Transcrição do áudio
Legal, então agora que você pegou teu disco, você particionou ele, você formatou ele, você vai querer usar ele, é natural. Você pode colocar ele assim de forma dinâmica, eu vou lá, vou criar um diretório, vou fazer uma montagem ali dinâmica, vou colocar com o comando mount, ali na tabela de montagem, lá em ProcMounts, e vou usar. Depois eu vou executar o comando sudo mount e barra, por exemplo, backup para desmontar. Legal. Então, dinamicamente você monta e desmonta. Isso é bom para um pendrive, para um CD-ROM, não é isso? Mas um disco, poxa, isso é meio complicado fazer isso sempre, né? Então, você tem uma forma de você manter persistente essas montagens, beleza? Mas então vamos lá fazer a montagem mais simples. Comando mount, cria um diretório, geralmente dentro de MNT, a não ser que seja uma backup, um banco de dados. Eu realmente sou relutante em colocar um disco. Eu realmente sou relutante em colocar na raiz, tá? Bom, então sudo mkd, você cria o diretório, e então você sudo mount, traço t, ext4, ext3, vai depender aqui do comando que você executou aqui, colega. Tá? Você sabe o disco que você formatou, legal? Então, você coloca a partição e o diretório. O diretório em que ele vai ser montado. Cara, executa o comando dfh, e você vai ver aqui montado, o tamanho, quanto foi usado, quanto ainda tem, em porcentagem, quanto já foi usado, e o ponto de montagem. Todos esses pontos de montagem foram montados. Existe aqui no mundo Linux a ideia de vários diretórios temporários, tá? Então, tmpfs. Mais simples. Em alguns diretórios que ele usa para troca de alguns arquivos ali. Para você desmontar, basta executar o comando o mount, barra o diretório que você montou e ele desmonta. Claro. Beleza? Partição, diretório de montagem. Na hora de desmontar, só o diretório. Ele já vai lá na tabela, já vai lá em procmonts. Acha o procmonts. Ele coloca o procmonts, a linha, e faz a desmontagem lá. Legal? Beleza. Isso aqui é dinâmico, beleza? Agora eu preciso de fazer aqui o que? Uma mais estática. Repare, tem muitas formas de fazer isso aqui. Muitas. Eu gosto da forma de usar o uuid, porque conforme no vídeo anterior, eu expliquei a questão de nomeação. Beleza? Então, se alguém troca a posição do SATA, pode trocar. Eu vou fazer a numeração, e vai ficar chato. Se eu utilizo o uid, bom, o uid, ele é criado no momento em que eu formatei com o MKFS. Então, coleguinha, adivinha? Eu acho mais seguro assim. Pode trocar o SATA de posição, que não vai dar problema assim. Infelizmente, o cubes que eu trabalho, ele não faz esse tipo de montagem, né? E nem eu vou ficar alterando. Eu utilizo o padrão aqui. ETC. Porque eu crio e apago máquinas virtuais com uma velocidade incrível. Se eu for fazer isso em todas que eu vou entrar, eu estou ferrado. Ó. Aqui ele utiliza o que? Ele aponta o disco ou a partição, certo? E qual o ponto de montagem. Beleza? Eu não gosto muito desse modelo, porque conforme eu já falei, essa letrinha aqui está baseada aonde? Na posição SATA. Que foi localizado, cara. Isso aí é um risco lascado. Desvantagem de usar o ID. Bom, imagine você num Linux terminal. Linux terminal é foda pra caramba, né? E aí você tem que digitar isso aí. Bom, e se você errar? Bom, se você errar, teu Linux vai, se subir, vai subir bem zoado, assim. Cheio de falhas. Se não subir, você vai ter que naturalmente, né? Naturalmente, dar uma costurada nele lá, entrando no level de manutenção. Beleza? O ID, seguido do ponto de montagem, seguido do tipo e seguido de options. No caso, opções padrão, padrão, né? Carregar logo na inicialização por padrão. Então, basicamente isso. Então, esse disco, ele... Ele vai ser inicializado ali com o meu Linux. Tem várias opções extras, tá? Pra carregar isso assim, no crono. Cara, tem muita opçãozinha, beleza? Padrão é isso aqui. Pra um disco de inicialização. Tá? Defaults, 0, 0. Se você reiniciar teu Linux, se você escrever o ID corretamente. Então, você vai entrar e teu Linux vai tá... Ah, fim. Funcionando. E aí, você vai digitar, então, né? DF-H e você vai ver que já vai tá montado. Você não vai ter que ficar executando com o modo monte, um monte, toda vez. Beleza? É assim que nós montamos. Se der pau, você tá ferrado. Você vai ter uma luta aí. Mas, só dá pau se você digitar essa coisa aqui errado. Até mais. Tchau.