Dispositivo Especial de Bloco - Parte 02

Aula 35 · GNU/Linux para Servidores

Transcrição do áudio

Então no vídeo anterior nós vimos como adicionar um disco então no seu computador legal. Bom então entramos e ligamos o computador, entramos em nossa sala e ligamos o computador. E então nós temos aqui o comando LSBLK. Então LS é LISTAR. Então LSPCI, LSUSB, LSBLK, BLK de dispositivos especiais de bloco. Legal. Eu acho que é isso, mas vamos lá. Aí ele vai exibir naturalmente, isso é um comando muito útil. Ele vai nos mostrar aqui, olha só, que eu tenho um disco chamado SDA. Se você colocar qualquer coisa no controlador SATA, preste atenção. Qualquer coisa grudada no SATA ele vai vir com SDA, SDB, SDC, sempre SD, tá? De SATA. Se for aquele antigo IDE, aquele SCABO FLAT, vai vir com HD0, HD1, HD2. Legal. Se for essas memórias M2, aí é o diabo, MN, RB, BQ, D3A, é o nome do capeta. É por incrível que pareça. Mas tem uma lógica no Moodle-Debian, tá? No Moodle-Debian tem a lógica de que ponte nós estamos falando, de qual barramento estamos falando, de qual slot nós estamos falando dentro do barramento. Por isso que ele tem um nome gigante. E ainda dentro do slot temos as portas também. E nós temos lá dentro ainda as partições. Por isso que o M2 ele tem aqueles nomes esquisitos para caramba gigantescos. Por causa disso, gente. No mundo Debian, é assim. Outros Linux podem ter nomes diferentes. Por que? Você tem que voltar no livro de sistemas operacionais modernos, no capítulo de dispositivos de entrada e saída. E ele é bem claro, o Thunable, quando ele fala, olha, o seguinte, os dispositivos têm nomeação uniforme. Por que? Porque o computador não é capaz de diferenciar seu pendrive do seu hard disk. Porque ambos são dispositivos de bloco. Entendeu o problema? Por isso que quando você coloca um pendrive, digamos que eu tenha essa máquina aqui. Se essa máquina fosse real, fosse um Debian, tivesse lá, aqui é só uma imagem. E eu colocasse um pendrive e executasse comando LSBLK, ele provavelmente deu 99,99% de certeza que ele iria criar o SDB como pendrive. Pendrive seria o SDB. Mas aí você fala, mas o pendrive está na USB. Enquanto meu HD está lá na SATA. Por que? Ele deu uma nomeação uniforme mesmo, ele sendo dispositivos tão disparos. Por causa disso, é teoria no livro do Thunable e é a prática que no mundo Linux. Em gente que acho que tem o I não serve para nada. Nomeação uniforme dos dispositivos, porque o computador não tem como saber a diferença entre dispositivos que são de bloco. Então, primeiro que ele achar ele me atia, o segundo B, o segundo C. Por isso que nas memórias M2, ele tem aqueles nomes malucos, que envolve a ponte, o barramento, a porta, o slot, a porta. Então, na M2, os nomes são bem característicos da onde você coloca. Mas o USB control sata não tem espato não. Eu costumo dizer que as memórias M2 seguem o padrão das PCIs. Então, aqui nós temos o disco SDA, ele é o meu disco. Esse disco tem aproximadamente 18 GB, que eu estou vendo aqui. Dos 18 GB, eu tenho, nunca é preciso, nunca é o tamanho exato que você paga. Então, porque tem as formatações também. Então, você tem o disco de 18 GB, onde você tem uma partição 1, e ela tem 17 GB. Você tem uma partição 2 de um cabarde, que provavelmente eles vão montar a 5 dentro da 2. Partição estendida, e aí você coloca a partição 1 área de swap lá dentro, que é uma outra partição. A partição de swap em mim, que está com 509 MB. Legal, olha que interessante. Isso aqui é bastante interessante. Aqui eu tenho mais ou menos aonde está montado esse negócio. Por exemplo, em coxete swap é porque o tipo é swap, então não tem uma montagem aqui, ele só é útil. Aqui, está vendo essa barra? É a raiz do sistema operacional. O sistema operacional foi montado com a raiz apontando para SDA1. Então, SDA1 vai ser a raiz. Então, eu posso colocar o SDB e montar ele aqui em um determinado ponto da minha árvore. O mundo Windows tem C, D, E, F, não é assim. Aqui não, aqui eu faço montagem aqui. Legal. Nomes de dispositivos tem o esquema de nomenclatura dele que ele utiliza. Aqui eu estou mostrando um outro disco. É o que eu expliquei para vocês. A partição e aqui a raiz. Legal. E, conforme eu expliquei, eu posso colocar, digamos assim, uma SSD na raiz. Agora, dentro de ROM, usuário, backup, eu poderia colocar um HDD. Um HDD é um disco desses tipo, desses discos removíveis, que são baratos. Poderia colocar dentro de backup. É muito interessante você ter dois tipos de mídia. Não é interessante para caramba porque você não sabe o que pode acontecer. Por isso que bancos têm os seus backups e têm as backups das backups em fita. Só para você ter uma noção. Você tem vários níveis de backup. Os bancos trabalham assim. Por que você não poderia trabalhar assim? Sua vida não é importante? A minha vida é mais importante que o Banco do Brasil. Não sou o Banco do Brasil. Então pense assim. Então nós podemos fazer várias montagens. É muito comum quando nós estamos programando, fazendo nossos scripts, saber esses pontos de montagem. Saber quais são os devices que estão