definir esse ambiente que você vai montar aí. Você pode, naturalmente, estar rodando ali um Windows com VirtualBox. Você pode estar rodando ali, naturalmente, um Linux com VirtualBox. Ou utilizando uma distribuição específica chamada Cubes. Beleza? Bom, nesse curso tem aulas teóricas e práticas, porque eu tenho que definir e descrever a falha. Então, nós vamos explorar a falha. A grande maioria das falhas conseguiu os binários para ter a falha na máquina-alvo. A máquina-alvo é local para não dar problema, não ter problema com nenhum tipo de réplica. É grau ou lei aí. Porque o seu computador é o seu computador. É sua posse pessoal. Tá ok? Bom, foi difícil montar essa máquina virtual-alvo com vulnerabilidades antigas. E eu estou adicionando sempre novas vulnerabilidades. Então, pode ser que esse curso chegue no fim e aí, daqui a alguns meses, ele receba mais vídeos. Vou bolar o esquema de fazer versionamento de curso. Não tem no canal, né? A versão, o versionamento do curso. Então, você assiste só as aulas versionadas, né? Que faltam. Legal. E como máquina atacante, nós vamos usar, então, o Kali Linux. Porque o Kali Linux já vem todo preparadinho para vocês. Beleza? E fica fácil de deixar um ambiente homogêneo. Como assim? Imagine você que cada aluno tem um ambiente diferente. E aí, você vai ver que o Kali Linux não tem um ambiente diferente. E aí, você vai ver que o Kali Linux não tem um ambiente diferente. E aí, você vai ver que o Kali Linux não tem um ambiente diferente. E aí, esse ambiente diferente tenha problemas no ambiente e não necessariamente na prática. Então, ele entra em contato e aí eu tenho que sair resolvendo problema de ambiente diferente de cada aluno. Entendi. Eu vou perder mais tempo resolvendo problema de ambientes. Então, padrão. O alvo é uma máquina cheia de vulnerabilidades. É um Debian que você vai montar aí. Beleza? Eu vou mostrar como que monta ela. Essa máquina alvo. E naturalmente, o Kali Linux aqui como o atacante. Ponto final. Bom, sobre VirtualBox ou Cubes. Bom, nós vamos manter os mesmos endereços IPs. Para poder simplificar toda a nossa vida aqui. Tá bom? Então, vamos lá. Então, vamos dar início aqui. Tem que dizer isso. Todo o ambiente é controlado, gente. Inclusive, as vulnerabilidades, é você que vai montar, não sou eu. Você vai preparar todo o ambiente. Então, eu estou ali naturalmente, né? Como assim? Não tenho nenhuma responsabilidade sobre o que acontece no seu ambiente. Não recomendo que você rode nenhuma prática dessa no emprego, no trabalho. Por quê? Você pode ser confundido com um atacante. E é muito chato quando a equipe de seguro... Te encosta em alguém. E dá a entender um falso positivo de agente interno malicioso. Um ser humano malicioso dentro da empresa. É muito chato isso. Provar isso. Ver isso. Então, não execute essas práticas dentro da sua infraestrutura, da sua empresa. Nem que seja ali no seu notebook. Ali não pode, cara. Desculpe. Mesmo sendo no seu notebook, cara, não pode. Na sua cara. Na sua casa. Na empresa, nós temos ferramentas de IDS e IPS agindo na rede. Bem como outras ferramentas que podem detectar. Tá bom? Então, faz na sua casa. Beleza. Você vai precisar de internet para montar o ambiente. Depois, você fecha o ambiente. A Metasplo Table, muito utilizada em cursos de penteste. A Metasplo Table. A Metasplo Table é uma máquina pronta. Por que eu não sou a favor de te dar uma Metasplo Table? Uma Explo Table como uma Metasplo Table? Por que não? Por que eu não fazer isso? Não vou te falar por que eu não faço isso. Já imaginou eu te dar uma máquina vulnerável para você pôr na sua infraestrutura? Daqui a pouco estou eu aí com a Polícia Federal na minha porta. Então, eu te dou