É coleguinha lá por volta de 2003, por ali, eu era programador C-Sharp, programei até 2010 em C-Sharp. Bom, vamos lá. Então ali mais ou menos ali, 2005, 2006, eu achava que esse negócio de lino que era puro folclore, depois eu achei que era uma aceita satânica. Não pode um sistema operacional ser estável e seguro, é coleguinha, mas é, cara. Trouco meu cavalo, tropeçoe, eu caí lá de cima. O lino que ele é muito estável mesmo. É muito seguro mesmo. Por dois motivos. Um, é extremamente simples. Ou seja, no dia que ele ficar complexo, ele vai virar Windows. Vê-te assim. Então, toda comunidade Linux luta para a sua simplicidade. Tanto que todo cara que aprende Linux de verdade, ele sai de distribuições gigantescas como Bunto e acaba caminhando para um Art Linux, para um Debian, até um Mint. Então é isso. É natural. Lembrando Fedora, estou gostando muito, hein. Muito bom. Um outro ponto importante que eu tenho que destacar é o seguinte, meu coleguinha. Você não acredita. Além da simplicidade, eu tenho uma organização. Seu quarto é uma zona, sua garagem é uma zona, mas seu Linux não pode ser uma zona. Esses dois pilares são fundamentais para a estabilidade do mundo Linux. Qualquer um desses dois que você comece a estragar, você Windows fica o seu Linux. Como assim? Seu Linux vira um grande Windows. E esse é um grande medo daquela galera ali, raiz do mundo Linux. Por falar em raiz, vamos falar do sistema de arquivos que é um dos pontos top na questão de organização. E vamos falar também sobre permissão de acesso que é outro ponto top na questão agora de simplicidade. Vamos lá. Uma coisa no Windows você tem CD, EF, não é isso? Vários, como eu posso dizer assim, mapeamento de árvores. Várias árvores bem mapeadas. Não estou falando mal. Mas no mundo Linux não. Isso não quer dizer que você não pode ter mais de um disco. Não, pelo contrário você pode. Mas nós partimos de uma raiz. Vou pegar uma ferramenta de desenho para que você entenda. Então imagine que eu tenho dois discos. Beleza? O A e o B. Não importa que... Não importa. O A e o B. Simplesmente isso. Então meu amiguinho, você vem aqui e monta. Olha, a raiz do sistema de arquivos, eu vou montar esse disco. A parte de... Ah, detalhe, tem parteção ainda, tá? Então ele tem duas parteções. Ah, eu vou montar esse cara aqui na raiz. Então ele vai montar baseado nos inodes aqui de dentro. Já vou explicar aqui que inodes. Então aqui eu vou criar os diretores. Por exemplo, informe até essa fonte, cara. O K28. O Bim. Bim. Não tem cabim, né? Aqui eu tenho Home. Home eu tenho aqui o Zerlinux. Então eu tenho aqui vários usuários aqui, certo? Dentro do Barra Home. Já vou explicar aqui que é o Barra Home. Olha só. E aí aqui dentro do Barra Home eu decido colocar o seguinte. Eu vou criar um... Vou criar um T. Vou criar um diretório chamado B.C.A.P. E aí, naturalmente... Ah, estou de azia, galera. Foi mal, cara. Estou mal, cara. Estou mal de saúde. Vou morrer, hein? Compre o curso, hein? Então aqui eu pego e viro e falo assim, cara. Eu vou colocar o B.C.A.P. E aí eu vou colocar o B.C.A.P. E aí eu vou colocar o B.C.A.P. E aí eu vou colocar o B.C.A.P. Então aqui eu pego e viro e falo assim, não, sabe lá, coisa? Aqui tem uma partição só. Eu vou montar essa partição aqui. Então ela vai ficar montada aqui. Legal. Então ela vai ficar montada ali. Olha que louco, hein? Repare, se você olhar... Se você olhar só o sistema de arquivos... Não importa em que disco está, meu amigo. Olha que legal. Pode ser rede. Pode ser, no caso, um diretório na rede, né? Bom, e aí, naturalmente, eu pego arquivos