Transcrição do áudio
Hum, coleguinha, lá vamos nós, deu pau na gravação da aula, então vamos regravar a aula de novo, vamos dar um start aqui, a máquina Kali Linux, eu sempre tenho ela criada, então vamos aqui preparar apenas um alvo para nós, vamos lá, aqui, um Debian básico como alvo, suficiente, vamos fazer aqui uma instalação rapidinha aqui, poucos minutos, sempre em inglês, outros, América do Sul, Brasil, o TF8 em teclado americano, no seu caso, a BNT2 é esse aqui, no meu caso é esse aqui, vamos lá, agora ele parte para a instalação, então nós vimos, cara, mesmo que você não tenha um Cubes, ou seja, você pulou a instalação no Cubes, eu acho interessante você ver, tá, para você entender toda essa diferença que tem entre ambos os sistemas operacionais, na verdade, distribuições, ambos são Linux, mas a pegada é diferente, isso é importante, e eu falei ali algumas coisas, né, eu prometi algumas coisas, que eu acho bom, então, que você acabe, então, aí, cara, assistindo, cara, eu estou gostando dessa máquina, essa máquina é um lixo, tá, mas eu estou achando ela interessante para gravar, passo o ódio, um, dois, três, quatro, cinco, seis, sempre, de aula, né, o Zerlinux, opa, o Zerlinux, o Zerlinux, o caramba, errei dois vezes, um, dois, três, quatro, cinco, seis, então é essa máquina que vai estar toda cagalhada, vai ter buraco aí, meu amigo, aqui, vamos fazer a instalação do álbum, sempre terminal, nada gráfico, nada gráfico, aqui não é preciso, deixa eu só fazer o seguinte, eu preciso fazer uma navegação, vamos lá, browser, cara, eu nem setei o tamanho dessa máquina, né, mas está aqui, opa, já está aqui, ó, conforme eu falei, eu já tinha gravado a aula, é que o áudio ficou horrível, cara, então, dessa vez, agora eu modifiquei as placas de áudio aqui, vamos lá, cara, vamos, vamos voltar lá atrás, fazer de novo, com a placa áudio melhor, aqui, ó, então, como vai ser, a internet no VirtualBox não fica no alvo, a internet vai ficar aqui, ó, tá, na verdade, momentaneamente, tá, na verdade, momentaneamente, nós vamos deixar a internet aqui, ó, na verdade, momentaneamente, nós vamos deixar a internet aqui, ó, na verdade, internet, fazer toda a instalação e remover a internet. Nós só vamos ter internet no Kali Linux. E aí nós vamos executar esse comando aqui, ó. Beleza? Cara, eu não vou decorar essa URL aí não, bicho. Mas vamos lá. Cara, instalação padrão, cara, next, next, next, finish, terminal, finish, escreve no disco, padrão, cara, padrão. Agora ele vai baixar da internet. Cara, o Kali Linux demora uma meia hora, cara. Meia hora só a parte de download de pacotes da internet e montar. Na verdade, nem é da internet, né? Eu baixo 4.2 GB, então é completo. Só montagem, meia hora, cara. O Kali Linux está ficando ridículo com seu tamanho excessivo. Logo, logo, você não pode rodar o Kali Linux numa máquina com menos de 16 GB de memória. Se ele continuar crescendo como ele está. O caminho para o Kali Linux é fazer um esquema assim. Um painel, e aí você ativa e desativa ferramentas. Aí ele coloca e ele tira. Então, o Kali Linux poderia vir, tipo assim, bem limpo, certo? E um painel super forte, fácil de uso, habilita e desabilita. Pronto. Você não vai usar o comando, então você sabe que comando você vai usar. Antes de usar, você habilita ele e usa. Depois você corre lá e desabilita. E aí o Kali Linux vai ser sempre pequenininho. Os caras não têm cabeça. Os