Montando uma partição no Linux Terminal, fstab, mount e umount. Parte 6

Aula 39 · GNU/Linux para Servidores

Descrição

Esta aula demonstra como montar partições no Linux via terminal, abordando tanto a montagem dinâmica quanto a persistente. Explica-se o uso do comando mount com a opção -t para indicar o sistema de arquivos (ext3, ext4), criando um diretório de montagem geralmente dentro de /mnt, e o uso de umount para desmontar informando apenas o ponto de montagem. O comando df -h é apresentado para verificar tamanho, uso e pontos de montagem. Comenta-se a tabela /proc/mounts e os diretórios temporários (tmpfs). Para montagens persistentes, mostra-se a edição do fstab, recomendando o uso do UUID em vez da posição SATA por segurança, com a sintaxe UUID, ponto de montagem, tipo e options (defaults, 0, 0), alertando sobre riscos de erros na

Transcrição do áudio

Legal, então agora que você perguntou disco, você particionou ele, você formatou ele, você vai querer usar ele, é natural. Você pode colocar ele assim de forma dinâmica, eu vou lá, vou criar um diretório, vou fazer uma montagem ali dinâmica, vou colocar com o comando monte. Ali na tabela de montagem, lá em Proc Montes, e vou usar, depois eu vou executar o comando sudo, o monte e barra por exemplo, backup para desmontar, legal. Então dinamicamente você monta e desmonta. Isso é bom para um pendrive, um CD-ROM, é isso, mas um disco, poxa, isso é meio complicado fazer isso sempre, né? Então você tem uma forma de você manter persistente essas montagens, beleza? Então vamos lá fazer uma montagem mais simples, comando monte, cria um diretório, geralmente dentro de MNT, a não ser que seja uma backup, um banco de dados, eu realmente sou relutante em colocar na raiz, tá? Bom, então sudo mkd você cria um diretório e então você sudo monte, traço t, xxt4, xxt3 vai depender aqui do comando que você executou aqui, colega. Tá? Você sabe o disco que você formatou, legal? Então você coloca a partição e o diretório que ele vai ser montado. Cara, executa o comando dfh e você vai ver que montado, o tamanho, quanto foi usado, quanto ainda tem, em porcentagem, quanto já foi usado e o ponto de montagem. Todos esses pontos de montagem foram montados. Existe aqui no mundo Linux a ideia de vários diretórios temporários, tá? Um TMPFS, mais simples, em alguns diretórios que ele usa para trocar de alguns arquivos ali. Pra você desmontar, basta executar o comando o monte, barra o diretório que você montou e ele desmonta. Beleza? Partição, diretório de montagem. Na hora de desmontar só o diretório, ele já vai lá na tabela, já vai lá em Proc Montes. Acho em Proc Montes, a linha e faz a desmontagem lá. Legal? Beleza. E isso que é dinâmico, beleza? Agora eu preciso de fazer aqui o que é uma mais estática. Repare, tem muitas formas de fazer isso aqui. Muitas. Eu gosto da forma de usar o UID, porque conforme no vídeo anterior eu expliquei a questão de nomeação. Beleza? Então se alguém troca a posição do SATA, pode trocar a numeração e vai ficar chato. Se eu utilizo o UID, bom, o UID ele é criado no momento em que eu formatei com MKFS. Então, coleguinha, adivinha, eu acho mais seguro assim. Pode trocar o SATA de posição que não vai dar problema assim. Infelizmente o Qubes, que eu trabalho, ele não faz esse tipo de montagem, né? E nem eu vou ficar alterando. Eu utilizo o padrão aqui. ITCFS, sabe? Porque eu crio e apago máquinas virtuais com uma assim, com a velocidade incrível. Se eu for fazer isso em todas que eu vou entrar, eu estou ferrado. Ó, aquele utilizo que ele aponta ao disco, à partição, certo? E qual o ponto de montagem? Beleza? Eu não gosto muito desse modelo porque conforme eu já falei, essa letrinha aqui está baseada na posição SATA que foi localizada. Isso aí é um risco, as caras. Desvantagem de usar o UID. Bom, imagine você num Linux terminal. Linux terminal é forda pra caramba, né? E aí você tem que digitar isso aí. Bom, e se você errar? Bom, se você errar, teu Linux vai se subir, vai subir bem zoado assim. Cheio de falhas. Se não subir, você vai ter que naturalmente dar uma costurada nele lá entrando no level de manutenção. Beleza? UID seguido do ponto de montagem, seguido do tipo e seguido de options. Caso opções padrão, padrão, né? Carregar logo na inicialização por padrão. Então, basicamente isso. Então, esse disco ele vai ser inicializado ali com o meu Linux. Tem várias opções extras, tá? É pra carregar isso assim, um crono. Cara, tem muita opçãozinha, beleza? Padrão é esse aqui, pra um disco de inicialização, tá? Defaults, zero, zero. Se você reiniciar teu Linux, se você escrever o UID corretamente, então você vai entrar em teu Linux, vai estar funcionando. E aí você vai digitar, então, né? DF, traço H, e você vai ver que já vai estar montado. Você não vai ter que ficar executando com o modo monte e um monte toda vez. Beleza? É assim que nós montamos. Se der pau, você tá ferrado. Espera, você vai ter uma luta aí, mas só dá pau se você digitar essa coisa aqui errado. Até mais, tchau.
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