e vou salvando ali de B.C.A.P. Vou salvando arquivo de B.C.A.P. E ele está sendo persistido aqui. Muito simples. Muito bacana. Para o usuário, ele não enxerga toda essa diferença de C, D, que tem no Windows. Não precisa. Legal. Hoje eu comecei a acelerar, hein? E aí, olha só que interessante. Então nós criamos os caminhos a partir da raiz. Legal. Outra coisa. Nós não temos C, D, E, não temos essas letras. Você viu que nós montamos dentro da raiz. Então tem toda árvore. Detalhe importante. No Linux, o sistema de arquivos está na memória. Como assim? Bom, vamos lá. Quando eu digito que... Espera aí, deixa eu pegar aqui um... Hum... Eu já estou... Eu já estou no modo... Tá bom. Olha. LES. Opa, não tem nada, né? C, D. LES. O que você está vendo aqui, meu amiguinho? Está na memória. Não quer dizer que isso aqui, ó, mídia, está no mesmo disco que, por exemplo, o Barrabim. Não quer dizer. Eles podem estar espalhados, mas o que você está vendo aqui é esse traço L. O que você está vendo aqui está na memória, amiguinho. E isso faz todo o sentido. E é por isso que não existe a letrinha C, 2 pontos barra, D, 2 pontos barra. Legal. Ele é sensível com relação a letras maiúsculas e minúsculas. Então eu estou aqui... Eita, apareceu umas letras do capeta ali, hein? C, D, eu vou navegar para o meu diretório raiz. Tô no meu diretório raiz de usuário. Falei, raiz? Não é raiz do sistema, tá? Do usuário. Eu chamo assim. E aí, olha só, LES, traço L, não tem nada aqui, né? Não vai ter nada. Mkdir, porque é um diretório. Downloads. O D maiúsculo. Então eu faço o CD, downloads. Adivinha, não existe. Porque o D maiúsculo e o D minúsculo são diferentes. Beleza? Ele é sensível à questão de maiúsculo. E arquivos ocultos no mundo Linux é parte do nome dele. Então vamos lá. Olha que interessante. No mundo Windows é uma tabelinha. Tem uma tabela de arquivos e disse o arquivo é oculto ou não. Tanto que tinha um malware no passado que deixava seu pendrive todo oculto, né? Na verdade, ele recursivamente rodava seus arquivos no pendrive e marcava na tabela dizendo que ele é oculto. No mundo Linux, um arquivo oculto é assim, ó. Vou criar um arquivo aqui. Turch. Opa. Opa. Tô criando um arquivo. Oculto.txt. Esse pontinho no início aqui diz que ele é oculto. Tá? Então tô visível.txt. Se executam ls, eu não tô vendo oculto. Então o oculto tem um pontinho. Por isso que você viu um diretório na sua vida chamado ponto git. Porque ponto git, o primeiro ponto ali é oculto, diretório oculto no mundo Linux. Como eu vejo os ocultos ls traço, tá? A. E aí eu vou ver todos os arquivos ocultos. E aí vem um monte. Pontinho. Pontinho, pontinho. Eu vou colocar isso aqui em formato de listagem para vocês, tá? Vamos colocar em formato de listagem o L. Tá. Pontinho, pontinho, pontinho. Já vou explicar que isso aí são apontamentos para outros diretórios. Ó, bash history, que é onde você tem o histórico de comandos, o logout, dados de logout, o bash rc. Você tem um scriptzinho de usuário que sempre roda, profile para montar as variáveis de ambiente, o profile do usuário, o oculto.txt, acabei de criar e o visível.txt. Repare que o que tem pontinho, ele fica oculto. E é assim que nós usamos. Se você olhar, isso é muito simples. É muito simples, é um pontinho. Não é uma tabela como no mundo Windows. Lembre-se do que eu falei. O Linux, ele é o que? Simplicidade. Simplicidade do início ao fim e organização. Então, temos uma organização que discutimos até hoje em fórum. Até hoje em fórum você vê gente discutindo sobre a organização de certos diretórios e arquivos no