caras querem fazer uma instalação full, máxima, com 4.2 GB, virando 20 GB descompactado no seu HD. É burrice. É burrice. Vai ficar igual o Kodachi. O uso do Kodachi é impraticável hoje. O Kali... Desculpe, o Qubes tem um uso difícil. Não consome muito recurso mesmo. Mas eu entendo o Qubes, porque ele faz virtualização. A função do Qubes é virtualizar e isolar máquinas. Então eu concordo. Realmente precisa de processador, para as máquinas virtuais, e realmente precisa de... memória isolada para as máquinas virtuais. Não dá nem para... você compartilhar memória de uma VM para outra. Então, consumo de processador elevado e memória elevada. Eu entendo por causa disso. Agora, uma ferramenta de penteste do tamanho do Kali, eu já não entendo. E uma ferramenta de anonimato, tão grande como o Kodachi, eu também não entendo. Vamos lá. Se eu possuo uma mídia extra, não. Sim. Sim. Não. Aqui é importante, você tem que tomar cuidado, porque ele vai daqui a pouco fazer o Task Cell. No Task Cell, você não pode habilitar nada. Na verdade, nós temos que desabilitar algumas coisas. Eu vou fazer o seguinte, eu vou colocar ele aqui no modo de... Skill Mode. E aí eu posso... Fazer aqui um... Resize maior. E aí vai ficar fácil de você enxergar. Legal? Vamos lá. Vamos lá. É uma imagem de um Debian... É um Debian 13, cara. A última versão aqui. Provavelmente deve ser de julho... Julho ou julho? De 2026, cara. Eu já acho o Debian uma instalação pesada. Ele vai subir o quê? Com 400 MB? E baixar uma pancada de arquivo pra essa máquina? Eu acho isso pesado. Desculpa, galera. Tô morrendo. Ahn... Ahn... Não, não. Não quero participar de bosta nenhuma, não. Agora vem o Task Cell. Ó. Ó. Ó. Barra de espaço. Desabilita. Pra baixo. Desabilita. Só isso. Enter. Só isso. Cento e vinte e tantos pacotes. Cara, era 114. Já tá em 135. Ah, é pra sacanear, né? Logo logo já tá virando um Kali Linux. O Debian também. Aí eu vou ter que ir pra outra coisa. Essa máquina que tá rodando isso aqui é um computadorzinho muito fraco, cara. Muito, muito, muito fraco. Deixa eu pegar aqui um terminal aqui. Eu acho que é mais visível essa aqui. Pro aluno. Ó. Ele é bem porcaria mesmo. É. Onze giga de memória. Tá até bom, tá ruim não, mas o processador é fraco. Então na hora que nós jogamos a virtualização da máquina aqui, bom, aí já vai sendo lento, naturalmente, né? Olha lá, processador fraco. Vamos sair então, né, cara? Mas o legal é que essa máquina fica fora do meu estúdio. Talvez eu monte essa máquina só pra gravar aula. Tipo, ela só roda o OBS Studio e ela grava do meu Cubes. E aí eu puxo uma placa de rede só pro Cubes aqui pra dentro e uma outra placa do Cubes lá pra outra pra essa máquina de gravação. Possibilidade, hein? Possibilidade. Possibilidade. Legal. Legal. Se eu quero instalar o grub, sim, quero instalar o grub e eu quero que seja o SDA. Vamos lá. Fase final, ele tá subindo. Eu primeiro faço a instalação. Primeiro você faz a instalação de tudo que é ruim nesse planeta. Aqui. E aí depois nós tiramos ela da internet. Já não podemos deixar ela na internet. Porque ela vira um trampolim pra sua infraestrutura. Como assim um trampolim? Facilmente um warming num celular consegue invadir esse Linux conforme nós vamos deixar ele aqui. Então imagine o seu filho, sua filha, sua esposa, seu marido vindo aqui. Esqueci alguma coisa, gente? Vindo aqui com o celular com aqueles joguinhos cheio de