Ambiente Hacker: A identidade do Hacker

Aula 3 · A identidade Hacker e o seu ambiente tecnológico
Ambiente Hacker: A identidade do Hacker

Transcrição do áudio

vamos falar sobre a identidade do Raq, muitos inclusive focam em ferramentas, eles esquecem de tratar o eu, pensam só em ferramentas e com isso acabam vacilando e indo para atrás das grades, essa é a verdade, e nomes conhecidos com ações fortes e naturalmente caíram no vacilo, muito do que vocês vão enxergar sobre prisões de hackers, muito tem a ver com dois pontos, um pouco de eficiência das autoridades e muito vacilo do hacker preso, essa é a verdade, vamos falar sobre a identidade, pense nela antes de qualquer coisa, lembrando que todo conteúdo aqui está em ambiente privado, não tem nada a ver com ambiente público, então não tem que elevar banho lugar nenhum, lembrando que se eu falo mal de qualquer coisa que ia para fins educacionais, lembrando que minha opinião pode não agradar a galera da Microsoft, estou falando, olá eu sou, não importa e não importa, o que importa é que eu vou falar sobre a identidade, vou dar dica para vocês principais vacilos da galera, tem um galerão que vacila, principais vacilos da galera, hacker, e não me procure a não ser que você esteja fazendo o meu curso, aí você pode me procurar, você está fazendo o meu curso, pode me procurar, mas esse vídeo está dando sopa por aí na internet, porque alguém vazou, não me procure, procure o meu curso, seria doido se eu falar para você, que tem que ser doido, ou seja, se você possui muitas personalidades na sociedade, você é criticado, ora você diz uma coisa, ora você diz outra, devido às suas inúmeras personalidades, mas aqui no mundo hacker isso aqui, não é doider não, na verdade isso aqui seria muito bom, então crie e cultive em você, treine muito bem para criar personagens, e viva dentro do personagem, saiba fazer um suíte de personagem na hora certa, você já pensou em discutir contra você mesmo, será que você conseguiria convencer você mesmo, mas se você chegar nesse nível, eu vou falar para você, você vai ser bom, porque o que a galera erra, vamos pegar dois casos aqui, a galera erra que ele se expõe, só para vocês terem a noção do nível de vacilo, eu vou falar para vocês que vocês podem ter muitas personagens, mas aquela persona que é agressiva, não pode estar ligado em nada com seu eu, do mundo real, então por exemplo, o não importa, o não importa ponto web, ele é uma persona que não faz mal a ninguém, ele só difunde conhecimento, bom poderia ser que isso, processa problemas para o não importa, porque o não importa é ligado a uma pessoa física, mas e as outras personalidades dessa pessoa física, aí é que está, eu vejo muitas pessoas imaginando um cenário perfeito para coisas simples, por exemplo, eu quero só difundir os vídeos e vender curso, então eu crie uma persona que não tem muito problema de ter associação com o meu eu pessoal, físico real, mas eu também tenho outras personas que eu não gostaria que tivesse associado, e eu nem as comenta aqui, na verdade eu vou falar para vocês que a gente nem discute entre as nossas personagens em locais, vamos falar sobre isso, então você pode ter muitas personagens, ter muitas identidades, aquela identidade que executa operações e que são identidades que trair um certo risco a você, você jamais poderia cruzar com a sua vida real, pensa assim, a Héctor Cháver Montsegur, ele tinha uma persona chamada Sabu, ele estava envolvido com a Lusseck, e a Lusseck tinha alguns elementos que eles eram conhecidos como ecoterroristas, ecoterrorista, aquela história de que você não pode descordar do governo sobre o que o governo diz, sobre questões ecológicas, basicamente isso. Isso acontece muito nos Estados Unidos, na França e Canadá, são três locais que perseguem bastante ecoterroristas. Alguns deles chegam a fazer alguma coisa além do cyberterrorismo que chega a ser real, tipo invadir obra, quebrar, vandalismo, essas coisas, então Héctor Montsegur estava envolvido com Lusseck, que Lusseck tinha pessoas desses grupos mais cyberterroristas, ecoterroristas, e aconteceu que o Héctor, com sua conta Sabu, ele falou algumas coisas como que já foi preso, onde já foi preso, ano que foi preso, cara, juntou com o conhecimento que se sabe sobre ele, questões tecnológicas, chegou até o Héctor Montsegur, chegou até ele. Ele poderia ter falado essas coisas se não tivesse em uma persona que não tivesse fazendo nada, exemplo, ele fosse um cara lá no Forcham que sorri, ou que só põe card de anime, não tem problema nenhum, mas o problema é que ele se envolveu com grupos muito fortes e ele é bom, ele é considerado inclusive um hacker de elite, hacker de elite vacilou na montagem da identidade. E esse aqui é o Ross Wilbricht, o famoso cara