Formatação de dispositivos de Bloco no LINUX (HD, SSD, M2, Pendrive)
Aula 38 · GNU/Linux para Servidores
Transcrição do áudio
Comandos que você tem que conhecer que envolve naturalmente essa parte do livro, que é formatação de discos. Bom, você sabe que serve também para, no caso, qualquer dispositivo especial de bloco. Legal. Por isso você vai ver tudo com BLK. Ou seja, por exemplo, LSPCI, você vai ver a PCI, LSUSB, você vai ver o SB LSBLK, dispositivos especiais de bloco. Legal? Você vai ver BLK aí de muita coisa com BLK. Bom, vamos lá. Se você não tiver instalado no seu Linux aí, naturalmente, o LSBLK, você tem que instalar o tio Linux. Nem todo Linux possui. Deixa eu pegar aqui um Debian de uma distribuição específica. É o Debian customizado por uma distribuição específica. E alguns comandos você não vai encontrar. PCI, por exemplo, nem todo comando você encontra no Linux. Beleza? Desculpe, não é distribuição Linux. Bom, mas sudo não precisa de sudo. LSBLK eu acho que não precisa de sudo, exatamente. Então, você consegue localizar discos e partições. Bom, é natural que você vai encontrar essa informação, essas informações no caso, em vários comandos e arquivos no sistema operacional. No caso, LSBLK é um deles. Eu gosto muito deste comando, porque ele é bem humano, ele é bem visível à questão do disco e das partições. Para administrar a aula, isso aqui é top. Beleza? É possível ver também onde uma determinada partição está montada no sistema de arquivos. Então, por exemplo, a XVDA3 está montada na raiz do meu Linux. Legal? Aqui eu tenho, no caso a DB, que está montada aqui, na verdade, está montada em vários pontos do meu sistema de arquivos. Bom, podemos ver também aqui uma swap, uma área de troca com a memória. Você vai encontrar isso em paginação de memória no livro do Thunderbolt de sistemas operacionais modernos. O que você lê lá sobre paginação de memória é feito aqui na área de swap. Bom, legal. Então, é um comando interessante. Tem vários argumentos, menos LSBLK. E aí você vai ver a descrição do comando, argumentos. Lá mais no fim, às vezes você encontra a questão do uso, a descrição do uso, exemplo do uso. E mais lá no fim, talvez você encontre quem foi que fez. Os autores, nem todo comando tem os autores, mas nesse comando nós podemos ver Milambros como o cara, o último cara que mexeu nesse comando. Você consegue compreender o desempenho, o padrão de argumentos, de um programa baseado no simples fato de você saber quem foi que escreveu esse programa, tá? Para sair a letra aqui. Beleza. Cara, sempre vejo o manual, tá? Nem todo livro você vai encontrar todos os parâmetros. Bom, então você tem o BLK ID. Eu uso esse comando para obter o UID. Então vamos lá, como que é dado então o nome de um dispositivo aqui, né? Então imagina então que você tem a placa Mãe. Caracas. Nem toda Mãe. O que é BLK igual a minha, né? E a mãe é sinistra, hein cara? Então você tem aqui o zero, caramba mano. O zero, o caramba. O zero, tá? Um, beleza. E assim vai, não vou colocar todos não. Aí o que você conectar na SATA? No Conex TOSATA aqui, o que você conectar aqui no SATA aqui? Tá? Por exemplo, se você colocar num Debian instalado na placa Mãe assim, ele vai colocar aqui SDA, deviser SDA, legal? E aqui é barra dev SDB, legal? Ele vai montar isso aqui assim, ó, cada um aqui, legal? Por que eu tô falando isso? Esses nomes que você está vendo aqui, eles podem mudar. É só ir lá na placa Mãe e mudar as posições. E por que isso? Se você ler o livro do train bold, se temos operacionais modernos, você vai ver no capítulo de entrada e saída quem fala. Por nome ação uniformes dos dispositivos de entrada e saída. O que é a nomeação uniforme? SDA, SDB, SDC. Baseado em qual porta tá B? Tá ligado o negócio. É igual às placas de rede. Do passado era. Ainda é em muitos Linux, eth0, eth1, eth2, não é? Legal. Então, nós usamos o comando sudo. Aqui acho que tem que dar o sudo, porque ele vai ler um arquivo BLKid. Ele vai ler uns arquivos aqui, que é o barra, barra proque, barra monto. Você vai pegar esses UIDIs aqui, ó. Esses UIDIs de parteção ou de forma, é, do disco. Preste atenção. O UIDI é montado durante o processo de formatação. Ou seja, no MKFS, na hora que você vai dar lá criar o super bloca, tabela inode. Aí ele gera esses IDs. Isso é importante. Decora isso aqui, porque isso vai ser importante daqui a pouco, quando começar a falar de montagens pra vocês, das montagens dos discos no nosso Linux. Esses UIDIs são muito importantes. Bom, e aí, naturalmente, nós podemos criar parteções no Linux, certo? Cria sudo fdisk, traço L minúsculo, vamos listar. Então estamos listando os discos e as parteções. Nem todo disco tem uma parteção. Você pode formatar o disco, normal. Mas é comum separar e segmentar parteções dentro de um disco. Beleza? Legal. Então, olha só. Clear. Então fdisk é um comando muito importante. Se você quer listar algo específico, então, por exemplo, esse aqui, certo? Clear. Sudo