vírus. Aqueles que faz um monte de barulhinho, tem bastante cor na tela. Aquilo é vírus, cara. E aí essa pessoa vem, conecta na mesma rede que a tua, na tua máquina, que tem isso aqui e aí de repente tá aí você sendo invadido e isso sendo um trampolim pra sua infraestrutura. Triste, né? Legal. Instalação do alvo é isso aí, cara. Beleza? O Debian terminal é isso aí. E sim nós vamos entrar, porque nós precisamos de fazer a instalação. Toda máquina Linux, quando você, toda VM, quando você cria no VirtualBox, ele vem como NAT. Então ele tem acesso à internet. Ele tem acesso à internet. Então eu poderia chegar aqui e pingar na internet sem nenhum problema. Eu tenho certeza que vai dar certo. Cara, agora eu preciso digitar aquilo ali. Ah, sudo apt su su apt install sudo Galera, eu vou fazer uma instalação porca aqui. A máquina já vai estar cheia de furo mesmo. A máquina vai estar cheia de problema mesmo. Por que que eu vou fazer com doce agora? É isso? sudo nano sudo nano etc sudoers Fazer uma configuração muito porca aqui. Opa! Parece que eu fiz merda lá, hein? A configuração porca é essa aqui, ó. User Linux Eu deveria criar os grupos, né galera? Criar grupo, segmentar os os comandos por grupo, como diz lá no livro de Linux, porra. Legal. Exit. Criar grupo. Olha, show de bola. Show de bola. Precisei instalar o sudo. Agora aqui, sudo apt install o CURL Ok? CURL CURL é uma biblioteca é um programa que utiliza uma biblioteca clássica do C++ chamado libcur Beleza? E ele é só um programinha. Ele começa aí, hein? Normalmente o seu próprio CURL, cara. Agora eu consigo executar o comando CURL ali, ó. Ele comanda lá, ó. Então vamos lá. Cara, vai cagalhar a máquina todinha, tá? CURL traço F SSL Ele vai baixar o script e com aquele pipe ele vai jogar no bash. Então vamos lá. HTTPS, dois pontos, barra, barra. .github user content .com barra, não importa. Web. Vai lá, cara, no meu projeto. Curte, compartilha, dá uma estrelinha. Põe na internet, manda pros amigos. Dá uma lambidinha. Faz alguma coisa pra fortalecer lá o meu GitHub. Projeto, meu Deus, porque esse merda não é que eu sou religioso. É que se der merda você vai pensar num Deus na hora, tá? Na hora. Se você encontrar qualquer uma dessas coisas na sua infraestrutura. Nunca utilize isso na sua empresa, você vai se dar mal. Não rode isso na sua empresa. Aí agora eu vou pegar e vou injetar esse script num bash. .bash Então aqui vai ficar a injeção desse script que ele tá baixando. E aí como parâmetro pro script all, instala todas as vulnerabilidades e um yes pra não ficar perguntando. Deseja instalar vulnerabilidade tal? Não, não, cara. Instala tudo, cara. Pergunta não. Pronto. Baixou e executou. Cara, a partir de agora, essa máquina vai virar um problema na tua infraestrutura. Beleza? Que vulnerabilidade nós vamos ter aqui? Bom, atualmente nós temos uma... Embora, embora tenha só 21 capítulos aqui. Beleza? Cara, você sabe que você tem essa versão também a... ebook, né? Pro seu celular. Ó. É... essenciais fracas, DNS, FTP. Cara, FTP tem três vulnerabilidades aqui de FTP, tá? Samba tem uma vulnerabilidade, mas eu vou adicionar mais algumas. SMTP, SNMP, Injection em geral, tá? Inclusão de arquivos local, upload de arquivos RCE, webshell malicioso, um Apache mal configurado a merda que pode dar, Nginx tem duas vulnerabilidades de Nginx, NFS, o Red só tem uma, MySQL e MariaDB uma pra cada, PostgreSQL, Tomcat