um script e você instala e faz tudo. Beleza? Mas é facinho. Legal? Então, lembrando que se eu falar mal do Windows, é bom, normal. Talvez tenha piado o curso. E isso aqui é uma homenagem à deusa Calicá, que é uma das deusas ali do conhecimento. É uma das deusas que, a partir da morte, da destruição e do fim, você tem um conhecimento. Olha que bonito. Por isso que é o Cali, né? Calicá é uma abreviação de Calicá. Então, o ambiente. Ninguém aprende a tacar em produção. Tá bom, eu sei que em alguns cursos eu já falei isso. Mas, vamos lá. Aqui é hackerético, pô. Não, você vai aprender a atacar um alvo dentro da sua infraestrutura fechada o seu. Nunca na sua empresa, conforme eu falei. O atacante, Cali Linux, a última versão que você conseguia. Beleza? Alvo, um Debian. Configurado com o projeto, meu Deus. Sim. Lembra que eu falei para vocês que eu iria te ajudar? Para você amontar esse ambiente defeituoso? Esse ambiente defeituoso se chama projeto, meu Deus. Por quê? Qualquer falha dessa de segurança, desculpe. Qualquer vulnerabilidade dessa que eu vou ajudar você a instalar nessa máquina. Se fosse encontrada numa produção real, você, mesmo um descrente, ou mesmo você tendo, sabe lá, Deus que religião, você pensaria em algum deus ali na hora. Na hora. Na hora. Projeto é meu Deus. Me fodi. Essa é a verdade. Caras, as vulnerabilidades, saca só. Log for a day na história, caralhinha. Ali não é qualquer um não, meu amiguinho. É um todo ambiente preparado, cara. É sinistro. E eu acho massa que o Metasportable tem um pacote pequeno de vulnerabilidades perto do meu pacote de vulnerabilidades. E as minhas vulnerabilidades colocadas são vulnerabilidades, que você encontra no mundo. Você encontra. Tá? Bom, uma rede fechada entre os dois, pelo amor de Deus. E aí nós temos algumas particularidades, né, do Killblitz para o VirtualBox e temos que discutir isso aqui. Vamos lá. O alvo fica gravemente inseguro. Ele só conversa com a máquina atacante. Então, você só coloca o teu alvo conversando com o atacante. O teu alvo não pode enviar nenhum ping para nenhuma outra máquina na sua infraestrutura. Entendeu? Você não pode, da sua infraestrutura, pingar na máquina alvo. É certo, o Kali, lógico, porque o Kali tem que se conectar. E a sua máquina alvo não pode... Não pode se conectar ou pingar em outra máquina que não seja a Kali Linux na sua infraestrutura. Pegou? Legal. Legal. Então, você pode utilizar o VirtualBox. Se você utilizar o VirtualBox, e eu vou mostrar para vocês, eu vou... Estou arrumando um ambientezinho com o VirtualBox. O VirtualBox, ele não vai rodar no Killblitz, tá, gente? Eu uso o Killblitz. E eu não tenho outra máquina. Então, eu preparei uma maquininha aqui para gravar. Só que é um notebook. E tem ruído de fundo, naturalmente, da ventoinha, né? Mas eu preparei já uma máquina para isso. Lá nós vamos utilizar a rede interna, a internal network. Legal. VMware host only. É, desculpa, host only. Somente host only, tá? Se você estiver usando o KVM, ou o QEMU, né? KVM, QEMU, por exemplo, do Debian. Você tem que usar o KVM. Você tem que usar uma rede isolada, do libvirt. Lá no libvirt, você tem que criar uma rede isolada. Já que no livro, nós... Eu estou utilizando muito o Qubes, né? Para isolamento. Bom, é o script que eu fiz. Muito louco. O Kali Linux, ele isola por padrão as máquinas virtuais. Eu tenho esse problema, né? No Kali Linux. Seria o pior ambiente para... Ministrar aula, ou para fazer uma aula, seria o ambiente do Qubes, né? Eu falei Kali Linux, o Qubes, desculpe. O Qubes isola, né? O ambiente, perfeitamente. Então, eu tive que fazer meu javaculei ali, para fazer umas regras de btables nas máquinas, para não deixá-las tão expostas. Beleza? Mas