Exemplo de Redes Aula 005

Aula 6 · Redes Teórico

Transcrição do áudio

E todas aquelas tecnologias, naquelas redes iniciais dentro das organizações ligando os equipamentos que tinha naquelas organizações, um pandemônio de tecnologias e de fabricantes, a interligação dessas redes todas formando a internet. É um puta caminho que vai ser trilhado aí por nossa geração também, para que se porra. Porque afinal, vocês são décadas de 90, eu sou década de 70, caracas! Vamos lá! Afinal, as pesquisas tocaram bem até 1998, as pesquisas em rede computador. Vamos lá! E isso tudo, cara, é um caminho difícil, chegar na internet, quando você ouviu falar em internet com o Imaiuspo, você tem que pensar no seguinte, o Imaiuspo, ele é dado nome a essa internet como um meio-abstrato de serviços comuns para todos no planeta. Vamos colocar assim, então internet é isso. Já a internet com o Iminúsculo é a interligação dessas diferentes tecnologias, que existem até hoje, de fabricantes diferentes. Ou você acha que o satélite transmite dados da mesma forma que uma fibrótica? Eu acho que não, cara. Eu vou explicar para vocês no próximo capítulo, porque não. Então, essa internet com o Iminúsculo é a interligação dessas redes de N-tecnologias. A história começa no final da década de 50, guerra fria, na realidade. O Departamento de Defesa dos Estados Unidos, que queria uma rede de controle e comando capaz de sobreviver a guerras nucleares, principalmente porque do nada, o Néu Soviética e Estados Unidos do nada evoluíram rapidamente com bombas nucleares. Foi muito estranho, cara. Foi muito estranho, bem como se forgete. Foi muito estranho. E nesse exato momento a Alemanha se desfazendo. Foi muito estranho, entendeu? Um sabia o que o outro queria, porque os espólios de guerra da Segunda Guerra Mundial foram divididos. Então, os Estados Unidos sabia que o Néu Soviética poderia jogar uma bomba em qualquer ponto. E, cara, desculpa, se você olhar, seria muito mais fácil para os soviéticos jogar uma bomba, porque os Estados Unidos estariam até mais próximos, se você olhar. Do que os Estados Unidos jogar lá na Rússia, que é onde faria sentido, porque se jogar lá onde é Vladivostok, pra cima, não tem nada que burar caiada. Pode olhar, você pode pegar o mapa e navegar, navegar, navegar. Então, para os soviéticos lançarem bombas dali nos Estados Unidos e fazer um efeito pesado, era muito mais fácil que os americanos conseguindo fazer um efeito pesado na União Soviética. Então, o negócio era meio complicado. E também, se você olhar, os soviéticos já tinham colocado o primeiro satélite no ar, já tinham colocado a laica no ar também, tadinha da laica. Aí homenagem a cachorra e não os soviéticos, um filho das putas do caralho, que sabia que o cachorro ia morrer lá em cima, e sabiam colocar só pra colocar, só pra ter uma flag eu consegui, e eu coloquei o nome da minha cachorra. Mas por ela, não pelos soviéticos que fizeram aquela merda toda com a cachorra, tadinha. Sabe que nem é voltar, né gente? Vamos lá. Então, como que eram os Estados Unidos, antes de 40? Era o entrincado, é o ar, o entrincado de troncos de comunicação com grandes centrais concentradoras. Então, uma bomba nuclear que batesse naquela cidade que tem aquela concentradora poderia dividir o país em dois, talvez em três. Era um problema pros americanos. E o sonho deles era interligar toda essa malha de forma que tivesse muitas rotas para o mesmo lugar. Então, seria como eu posso dizer, seria muito interessante isso aqui. Mas como eu posso dizer também que isso é 1950? Você tem que ver que em 1924, a TIT, que vai projetar boa parte disso, ela vira e fala, cara, olha o que que a TIT saca. Post, cabo e hardware não é o futuro. Futuro é software. Em 1924, eles começam a estudar o que? Transmissão de dados além de voz. Dados. E nisso aí, em 1948, os caras vão conseguir uma transmissão até legal. 