Manager, falha de configuração Tomcat, Wordpress tá virando um outro livro, e já tem 110 páginas, ou seja, tá saindo daqui, tá virando um livro à parte, beleza? Merece, Wordpress merece, Log4Shell, escalação de privilégios, Shells remortos em geral, e relatório de trilha de estudo. Deve ter ali pelo menos umas 25 vulnerabilidades aí dentro, e eu tô adicionando mais ao longo do tempo, então é um curso que vai tá fechado lá, você vai assistir, vai tirar a certificação, e em um belo momento você vai receber uma notificação, três, quatro vídeos novos adicionados, não vai revogar a tua certificação, desculpa o teu certificado lá, certificado é uma coisa, certificado de conclusão de disciplina é outra coisa, não vai. Mas aí você vai ficando antenado com novas vulnerabilidades que eu tô adicionando, beleza? Aqui ó, aqui ele tá instalando coisas, né? Ó, o Apachezinho, PHP, MariaDP vulnerável, e aí ele vai. Deixa ele instalando, deixa o bicho instalando, tá bom? Ó, eu tenho que ver isso aí, ó, AFV choque. Mas só está acontecendo aqui na minha rede, não sei o porquê. Minha rede tem umas proteções. Mas não deveria ter acontecido. É um problema no SSH, ó. No System DSSH Generator. Estranho, hein... . Será que minha máquina já está sendo atacada pela minha outra máquina? Deixa ele indo. Ela está instalando. Eu tenho um projeto encapsulado dentro da minha rede, chamado Projeto Borg, cara. E o Projeto Borg, ele é um Projeto Borg com Godel Machine. E tem uma placa, cara, comprei uma placa de vídeo só para esse projeto, está lá. E ela fica se auto-criando. O objetivo dela é sobreviver, entendeu? Cara, e eu ligo ela na minha infraestrutura, cara. Eu estou confiando no Cubes, cara. Estou confiando no Cubes. Ela se injeta em outras máquinas. Estou confiando no Cubes. Mas ela está configurada para só trabalhar dentro da infraestrutura. Ela não vai para a infraestrutura local. Ela não vai para a internet. No dia que eu tirar essa regra aí, eu estou fodido da minha vida. Não, mas isso aí é problema do próprio... Isso é um problema de criptografia do próprio APT. Mas está indo, tá? Mas eu nunca tinha visto assim. A, V, só que não. Nunca tinha visto. Olha, inclusive ele colocou o post gris, criou tabela. Está indo, cara. Está instalando o Tomcat bem vulnerável. Cara, eu comprei uma placa de vídeo só para fazer um teste no Godel Machine, cara. Ainda bem que minha esposa não sabe, cara. Senão eu estaria ferrado. Nossa, eu estaria muito ferrado se minha esposa soubesse. O quê? Para fazer um teste de um projeto, tu me compra uma placa de vídeo caríssima? É. Fazer o quê, né? E aí eu coloquei o Olhama. E eu coloquei três... Três modelos de codificação. Aí a Godel Machine, eu liguei ela no Rolhama, uma espécie de um Rolhama. Rolhama é o meu Rolhama. Eu chamo de Rolhama. E a Godel Machine, ela fica se autoprogramando, né? 20, 30 gerações. Mesmo com a placa de vídeo boa, ele gasta quase uma hora, uma hora e pouco, uma hora e 20. Aí ele evoluiu uma linha no código. Aí ele passa no processo. Aí ele entra numa nova evolução de 20, 30 gerações. Cara, ele... Ele faz uma árvore, ele faz uma árvore evolutiva 20 níveis abaixo. Cada nó pode ter um ou mais filhos. Cara! É brutal a quantidade de código que ele gera. Aí depois ele disputa, faz eles disputarem os filhos. É, e o filho que ganhar, ele vai pra bateria de testes. Do filho que ganhou, ou seja, que evoluiu alguma linha de