está tudo aqui bem definido. Então, você vai usar a última versão do Kali Linux. Esse é o atacante. Tem todo o arsenal lá dentro. Você vai lá no GetKali. GetKali. Baixa a ISO do Kali Linux. Beleza? Como eu estou baixando aqui. Não gosto de baixar a VM. Por que eu não gosto de baixar a VM? Eu gosto de fazer a instalação e eu não sei o que está vindo com a VM. Então, eu vou lá. Criei uma nova máquina virtual no VirtualBox. Do tipo Kali Linux. Desculpe. Do tipo Linux 64 bits. Inicio. Aponto para a imagem de instalação ISO. E faço a instalação. Entenderam? É assim que eu faço. Recomendo que faça assim também. Sempre que você baixar a ISO do Kali Linux. Você vai... Em vez de você clicar aqui em download. Né? Você antes clica em sum. E você obtem tipo um CKSUM do arquivo. Que é um código. Para a gente confirmar que não teve falha no download. Ou que não teve alguém injetando alguma coisa no arquivo imagem. Legal. Então, antes de baixar você anota esse número. Não precisa ser num papel. Pode ser num bloco de notas. Então, você executa o comando SHA256SUM. E ali. O nome do arquivo de instalação do seu Kali Linux. E tem que bater. O output desse cara tem que bater. Essa hash aqui. Se bateu. Quer dizer que a imagem que você tem na sua máquina. Ela não foi corrompida. Na transferência. Bom. Eu posso fazer o download por torrent? Torrent sempre foi um grande risco. Mas se você baixar por torrent. E olhar o CKSUM. Bater. Bom. Então pode confiar. Legal. Pera aí galera. Desculpa. Bom. Vamos lá. Vocês sabem que eu estou morrendo. Né gente. Então. É complicado. Então está aqui. Né. Você consegue ver essa hash aqui. E confirmar. Legal. Tem aqui também. Um vídeo. E. Tem aqui. Um vídeo. E. Tem aqui. Tem aqui. Tem aqui. Tem aqui. Tem aqui. Tem aqui. Vai estar. Né. Sempre na descrição. E também você tem acesso a todos os vídeos. Do. Do. Do. Do nosso curso. De Kali Linux. E pen test. Você pode também ver. Lá. O vídeo. De como instalar o Kali Linux. Beleza. Bom. Sempre que você entra no Kali Linux. Depois. Né. Você. Executa um sudo apt install. Desculpa. Um sudo apt update. Tras o y. E. O sudo apt install. E. O sudo apt install. E. O sudo apt full upgrade sempre. Sempre update. E. Upgrade. Ha. Tem rato dentro do meu. Em cima do meu estúdio. Ha. Muita merda cara. Vou jogar um gato lá em cima. Vamos lá. Você pode fazer isso. No teu próprio Linux. Gente. Eu tenho. Isso aqui. Eu tenho. Não. Não um sudo. Lógico. Porque. Eu coloco no Chrome. Eu tenho. O Chrome. Aqui. Eu tenho. O Chrome. Essas regras de. Update. E upgrade. No meu Linux. Tá. Só para você ter uma noção. Muito importante isso. Pense. Que o Kali Linux. Vai estar em contato. Com uma máquina. Muito vulnerável. Cheia de problemas. E você vai entrar. Com o Kali Linux. Depreciado. É. Você vai fazer isso. Não. Né. Olha o risco. Você vai entrar. Com o Kali Linux. Depreciado. É. Você vai fazer isso. Não. É. Você vai entrar. No risco. A máquina. Alvo. Beleza. Máquina. Alvo. Eu estou. Utilizando. Um Debian 13. Tá. Debian 13. E esse Debian 13. Ele é. Todo esburacado. Na verdade. Ele não é esburacado. Quando eu instalo. Na verdade. Todo sistema operacional. É esburacado. Tá. Não. Não existe. Tecnologia. Segura. Né. Sem falhas. Mas nós. Vamos deixar. Ele mais. Esburacado. É. Então. Você vai. Fazer a instalação. De um Debian. Baixa isso. Do Debian. Então. Você vai lá. E instala. Legal. Debian. Instaladíssimo. Bonitinho. Sudo. Apt. Update. Beleza. Sudo. Apt. Update. Eu não lembro. Se eu coloquei. No meu script. Isso. Bom. Você vai. Naturalmente. É. Ter que. Dar. É. Executar um. Cur. Aqui. No. Projeto. Meu Deus. Então. Olha só. Como é que funciona. A URL. Para você consultar. É. Essa. URL. Aqui. Ó. Beleza. É. HTTPS. É. How. GitHub. User. Vai. Naturalmente. Essa