24 a 48, cara. É chão, hein? Investindo em pesquisa, investindo em pesquisa, tá? Eu não sou babá uvo de americano, cagando pra esses caras, soviéticos também. Tô cagando pros soviéticos até hoje, se a soviética tá lá. Se você é um ou outro, nem aí pra você, tá? Caso você tem o rumo. Mas, cara, eu tenho que admitir. Caras projetaram o negócio 10, cara. Os caras projetaram um negócio 10, cara. Bom, a resposta imediata aos avanços soviéticos, no caso do Sputnik, foi criada, foi criada então essa arpa. Então, o fado de subir o Sputnik foi que era da arpa. E a arpa não tinha grana nem pro cafézinho, rapaz. Foi meio que uma propaganda, vamos colocar assim. E tipo, não sei se vocês já assistiram o arquivo X, não tô zoando, não? Você vê que pros americanos tem departamento, tem determinados profissionais que são colocados ali meio que... No porãozinho, vamos colocar assim, tá? Tinha até uma piada antigamente, né? Vamos mandar pra você palaska, né? Vamos lá, palaska. E o arpa era isso, cara. Era uma propaganda pra dizer que tinha alguma coisa e que colocaram os caras em qualquer lugar. Só que um pesquisador muito antes tinha criado a ideia de uma rede de computadores, anos antes, que foi negado pelo Congresso americano. Tinha uma ideia, não era mesmo, não saiu dali, tinha uma ideia muito semelhante a redes. E consistia em mini computadores chamados de processadores de mensagens e um ou outro de uma interface. Então, seriam dois equipamentos, tá? Imagine que a rede chegaria no equipamento e sairia do equipamento, né? Central, dentro de uma sala. E eu teria um outro mini computadorzinho que conseguia imputar dados nesse computador central. Então, veja que eu tenho nesse mecanismo que uma ideia de um router... Ah, não tô dizendo que é um router. Uma ideia de um router, tá? Em que a mensagem chega até ele e ele despacha. Ou a mensagem chega até ele e mostra na minha tela nesse meu outro computadorzinho. Ok? Temos que entender também que computador naquela época, gente. Não é computador como nós temos uma visão hoje, tá? Embora o nome seja o mesmo, as coisas evoluem, tá? Por exemplo, você pode falar pra mim em bicicleta. Tá? Hoje. Eu vou pensar numa speed daquela de competição de fibra de carbono. Se você falar 100 anos atrás em bicicleta pra uma pessoa, você tá falando naquelas roda de 2 metros, você tá falando no carro com a roda de pequenininha. Ok? Então, a repare que bicicleta é bicicleta depende do momento do tempo em que eu estou me referindo, tá? Entenderam? Então, a cada nó da rede deveria ter esse computador de mensagens, tá? E um host na mesma sala conectados por um fio. Então, o host que eu tenho acesso, ele é capaz de colocar ali uma mensagem de 8 mil bits. E esses 8 mil bits são divididos, algo em torno de mil bits, que são emitidos pela rede. No caso, seria essa rede B, de forma independente. Por que de forma independente? Porque se dependesse da decisão humana, pelo caminho que seguiria, se tivesse tendo uma guerra e um explosão nuclear, o ser humano não saberia bem por qual rotos lá. Já as máquinas conseguiriam saber o qual rotos lá e qual rota não usar. Entenderam? Olha a visão de roteamento aí, tá? Então, existe um protocolo de mensagens do host, que é ligado a esse outro computador, e então a mensagem lá é trocada por rotas aqui dentro, nessa subnet. E cada bola dessa daqui, que seria esse computador de troca de mensagens, ele estaria em uma universidade, estaria num centro de pesquios, estaria num ponto em que militar ou até do governo que pudesse ser utilizado aqui para você gerenciar aquela crise daquela guerra que viria. Então, para estimular a adoção de novos protocolos, a arpa ofereceu diversos contratos para implementar, então, um que seria o modelo do futuro de TCT BackP, em diferentes plataformas, incluindo o IBM, DEC, HP, bem como o UNIX de Berkeley. A importância de Berkeley, né? O UNIX já estava lá, da TIT, você sabe que a TIT vai evoluir o UNIX, e Berkeley tem uma cópia desse UNIX que dá uma puta melhorada, tá? Por isso você vai ter o UNIX de Berkeley, muito conhecido. Bom, então, eu quero dizer que repare que começa a dar uma ideia de um modelo de comunicação que já expliquei em vídeos anteriores, e esse modelo de comunicação integraria IBM's, mainframes, DECs, computadores, HPs, tá? Bem como estamos opressionais no tipo UNIX, equipamentos com UNIX, dentro do mesmo protocolo, ou seja, começa a nascer aquela ideia que não importa o meu hardware, eu vou conseguir me conectar, entender a jogada? E isso aqui é uma sacada, 10, é uma sacada muito top, tá? E a ideia era então que tivesse nessa internet, né? Já estava sendo projetada essa ideia, camadas, né? Então você teria um substrato de