Vamos agora falar de rede virtual no virtualbox. Bom, o que acontece? No virtualbox nós temos a possibilidade de utilizar uma rede virtual interna, nós também temos a possibilidade de usar a rede a sua LAN e ou utilizar uma técnica chamada NAT. Bom, acontece que eu tenho que agora pisar em ovos e eu vou reforçar esses conceitos mais lá no capítulo 8 se não falha memória porque o aluno não tem conhecimento de redes de computadores. Então eu recomendo eu deixei um curso gratuito de redes teóricos, já tem 48 aulas mas vai bater 60, vai bater 60 aulas, tá? Você não precisa nem de se registrar, porque eu estou registrado, né? Mas você não precisa nem de ter um login, eu deixei todos os links na sequência para você, tem aqui 58, mas vai chegar a 60, 48, mas vai chegar a 60, fácil fácil, tá? Você pode a partir de agora, começar a ouvir esses vídeos e ler o livro que é o livro Thunderbolt Reds de Computadores que vai ser cobrado. Pera aí, Thunderbolt. Sistemos operacionais modernos e Thunderbolt Reds de Computadores? Sim, você vai ler os dois, totalizando algo em 1.600 páginas. Você vai lendo esses livros em paralelo aqui com a leitura do meu material. É duro, coleguinha, o caminho do aprendizado, se fosse fácil, todo mundo era hacker hoje. Nós temos algumas imagens que você vai encontrar na literatura, na literatura, que são imagens que vão se refletir ali a funcionalidade de alguns aparelhos. Por exemplo, um roteamento de rede, esse é o desenho, que é o chamado Holder. Ele serve para ligar duas redes diferentes. Vamos colocar assim. Estou simplificando, hein? Tem que ler o livro e assistir essas aulas para você ir a ver esse conhecimento. Switch, que é muito comum para interligar os dispositivos ali, camada 2, Access Point, aquela ideia de radiofrequência. Você acha que o seu aparelho ali é um Holder, né? Aí, todo aparelho que você vê contenhinha, você acha que é um Holder, né? Não. Radiofrequência, chamado Access Point. Aí, você tem, naturalmente, o padrão 8211. E aquela caixinha de plástico que você tem na sua casa, ele é o quê? Ele é a junção dos três aqui, ó, aquela caixinha de plástico que você tem. Ele é um Holder internamente, tem um Switch interno, tem um Access Point interno e tem um modem também, dependendo da tecnologia do fornecedor. Ele é o seu empresa de internet e ISP. Quando eu estiver falando de firewall e regra de segurança na rede, é esse aqui o desenho. Computador, servidor, são computadores. Esse geralmente é usado para cliente e esse geralmente para servir armazenamento de dados, a aplicação web, uma aplicação de internet e network quando eu não quero descrever a topologia da rede. A nuvemzinha ela é utilizada quando você não quer descrever aquela topologia. O que tem ali dentro? Então, na literatura de redes de computadores, nesse material, nos livros, você vai encontrar, naturalmente, essas imagens e o que ela tem que representar na sua mente. Tá, legal. Bom, e aí eu devo supor que o aluno é caramba, de redes de computadores, tem uma rede doméstica, na rede doméstica. Conforme eu falei, ele tem um Access Point, ele tem um Holder, ele tem um Switch. Geralmente o Switch está na LAN, geralmente a porta com a cor diferente está na One, a rede mais abrangente. E o Holder, e o Holder, ele fica assim, né? Ah, detalhe, na empresa nós não fazemos isso aqui, tá? Numa empresa nós não fazemos isso aqui, nós compramos o Switch e Switch, compramos o Holder Holder e compramos os aparelhos de radio e frequência Access Point, vários, cada um com a sua qualidade na rede. É que as empresas de internet, até que no passado ela tinha, tá? Ela tinha o modem separado do Holder, você comprava ambos separados e aí você comprava o Switch na lojinha, que eles não vendiam, mas era muito complexo pro vovozinho, pra vovozinha, pras crianças, então o operador aprendeu a colocar tudo isso numa única caixinha de plástico, num único circuito, por exemplo, pra facilitar o trabalho dela e isso pegou, isso virou, virou assim. Então vamos imaginar que eu tenho a One, não quero descrever como que a topologia aqui também não nos importa, e ele bate no Holder, o Holder ele tem um Switch para fazer o cabeamento com os computadores, ele aumentou aquele cabinho azul conhecido vulgarmente como o Tp, e aí você tem a ligação interna dele