Linux. Eu sou um deles que está nesses grupos e eu reclamo muito do Apache. Poxa, Apache. Em ETC, meu amigo, poxa, você poderia colocar em OAPT e GoldenCatch e outros programas. Legal, triste, né? Barra, Bim. Barra. Por exemplo, o SRBim, nós temos diretórios com binários comandos. Sim, como que funciona isso? Vou mostrar para vocês. Imagine você que eu executei hoje aqui um comando mkdir, certo? E isso é um programa. E isso é um programa. Mas onde está ele? Como que o sistema operacional soube encontrar esse programa aqui dentro e executar esse programa? Como? Bom, o sistema operacional tem uma variável no ambiente chamado PFE. Em PFE, então, nós temos o quê? Nós temos os diretórios. Ha, que inútil aqui. Então, nós temos diretórios. E, por exemplo, eco, imprimir na tela. Cifrão, PFE. Então, vamos imprimir essas variáveis do ambiente, do 1n. Então, veja, o primeiro diretório que será, como eu posso dizer, utilizado para procurar o comando mkdir, vai ser o usr local bin. Está ali? Não. Então, ele procura em usr bin. Está ali o mkdir? Não. Ah, então eu vou no barra bin. Está ali? Está. Então, executa. É dessa forma, meu amiguinho, que ele consegue naturalmente saber aonde está o binário e executar o binário. Sabendo disso, muitos hackers fazem intrusão de programas maliciosos o quanto antes possível nessa linha. Você deve estar se perguntando por que ele faria isso? Se ele já é root, por que ele colocaria um programa malicioso? Ele já é root? Então, uma das técnicas que se utiliza é persistir arquivos maliciosos para manter ancoragem no ambiente. É assim que se diz. Então, bin, o usr bin, bin, é um diretório. Assim como nós vimos que o local também é um diretório que tem programas. Proc, proc cara, é fantástico. Forense, você vai bater aqui dentro. Quem for fazer curso de forenses comigo vai entrar nesse diretório. Proc, proc, ah, desculpe. É, desculpe, L.S. Eu já estou pensando em fazer programas aqui. Olha só, está vendo esses números? 1, 10, 17, são todos processos. Capítulo de processo eu ensino sobre esse papo. Olha, o 8 de novo, 7 de novo, eu acho que é o número da megacena. Então, tem aqui números, não joga na megacena, tá galera? É fraude. E esses números estão relacionados aos processos. E aqui um monte de nomezinhos. Esses nomezinhos estão relacionados ao computador. Bom, quer dizer o seguinte, que se você ler esses arquivos, você sabe muito sobre o computador e os processos. Então, quer dizer que os processos, seus dados de execução estão aqui em Proc. Então, se eu executo um PS ao X, e eu tenho esse monte de informação sobre processos, e eles são provenientes daquele diretório, deste diretório. Então, você pode fazer programas para manipular, para ver esses processos. Por isso que em forense, nós vamos vir aqui com certeza. Legal, né? Muito bom conhecer Linux, cara. Então, vamos lá na nossa escalada. Barraboot. Bom, olha que louco. Agora eu vou assustar vocês. Vocês estão vendo aqui o sistema operacional, e eu estou usando o sistema operacional, né? E você deve imaginar que ele deve carregar do disco, tudo assim já, como Windows. Que carrega tudo ali, C, dois pontos e toda raiz, não é isso? Barraboot. L, S, traço L. Aqui o sistema operacional. Bom, o que é esse diretório? O Groobie, é um bootloader que nós vamos explicar no futuro para vocês. Está no livro, quem quiser adiantar. Lembrando que tudo que eu estou explicando que vai ter no futuro, está no livro, meu amigo. Avança aí no texto. Está vendo? Configue dois arquivos. Quer dizer que nessa máquina eu tenho duas versões de Deb, cara. Atual, eu acho