equipamento de altíssima qualidade ligada a grandes serviços, e aí você tem o quê? Quedas e aí outros subdomínios ligando então aos departamentos, tá? Lógico que essa arquitetura aqui é uma imagem que eu trago do futuro pra cá, mas essa visão já é colocada aqui então, tá? Então no topo dessa cadeia estão alguns operadores importantes, né? Como a TIT, Sprint, que operam grandes redes internacionais, né? De uma linha de comunicação, um tronco chamado Backbone, tá? Com milhares de roteadores conectados por enlarca de fibra ótica hoje, mas na época era cabo com axial, tá? Então hoje a internet é assim, mas no passado era cabo com axial, cabo com axial é 5km, cara, hoje uma fibra ótica de 300km. Repare que a branjinha é bem maior mesmo. E as empresas que fornecem muito conteúdo como Google hoje e a RU, e outras grandes empresas, tipo Amazon, Microsoft, né? Em centros de dados estão bem conectadas com, naturalmente, nesses equipamentos, nesses Backbone, aí em principal. E depois disso aqui é interligado com outros serviços que seriam os substratos das casas, das empresas, hoje das corporações, e não tem um know-how de estar lá em cima, no pedestal da Backbone. Aqui no Brasil nós temos, né, aqui em Campinas, tá? Geralmente hoje nós temos ligado lá o que é as grandes plataformas de cloud, tá? Olha que interessante, se você inventar de ter um serviço em cloud hoje, se você disponibilizar um serviço de cloud de um produto seu, você não vai conseguir, cara. Você não vai conseguir. Topologicamente falando, eu sei que não existe a palavra topologicamente falando, mas eu vou falar topologicamente falando que você já tá pra trás, cara. Já tá pra trás. Já tá na bosta. Então vamos lá. E com isso, cara, se você olhar, eu tenho um documentário que eu vou passar mais pra frente pra vocês, é o documentário do celular. E aí nós vamos ter a primeira geração, a MPS, depois de MPS, tá? E vamos chegar hoje até a quinta geração de telefonia móvel, cara. Hoje nós temos um 3G, por exemplo, que é banal pra nós, né? Mas pro livre era... É um sistema avançado de telefonia móvel, né? Implantado nos Estados Unidos em 1982, vamos contar essa história pra vocês, vou colocar um documentário pra vocês. Era um sistema, então, naquela época de primeira geração. Um exemplo, então, de sistemas 2G, que também é outro que veio logo em seguida, é um sistema global de comunicação móvel, né? GSM, que isso vai evoluir pra frente, em 1991. E vamos chegar até os 3G, tá? Então a ideia, olha que legal, é dividir regiões por células, e aí eu explico muito bem por que as células, dividir as frequências das células, eu explico muito bem por causa disso mais pra frente, mas a ideia é que o seu celular você poderia andar por essas células e você fosse de ampeado com a célula, com a torre daquela célula mais próxima que você está. Então eu estou aqui passando por aqui, eu sou de ampeado pra essa torre, eu passo aqui, eu sou de ampeado pra essa torre, e eu mantenho minha conversa, eu só mandei em tudo, tudo, tudo, tudo, tá? E a taxa de transferência pode chegar, então, a níveis bem elevados. E aí nós temos um interface de comunicação do mobile com as torres e das torres, com esses equipamentos que estão numa coisa chamada Herbs, tá? Com grandes computadores Herbs, tá? Então que interliga com uma rede, um caso de voz e depois dados, tá? E nós temos roteadores específicos pra voz e roteadores específicos pra dados, voz e dados, depois eles são segregados ali dentro dessa rede, tá? E aí isso aqui cai no ISP, eles são dados, beleza? Então quer dizer que se você olhar um celular, ele foi concebido a princípio pra voz, que 300 res é o suficiente, mas hoje com dados, nós precisamos cada vez mais de frequência, cada vez mais de frequência. Vou eles explicar com detalhes isso no futuro. E conforme eu falei, o grande legal é que eu estou aqui com essa motinha andando, ligado a essa torre porque eu estou mais próximo. E eu vou me movimentando, a casinha não se movimenta, então a casinha está sempre nessa torre. E aí ao me movimentar eu vou ser de ampeado com a próxima torre e continuo a minha conversa naturalmente, tá? Então vamos falar bastante sobre mobile, vou trazer aqui um material além do livro do Tani, vou botar. Outra coisa que também temos que levar em consideração nas redes