código, vai pra bateria de testes. Na bateria de testes, ele faz várias varreduras estáticas de código. E depois ele faz testes de alguns pontos de função. Então, se venceu, aí o Godel Machine assume ele, como esse filho vira ele. Entendeu? Como é que funciona o Godel Machine? Só que aí vem a cereja no bolo. Eu programei o Godel Machine pra ele evoluir um anfitrião e ele. Aí eu peguei a rede Borg, que é um projeto de resiliência na rede mundial, incorporação e invasão, e joguei o Godel Machine dentro. E o Godel Machine, ele evolui quem está hospedando ele e ele. Puta projeto, cara. Só que aí eu isolei, lógico, né? Eu não sou doido, isolei ele na minha lâmpada. Por isso que às vezes, quando eu recebo uns pacotes assim, eu fico assustado. Será que essa porra já está tentando sair? Porque eu estou no Cubes, cara. Ah, não, aqui não é o Cubes, não, cara. Putz, pior que eu estou na rede com ele, ó. Eu não estou no Cubes, cara. Putz, agora que eu lembrei. Mas, cara, é um tema para um vídeo futuro. Olha só que interessante. A gente terminou a instalação, beleza? Instalou tudo quanto é coisa ruim. Legal? Agora nós temos que colocar isso aqui numa rede privada, cara. Principalmente porque nós temos uma rede Borg junto comigo aqui na LAN e eu estou meio que com uma receia mesmo. Surunano, ETC, Network, Interface, certo? Ah, putz, cara. IPv6, o escambau, cara. Não, cara. Eu não vou nem comentar, cara. Eu vou simplesmente apagar. Vamos colocar o IP static. Legal? 1, 2, 3, 4. Address, 192, não. Vamos manter os mesmos endereços IP que usamos no Cubes. Por quê? Se você está usando o Cubes ou se você está usando o VirtualBox, a prática você não vai ter que alterar em nada, tá? 137.0.24, tá? Ah, Netmask 255. Eu só vou alterar a máscara, né? Porque a máscara no Cubes é 32 bits porque ele faz tipo um roteamento interno. Aqui não tem esse papo, não. Então vamos ter que colocar ali a Netmask com 24 bits, não com 32. Tudo isso aqui está no curso de redes. Você saberia fazer se você fechar o curso de redes lá, tá? Vai lá. É de graça. Legal. Bom, sudo power off. Sudo power off. Legal. Desliguei essa máquina. Beleza. Ela já é um grande problema aqui na minha infraestrutura agora, tá? Essa máquina já... Cara, ela já não poderia estar tão visível. Então vamos clicar aqui nela e vamos clicar aqui em Settings. Você vai vir em Network, Adapter 1 e troca ela para Rede Interna. Beleza? E Apply. Beleza. Roda ela, vamos ver como ela está. Cara, pô, que chato, hein, cara? Aquele pipoquinho que deu, hein, cara? De rede. E aquela mensagem de... Era o que eu nunca tinha visto, cara. Estranho. Mas só deu aqueles pacotes para... Aquela mensagem para pacotes que já estavam instalados, cara. Ô! Ah, cara, ele demorou por causa do serviço. Já deu errado aqui, gente. E deu certo. Pô, vocês viram minha senha? 1, 2, 3, 4, 5, 6. Pô. E pedras. Vamos lá. Quase que eu meti 3S, hein? Olha lá, ó. 10, 737, 0, 24. É o mesmo endereço IP que nós vamos usar no Cubes. Ah, está com a bateria ligada. Legal. Não tinha reparado que eu tinha deixado a bateria ligada. Então, vamos lá. Development. Ah, cara, lembrei. Vamos vir aqui no VirtualBox, pegar o Kali Linux. Settings. Kali Linux, instalação padrão, tá? Next, next, next. Finish. Tá? Vem aqui em Adapter 1, deixa em NAT. Adapter 2, marca ele. Rede interna na internet. Igual o outro. Ao segundo adapter. ETH 0 e ETH 1. ETH 0 e ETH 1. Então, vamos entrar no