que é 73. Vou ensinar a vez daqui a pouquinho. Eu acho. Bom, está vendo o Initrd IMAG61273? Esse é o motor de arranque do Linux que nós estamos usando. A versão, mas já teve outra versão, a 63 nessa máquina. E o sistema operacional mesmo, ele está nas 6, 12, 73, na VM Linux. Caracas, mano. Quer dizer que eu posso voltar o Linux para uma versão anterior? Sim. Que louco, mano. Que louco. Como eu vejo qual versão está corrente? Ls traço... Peraí, galera. Traço da raiz. Vamos listar a raiz. Legal. Olha só que interessante. Initrd.img que está na raiz, é um link simbólico. Vou explicar ainda o que é o link simbólico. Para o arranque, versão 73. O Initrd, a versão anterior, é o arranque do .63. Então, ao renomear esses links simbólicos, eu posso voltar para a versão anterior. Se cresçou, eu entro aqui e faço isso. Da mesma forma, o VM Linux embaixo, eu tenho Linux, VM Linux e o VM Linux old. É só renomear os links simbólicos, meu amiguinho. E eu volto para o Linux anterior, se deu merda. Muito louco, cara. Muito louco, bicho. E os caras conseguem ser extremamente loucos e simples. Bom, Barra Root, um grande erro para mim. Sou um daqueles que critica sistema de arquivos. O CD Barra Root. Ah, cês negaram, porque eu não sou Root. Beleza? Sul. Calma, galera, eu vou ensinar todos esses comandos para vocês. Eu vou ensinar todos os comandos, meu amiguinho. Tá bom? Olha só, CD Barra Root. Diretório do Superusuário. Eu acho isso aqui um grande erro. Tá? Porque o usuário Root não deveria nem existir como um usuário. Eita, boa. Peraí, galera. Esse aqui... É uma coisa estranha, hein? Eu acabei esquecendo alguma coisa aqui, hein? Que estranho, hein? Bom, vamos lá. Estamos aqui. Foi mal. Esqueci ligado. Ah, bom. Então aqui eu tenho o diretor do usuário Root, que é um usuário que não deveria existir como um usuário logável. Tá? Cartet C, Paz... Paz WD. Eu acho que, por exemplo, a primeira linha, você pode ver que tem aqui Root, né? Ganha um Bash. Eu acho isso aqui um grande risco. Embora o padrão do mundo lino que se moderno, é o Root não acessível. Pelo as ferramentas de rede. Mas... Nunca gostei, cara. Nunca gostei da possibilidade. É, coleguinha. Vamos lá. Barra Dev. Pô, Barra Dev, cara. A gente usa pra caramba. CD Barra Dev. CD Barra Dev. Certo? Ah! Cometi um erro-monstro. Entrei como superusuário e comecei a digitar comandos. Menino mal. Menino mal. Tem que ser reprovado. É, coleguinha. Eu reprovo o aluno que faz isso. Ahahahahah. Nós não ficamos como superusuários. Vou repetir. Nós não usamos a conta de superusuário. Teve uma máquina que passou 11 anos. 11 anos sem eu entrar pra dar manutenção. Quando eu entrei pra dar manutenção, eu precisei executar um comando que só como Root executa. E eu entrei no histórico, era o terceiro comando pra cima. Em 11 anos, só devem ter entrado uma ou duas vezes. Tá certo. A equipe tá certa. Tá valar. Lembrando que o Linux você pode ter ele por muito tempo. Basta você fazer update todo dia, que não dá zica como Windows, e upgrade toda semana. E full upgrade, full distro, upgrade, distro, dá uma olhada no seu Linux. E ele prepara e vai remontando as novas versões e jogando a onde. Clear. CD barra boot. E jogando aqui dentro. Conforme eu já falei pra vocês. E aí de vez em quando você tem que vir aqui apagar uns ou outros aqui pra não ficar muito grande. Mas são arquivos ls traço lh. São arquivos do tipo ali, por exemplo. 