de computadores, que evoluiu muito são as redes sem fio. Se você olhar o primeiro problema foi descobrir uma banda de frequência adequada que estivesse disponível e de preferência em todo mundo. Porque eu sou uma empresa, eu vou lançar um produto que só funciona no Brasil, mas da merda, não vou ter um público. Agora eu lanço um produto para o mundo inteiro e aí? Ah, agora é bem melhor. Mas que frequência está disponível no mundo inteiro? Que isso é aquela frequência? E aí? O cara tem que comprar um, se elego, sai da loja e é funcionado. Tá entendendo? Primeiro grande problema. E nós vamos ver que a TV educativa vai ser a solução e eu vou explicar um pouquinho. A técnica empregada foi o oposto da que as redes telefoniam móvel. Então o que acontece? A telefonia móvel trabalhava com equipamentos de longo alcance, 32 km. Nós vamos ver que eles vão trabalhar com um raio menor. E, naturalmente, vamos ver que eles vão trabalhar com algo de 2 a 2.4 GHz. A ideia das redes sem fio, então, é que eu tenho o estácio base, que é um aparelhinho chamado AccessPoint. Vocês se chamam de router, mas não é router, tá? Então, aquela caixinha que vem do operador tem um modem, tem uma coisa. Tem um switch, que é aquela esporte amarela, é outra coisa. Tem um router, que é uma outra coisa, e tem ali o radio frequência AccessPoint. Tem uma outra coisa. Quatro coisas numa caixinha só, por isso que é uma porcaria que esquenta, você tem que desligar de vez em quando. E, naturalmente, eu tenho a estação base ali e os equipamentos estão a volta num raio de 100 m. Essa é a jogada. Estourando um raio de 100 m da estação base. É assim que funciona. A ideia, não quer dizer que tem cara que vai comprar um AccessPoint, que vai jogar 8 km, 4 km. Ele está sendo inteligente? Eu não sei, cara. Um usuário comum, quanto mais abrangente, quanto mais longa rede ao raio, fudeu, cara. Porque está todo mundo ouvindo que você está transmitindo. E é fácil se me informar rede. É fácil se invadir uma rede, coisa de minutos. Minutos que não invadem a rede. Não precisa nem de muito estresse, não? Tá o quê? Bom, procura sobre air, craque, traço, NSV. No meu livro de hacker eu explico essas coisas. Também é possível que os clientes no alcance do raio falem diretamente, um com os outros, numa rede ad-hoc, sem estação base. Então o wireless tem essa possibilidade. Uma estação base, me concentrando nos equipamentos próximo a mim. Ou os equipamentos conversando de forma distribuída. Hoje vamos ver uma rede chamada Picol Nets, do Bluetooth e a Top também. Vai fazer esse negócio muito melhor. Lembrando que esses transmissores sem fio, eles possuem múltiplos canais. Que conseguem conversar com múltiplos equipamentos, mas tem muitos problemas. Picol ondas, lançando rajadas, frequência. Eu tenho ar-condicionado, tenho instabilidades elétricas passando naquela. Eu tenho um teto azul lejo, que é aquelas velhas sob a azul leja até lá em cima no teto, da casa inteira, para as crianças não sujar a parede. Então tem vários elementos que vão interferir nessa rádio frequência. E que naturalmente eles vão evoluir em vários padrões. Como as transmissões sem fio são feitas por rádio, é fácil. O que o computador e os vizinhos recebam, pacotes de informação que não foram solicitados por ele e ele ouve. Você vai ver que existe uma técnica chamada Placa Promíscola. Você quer esni-fato ao vizinho, compra uma placa promíscola e usa o i-crack-ng, mas mesmo com um app, o app, o ip, o op, o op, não importa o que você ponha. É fácil. A técnica que eu mais gosto é assim. Você captura umas restas de sessão. Mas para que você captura isso, você tem que esperar algum equipamento renegociar. Se simplesmente você derruba todo mundo, manda um pacotinho, derruba o corre-crack-ng, derruba todo mundo, puf! Aí todos eles vão tentar rego e negociar, você captura e começa a ingressar na rede para escutar a rede do oponente. O app é uma delas, mas mesmo assim é muito perigosa. A rede sem fio é muito perigosa. Então você tem que colocar uma rede na sua empresa que vai até o domínio da sua empresa. Geralmente a gente faz errado. A gente coloca nas paredes das empresas. E aqui que acontece? Vai dar rua. Tem que colocar mais no centro da empresa e o alcance da rede tem que ser falho naquela parede para a rua. Você