URL. Ela pode mudar. Por isso que eu joguei. Numa variável. E eu sempre executo um. Cur. Fs. S minúsculo. S maiúsculo. L. A URL. E. Esse arquivo. De. Provisão. Bom. O que que esse arquivo. Vai fazer. Galera. Eu fui. Eu fui lá. Eu vi. Não é o rato. Não. É o gato. O gato. É esse do estúdio. Provisão. Você pode ver. Cara. Você pode. Digitar essa URL. Aqui. Completar. Com esse pedaço. Aqui. Você vai. Encontrar. Esse script. Inteiro. Lá. Cara. Esse projeto. Meu Deus. Então. Você vai. Encontrar. Ele. A descrição dele. Bonitinho. Lá. No GitHub. Tá. E aí. Você vai. Pegar. Essa. Provisão. Aqui. Tipo. E vai. Fazer. A instalação. De. Todos. Os. Pacotes. No momento. Que eu gravo. Esse vídeo. Já são. 26. Capítulos. Dos. 26. Capítulos. Aproximadamente. Umas. Trinta. E poucas. Vulnerabilidades. Sinistras. Cara. Ele. Vai. Demorar. Uns. 20. Gigas. Ele. Vai. Baixar. O Tomcat. Vai. Baixar. O Apache. Pensa. O Nginx. O Apache. Vulnerável. O Apache. Com. Vulnerabilidade. Outra. Vulnerabilidade. Então. Vai. Baixar. O Apache. 8. O Apache. 9. O Apache. 10. Vai. Trazer. Agora. Qual é a opção. Deve. É. 10. 10. E. 8. 10. E continua. É. 9. 11. 12. Já. 1. 2. 3. 4. 5. 5. 6. 7. 8. 6. 7. 8. 9. 7. tudo certo, cara tira o snapshot tira o snapshot, guarda ele tá guarda essa máquina, exporta essa máquina, dá seu jeito guarda uma cópia dela porque nós vamos começar a trabalhar nela e nós podemos naturalmente, como eu posso dizer, danificar o danificado, digamos assim então você vai guardar a bichinha legal? beleza isolar, então a máquina você executou o script no alvo o alvo instalou uma pancada de coisa cara, esse é o momento de isolar tá, no virtualbox você pode utilizar a rede interna, a internal network em inglês lá, a rede interna se você tiver no virtualbox em português e você cria um link entre o alvo e o atacante um link entre o alvo e o atacante, beleza? depois que instala beleza? porque eu preciso da internet porque esse pacote ele baixa um monte de coisa um monte de coisa da internet que tá zoada e ele põe na máquina, então eu preciso de ter acesso à internet, é inevitável isso por que que no Metasploitable 2 você não precisa disso? você não precisa disso no Metasploitable 2 porque ela já vem pronta mas eu já falei, eu não gosto porque eu não sei o que eu tô trazendo pra dentro da minha infraestrutura eu não sei aqui eu consigo ver o script você consegue vir no projeto meu Deus, e você consegue ler o meu script, você vai lá e vê o que tem, entende? é diferente mas no no Cubes é pior do que o o nosso amigo VirtualBox nesse ponto tá? VirtualBox é só colocar numa rede interna ligar no atacante, tchau, esquece no Calilino no Cubes eu tenho um problema que as VMs são isoladas uma VM não acessa a outra beleza, já é um primeiro problema de eu ligar o Calilino na Explotable no Cubes, olha só já é um problema fazer essa permissão tá? e também depois a máquina Alvo Debian ela estando na rede ela pode acessar a rede por exemplo, da minha casa da empresa eu estou então, meu amigo vou lhe dizer Ah cara, nunca rode isso na sua instituição de ensino Na sua faculdade Nunca rode isso lá Então eu tenho que fazer Scripts no Cubes Pra resolver o problema do Cubes No VirtualBox é facinho Aí no Cubes é um pouco mais complicado Beleza? Então cara Eu creio um script que ele faz isso Ele nega Que a minha Minha máquina alvo Não acesse a rede Por exemplo na minha casa Na minha empresa não, porque eu não vou levar isso pra minha empresa Nem pra escola Pra lugar nenhum Legal No Linux Cubes nós temos Então Três scripts pra rodar O Cubes ele é diferente, conforme eu falei Eu tenho um trabalho maior sobre ele Eu vou mostrar isso, lógico Vou mostrar