Vamos agora mostrar como instalar o RUNIX. Quando você baixa o RUNIX aqui em downloads, você acaba baixando obrigatoriamente tanto o RUNIX, uma máquina virtual gateway quanto o RUNIX Workstation. Tudo bem? A ideia é que você utilize o RUNIX Gateway mais o Workstation deles. Bom, nós no caso vamos utilizar só o Gateway. Nós não vamos ao Workstation. E aí o Workstation eu posso pôr um Kali Linux, eu posso pôr um Tails, eu vou embora pôr um Tails atrás de um RUNIX. Não precisaria ser muita redundância. Eu poderia colocar um codax atrás do RUNIX. Então eu utilizo muito KVM, mas hoje nós vamos usar VirtualBox por um motivo muito simples. Tem que dar certo Windows no Linux, não é que eu não vou ficar criando um curso para cada sistema operacional seu aí no seu acaso. Eu sei que o VirtualBox vai funcionar em ambos. Então você clica em Clie, porque nós vamos descartar o Workstation Clie. Joga fora. Nós vamos usar somente o Gateway Clie, porque nós não fazemos nada dentro do RUNIX. Nós só ligamos ele e deixamos ele quietinho lá. Para que você vai querer alguma coisa gráfica? Para consumir mais recurso, você não vai ficar mexendo no Gateway. Então você clica em Download e faz o download. Vai demorar as duas horas. Não importa o que você tem aí. Vamos estar aqui. Vou puxar aqui o VirtualBox. Então você vai naturalmente puxar as máquinas virtuais. Aí você pode pôr o Kodashi, o Kali, o Debian atrás do RUNIX. Eu não gosto muito do Kodashi e do Kali Linux, por exemplo, porque eles são distribuições muito grandes. E às vezes é muito comum. É muito comum eu precisar para fazer alguma operação, algo muito específico. Então eu puxo um Debianzinha Semente que eu tenho lá. Pode ser um artilino, um Linux que não consuma muito recurso. Customiza ele, faz o que tem que fazer e deltona ele. Acaba com ele logo em seguida. No caso, então vamos importar. Vamos importar o Gateway. Eu vou puxar para cá para você não ver o sistema de arquivos. Selecionei aqui. Está selecionado. Então quando eu clicar em Finish ele vai importar ambos. Repare que é um arquivo.ov. Aí eu vou aceitar esse treco aqui. Aí ele vai começar a puxar o Gateway mais rápido. Vai ser portado primeiro. A Pidim, o Kininim, o Gateway aí. Enquanto importa o Workstation, já está terminando. Vou mostrar para você como funciona a configuração. Então eu vou detonar aqui. Não quero mais isso aqui. É move também os arquivos. Eu sou o Gateway. Então quer dizer que o seguinte, que o Chopenhub ferramenta de desenho, que nós vamos ter o seu computador, aqui nós vamos ter o Workstation. Aqui você vai ter o Workstation. E aqui você vai ter o Teu Kali. Vamos imaginar que você tem o seu Kali Linux aqui. Certo? O seu Kali Linux aqui. E internamente, o que faz o Kodashi? O Kodashi tem uma ligação com o seu computador na questão da placa de rede. Deixa eu colocar uma corzinha aqui para a gente ver. Ele faz um link virtual, uma placa de rede virtual para o seu computador. E que você pode, naturalmente, fazer uma bridge, se quiser. Ou na arte ou bridge, não importa. E aí ele cria uma rede interna, chamada Runex, que você liga as máquinas que você quer. Então digamos que você tem um Debian aqui. Ele liga o Debian nessa rede aqui de trás. Digamos que você tenha o Kodashi. Você liga nessa rede aqui. Você não liga na rede virtual do seu computador. Atrás ali do Runex Gateway. Então se você olhar, botar um direito aqui, clicar aqui, em Settings você for aqui, Network você vai ver. Primeiro Adapter está em modo NAT. Qual maior problema? Que se você estiver usando a VPN, você vai colocar o Tor dentro da VPN. O Tor do Runex dentro da VPN. O que é ruim? Nesse caso eu não estou. Se você trocar aqui para modo bridge, você vai conectar com o seu router. Problema, sempre que eu faço isso, eu tenho que entrar no Runex Gateway e alterar a configuração de rede dele. Por quê? Porque ele vem preparado para NAT. Eu acho isso um grande erro. Eu acho isso um grande erro do mundo do Runex. Ele deveria o Gateway ter essa primeira placa. É poderia estar em modo NAT, mas deveria estar em DHCP. Ele está como estático lá cara. Olha que merda. E aí tem que entrar lá dentro do Gateway e fazer essa mudança na mão lá na configuração. A segunda placa de rede, ele cria uma rede interna chamada Runex e é por essa rede então que as máquinas vão se comunicar. Então vou pegar o Debian aqui, não sei para quase nada esse Debian. Está super limpinho, posso mostrar ele sem nenhum problema. NETWORK coloca ele aqui no modo rede interna no Runex. Desliga os outros adapters que você não precisa, só precisa des-se. Legal. Então vamos iniciar aqui o Gateway. Ele foi para lá na casa do ferro, lá no outro. Aqui se você não apertar nada ele vai assumir que é a primeira opção. Fiz a rota, ele é bonita, mas sem necessidade. Sem