tem que ir com o equipamento e ver que ali o areio está fraco. Certo, então está certo. Então há inúmeros padrões, padrões de 2.4, 5 GHz, padrões de 54 MB, bits por segundo. E padrões até mais elevados de rede. Então mesmo que você coloca um app web como segurança, eu falo para vocês. Nada é seguro quando o Areless tem um raio de alcance muito elevado. Nós vamos ver que há inúmeros problemas, problemas de terminal oculto. Isso é que é chamado de um problema de terminal oculto. Depois nós temos terminal exposto, que é um outro problema. O Areless que não está nessa imagem, porque a gente vai discutir muito no capítulo 4. Então... O equipamento tem raio de alcance. Nós vamos ver que existe o RST que vai ajudar no caso do terminal oculto, que é nesse caso aqui. O RST tem no oculto é quando o A conversa com o B e o C conversa com o B, mas o A não tem alcance para o C. Então o A não sabe que o C está conversando. Então gerando uma interferência nessa área. E igual a jogada? Então o Areless, ele não é mil maravilhas, ele é cheio de problemas. Feio de problemas. Então o que a velhinha sobe até em cima do ar condicionado? O microondas até mesmo a disposição dos equipamentos. Bem como criptografia. No caso de segurança o A pu e pu, o A pu, porque não serve de nada. Também evoluímos bastante nos últimos anos com relação à radiofrequência, a identificação de objetos por radiofrequência. Trata-se simples, você emite um sinal. Sempre quando um sinal percorre por uma antena, um de polo, pesquisa da internet, de polo de antena. Sempre quando um sinal bate num de polo de antena e que tenha aquele tamanho e comprimento de onda certinho, pá! Ele gera uma corrente elétrica, mas quase nada. É para nós imperceptível, mas ele gera uma corrente elétrica. Agora imagine se eu pego essa corrente elétrica e imputo em outra antena, que solta uma outra frequência. Então se eu jogo uma frequência, pá! Induz a corrente elétrica em uma pequena antena que passa por uma antena com uma outra frequência e mostra outra. Ah, pera aí, então quer dizer que se eu jogo uma frequência, escuto em outra e eu escuto, quer dizer que tem uma tag ali passando. Assim que você analisa a tag, entendeu? E tags podem ser utilizadas no gato essa canagem, pá! Ou quanto é a história? Não foi eu que atropelou aí não, eu estava caminhando com a minha esposa e a gente nunca caminhava. Desci um caminhão naquele dia, olha como é que as coisas são, nunca caminhávamos. Decidimos caminhar, eu estava agoto na vida do outro goto. Aí ela virou e falou assim, olha um gato no chão morto. Eu olhei e estava morto, não. Mas as formiga estava fazendo aquela festinha já começando a pegar o gato para comer o gato, né? O gato estava lá, estribuchado lá, atropelado provavelmente. Pô, aí eu fui caminhar, cara, caminhei, caminhei, pensando naquela porra que era o gato. Passei e vi o gato lá. Eu falei, cara, não vou deixar não. Pei o carro, vim capturar o gato, levei o gato no porta-malas, levei no veterinário, fiz um monte de coisa, está entendo o canal. E aí minha esposa, né, o puta, voltada com o gato, gato. Aí ela levou o gato para castrar na prefeitura porque ela quer doar o gato. Quando ela chegou lá, gastou o gato, bonitinho, quando devolveu o gato, olha, nós já chipamos o gato e colocamos o gato em seu nome. Para quem não queria o gato, agora ela virou dona do gato. Um chip no gato, cara, um chip no gato. Então fica bem aqui, na nuca do gato. Agora vai jogar o gato fora, mas não, cara, vai ter que ficar com o gato. Roupa, produtos mais caros que eu coloco assim, então, em rádio frequência, tá? Bom, nós vimos que existem várias tecnologias, interligando toda essa questão de internet, né? Que cabos, telefonia, móvel, wireless, né? Vocês vão encontrar, inclusive, outras redes hoje, Lora, por exemplo. E nós vamos falar sobre padronização. O que? Preciso de padronização. De tudo que nós temos, é nada perto do que já foi produzido. Ou seja, muita tecnologia já apareceu, vendeu-se e sumiu-se. Então é natural que há padronizações sobre redes e computadores, é importante para que essas novas tecnologias que vão surgindo elas se encaixem dentro de um padrão e seja o queis para a internet com iMaiusca. Ficou a jogada? Até mais, tchau!
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