pro Access Point, lógico que isso aqui tudo é uma imagem, essa imagem, essa caixa vermelha, essa caixinha vermelha é esse aparelho aqui, tá? Lógico que numa infraestrutura decente empresarial nós segmentamos isso aí, por função, lógico, né? Nós temos algumas redes, nós podemos usar nos nossos computadores, essa explicação completa você vê lá por capítulo 15 desse livro, no capítulo 15 desse livro aí tem a descrição completa disso ou lá nesse curso gratuito de redes teórico, em explicação do que é endereçamento, tudo bem? Legal, tá em completo eu não terminei de gravar todo o livro, só gravei 48 vídeos, digamos que eu cumpri ali algo então do 60% por 70%, mais ou menos, do livro. Então nós podemos usar endereços tipo 10.0.0.0 até 10, 255, 255, 255, como essa máscara, essa máscara é importante, tá? Você vai ter que conhecer e não é decorar, conhecer a lógica por trás disso, por enquanto é decorar, capítulo 15 você vai aprender a lógica por trás disso. B, ah detalhe, capítulo 15 porque isso você não colocar mais nenhum capítulo, né? Eu vivo colocando capítulo nesse material, tanto você pode ver que é um capítulo de edição, você acha que são só 700 páginas, meu amigo? Eu acho que vai bater mil, hein? Ali eu posso usar rede 172.16.00, ela poderia ir até mais ou menos 172.31.255.255, a máscara 255.255.00. E eu tenho AC, que é um 9.2.0.800, que você poderia usar ali mais ou menos 172.00. 008.255.255, a máscara sempre sendo preservada e essa explicação completa tá no capítulo 15. Legal, aqui. Bom, então nós temos no Linux um comando chamado ifconfig ou IPedros, capítulo 8 desse comando IP que mostra o IP. Se você for no seu computador aí agora, que provavelmente é o Windows, digite IPconfig tudo junto, você vai ver os dados da sua rede. Se você tem um Linux, você digita comando IPspaciedros. Então, enter e ele vai mostrar os endereços aí do seu computador. Legal? Bom, no VirtualBox nós podemos jogar tudo isso virtualizado, isso aqui é o bacana, tá? A máquina virtual como algo virtualizado, um switch virtual interno entre as máquinas e uma rede fazendo roteamento. Nós podemos fazer tudo isso dentro do VirtualBox. Como que nós trabalhamos em modo, como eu posso dizer assim, empresarial? Modo full. Conforme eu falei, o VirtualBox é fácil de começar, é fácil de você começar. Mais pra frente, eu vou criar um curso de GNS3 que é como nós fazemos pra virtualizar redes mais fudidas, vamos colocar essa palavra. É rede foda, tudo virtualizado, mas ele tem que ter memória, amiguinho. E nós não usamos VirtualBox, poderia usar VirtualBox com GNS3, mas lá geralmente nós usamos uma virtualização padrão do mundo que é virtual. Tá? Tranquilo. Toda placa de rede no Linux, no VirtualBox, pode estar assim, não ligado, tá? Coloquei aqui inglês imaginando que você vai instalar o VirtualBox em inglês. Então, não tá ligado, é como se você fosse atrás do seu computador e puxasse o fio da placa de vinte, não tá ligado. Beleza? O que vem por padrão, que é tipo assim, não sei nada de VirtualBox. Eu quero que dê certo, seria essa opção, NAT. A NAT ela faz o seguinte, a VirtualBox cria uma placa de rede virtualizada com uma rede virtualizada do VirtualBox dela e liga com seu computador. Então, a comunicação sai do VirtualBox, vai ter o computador e o teu computador que trata essa conectividade. Ele trata a conectividade como um todo. Isso é o modo NAT, é o mais simples de todo. Aqui é quando você quer o NAT, só que você quer ter, como eu posso assim, permitir conexões de saída e você quer ter um controle maior, chamado NAT Network, então você pode acessar essa rede NAT. Aqui é tipo assim, tá? Coloquei lá, não sei nada. Aqui eu vou ter um pouco mais de conhecimento para controlar essa rede NAT. Essa técnica aqui, essa configuração, rede network, significa o seguinte, o teu computador vai intermediar a comunicação entre a máquina virtual e o router da sua casa. Vamos colocar assim, imaginando que você está na sua casa. Então ele vai intermediar, então aqui você já tem que ter um pouco de configuração, de rede, de alterar endereço IP, coisa que eu explico em capítulo 8 desse livro. Beleza? Lá no capítulo 15 para frente, você só vai brincar com esse tipo de rede. Já vou explicar também a questão de acesso, escopo de acesso. Redes internas, você pode criar