Transcrição do áudio
Vamos falar agora sobre as variáveis pré-definidas, né? Meu, é complicado, hein? O Linux, e aqui cada distribuição tem sua particularidade, ele tem várias variáveis. Vamos pegar aqui um terminal, que eu possa mostrar para você, beleza? Cadê aqui? Aqui, deixa eu dar um zoom aqui, beleza? Tem várias variáveis pré-definidas em um Linux, tá? Várias e várias e várias. E essas variáveis, muitas delas estão dentro da caixa de contexto, no caso seria o Enviromar. Então, printenv, você tem uma pancada de variáveis do sistema aqui, beleza? Que nós podemos utilizar normalmente, beleza? Vamos entrar nela daqui a pouquinho. Bom, entretanto... E, naturalmente, cada distribuição tem essas variáveis e elas são montadas aqui para o usuário, né? No meu caso, difícil que você tenha isso aqui aí, ó, quer ver? Cadê? Deixa eu ver uma que eu sei que você não vai ter aí. Cadê? Qt, cadê Qt? Ó, Qt, você não vai ter isso aí. Você não vai ter isso aí, legal? Ó, o printenv. O printenv aqui, ó. Isso aqui você vai ter, com certeza. Isso aqui você não vai ter, Java, né? Isso aqui é o quê? Colors. Aqui é Colors. É uma variável de contexto que tem as cores do meu Linux, do terminal. Aquele verdinho, azulzinho aqui do meu terminal. Beleza? É o tal do ls__colors. É uma variável que define azul escuro, folder. No caso, o diretório, verde executável, branco, arquivo. Então, é ali, tá? Foi definido. Beleza? Bom, então temos várias variáveis aqui e aonde que isso aqui é montado. Tudo nasce aqui, tá? E aí, cada distro, cada distro, né? Cátia, aí desce. Tudo nasce aqui e esse arquivo está vazio para mim. Beleza? Então, não foi criado. Não foi criado nenhuma variável em environment. Então, vamos tentar com o file. Aqui nós já temos variáveis sendo criadas, né? A clássica path sendo criada no ambiente, para mim, né? Exportando path para o ambiente. Como que funciona? Vou explicar. Como você cria uma variável para todo o ambiente? Para todo o ambiente? Para a caixa de areia, lógico. Path. Até essa linha, é uma variável qualquer. É uma variável qualquer. Tá? Path, até aqui, é uma variável qualquer desse script. Mas não da caixa de areia. Quando você coloca export e a variável que você quer exportar, então você está levando essa variável do contexto desse script para o environment. Então, ele vai ser uma variável que você pode utilizar, preste atenção, daqui para frente, daqui para frente, daqui para frente, daqui para frente, daqui para frente, em qualquer processo filho. Qualquer processo filho. Bom, e aí vai o que você não sabe. Tá? Quando eu abri essa tela preta, aqui, rodou primeiro, rodou isso, depois rodou isso. Então, quer dizer que quando chegou aqui, quando chegou aqui, quando chegou aqui, então, já rodou aqueles dois scripts. Então, quer dizer que eu vou ter que encontrar path, aqui, sendo, em algum lugar aqui, vou ter que encontrar essa variável path. Aqui, o path, aqui ó. Beleza? Tranquilo. Tá? Lembrando que, essas variáveis aqui, nem todas foram criadas no contexto do usuário. Estão lá no kernel, tá? O kernel que manda para a gente. Beleza? Então, está aqui. Eu estou colocando só o que tem. Está no nosso contexto que nós podemos manipular. É o environment, que é o profile, e é o .bashrc. Clear. O próximo arquivo que é executável, que é executado antes de me dar essa tela preta, é o .bash. Tem que estar no diretor do usuário. Então, cd, navega até o diretor do usuário, tá? cat.bashrc. Legal? Então, está aqui. É um outro lugar. É o terceiro script. Acho que roda no teu contexto aí, para criar variáveis. Certo? Então, ele vai criando várias variáveis, vai manipulando, vai arrumando, criando arquivos, vai exportando coisa que nem exportou, né? Está comentado aqui. Legal? É o gcc-colors. É para você poder programar e as coresinhas do C ficar bonitinha. Então, se o seu C não está com a cor bonitinha, você tem que arrancar esse comentário aqui, que a cor do seu C não está com a cor bonitinha. Você tem que arrancar esse comentário aqui, que a cor do seu C não está com a cor bonitinha. Então, se você não está com a cor bonitinha, você tem que arrancar esse comentário aqui, que a cor do seu C não está com a cor bonitinha. Seu C fica mais bonitinho na tela, tá? Seu C fica mais bonitinho na tela, tá? E aí, você vê que, ó, aqui é onde ele concatena, né? Ele concatena uma variável de ambiente com um texto para entrar como variável de ambiente