12 megamovmlinos, um arquivozinho relativo ali. Aí você encontra os principais programas do VMLinos. Legal. Clear. Barra dev, CD barra dev. Então estamos no barra dev. Barra dev nós encontramos, por exemplo, vários arquivos de device ters em geral. Como funciona? Se você leu o livro do Tannibal, de sistemas operacionais modernos, você sabe que todo dispositivo de entrada e saída ele é mapeado como um arquivo na rede. Coneguinha. Quer dizer então que o meu disco, ele é um arquivo aqui? Sim. Aqui louco. Peraí, você tá querendo me dizer que eu consigo achar o meu disco como um arquivo aqui? Sim. Ls traço lh. Ele. Da onde eu estou. Da onde eu estou. Beleza. SD. Opa. Foi mal. SD A. SD 1. SDA 1, SDA 2, SDA 3. São as partições. SDA é o disco. SDA 1, 2, 3 são partições. Partições simplesmente. Louco. Louco, louco, louco, louco. Beleza. Vamos lá. Ahm. Vamos continuar o nosso material. Entre outros arquivos, tá? Isso a gente vai ter mais tópicos aqui pra frente pra falar disso. A SBIN que seria praticamente ali o que nós deveríamos ter de binários também nós poderíamos ter a SORCBIN ali. Mas como, como eu posso dizer sim, é, os arquivos que poderiam se tornar os binários. Por isso que o SORCBIN. ETC, nós temos ali os programas que são serviços que teoricamente são de apoio ao sistema operacional. Você tem que lembrar que o sistema operacional, ele tem arquiteturas. E tem uma arquitetura que encamadas, comandos ali dentro encamadas e tudo mais, tem uma arquitetura de serviços. Então os serviços podem estar em ETC ou em OPT. Qual a diferença? Aqueles serviços que são cruciais do sistema operacional deveriam estar em ETC. E os não cruciais, ou seja, que atendem pessoas estariam em OPT. Então, por exemplo, um Tomcat que é um serviço de Web site, um MySQL no OPT, aqui em ETC você teria o SystemD, no caso, você teria que, por exemplo, você poderia colocar ali o nosso amigo ali o bind9, poderia estar em ETC, porque é de apoio ao sistema operacional, né galera? O bind9. O ISCDHCP server. Então tem essa distinção entre ambos. Só que com o passar do tempo, todo mundo socou tudo em ETC. Toma em ETC, toma em ETC. E OPT passa anos e anos sem nada. É, eu gosto de separar. Vamos lá. SRV. Aqui você vai encontrar muitos ressources para os processos. Barra Home é o diretório do usuário. Então, por exemplo, Client CD Barra Home. CD Barra Home. LS. Estou no diretório dos usuários. Cada usuário vira um subdiretório aqui dentro. Beleza? Então, só tem um usuário chamado o Zerlinox, então ele tem um subdiretório. LS traço L. Alá, o diretório Zerlinox é do Zerlinox. E eu vou explicar isso mais para frente para vocês. SIS. São, por exemplo, artefatos que são utilizados pelos processos do sistema. As Libs são as bibliotecas usadas pelos processos. TMP. Diretório do temporário dos usuários. É um diretório que ele se apaga, tá? Se você reinicia essa máquina, não é que ele se apaga. Ele deixa de existir e ele é recriado quando o Linux cria. Desculpe, sobe. Então, quando você liga o Linux, ele deixa de existir e ele passa a existir sem nada dentro. É mais rápido do que deletar. Tá? Isso é bacana. Então, você vai vim aqui opa, desculpem. Esse aqui é o Kali Kata. Vamos mostrar no Kali pra vocês? É, coleguinha. Tava lá no curso de Rack do Kali. Kali Kata. CD Barra TMP. Aqui já é outro Linux, galera, mas veja que aqui é um outro isso aqui é um outro terminal, galera. Não é o Beche. É algo que eu vou explicar pra vocês mais e pra frente sobre os vários terminais que existem. Então, eu estou em Barra TMP. E aí, aqui, agora, eu venho aqui e digito, por exemplo, LES e aí, ele lista pra mim. Então, eu listei todos os arquivos temporários dessa máquina, que é o Kali Linux. Vou aqui, ó. CD Barra TMP. LES. Aqui só existe, então, um