Transcrição do áudio
É coleguinha, chegamos então a mais um tópico, e nesse tópico vou colocar ferramentas extras que o livro não colocou, e eu acredito que você tem que saber, lógico que algumas dessas ferramentas eu vou usar pela primeira vez, porque eu estou adicionando mais armas aqui no meu portfólio, naturalmente também, será um chá revelação para algumas dessas ferramentas. Uma delas é essa. Bom, o que acontece? O AD sempre é alvo de ataques, principalmente se esse atacante já conseguiu adentrar na rede. Ele vai tentar obter dados de um protocolo chamado LDAP, que é um protocolo de rede para controladores de domínio, e com isso você consegue ser, não vou dizer inteligente, mas você fica mais imperceptível. Mas digamos que você fica mais imperceptível do que um portscan. Uma outra coisa que eu não coloquei aqui é tentar fazer transferência de zona de DNS, e geralmente no mundo Microsoft o DNS está muito ligado ao AD. E isso nós temos que colocar no curso, eu não coloquei, vou ter que adicionar um tópico extra. Beleza? Mas aí eu vou falar para vocês. Bom, principalmente o Kerberon. O Kerberon você vai ter ali, por exemplo, dados de autenticação. Lógico, você não vai ver a senha do cara andando para cima e para baixo. Mas sempre o Kerberon tem falhas. Sempre. E a infraestrutura sempre acha que o AD está protegido, porque está dentro da rede dela, e essa rede ela não precisa de, como eu posso dizer, monitorar, porque é uma rede local, somente funcionário acessa. Legal. Cara, maior furo de segurança esse tipo de pensamento. Fazer dumps de AD. Bom, essa ferramenta, esse GitHub, olhei o código fonte, não achei nada maluco lá. Ah, a Nketch é foda, cara. Você tem que saber Nketch. Ele é um utilitário de rede, e ele está lotado, lotado de recurso. Para você fazer uma extração de dados com ele, é interessante, e você tem que dominar ele. Ele trabalha muito bem com TCP, UDP, tanto PV4, PV6, criptografia para você não ser tão descoberto na rede, e pronto. Lembrando que você pode também fazer uma extração catapultando o arquivo para um drive da Google, para um driver Microsoft. Cara, você pode ter contas que não necessariamente são contas, se é que você me entendeu. Pegou a jogada, né? Contas que não são contas. Se é que você me entendeu. E você faz um grande... Você faz um grande zip dessa coisa toda que você quer extrair, renomeia para doc, docx, qualquer coisa assim. E catapulta isso para esses serviços. Cara, é imperceptível. ZMap. Muito bom, muito bom, muito bom. Ah, lógico, né? Esse aqui é um que será um chá revelação para nós. Lógico, né? Esqueci de falar. ZMap, ZMap, cara. É uma ferramenta top pra caramba, lotado de ferramentas para análise de redes. Cara, tenta ser menos chamativo na rede. Vamos colocar assim. Então, tente fazer uma análise dos pacotes que trafegam pela rede. Evita ficar fazendo um port scan, um Nmap, por exemplo. Evita. Outra coisa interessante. Tenta. É fazer um desvio por DNS, envenenamento de DNS, para tentar obter alguns, como pode ser assim, alguns dados da rede. Cara, eu não coloquei... Agora eu estou lembrando que eu não coloquei envenenamento de DNS. Tem que colocar. O AirShark. O AirShark, ele é bom para rodar na sua máquina. Lá no alvo, você vai rodar o TCP dump. Você vai fazer a extração do TCP dump e vai ser gigante esse arquivo. Gigante mesmo. Zipa ele. Ah, mas deu 5GB. Zipa ele, renomeia para DOCX e manda para um Google Drive, por exemplo. E aí depois você captura, traz ele, volta para ponto zip, descompacta e abre com o AirShark e analisa. Por que isso? Ah, porque... Você tem