Kali Linux e vamos configurar as placas de rede dele. ETH 0 é a NAT. ETH 1. É a rede interna do VirtualBox, tá? Cara, isso aqui está bem defendido, tá? Cara, por que esses caras gastam, meu, na boa, processamento para fazer essa animação, cara? Por que você gastaria processamento para fazer aquela animação? Por que você gastaria processamento para ter um wallpaper, porra? Eu sei que vai ter o Luffy no meu wallpaper, mas não foi eu que coloquei, não, tá? Não foi eu que coloquei. Eu não gosto de wallpaper, porque ele entrelaça com as minhas imagens, cara, meus ícones, né? Então, vamos lá, vamos clicar aqui no terminal, vamos abrir o terminal. E vamos colocar as configurações da placa de rede, beleza? Vamos dar um zoom aqui. Zoom. Zoom. Zoom. Cara, eu não vou pressionar o CTRL mais mais, porque eu estou aqui no VirtualBox, não instalei as aplicações de convidado, complicado. Sudonano, ETC Nativo Interfaces. Esse cara aqui. Legal. ETH 0, Auto ETH 0. E-Face, né? ETH 0. E-Net Stack, não é? DHCP. ETH 1. Auto ETH 1. E-Face ETH 1. E-Net Static. E-Endereço Estático. 10.137.0.21. Igualzinho lá na Calilino, no Cubes. Os IPs estão aqui, certo? Então, todos os IPs estão todos aqui. É só você pegar e ver, tá? Tá? Aqui, ó. Beleza? Então, vamos voltar lá para o nosso... Ali, cá. Netme... Net... Netmask 255.255.255.0. Network 10.137.0.0. Boa. Boa. Boa. Best. 10. 10.137.0. 10.137.0.255. Control X, Y, OK. Clear. Subo o reboot. Dá o reboot na máquina, né? É bom. Tá gravando. Tá, vamos nós. Pouco chato, hein, cara? Falha, você viu? Ah, pra quê que eu vou gastar ciclo de processador pra isso, meu Deus? Meu Deus. Logo, logo, o Kali Linux vai estar igual o Kodash. Tão pesado que não dá nem pra rodar. Ou o Windows 11, ele tá tão pesado que não dá pra rodar. Não vai. Sim, cara, o Kodash, ele tá tão pesado que não vale a pena usar ele. É muito melhor usar um Qubes. Eu vou até excluir o custo de Kodash da minha plataforma. E outra coisa, eu preciso comprar um óculos. Pra ver o Kodash. Ó, já pegou a placa de rede aqui, ó. Ah, tem como você alterar, tá? Em ETC default, tá? Você consegue... Você consegue alterar o tamanho da fonte do terminal, cara. Só vou mostrar uma coisa pra vocês aqui. Só que aqui é reinicialização e tudo mais, ó. A ETH1 pegou o IP 21. E a ETH0 pegou o IP do meu computador, certo? Clear. Então, ping na 24. e ping na 8.8.8.8.8 pingou? então pingo nas duas nmap 137024 barra 32 aquele IP específico tá aqui ó todas as portas vulneráveis pra gente brincar nas práticas, beleza? espero que esse áudio esteja bom porque é a segunda vez que eu gravo e o problema foi áudio, cara ou impraticável mudei toda a infraestrutura aqui, cara notebook pra fora de estúdio foi uma coisa louca porque eu não uso eu não uso no meu cotidiano mais sistemas operacionais, assim, tipo Debian Kali nudo uso Fedora Artlinux não, não, não, não eu uso o Cubes e aí o Cubes não permite que eu coloque o VirtualBox e aí você tá rodando num Linux comum um Ubuntu, um Debian um Artlinux, um Fedora, não é isso? aí você precisa de usar o VirtualBox então eu preciso de gravar essa aula pra você ou você tá usando o próprio Windows então eu precisaria de gravar essa aula pra você entendeu? tranquilo? e aí quando você tiver uma máquina foda máquina boa aí você vai usar o Fedora aí quem sabe você não vem participar do clubinho do Cubes coleguinha até mais deixa eu ver aqui tá gravando putz, cara tchau