arquivo. Vógico, não tá sendo... não tá em uso, né? Bom, e você... e os processos podem usar esse diretório para jogar toda a sujeira que depois vai ser limpa. Então, é aqui. Já cheguei a passar anos e anos jogando downloads aqui pra dentro. Por quê? Eu tenho um problema de ser um acumulador digital. Isso é ruim. Então, os downloads estavam... ainda aqui dentro. Legal? Vamos lá. Tô muito doente. Compro cursos, não. Eu vou morrer de doença. Mídia. Mídia é um diretório de montagem. Sempre que eu monto um CD-ROM, um pendrive, ele vai ser montado aqui dentro de mídia. Não tenho nenhum, então, não vai aparecer nada. O SER é o diretório dos usuários que nós temos outros subdiretórios, que têm binários e tudo mais. Mas, embora seja o diretório do usuário, não quer dizer que seja manipulado em escrita e edição, vamos colocar assim, pelo usuário. Tem restrições fortes aqui dentro. O único diretório que você pode mexer é o seu diretório dentro de Barra Home. Vou repetir. Não é Barra Home. É o seu diretório dentro de Barra Home. Vamos lá. MNT é outro diretório de montagem. O Barra VAR são arquivos de cache, arquivos temporários dos serviços. Você vai encontrar spools de impressão, caixa de e-mail, www. Que é site web. Vai estar aqui dentro de Barra VAR. Então, é isso que você espera. Quando você entra em um Barra VAR. Detalhe. Tem a prova de certificação básica. Lpq1 vai cobrar isso aqui. Eu bato uma poça. A cara vai mandar para montar a tela para ficar flegando, que maldição. Essa máquina é uma máquina de gravação. Vou desculpar o que eu aceito. Vamos lá. Tem português, galera. Tome cuidado com as tradições. Cara, se você vir aqui, você vai ver que os tópicos deles... Onde estão os tópicos? Aqui. A arquitetura do sistema, instalação de enciamento, comandos do Linux, dispositivos, padrão e hierarquia. Veja os detalhes dos tópicos um aqui. Shell, interfaces, tarefas administrativas. Está tudo no meu livro. Serviços essenciais do Linux. Está no meu livro. Pô, que pariu. Fundamento de rede está no meu livro. Se você segue o meu livro, você vai. Meu livro é de graça. Esse livro é de graça. Se você seguir meu livro, você tem todos os tópicos dos dois exames do Linux, o 101 e o 102. Cara, e vai cair isso aqui. Essa coisa vai cair. Então eu coloquei um detonadinho para você ver antes da prova. O que você espera encontrar nesses diretórios. Olha o mkd, raiz root, em mkd. Cadê? Viram? Vmlinus, em barra boot. Tudo isso que eu falei está aqui. Lógico com mais detalhes. Ah, coleguinha. Vai pelo meu curso. Você vai ficar foda. Só para você ter noção, eu escrevi esse livro muito tempo atrás. E eu fiz um orçamento de quanto seria eu fazer treinamento de todos os certificados básicos de uma infraestrutura que vai das certificações Linux. Não estou vendendo curso, tá galera? Agora. Até a de rede. Aí eu pensei, eu vou dar esse negócio para os meus alunos. Olha lá o que você está imaginando. O que acontece meu amiguinho? Eu orcei na época, dava 12 mil de curso, cara. 12 mil. Aí eu fui lá e escrevi essa joça. Eu peguei os tópicos que eles abordam nesse curso, preparatórios para os exames e meti aqui. E depois eu fui escrevendo e transformando em prática. Então eu gastei um ano e pouco mais ou menos para escrever o livro, tá? Foram dois anos para chegar no ponto que está. Mais um ano e pouco para ter a primeira versão. GitHub, não importa web, barra boot. Cara, não cobro nada pelo livro. Não é meio eu te peço. Talvez eu te peço uma coisa. Dá uma estrelinha, faz um fork. Tá ok? Faz alguma coisinha, empurra o canal, carai. Até mais. Tchau.