que extrair um arquivo muito grande que vai ser percebido. E a galera não faz análise de DOC, DOCX. Normal, normal na rede. É uma forma comum de extração do mundo hacker. É muito comum mesmo. Ah, mas tem 5GB. Eles estão cagando, meu amigo. Se é DOCX e está indo para o Google Drive, pode. Pode. Nmap, Portscan. Tem um capítulo no meu livro de hacker, Portscan. Eu vou adicionar mais coisas lá e eu vou criar um curso só de Portscan. Por que? Não é tão trivial. Não é tão trivial. A galera acha que é bater na porta e acabou. Não, tem várias técnicas para não ser muito chamativo. Arpscan. O Arpscan. Ele já seria uma forma menos chamativa que, por exemplo, um Nmap para localizar máquinas na rede, que seria uma grande burrice. Seria muito melhor você pedir, por exemplo, digamos que eu estou com o alvo infectado e é uma rede classe C. Então eu poderia, naturalmente, pedir qual é o MAC address 192.168.01. Aí um minuto depois, 192.168.01.2. 192.168.02. Pede. E aí você começa a compreender a rede. Mas você também pode estar observando, naturalmente, o protocolo ARP na rede. E aí você começa a localizar máquinas. Cara, se você for muito seco no pote, você vai... Naturalmente, chamar a atenção. Tem que ser bem... Como eu posso dizer assim... Você tem que comer aquele mingau quente, comendo pelas beiradinhas, bem pelas beiradinhas. God, não usei ainda. Vai ser um chá revelação. Também não olhei o código dele. Então, cara, não use ele sem olhar esse código. Bom, ele faz um dump do AD. Eu quero testar essa ferramenta. Eu quero testar essa ferramenta e essa ferramenta aqui de AD. Ambas fazem dump. Ambos fazem dump, só que eu quero ver qual é melhor, qual deixa menos ruído na rede. KRBJACK. Ferramenta usada para, tipo, forçar um update e sinalizar esse update. Para o DNS principal do AD, para tentar fazer um hijacking no DNS. Se você conseguir fazer isso, você controla os IPs da rede, meu amigo. E aí você pode, naturalmente, aquele site da empresa, mandar para uma máquina fake sua dentro da empresa. Fez isso, meu, você quebrou os caras completamente. Servidor DNS para executar ataques DNS de rebinding. De rebinding. Então, nós podemos usar isso aqui ou isso aqui para tentar fazer um rebinding. Nós também podemos usar envenenamento de DNS na rede. E nós também podemos fazer, naturalmente, um envenenamento na rede. E puxar tudo do gateway para nós. Olha que bonito. Encontre credenciais valiosos, informações do AD. Ok. Muita coisa de AD. Porque eu tenho muitos pedidos de pessoas lá no meu canal que na empresa deles é Microsoft. Então, eu estou colocando bastante coisa de AD. Nós vamos explorar bastante o AD. O livro explora muito o AD. Principalmente o LDAP da Microsoft. Lembrando que LDAP é um protocolo de rede. Então, você tem o OpenLDAP. OpenLDAP. No caso, que se pronuncia no mundo Linux. E o Active Directory da Microsoft. Bom. Fingerprint para atividades remotas. Muito bom para você extrair informações de fingerprint e tentar utilizar ela para fazer uma conexão remota. Ah, fim do capítulo 4, coleguinha. Lá, Calica. Eu te adoro, minha deusa. Puta que pariu. Qualquer coisa me chama. Lembrando que o próximo vídeo já é prático. Nós já temos um ambiente. Esteve nesse vídeo essas duas pessoas. Lógico que só uma voz, porque todas as duas estavam na mesma, no mesmo corpo. O cara que gravou esse vídeo, eu vou colocar vírgula possuído por Calica. Muito louco, hein? E naturalmente, sempre coloco aqui referência ao slide Carnival. Que me, naturalmente, me passou aqui esse template de slides. Até lá. Até a próxima aula de reprática. Tchau.