Transcrição do áudio
Tome cuidado nesse canal, do nada você pode virar um anarquista. Bom, mas também não preciso eu te convencer de ser um anarquista. Basta você não querer depositar seu rico dinheirinho fiduciário lá no Banco Master, porque o Banco Master vai conseguir uma autorização para quebrar seus dentes. E Alexandre de Moraes com certeza vai permitir. Ponto triste, repare que não preciso eu ser um pivôr de um mundo anarquista se você tem o próprio Brasil como um cenário que leva as pessoas ao anarquismo naturalmente. Porra, cara, todo o conteúdo desse material é baseado em livro e ainda minha opinião não é um crime. Eu estou gravando isso no passado, quando crime, na opinião, virar um crime já é o futuro. Bom, mas eu posso ser preso por pegar 17 anos só por falar mal do Banco Master. Bom, vamos lá, vamos usar o livro Master em Moneiro, não é um curso de investimento. Lembrando que você pode acessar todo o meu material, esse aqui é o livro, é o livro do livro. Na verdade, todo mundo Moneiro, cara, ele é impressionante. É um ecossistema de soluções, conhecimento e livros. Eu sou não importa, bom, não importa web, porque eu estou cagando para vocês. Vou falar sobre a rede Moneiro, encontre-me lá no canal Ayed online no YouTube ou Ayed underline online no X, cara. É, coleguinha. Vamos falar... Como funciona, então, esse... Capítulo 4 é sobre como funciona um bloco na blockchain. Vamos lá. Em suma, naturalmente, a sua carteira cria mensagens com instruções para transferir suas saídas para um novo destinatário. Então, quer dizer que o valor que você tem são saídas de outros apontando para você. E isso é o quanto você tem. E você só sabe isso porque você, então, pega toda a blockchain do Moneiro e você, literalmente, raspa com a tua chave criptográfica todas as saídas e verifica quantas saídas apontam para você. E aí você sabe qual é o valor que você tem. Legal. E, naturalmente, quando você quer transferir, então você coloca na rede Moneiro que X saídas suas estão aqui. Então, para alguém. E aí, naturalmente, isso vai ter que ser transacionado. Nesse momento, você ainda não tem... Na verdade, quem está recebendo não tem a comprovação e a certeza do pagamento. Embora seja uma rede descentralizada, em que a certeza é muito alta, eu, naturalmente, não posso ter certeza absoluta. Eu, lá no curso hacker, quando alguém me conta... Quando alguém me compra e me manda, demora 20 minutos, tá? Não é como a blockchain do Bitcoin, que pode demorar 4 horas, como já aconteceu. Aqui é 20 minutos, mas eu nem olho se tem uma comprovação, eu já estou aceitando, tá? Geralmente, esperamos 10 confirmações. Isso é porque você tem que entender sobre blockchain. Que é descartada. Cara, isso é um papo que vamos ter mais para frente. Calma aí. As informações sensíveis, ou seja, valor, destinatário, remetente, ficam criptografadas, certo? E aí, conforme vimos no capítulo anterior, ela é assinada digitalmente por alguém do bloco de transação. Desculpe, eu falei do bloco de transação, desculpe. Do grupo que está transacionando. Então, tem várias pessoas transacionando e uma delas assina digitalmente todas as transações, conforme vimos anteriormente. Então, no capítulo anterior, no 3. Quando sua carteira transmite essa mensagem à rede, né? Armazena temporariamente essa solicitação. Ela é chamada, então, essa área de memory pool. Então, é lá que as mineradoras acessam, acessam o memory pool, pegam essas transações e, então, partem para tentar fechar um bloco com um nonce. As mineradoras, então, recolhem essas transações não confirmadas e agrupam ela em blocos. Bom, cada bloco está amarrado ao bloco anterior. Cada bloco amarrado ao bloco anterior. Dentro do bloco, você tem... Milhares e milhares de TX, de transações de pessoas criptografadas. Nós vamos precisar, para fechar um bloco, preste atenção. Vamos precisar a hash do bloco anterior e vamos ter que calcular uma sequência de dígitos que vamos chamar de nonce. Nonce é o trabalho