lá do Silk Road, outro cara que vacilou, vamos lá, se ele tem um comércio todo escuro, por que ele iria, em um site, perguntar coisas muito específicas de quem monta uma coisa muito perigosa para o governo. Então ele foi preso porque ele foi lá perguntar como montar servidores de alta performance, com um reditor para hospedar coisas que o governo não pode saber. Como ele falou isso com seu eu, e aí naturalmente associaram isso ao Silk Road, entre outros, começaram a investigar o comportamento, o horário local, tipo, a biblioteca, o horário da biblioteca, e os caras conseguiram pegar ele inclusive com o painel de administração na mão, na massa, não teve nem escapatória. O Trumper acabou soltando esse rapaz, né, que parece que as provas não eram contundentes, mas ele estava com o painel de administração aberto do Silk Road. E aí, entendeu? Bom, ambos vacilaram, pegar a sua persona mais, como eu posso assim, agressiva contra o Estado e ligar o seu eu pessoal e da merda. Bom, eu vejo também muitos hackers que eles fazem o contrário. Cara, é outro erro, tá? Eu nunca vou ter rede social. Pronto. Eu nunca vou estar na internet. Eu nunca vou aparecer no ganhão maior e erro. Sabe por quê? Quando os caras batem na sua vida, eles têm que encontrar um mínimo, um mínimo que não, naturalmente, não te leva para cadeia. Então você tem que criar uma persona você, você tem que lá criar um link, você pode até colocar dados falsos de você e tudo mais. Ah, eu sou um professor idiota, né? Que é o que está no meu lá, entende? Vai lá criar um Facebook, coloca página de cachorrinho, faz um Instagram, gatinhos. Você cria uma persona que não faz mal a ninguém, ligado a você. Então se batem em você, você mostra essas contas. Eu já penso assim, já os hackers, os outros, naturalmente eles pensam do contrário, tipo assim, não tem nada. Só que aí os caras batem aqui e fazem cadeia a sua rede social. Cadê suas caixas de e-mail? Eu quero ver. E aí eles te pressionam, você entrega aquilo que é da persona e você não vai estar, tipo assim, atrapalhando o processo investigativo, o que eles chamam. Faça isso, crie pessoas, crie cartões. Eu achei que ia criar cadernetas, já queimei as cadernetas, mas para treinar. Para treinar. Cadernetas, pessoas lá, que pode, que não pode. Já vamos discutir agora sobre esse assunto. Beleza? Já queimei essa história, hoje as pessoas estão tudo na minha cabeça. Só que aí está, às vezes, gerando tumulto, que o número de pessoas já é maior do que o número de torcedores do time do Botafogo. Não sei se o time do Botafogo tem a torcida pequena, ou eu já criei tantas pessoas. E isso é um problema, tá? Você chega nesse nível e você vai chegar num problema. Você vai ver. A identidade digital é sempre única no contexto do recurso digital, na qual o usuário está tendo sua experiência. Ou seja, cara, não importa seu nome. O que importa é o seu comportamento dentro da tecnologia. Para eles, é isso que importa. E é pelo seu comportamento dentro da tecnologia que eles vão chegar até você. Não importa seu nome, não importa Seja José, Seja Maria, Seja João, não importa. Eles chegam até você. É lógico que esse nome vai importar na hora do juiz dizer quanto tempo de cadeia você pegou. Um especialista da máfia governamental traçará um perfil e que eles, naturalmente, chamam isso de metadados. Eles vão capturar inúmeros metadados em vários pontos. E eles vão começar a traçar o seu perfil e aí, naturalmente, eles vão construir alguma coisa. Vê o caso do cara da Silk Road, horário, local. Só para vocês transnoção, os policiais criaram... Só para outra noção. Eles criaram pessoas que compram drogas. Eles compraram drogas. Os policiais compraram drogas. Olha só, isso é crime, hein, polícia. Polícia, isso é crime. Depois, policiais passaram a vender drogas também dentro do Silk Road. E fazer reclamações com o Ross. E o Ross respondendo. Então eles pegavam como que o Ross respondia o perfil, o horário. E aí eles conseguiram ver que o Ross sempre ia para tal local, achar o IP por um post idiota dele. Não como o cara do Silk Road, mas como o Ross mesmo. E aí foram traçando. A prisão foi assim. De ele. Olha só, então um policial, se passando de vendedor, começou a abrir um chat. Um chat, tipo um painel de diálogo com a administração do Silk Road, com relação a uma disputa. Uma disputa. Num horário em que tinham dois ou três agentes discutindo outra coisa nessa biblioteca, do lado do... Então o Ross, ele está aqui com o notebook, virado de um lado, os outros estão ali, não estão vendo o que ele está escrevendo. Ele está resolvendo o problema da disputa, não tem claro ali. Pessoal não está vendo. Do nada, essas pessoas bateram o notebook e puxaram o notebook. E foi pego no painel de administração. Varsilo, né? Então