Transcrição do áudio
Bom, existem muitas formas de você fazer uma instalação no mundo Linux, e naturalmente você tem desde a mais clássica, hard, que você pega e põe os arquivos no lugar. O que é uma instalação? Cara, é você pegar arquivos e pôr no lugar. Só isso. Nada de mágica. Não tem mágica aqui não. No Windows tem que pôr regedit, tem que fazer uns trecos assim. Aqui não. Você põe no lugar e acabou. Só movimentar os arquivos você poderia fazer isso. Só que aí vem o que? Você precisa de biblioteca, você precisa... Aí começa a complicar. Com o passar dos anos então, a galera passou a criar repositórios com árvores de dependência de pacotes. E essas árvores de dependência de pacote, então, levaram então a possibilidade de eu criar instaladores muito modernos, de altíssimo nível, que instalam tudo para você, a partir do Windows. A partir de uma árvore de pacotes que está no repositório oficial. Parabéns, você chegou na página 290. Agora que eu estou vendo. Cara, é longo o material, hein? Então, até hoje eu faço instalação às vezes na unha. Cara, tem cada diabo que eu testo aqui, que é o demônio, cara. Mas um pessoal comum não precisaria, tá? Às vezes eu vou para o mundo Windows e eu fico assustado lá. Por quê? É, quando você vai fazer uma pesquisa, por exemplo, instalar o OBS Studio. Cara, se você não desativar as propagandas do teu navegador, do teu da busca, os hackers vão colocar OBS Studio fake logo na cabeça. Eles vão pagar, publicidade vai vir lá em cima. E você vai instalar algo que é de um site hacker, que você não vai baixar o OBS Studio. Você vai baixar o OBS Studio. Studio. Entenderam? E aí, você nem vai perceber e você vai colocar algo trogenizado. No mundo Linux não, cara. Nós usamos repositórios oficiais. Não que estamos livres de pacotes trogenizados no repositório oficial. Mas no nosso repositório oficial existe todo um critério, tá? Só que temos alguns problemas, tá? No repositório oficial. Por exemplo, imagine que você está com o Debian moderno, o Debian 13. E você recebeu um sistema legal. Pegado PHP 2.7.4. Cara, você está fodido para pôr um PHP 7.4 num Debian 13 sem fazer gambiarra. Eu acho que gambiarra você consegue. Entendeu? Entendeu? Então vamos lá. Ah, você já sabe fazer programas de computadores, tá? Ah, então vamos lá. Nós temos um processo de desenvolvimento. Um processo de desenvolvimento. Um processo de desenvolvimento. Nós programamos. Já mostrei para vocês, né? Nós geramos ali a árvore sintática. É isso? Nós geramos um dicionário de palavras-chaves. Geramos uma assemblea. É isso? Geramos uns objetos. Fazemos o linker e temos um binário final. Nós temos todos esses passos ali. Legal? Só que numa empresa nós não trabalhamos com um arquivinho. Até então nós estamos trabalhando com um arquivinho, cara. Olha só. É um arquivinho, cara. É um arquivinho. Um arquivinho, cara. Espera aí. Espera aqui. É um arquivinho. É um arquivinho. Numa empresa, cara, tem projetos com centenas de arquivos, cara. Centenas de arquivos, tá? Então nós precisamos de fazer compilação de uma centena de arquivos. E um arquivo depende de outro arquivo que depende de outro arquivo que depende de bibliotecas. E aí tudo começa a ficar muito difícil dentro do próprio projeto. Tá? Então... Nós temos um processo de desenvolvimento. Um processo de compilação lá dentro. E nós utilizamos o famoso Make. Tá? Make. CMake. São, por exemplo, projetos que você naturalmente tem ali um padrãozinho de compilação. Tá? Próximo vídeo eu vou falar justamente do Make. Até mais. Tchau.