que a mineradora... A mineradora vai fazer para conseguir fechar o bloco. Cada bloco, então, contém um conjunto de transações. Vimos como TX. E, naturalmente, todas criptografadas, né? E uma hash do bloco anterior. E um número muito grande, um número especial, chamado nonce, que sempre é calculado a partir de zero. Preste atenção. Então, nonce não é... Um número deduzível. Você tem que, realmente, gerar um número e testar. Gerar um número e testar. Gerar um número e testar. E esse número, ele está relacionado com a hash do bloco anterior e as chaves criptográficas de transação. Então, não é deduzível. Então, existem, basicamente, dois conceitos que você precisa conhecer. Como essas técnicas funcionam. Como essas técnicas funcionam dentro da blockchain. O hash, que é um mecanismo de segurança. Lembrando que a criptografia, ela permite que eu crie uma hash de algo binário. Para que, no futuro, eu verifique que esse algo binário não foi alterado a partir da hash. Então, preste atenção. Se esse bloco anterior, ele é válido, eu pego a hash dele e coloco no próximo bloco. Eu sei... Eu sei, naturalmente, se essa blockchain está corrompida. Porque alguém, no meio do caminho, não bate a hash dele com a hash do próximo bloco. É assim que eu sei que a blockchain está corrompida. E aí, descartamos todas as blockchains corrompidas. Só ficamos com as blockchains que os blocos possuem uma hash do bloco anterior prévio correto. Tá? Criptografia. Nonce é uma sequência de números, que é tipo um cálculo que eu faço. Não é deduzível. Já expliquei que a hash é referente ao bloco anterior. E é assim que nós descobrimos se a blockchain está corrompida. Nonce é uma sequência alfanumérica que completa o bloco a partir, naturalmente, de todos os dados imputados. E aí, quem conseguir fecha o bloco e ganha a recompensa da emissão caudal, bem como todos os pagamentos de quem fez a transação. Quem fez a transação vai pagar uma taxa para quem minera. Mais a emissão caudal. Então, é um dinheiro considerável, tá? É um dinheiro considerável para quem consegue fechar isso aí. É computacionalmente muito difícil encontrar um nonce que satisfaça, para que nós possamos lacrar um bloco, gastando a maior parte do seu tempo e energia procurando esses nonces válidos para o bloco. É impossível planejar com antecedência o cálculo disso. Não dá para deduzir conforme eu falei. E, cara, é muito difícil. Esse é o grande trabalho. Mas, pelo menos, o Monero, esse trabalho, ele é menor do que na blockchain do Bitcoin, pelo algoritmo criptográfico, entre, naturalmente, outras abordagens. Monero é uma abordagem mais simples, que eu vou falar para vocês mais para frente. Permite que um browser vá competir, competir com o computador. Por que isso? Se é muito complexo a forma que o Monero faz o fechamento, se fosse assim, um browser ou um computador nunca competiria com uma ZIC. Então, eu estaria centralizando a mineração em grandes players. E aí, o Monero seria centralizado igual Bitcoin. Ou, eu falar, se eu falar que Bitcoin é centralizado, eu vou levar uma surra aqui. Mas, se você olhar na visão do Monero, o Bitcoin, ele é centralizado. Ele tem grandes polos de mineradoras que conseguem induzir, inclusive, no preço do Bitcoin. Já o Monero, por ter uma metodologia mais simples, computadores podem participar desse esforço. Computadores comuns. Uma Raspberry, uma Arduino. Lógico que eu não vou dizer que vai ganhar, não é assim. Lembre-se que a competição é grande. Mas não é como do Bitcoin. Então, o Monero, ele distribui mais a carga de mineração. E o torna, do meu ponto de vista, muito melhor na questão do anonimato, por esse motivo. E estabilidade da rede. É mais fácil você derrubar hoje o Bitcoin, e causar um grande transtorno mundial, do que você fazer isso no Monero. O problema é que o Monero, assim como toda criptomoeda, ela é impactada pelo Bitcoin. Aí já é um problema de investimento. Mas não de pagamento. Até o próximo vídeo. Até mais. Tchau.