necessidade bastava ali um... bastava um groob e ele estava para resolver esse treco aí. Vamos lá. Cara que chato, não vim como configuração DHCP. User. O usuário sempre é o mesmo que todo mundo usa. Todo mundo usa user. Aí ele vai criar tudo e vai ligar o Tor server. Aí vai aparecer agora um monte de coisas. Cândia arquivo tal, cândia arquivo tal, os comunicando... Deixa que ele faz aqui. Cara, a minha VPN está desligada. Ó, conectou ao Tor. E aí ele inicia o serviço do Runex, como o SoC 5. Quicksecure. Ele tem um painel, antigamente não tinha. Era tudo terminalzão. Eu nem entro, cara. Essa é a verdade. Eu nem entro nesse cara. Quando eu entro aqui, dá um comandinho para ver se está tudo funcionando aqui. Se você pegar aqui, IP Address, ele vem chumbado com IP 10.0.2.15, que é o IP para você se comunicar no NAT do VirtualBox. Então você tem que entrar nas configurações de rede, trocar o ETH0 para se conectar automaticamente com DHCP. Desliga, coloca a placa de rede na sua rede, no seu root. Te adoe, ó, na máquina. Está tudo funcionando, tá? Aqui no Debian, Settings, o fome eu já mostrei, vem Network e garanta que é a primeira adapter para internar o Network Runex. Então você consegue iniciar essa máquina aqui. Vamos lá, vamos em start nela. Essa é uma máquina de teste que eu já deixo para testar mesmo. Já deixo até configurado. Eu estou porrada toda hora nesse enter. Esse enter aqui já gritou. Essa máquina aqui sempre está configurada. Vou mostrar para vocês. Vou usar Linux. Beleza, olha só. A máquina de teste já é semente pronta, já. Então puxamos a máquina de teste, está semente. Olha só, todo mundo sabe configurar o Linux, Debian, Facin, Cache, TC, Network, Work Interfaces. Aqui, ó, você basicamente vai fazer esse tipo de configuração aqui, ó. E Face e NPS3 NetStatic, não DHCP. Address 10, 152, 152.11. Essa máscara é uma máscara de 18 bits. Máscara de 18 bits, então, tá? 255, 292, 18 bits. Gateway, o Gateway da rede não é 10, 152, 152, 1. Gateway, esse cara aqui, é o... Esse carinha aqui, ó, esse é o Gateway. E o IP dele, se você olhar aqui, ó, 10, 152, 152, 10. Por isso que aqui é 10. E aqui você tem que colocar DNS Name Server, 10, 152, 152, 10. Ou seja, você não pode fazer com que as resoluções DNS dessa máquina vá parar na internet e na surfeiço web. Você tem que dizer, olha, quem é o DNS Server? É essa máquina aqui, ó, essa máquina aqui. Você também, Cache, ETC, resolve, né? Você tem que garantir que lá não resolve, cara, não vacila. Se você quiser, você bloqueia edição desses arquivos. Dos dois, pra garantir que nenhum programa via da EGO vai colocar um 8.8.8 aí pra mandar suas resoluções de DNS pro Google e você ser mapeado, tá? Então, tá aqui, ó, Name Server, 10, 152, 152, 10. Legal. Então, pera aí. DNS Lookup ou Dig, eu gosto mais do Dig. Por exemplo, curso hacker.com. Porra, sem me dar, DDoS, sem puta que pariu, hein? Sem me sacanear, tá aqui, ó. Resolveu. Ah, pera aí. Deixa eu pegar aqui um endereço de Tora aqui pra vocês, pera aí. Peguei algumas URL's aqui. E vamos lá. DNS Lookup. As URL's são grandes, cara. Oh, DNS Lookup ou Dig. Aqui, ó. Então, ele resolveu o endereço. Opa, é o que eu dei, o manhete. Muito Enter. Aí ele me enche, ó, drag-n-drop. Bosta. Isso aqui é porque eu não instalei as aplicações de convidado no Debian. Bom, se você ver, ele resolveu. Então, domino.onion. Por quê? Ele está atrás do RUNIX. Toda comunicação que tá saindo daqui, ele tá saindo pelo RUNIX. Por isso, por isso, essa máquina, ela está muito anônima. Não sei que haja um problema no RUNIX Gate, aí. Isso aí, mas isso aí já é um problema que tá fora do nosso conhecimento aqui. Até no meu conhecimento. Se existem as vulnerabilidades, quais são? Porque tem muita coisa por trás de um sistema personal que nós não conhecemos. Por mais que ele seja aberto, né? Nem esse detalhe. Cara, mas está bem anônimo. Então, agora eu já posso utilizar esse Debian. Já posso usar ele para fazer o que eu tiver que fazer atrás da rede, né? Do Tor. Lembrando que ele faz... Para cada porta, ele faz um circuito e troca o circuito a cada três minutos. Lembrando que também você pode vir aqui, que é difícil, né? Consegue vir aqui. Não, não é um CACHE. Então, CACHE aqui. ETC, Tor, Torque. Opa, Torque. Tem dois Cs, Tor. Não tem dois Os. É esse cara aqui mesmo. Ah, esse aqui, né? Ele está lá em Torque.D. Então, vou ter que entrar em CD. ETC, Tor.D. Ele é esse. Opa, está aqui. Ele é esse traço L. Aqui fica as configurações do Tor. Por exemplo, 95 RUNIX, CACHE95RUNIX.conf. Aqui fica as configurações que você pode pôr para o RUNIX, no caso de conexão com Torque. Tor, no caso. O próximo vídeo-áula, então nós vamos trabalhar com VPN, mostrar a VPN, e como você colocar também o router na sua rede inteira. Até lá, até mais. Tchau!