novo. Beleza? Então, cara. Tudo isso aqui roda antes de a gente dar uma telinha preta aqui. E aí, você, então, pode chegar e dar um eixo. Eco, no caso. É. Cifrão pré. Certo? Então, eu imprimi cifrão pré. Passou por todo esse processo. Fora os scripts do kernel, esses três scripts. Environment, profile e o .bxrc. Tem Linux que vão outros scripts. Esse aqui é o básico do básico do básico. Bom, então, quando você cria uma variável, você pode exportar ela para a caixa, para o environment, e todos os filhos têm acesso à mesma caixa de areia. Isso é uma teoria que está lá no Tânio, em sistemas operacionais modernos, que diz que todo processo filho está na mesma caixa de areia do pai. Ele está lá quando ele explica as caixas de areia do parquinho, que ele fala que o pai vai lá no parquinho, vai naquelas caixas de areia, e põe as crianças, e as crianças podem ser possuídas por demônios dentro daquela caixa de areia. Ele não fala bem assim, mas... É mais ou menos assim. Então, vimos que funciona assim. E dentro daquela caixa de areia, os processos podem brigar, fazer o que quiser lá dentro, por decilândia. Os pais estão bebendo uma pinga no boteco do lado. Nos parquinhos de interior eram assim, gente. Beleza? Aonde eu morava, meus pais não eram assim, mas eu tinha muitos colegas que iam para a praia, para brincar nessas caixas de areia, cheias de cocô de cachorro, pegavam um monte de micose, e não tinha pai por perto, porque o pai estava no boteco bebendo. Entende? Graças a Deus eu tive um pai, hein, bicho? Um pai decente, né, cara? Barra bem, barra leste, o nome do script, para que serve. E aqui eu estou colocando, imprimindo uma variável. E aí você fala assim, pô, mas uma variável? Cara, ela, cadê que você criou ela? Ah, olha só, ela não está aqui. Então, vamos fazer o segundo script. Ah, não, aqui, ó, tem um terminal. Eu dou poder de execução para esse script, aí eu crio uma variável no ambiente, na caixa de areia. Entenderam? Então, essa variável, uma variável, se você der um print env, ela vai fazer, então, parte agora do nosso, como eu posso dizer, cadê o meu terminal? Ah, vamos lá, né? Export, peraí. Nós temos que primeiro aqui exportar. E aí... Fogo deveria se chamar Bosta Fogo. Legal? Então, repara agora, print, print egg. Então, eu vou achar o, vou achar aqui uma variável, qual que é a variável? Pô, cara, eu nem... Cadê? Aqui, ó. Difícil achar, cara. Eu achei que ela ficava organizada, cara. Uma variável. Botafogo deveria se chamar Bosta Fogo. Veja só que você não está vendo a espadupla, né? É esquisito, né? É um texto. É um texto ali. Por que que GSK render é igual a Cairo? Cairo o quê? Puta merda. Será que eu fui invadido pelo Cairo? Cara, com certeza no meu canal vai um monte de gente vai se inscrever com o nome Cairo. Filha das putas do caralho. Um monte de gente vai querer se inscrever no meu canal com Cairo agora, porque apareceu o Cairo aqui e eu fiquei cismado. Quem é esse maldito? Cairo não é quem te pega atrás da Mário. Isso aí é Mário. Entendeu? Então aqui virou Botafogo aqui, tá? Uma variável. E eu posso usar, cara. Eu posso simplesmente agora chegar aqui, meu. Eu chamei de o quê? De uma variável? Vamos brincar. Vamos fazer isso aqui, né, cara? Deixa eu só pegar para você ver aqui. Exone. Vamos colocar a mão aqui na massa. Uma variável. Espero que não é, hein? Queria. Nós nunca fazemos besteira aqui, né? CD, MP. Se a gente vai fazer besteira é no diretório temporário. Legal? Legal. Só para você ver uma coisa aqui. Se eu estou com 20 GB de temporário todo. Legal. Isso é bom. Não que o meu script vai ter 20 GB, né? É que esse OBS Studio ele usa o temporário. Aqui. Nano. Tá? Script.sh Legal? Então entramos aqui. Showbang. Parabim. Parabash. Legal. E aí, eco. Se pronto. Uma variável. Certo? Certo. Chamei assim. Legal? Exit zero. Ai, caramba. Maldição do programador. Então, chmod mais x. Então, poder total para todo mundo. Script. Todo esse land. E depois, ponto barra. Script. Executo. Olha lá. Botafogo deveria se chamar Bosta Fogo. Então, vamos voltar no nosso script. Você vê que eu não criei a variável. Ela já tinha o valor. Porque ela vem da caixa de areia. Legal? Ela vem da caixa de areia. Isso aqui é bacana, né? Ele tá mostrando como que isso aqui funciona. Bom, na próxima videoaula, vou falar sobre... Ah, uéi, meu uéi. Ai, cara. Essa aula é da hora, cara. Eu sempre lembro de um restaurante que fechou. Até mais. Tchau.