fdisk, opa. Diz que, cara, o meu tem uma tecla minha que tá com problema, bicho. Você consegue também só um disco. Só um disco. Bom, problema dos pendrivers é que talvez você tenha muitos discos aí na sua máquina e você possa confundir um pouco seu pendrive. Tome cuidado, tá? Seu pendrive ele é colocado dentro desse esquema de nomeação. Beleza. Beleza. Como que você... Ah, peraí. Tá. Criando partições. Legal. Ah, legal. Então eu acho que é uma falha do meu próprio livro, tá? Ele fala de criar partições, mas eu só mostro como listar. Legal? Mas pra baixo eu mostro como criar. Calma aí. Lembrando que você tem um vídeo no final e que nesse vídeo no final eu mostro todo o processo como é feito de cabo arrabo. Eu só preciso dar uma olhada aqui, está realmente gravando aqui o meu OBS Studio, porque cara, o meu OBS Studio anda dando problema, cara. E o meu OBS Studio anda dando problema. Deixa eu só dar uma confirmada aqui. Então vamos ver aqui essas partições. Olha só, você tem alguns arquivos importantes, tá? O Proc Partitions, que você não vai encontrar bem as montagens, porque existe uma partição que está montada, tá? Ó, Cate Proc Partitions, você vai encontrar os discos e as partições. Beleza? Tá. Agora, no BOMF, aqui você vai encontrar, você pega as partições, depois você vem aqui e olha onde essas coisas estão montadas. E aí você consegue fazer... Você conseguiria fazer seu próprio DF, tá? DF-H. Esse comando ele é muito bacana, tá? O DF-H mostra a partição e aonde está montado. Isso aqui é muito bacana, cara. Escomandinho, muito útil. Eu uso ele também para ver o quanto eu já usei de cada disco ou partição. Aqui você consegue ver nessa coluna e quanto ainda falta para você chegar ali no fim. Beleza? Então, são dois arquivos muito importantes para a certificação. Você tem que conhecer esses arquivos, legal? Agora, para criar, né? Eu estou achando que eu caguei aqui, ó. Destópico. Ah, não, listar a partição. Está certo. Da onde que os arquivos... Tá certo, cara, não caguei, não. Da onde que esses comandos, obtenhas, informações, que são esses dois arquivos. E aqui é para você criar a partição. Vai ter um vídeo que vai mostrar como criar a partição, que é o último vídeo desse capítulo. Mas eu vou mostrar para vocês os comandos. Então, sudef-disk e qual disco você quer particionar, legal? Barra dev, sdb, por exemplo. Seria um pendrive. E aí você, provavelmente no seu pendrive, já tem partições. Então você deleta, dê, delete. Deleta. Paga tudo. Então você pressiona N para criar uma nova partição. Então, quando você pressiona N para uma nova partição, por padrão, ela é primária. Você pode usar estendido. Beleza? No caso do exemplo aqui da imagem, foi escolhido primário. Depois, qual é o número da partição? Já expliquei para vocês. 1 antigo, 4 partições. Então de 1 a 4. Padrão 1, se eu não responder nada é 1. Primeiro setor dessa partição. 2048 até pô, 16 milhões, 777.215. Ah, se você não colocar nada é o comecinho. 2048. E aí ele coloca um... Uma informação aqui de setores e tudo mais que serão utilizados. Beleza? E aí ele visualiza. Criou uma nova partição do tipo Linux com 8 GB. E aí ele volta para o menu. Então pressione W e aí ele salva. O que você tem? Você tem um disco, tá? Aonde é feita uma partição. Ela não está formatada. Com forma que já lhes expliquei, tem a formatação física, certo? Quer do fabricante e tem a formatação lógica que é do sistema opressional. Beleza? Então é natural que agora nós vamos fazer o que? A formatação do sistema opressional. Para isso nós temos o comando MKFS. O maior padrão para o mundo Linux nós usamos esses três, que é o padrão. Aonde nós podemos especificar alguns parâmetros importantes. Tamanho de bloco, se você não definir é 4.096. Tipo de partição nós usamos hoje o XT4 porque ele é capaz de colocar uma massa de dados brutal no sistema de arquivos. Não precisaria de você colocar o ID, ele gera automaticamente. Então veja só esse disco, SDB, foi criado com FDISC SDB1. Está vendo esse SDB1 aqui? Ele foi criado no momento em que foi feita essa partição aqui. Feita essa partição foi criada esse SDB1. Então make filesystem.xt4.sdb1. Então ele cria as tabelas iNote, ele cria o ID da partição, ele cria o super bloco, separa a parte de backup de super bloco. Aoca as tabelas, escreve as tabelas iNote, cria uma área de jornal dentro da partição, então ele escreve tudo isso. Preste atenção você que tem medo que a forense da Polícia Federal lhe pegue um dia. Se você formatou naturalmente com Linux e colocou o XT4 em cima do Linux, no caso dentro, preste atenção, todo jornal lingerado, todas as tabelas iNote, toda a forense não vai conseguir te pegar. Então você tem que usar o Linux se você quer privacidade, anonimato, das suas coisas quando alguém chegar até sua casa. Mas é assim mesmo. Imagina que você pede seu notebook e vai destruir sua vida. Alguém chama o notebook e entrou. Desco descriptografado, né? Não, porra. Complicado. Até mais, tchau.