a instalação no VMWare Vou mostrar a instalação No VirtualBox E eu vou mostrar a instalação No nosso amigo Cubes No Cubes Então nós temos três scripts Diferentes O script Kali Linux Eu mando pro Kali Linux O script Explotable eu mando pra máquina alvo Chamada Explotable E o Cisnet.sh Eu mando esse script Pra uma máquina virtual Que tem no Cubes chamada Cisnet Que é ela que controla o que? É a Cisnet que controla o acesso A internet e a rede Pegou a jogada? Então eu vou fazer com que Naturalmente Esse script Faça esses bloqueios pra mim Então tem Mas eu vou mostrar isso pra vocês Basicamente É QVM Copy E aí ele vai pedir Pra onde você quer mandar QVM Copy Vai pedir pra onde você quer mandar QVM Copy Pra onde você quer mandar E ele manda os arquivos Mas isso você pode arrastar Também Vou mostrar pra vocês A ordem importa Então você roda primeiro Lá na Cisnet Todo o script Bonitinho Aí ele vai fazer as regras de rede Aí você vai na Explotable Roda na Explotable E ele faz todas as regras Naturalmente ali E ele faz todas as regras Naturalmente ali De rede Pra Explotable Depois você roda no Kali Linux E ele faz todas as regras de rede Pro Kali Linux Tá tudo pronto, tá? Tá tudo pronto Primeiro contato Se vier HTML A vida do outro lado Vocês sabem que o comando O comando ping Ele não é Ele envia um protocolo Chamado ICMP E segundo a documentação da Cisco Embora a prática não demonstre isso ICMP não serve pra teste E a Cisco tá certa, tá? No caso do ICMP voltar Deu tudo certo Mas no caso do ICMP não voltar Pode ser duas coisas Certo? Então você fica na dúvida Se ele não voltar É uma regra de rede Ou realmente não é? Ou realmente não está funcionando E aí vira um problema na sua cabeça Então a galera diz Que você não testa Com um Um ping, tá? Mas na prática Vem diferente, né? A prática é diferente porque Nós vamos De ping sempre No caso do Cubes Se você está utilizando Cubes Lembre-se que o Cubes tem regras Regras incluindo Inclusive de anti-ping, tá? Então você tem que dar uma olhada nisso aí Bom, vamos lá Se você for na sua DOM 0 Na sua DOM 0 Você digitar o comando QVM Espaço traço L Field name IP Você vai ver o IP de todas as máquinas virtuais Do seu Cubes E aí você vai saber Qual é o IP do Kali Linux E qual é o IP da Explotable Qual o problema? Quando você está no Cubes Tá? É o Cubes que dita qual IP a VM vai ter Não é como nós lá no VirtualBox Que colocamos o IP que queremos No Cubes Vai o IP que ele quer Beleza? Tem como mudar? Tem Tem como mudar E eu vou mostrar isso na aula prática Beleza? O problema desse comando é que você consegue Ver o IP da Explotable E o IP da Kali Linux Dentro da rede lá na DOM 0 Beleza? Cubes tem uma regra muito forte de segurança Que vai Poxa, atrapalhar pra caramba Você achar a máquina virtual Então isso aqui é o recomendado Tá? Legal Ping Aqui foi usado um ping Para disparar lá E pedir Foi enviado alguns ICMPs Para testar No caso aqui Estou testando se uma determinada máquina Está no ar Ping no IP dela Beleza? Eu poderia também acessar Um serviço HTTP Bom, essa máquina Alvo tem um serviço HTTP Então eu poderia Acionar o serviço HTTP para verificar Se ela está no ar Vou explicar Segundo a Cisco É um telnet Sobre uma ponte Porta que você sabe que existe Que É o teste ideal Para verificar se uma máquina está ligada ou não Você poderia ter usado um telnet Ou um CUR Como eu estou utilizando aqui Seria melhor que o ping, né? Bom, se não veio Bom, aí nós estamos com um problema Se veio, legal Sua rede está bem montada Próxima aula Vou mostrar A montagem Do Cubes Vou rodar aqui os scripts no Cubes Depois Eu vou mostrar A montagem Dessa aula Prática No VirtualBox Usando No caso como o hospedeiro Um Debian Até mais, tchau