várias redes internas dentro do virtualbox, mas elas não têm conectividade com nada. E aí você monta toda infraestrutura virtualizada. A gente usa bastante do capítulo 15 para lá, ou seja, capítulo 15 parece que é Gateway, router, firewall, é um capítulo que ali ele é um... É como eu posso ensinar um muro, você vai até lá, você está em um modo básico, tá ali para frente, tanto modo avançado. E eu decidi colocar tudo no mesmo livro em vez de fazer dois livros, o modo básico e o modo avançado. Isso é ok, tudo num texto só. Daqui a pouco a gente já não consegue mais processar, já está difícil de processar aqui com essa ferramenta do Google. Bom, e aí você tem somente o host somente dentro de uma rede, somente para o host, para isolamento total. E aí dá para a gente fazer algumas configurações de saída, mas é muito legal aqui a configuração. Então vamos lá, basicamente funciona assim, você vai lá na máquina virtual, vai em configurações, aqui fica rede, rede e aí você tem aqui o que? As placas de rede do teu computador, virtualizado. E aí naturalmente você tem a possibilidade de quatro placas de rede, só a primeira vem habilitada, as demais vem desabilitadas, você tem que habilitar elas para usar. Aqui eu estou em modo bridge, ou seja, eu estou utilizando essa opção aqui naquela máquina virtual, que é um pouco mais de configuração da máquina virtualizada. E eu estou ligando ela com a placa de rede, beleza? Quer dizer, aqui atrás, gente, que cortou a imagem, mas tem um símbolo de escolher, tá? Isso aqui não é escrito na unha, na mão, tem um escolher aqui, é tipo um combo box, esse cara aqui. Seguinte, é muito comum, o aluno chega lá na faculdade, acessa o Wi-Fi, aí dá tudo aqui, ele selecionou Wi-Fi aqui, a placa de rede Wi-Fi, chega na casa dele, ele conecta o cabo de rede, aí não consegue, aí chega puto lá na outra semana, na minha casa não funcionou, o senhor falou que funciona, a rede. Eu já pergunto para o Zeroyer, e aí, coleguinha, já alterou a placa de rede aqui para a tua placa de rede lá? Porque seu computador tem, por exemplo, Wi-Fi e digamos que ele tem a placa para o RJ45, vulgarmente ali colocado naquele cabo chamado UTP. Eu estou sacaneando, tá? Aí são duas placas de rede diferentes. Então, quanto mais placa de rede você vai colocando, por exemplo, placa de rede de USB, aparece mais opções aqui para você escolher. Então, você está dentro, placa, modo, bridge, ligado a placa de rede tal física. Quando você tem o NAT, o NAT não tem essa realidade, né? No NAT você está ligado com o seu computador, então não importa qual placa de rede tem. Por isso que eu falo para o aluno, você está começando, é NAT, está começando é NAT. Ó, vamos lá. NAT, bridge e rede interna. As três redes, desculpe, as três configurações que nós vamos trabalhar nesse livro. Por enquanto, não sei o que é o Cri Novos Capítulos. Bom, então imagine, imagine que você fez uma máquina virtual, que na máquina virtual você instalou a paixa, a paixa é um site, um servidor de site web, tá galera? Então, digamos que você está programando dentro de uma máquina virtual para isolar os seus clientes. É uma coisa que eu faço. Cada cliente, cada projeto, eu clico em uma máquina virtual e isolo ela, isolo ela do meu cliente. Eu não fico fazendo uma louquice de embolar cliente. Aí, naturalmente, eu preciso de uma outra máquina virtual ou de um computador acessar aquela parte na web que está dentro da máquina virtual. Então, olha só, olha o cenário, tá? Da máquina virtual, lá de dentro da máquina virtual, eu consegui acessar o meu computador real. Mas, do meu computador real, eu não consegui acessar o site web que está dentro da máquina virtual. Imagine que eu criasse uma segunda máquina virtual com banco de dados. A máquina 1, que tem um site web, não se conecta com a máquina 2, que teria o banco de dados. Se você colocou elas em NAT, mas da máquina virtual você consegue acessar LAN, então você consegue acessar internet. Mas, da LAN, você não consegue acessar máquina virtual. Então, repare que o network AdWords Translator, ele é uma placa de rede, uma configuração muito fácil de colocar. Mas, sempre da sua máquina virtual para o mundo, praticamente. Mas, nada, nada do mundo para sua máquina virtual. Você não conseguiria acessar nada da sua máquina