Explorando bibliotecas do Linux no diretório USR include
Aula 43 · GNU/Linux para Servidores
Descrição
Nesta aula explora-se o diretório /usr/include do Linux, onde ficam armazenadas as bibliotecas e arquivos de cabeçalho usados em programação, incluindo as bibliotecas C e C++ em suas várias versões. O professor demonstra como navegar até esse diretório com comandos como cd e ls, mostrando subpastas como linux e exemplos de arquivos de cabeçalho. São apresentados arquivos como ip.h, ligado ao protocolo IP e à comunicação em rede via sockets BSD, e ext4.h, relacionado ao sistema de arquivos visto anteriormente. Explica-se que esses cabeçalhos contêm includes, constantes e definições, enquanto o código fonte fica nos arquivos .c. Reforça-se a importância de ler a documentação de cada biblioteca para dominar a programação no ambiente Linux.
Transcrição do áudio
Você sabe que o mundo Linux é um mundo aberto. Ele é um mundo aonde programadores desenvolvem sistemas operacionais para programadores. Então, sinta-se feliz. Você é alguém que tem capacidade para isso, pois você está aqui. Ou seja, você está caminhando para o conhecimento e você logo logo vai dominar esse sistema operacional, bem como seu código e poderá alterá-lo ao bel prazer. Lembrando que, por exemplo, o que é o hacker, o hacker é aquele cara em que a tecnologia se curva para ele, baseado no conhecimento dele. A tecnologia se molda para ele, entende? É bem parecido com aquela história da colher lá que você vê no Matrix, né? A tecnologia se molda para você, legal? Quando aquela criança torta aquela colher, né? É isso que ele quer dizer. Então, vamos lá. Então, no sistema operacional, nós temos um diretório onde nós podemos encontrar as bibliotecas. Cara, ali você vai encontrar tudo que você precisa. Praticamente, o Linux está lá, bem como as bibliotecas C, C++ estão lá. É só você usar. Bem, se não tiver, então você vai instalar. O SR inclui. Vamos lá, então? Aqui. Início do corte. Teste, teste, teste. Bosta, bosta, bosta. Bosta, bosta, bosta. Fim do corte. Então, vamos lá. Se você chegar aqui, CD, barra, o SR, inclui, tá? Eu estou rindo. Eu estou testando uma biblioteca minha para gravar vídeo. O comando, que eu não posso falar aqui. Aqui, olha só. Então, aqui estão as bibliotecas do Linux. Você consegue DRM, C++, as várias versões do C++. Você vai encontrar ali dentro. Você vai encontrar o Linux daqui dentro, que vê CD, Linux, CD, Linux, cria, LES. Então, olha só. Você quer o que? Memória e Pólice, você quer o que? IP.h? Para tocar o IP é coleguinha, né? Você quer o que? Você quer o input? Você quer a equipe biblioteca? Biblioteca Time? Times, relógios, virtuais, do sistema operacional? Você quer interagir com o quê? Você tem tudo aqui na sua mão. Claro que se você fosse um cara um pouco mais, assim, com tempo, que acredito que o que falta é tempo, você entrasse aqui de cabeça, em um ano você sairia daqui outra pessoa, mas você teria que se distanciar de tudo o resto que você tem de vida após pensar em entrar nesse mundo aqui. Legal? São anos difíceis da sua vida, vai por mim. Legal? Tá tudo aqui, cara. Tá tudo aqui essa ideia do mundo Linux. Legal. E nós podemos importar nos nossos programas. Sabe o que é o problema? O problema é você conhecer a documentação de cada um desses caras. Por exemplo, Clear, tá? Mór, IP.h, tá legal? Não dá uma olhada na biblioteca IP. Permitível de sistema, tá lá no livro do Thunderbolt, mas não no de sistemas operacionais. Ele está lá no D, rede de computadores, né? Então, aqui ele é baseado para o BSD, sockets, então é aqui, é usado para fazer comunicação, né? O IP é um protocolo, um protocolo que eu localizo um computador na minha rede, ou fora da minha rede, com plano de nomeação uniforme e tudo mais, né? Então, aqui é um exemplo, e aqui ele vai estar puxando uma pancada de constantes, tá? E ele tem aqui alguns includes, e esses includes... Você tem que ler esses includes, includes, includes, includes, valendo. Até você obter o conhecimento. Clear, LS, LS. Vamos pegar aqui, por exemplo, o XT4.h. Mór, XT4.h. Aqui é o XT4 que você viu na aula anterior, certo? Então, ele é só o cabeçalho, tem os imports, tem mais algumas definições. Aqui, geralmente, nós fazemos os imports, os includes, daqui dentro. Criamos constantes, entre outras coisas. E programamos no arquivo .t o código fonte, tá? Então, aqui você começa a navegar nessas definições, achas definições, então você vai estar apto a programar. Legal? Vamos lá. Todo programa, todo programa, todo programa, ele está em pf, pf, uma variável do sistema. Legal? Então, até mais, tchau!