Transcrição do áudio
Agora que temos o Kali Linux instalado, então nós podemos escolher o alvo. Eu gaguejei porque vamos escolher o alvo. Lembrando que nós só vamos usar dados públicos, que fique bem claro. Nós vamos fazer agora o reconhecimento e buscar detalhes das tecnologias. Tome cuidado ao traduzir footprint, você vai ver pegadas. Ao pé da letra fica feio, coleguinha. Na verdade, nós vamos obter detalhes sobre as tecnologias utilizadas. Cara, isso é fundamental. Todo conteúdo vem de um ambiente muito controlado e só trabalho com dados públicos. Para evitar qualquer... Então os dados estão na internet. Alguém colocou lá, alguém se expôs. O problema é dele. E se eu falar mal de alguma tecnologia ou qualquer coisa assim... Bom, fins educacionais, sempre educacional. Cursorhacker.com.br e essa apresentação é uma homenagem à Kalika. É, coleguinha, vamos lá. Só não importa. Vamos hoje discutir esse papo. Capítulo 4. Vocês viram que eu pulei o capítulo 3. Eu vou voltar no capítulo 3. Por quê? Ele passa o capítulo inteiro, 2 e 3, preparando ambiente. E o capítulo 4 não precisa de ambiente. Então eu já posso puxar o capítulo 4 e mostrar a prática para vocês. Então vamos lá. Primeiro passo. Obter informações sobre o alvo. Conforme eu já falei para vocês, prefira fazer o projeto de caixa preta quando o teu cliente te contrata. Vai demorar mais, vai ser mais caro. Talvez teu ambiente que você vai atuar tenha que ser um ambiente, como eu posso dizer assim, mais oculto. Nós vamos falar sobre ser passivo na história. Na coleta de informações. Calma aí, galera. Bom, por quê? Depois que você aprende sobre o teu cliente, o penteste, no caso o alvo, seja lá como você queira chamar. Depois você não consegue esquecer o que você já aprendeu. E é importante você fazer o caixa preta, principalmente agora. Para você ver o... Quanto a empresa está exposta. Sem você saber nada além do nome da empresa. Então vamos lá. A empresa chega até você e fala, olha, eu preciso de um penteste. Minha empresa é tal. O escopo é aplicações web e produtos que estão na internet. E eu gostaria então de fazer esse penteste. Você então propõe o WASP, mas você propõe um caixa preta buscando informações para então aplicar ali provavelmente tentativas, vamos colocar assim, de algum tipo de intrusão. Embora a maioria dos pentestes vão acabar morrendo na localização da vulnerabilidade. Eles não avançam para o ponto da invasão, vamos colocar assim. Como é a sua opção? Como é a sua opção? Como é a sua opção? Precisamos entender a superfície de ataque do nosso alvo. Então a empresa deu o nome. E eu vou escolher um nome aqui agora. Bom, eu fui lá na lista de países não democráticos. Os países com menor liberdade de expressão e achei lá a Niamar. Niamar é pior que Coreia do Norte. Só para vocês terem uma noção. Então o nosso cliente é Niamar. Niamar. Niamar. Niamar. Niamar. Niamar. Niamar. quer que a gente faça um bem-teste lá, naturalmente, especificamente no Departamento de Relações Exteriores, vamos colocar assim. É um teste, tá, galera? Todos os dados aqui são públicos, dados pelo próprio Mianmar, para a gente. Essa é a mentalidade, então, de um agente de ameaça, para localizar, então, a superfície de ataque que Mianmar está, então, exposta aí na rede mundial, com seus serviços públicos, praticamente, estou descrevendo. E nós vamos colocar, naturalmente, o OASP, para brincar em cima do MOFA. MOFA é o site que nós vamos, tá, galera? Beleza, isso é importante, isso é importante. Eu iria escolher o alvo. Alvo.com.br, mas alvo.com.br não é alvo, não, galera. Não vai no alvo.com.br, porque alvo é uma empresa, caramba. Vamos para o MOFA. É por isso que devemos, então, aplicar técnicas de teste de penetração numa organização, principalmente, caixa preta, que é como o hacker externo nos enxerga. E aí, ao localizar essa superfície de ataque no caixa preto, que é como ele nos enxerga, então, nós vamos, naturalmente, fazer ali alguns testes para tentar localizar algumas vulnerabilidades. Compreender a importância desse reconhecimento, é o objetivo do capítulo, compreender o que é coleta passiva de informação, explorar projetos de código aberto, que podem nos ajudar nesse quesito, e utilizar estratégias. Estratégias de OSINT, é isso que nós vamos ver nesse capítulo aqui. Nós vamos utilizar, basicamente, segundo o livro, esses, no caso, essas tecnologias. Mas eu vou adicionar mais, tá? Eu vou adicionar mais, porque só isso aqui não ajuda muita coisa, não. Vamos pôr mais. Lembrando que é o livro mais eu. Então, são dois caras jogando conhecimento em vocês aqui e mostrando. Legal. Próxima parte, eu vou falar por que é vital, então, porque é importante coletar informações sobre o alvo. Até lá, até mais, tchau.