virtual assim. É ótimo para fazer aulas, até o capítulo 15, onde nós precisamos acessar as máquinas virtuais do nosso computador, entendeu? Então, vamos lá. Modo Bridge. Nós vamos usar o router da sua casa. Tudo bem? Lá no capítulo 8 eu ensino a fazer essa configuração, no capítulo 15 e para frente é usado quase que todo capítulo. Porque lá é rede de computadores. Você tem que ler isso antes de chegar no capítulo 15. Você tem que ler esse livro, tem que estudar antes de chegar no capítulo 15. Rede de computadores. É em paralelo com esse material de Linux. Então, está aqui, ó. Legal. Dá VM para o host. Ou seja, lá de dentro da máquina virtual você acessa, por exemplo, algo que está no seu computador. Legal. Bem, ótimo. Do host para você. Ou seja, você fez um site em PHP, por exemplo, dentro da máquina virtual você conseguiria abrir seu computador o browser, digitar o IP da máquina virtual e o site apareceria. Que legal. Você conseguiria testar até em outro computador. Imagine que você tivesse um site na VM1 e o banco de dados na outra máquina virtual, VM2. Você conseguiria acessar normalmente de uma para outra. Normalmente tudo daria certo. Da máquina virtual você conseguiria acessar qualquer máquina na rede, na sua rede. E da sua rede qualquer máquina acessaria a máquina virtual. E para que seria lógico, devidamente configurado em direcimento IP. Capítulo 15. Capítulo 8, capítulo 15. Os dois. Então, se você olhar, seria o mais abrangente de tudo. Ótimo. Rede interna. Rede interna. Aí é quando nós fazemos uma rede interna bem fechada. É só entre as máquinas virtuais que estão na rede interna. Nós usamos isso aqui para encapsular, por exemplo, coisas ruins, coisas perigosas, ou simular subredes. Simular serviços em rede. Então nós usamos nesse cenário somente as duas máquinas virtuais, ou mais máquinas virtuais. Vamos se comunicar, porém tem que ter uma configuração ainda por trás disso. De direcimento IP. Para dar certo. Legal. Bom, e aí para fazer, naturalmente, o NAT, já expliquei. Então, conforme eu falei, o NAT tem duas máquinas virtuais, olha que interessante. Em NAT, a VMI não fala com a VMI 2, mas eles falam com o seu computador. Um seu computador dentro da virtual box. O modo bridge, praticamente você cria uma rede virtual, elas podem se comunicar dentro da virtual box, comunica com a LAN, com eles normalmente, se tiver a configuração de PCI, tá? Da sua LAN. E aqui quando eu crio uma rede virtual toda isolada, repare que ela é isolada, ela é fechada. Tudo aquilo que eu expliquei está ali em desenho. Vamos dar uma olhada como funciona lá no virtual box. Você abre aqui o virtual box, certo? Por exemplo, eu vou pegar essa máquina aqui virtual, vou vir aqui na NetThings, eu vou vir aqui na Network. Cara, ficou horrível isso aqui. Ela está em modo NAT, significa que ela vai se comunicar com o meu computador e o meu computador vai intermediar toda a comunicação com a minha rede, que é o mais simples para uma pessoa. Aqui eu tenho host2, por exemplo, olha que interessante, eu tenho uma outra, uma outra máquina virtual, olha. Ela está na rede interna, numa rede que eu chamei de Network2, você pode dar o nome que você quiser, você pode escrever aqui, a rede AmiBee. Ele cria uma rede e dá esse nome. Então você pode criar quantas redes virtuais você quiser no virtual box. Não tem problema, não tem problema. Essa rede Network2 ela é utilizada numa prática, um firewall. Então se você vir aqui em firewall, você vir em firewalls, você vai ver que uma das placas de rede dele está na rede 2, na Network1, a segunda placa de rede aqui, habilitada na rede 2. É uma prática comum, gente, ficar pressionando isso aqui para trocar o Mac address, antes que eu esqueça de falar. Sempre que você importar uma máquina virtual, sempre que você trazer uma máquina virtual, criar uma máquina virtual, dá uma prática cada aqui para gerar números candômicos aqui, porque você não pode ter duas máquinas com o mesmo Mac address, na mesma rede. Eu falo isso lá no capítulo 15, você vai ver sobre isso no curso gratuito de redes teóricos aqui. Beleza. Constiturações de rede é isso aqui. Lembre-se que o virtual box, sempre que você criar uma máquina virtual, ele abre como adaptador inate, em que isso aqui é o que você pode fazer inate. Até mais, tchau!