aqui no meu ambiente. Então tem aqui um comandinho, um programinha aqui. Bem simples, vamos lá. O string já falamos e fstring. Esses nós já falamos para poder trabalhar com a i ou para poder trabalhar com strings em geral. Por que esses dispositivos são lidos como string de dados? E nós vamos precisar do opcional. Para poder naturalmente trabalhar aqui com dados de partições, de discos. Então vamos trabalhar com alguma coisa opcional aqui. Nós vamos trabalhar então. Isso aqui é interessante. De opcional. Nós vamos querer naturalmente o get device of mount point. Então eu coloco aqui um path. Imagine que eu coloco um path lá e ele vai me dizer qual o dispositivo é. Isso é interessante. Eu já expliquei isso para vocês. Vou trazer para cá. Bom, vamos dar uma olhada aqui para vocês em Procmon. Montes. Aí que está. Eu não sei se eu tenho permissão para isso. Então vamos lá. Ls traçoele, barra Proc. Monfs. Está vendo aqui? É um link simbólico, certo? É um link simbólico para quem? Selfie. Monfs. Então vamos lá. Aqui. Ah, todo mundo pode ler. Todo mundo pode ler essa bosta. Puta merda, ele está para mim. Ele está para mim. Puta que pariu. Então eu posso ler. Clear. Cache. Naturalmente Proc. Está aqui. Legal? Então repare. Esse meu códigozinho, ele vai varrer esse arquivo. Certo? E vai procurar dados de montagem. Então, quer ver? Vamos lá, vamos lá, vamos lá. Aqui, portal. Montagem. Tem MPFS montagem. Tem vários no mundo do Linux, gente. Tem vários arquivos aqui que são montados, como se fosse um diretório, um disco. Aqui. No meu Linux, então eu tenho aqui um Xt4 montado em RW. Eu tenho um Xt4 montado em ROM. Isso aqui é uma gambiarra do Qube, está, gente? Ele faz isso aqui. O sr local e o crom. São os diretórios em que esse meu Linux montou device, Xvdb. Então tem um Xvda, Xvdc, Xvdd. Nesse Linux aqui. Esse Linux tem uma pancada de partição, está, gente? Então, o que aquele meu código faz é localizar essas partições. Clear. Suda, b, ls, b, lk. Legal? Então, se você olhar, esse Linux olha que interessante. Aqui eu tenho um Xvda, Xvdb, montado nesses diretórios. E eu tenho Xvdc com a minha área de swap. Que não seria muito bom para o hacker uma área de swap, né? Eu não entendo, cara. Pô, eu meti 32gb nessa bosta. E o Linux ainda me crê um swap, cara. Eu vou destruir esse swap. Tem que destruir esse swap. Mas um servidor swap é interessante. No seu computador, na sua casa, um swap é interessante. Você pode aumentar os área de swap. A área de swap é a área de trocas. Como assim? Se faltar memória na sua máquina, ele vai usar um disco como troca. Geralmente, a memória é infinitamente mais rápida que um disco. Então, sempre quando ele entra na área de troca, cara, todo seu sistema operacional vira um lixo. E isso está descrito no livro do Thunable, no capítulo de memória, aonde ele vai falar de sobre paginação, troca de paginas e swapping. Mais ou menos lá no meio. Aí ele vai mostrar mais ou menos uns 6 algoritmos de troca de página com o disco. Só que hoje em dia, os discos secundários, na verdade, eles são memórias também. M2, que é infinitamente mais rápido que o hard disk. Então, você voltar a trabalhar com o swap, cara, é interessante. Principalmente em um momento em que nós estamos trabalhando muito com o que? Inteligência artificial. Então, você não tem uma placa de vídeo fudida, né? Você tem 32 GB de memória. O que você faz? Cara, você pode meter mais 120 GB ou 20 GB de disco como memória no swap. Um swap. E aí você põe essa porra toda para trocar, cara. Pode abrir aí. Ah, vai ficar lento. Vai ficar mais lento do que seria. Mais pelo menos você vai processar a sua IA, que ele vai usar swap para fazer trocas. Entendeu? Pode abrir à vontade. Só vai ficar tudo muito lento, coleguinha. Bom, então aqui eu tenho um disco que praticamente não está em uso, que é o VDD. V... XVDD. Por que um deslexo falar isso é um inferno, cara? Eu tenho deslexia. Isso é uma merda, cara. E aqui é aonde ele vem e ele lista tudo que tem device heroes na linha. E aí, compilem o rodo que ele vai mostrar. Beleza? Então, todo comando, todo comando Linux, coleguinha. Todo comando Linux. Esse comando aqui, está vendo isso aqui? Foi montado porque esse programa chamado LSBLK leu esse arquivo. Ahahahah. Acho que é assim. Cara, é muito complicado com deslexia. Então, ele leu esse arquivo, entendeu esse arquivo. E daqui ele achou os pontos de montagem e escreveu lá para mim. Beleza? Cadê o XFDA? Está aí no meio dessa massaroca. Está aí no meio dessas montagens massaroca. Hum... Se não tiver aqui... Aqui, olha. Aqui, galera, olha. Outro ponto interessante, lógico. Que nós vamos falar desse arquivo mais para frente. O D está no RW. No Auto, Default, Discarte, qualquer coisa. Esse aqui é um direitório tipo que eu utilizo para RW de troca de arquivos. O XVDC, partição 1, é uma área de swap. As montagens estão aqui. O root está aqui. O root é esse cara aqui. Vamos voltar a falar desse arquivo mais para frente. Reduzir aqui. Legal. Até o próximo vídeo. Até mais. Tchau.
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