montaram pelos metadados. Isso é um trabalho muito exhaustivo das equipes. E aí eles estão pulos. Um vacilo, na verdade dois vacilos, né? Quando um hacker, então, ele cria uma personalidade virtual falsa, que não é o ele e o real, naturalmente, esse deve estar atento algumas observações. Não pode se... assim, não se pode criar duas ou mais contas falsas com um nome semelhante. King John 1, King John 2, King John 3, que é o que? O próximo é o de King John 4? Faltou colocar uma coisa aqui que eu não coloquei para vocês. O não.importa.web, ele é uma persona de longa duração. Porque ele não faz nada para ninguém. Ah, não se grava a cursa aqui, tá entendendo, gente? Então ele tem uma sobrevida. Aí você vai criar uma persona que vai fazer uma ação, você tem que descartar ela. Nunca mais voltar a pisar lá. E aí muitos hackers, seguram uma persona por muito tempo e isso ajuda demais, demais a pegar em ele. Então desfaz da persona. Ah, mas já criou um e-bop e já criou um... Hum, posso fazer nada, né? Você tem que descartar isso aí e arrumar outra persona. Ou quanto antes. Sempre assim. Sempre assim. E naturalmente, nunca essas pessoas que você vai criando são iguais ou muito parecidas. Password, nunca mesmo do password. Os meta-dado entrega. Entrega. Ó, vai bater elas. Qual é a senha dessas pessoas? Vai devolver as senhas lá. Não vai dar para ver porque está criptografado, né? Mas vai ver que elas são iguais. Pera aí. Eu tenho duas pessoas que eu acho que é o mesmo hacker. E a mesma senha? Em tanta possibilidade de senha? Então começa a... você cria provas contra você mesmo. Segundo o fator de autenticação, físico, lógico, nunca use a mesma chave. Uma chave custa 30 dólares, 25 dólares. Troca. Joga fora, queima ela, compra outra. Troca e pesa. Nunca use o mesmo IP. Nunca use o mesmo IP entre as pessoas. E aí, onde a galera peca na questão da VPN. Ah, eu estou com VPN, mas é a mesma VPN para várias pessoas? E aí? Então é por isso que você vai contratar muitas VPNs, 3, 4 VPNs. Cada VPN vai te dar umas 7 contas, mais ou menos, uma 7 configurações de país, mais ou menos. E aí você vai usar de um país para uma pessoa, uma outra pessoa, um país para outra persona. Era isso que tinha na minha caderneta, que eu já lhe meia no fogo. Hoje está na minha cabeça. Você pode trabalhar como eu trabalho com máquinas virtuais. Usa máquinas virtuais e izola as informações dentro da máquina virtual. Máquina virtual com disco criptografado Lux. Hoje nós vamos ensinar para vocês. Do capítulo de criptografia, que era um capítulo morto do meu livro, eu vou editar ele e vou transformar em um curso aqui. E aí eu vou colocar dentro dele, além dos algoritmos criptográficos, ele já tem. Eu vou colocar nele ferramentas criptográficas e como você usa. Inclusive, para você ter certeza que o Lux, ele é seguro, eu vou mostrar lá. Então, cara, continue no curso, continue no curso e trocar browsers. Nunca você vai trocar seu Firefox, você põe isso na cabeça. Não, cara. Eu uso quase todos os browsers aqui, cara. Eu tenho até browser, eu uso até o Chrome, às vezes. Tipo, eu tenho uma persona que é tipo assim, eu sou um idiota. É uma pessoa que acessa o Globo, acessa o Wall, acessa essas merda. Não usa VPN e usa sempre o mesmo IP, a mesma operadora. E esse é eu, eu sou um idiota. É tipo assim, se o governo quiser ver se eu sou idiota, se eu sou, tipo, um governo. Sabe como é que é, né? Ele vai olhar se você acessa Globo, se você acessa o Wall, se você acessa... Ah, ele acessa, que coisa boa. E, cara, outro dia eu acessei até aquele negócio, como é que é carta... É um esquerdista pra caramba. Pô, lógico, eu tenho que fazer fezinha lá no Lula, porque se não ele me manda me prender, cara. Você tá entendendo? Eu tenho até uma persona, eu sou um idiota. Ahahahahah... Mantenha-se no curso, cara. O pagamento é anual. Tô liberando vários vídeos, de vários cursos. Peguei aquele meu livro gigantesco, que daria umas mil horas de curso, tô quebrando ele em cursos menores. Eu ia fazer um grande curso, cara, que é gigantesco. Mas decidi não, decidi quebrar. E aí você faz por etapas. Você vai se mantendo no curso, tá? Vamos lá. Pagamento é anual, tá? E é incrípto. Nada de cartão de crédito. Os computadores tornaram o anônimo ato muito mais difícil. Bom, antigamente, porque que era muito difícil você quebrar o anônimo ato de uma pessoa... Que o governo julga, que é uma pessoa ruim, lógico, né? Eu posso dizer que o governo vai julgar que aquela pessoa é ruim, porque aquela pessoa realmente é ruim. Pode ser que aquela pessoa simplesmente não goste de governo. E por não gostar de governo, ela não machucou ninguém mais, ela não gosta de governo, entende? Então, quando a gente for falar de criminalidade aqui e ser culpado de algo, vamos tentar entender o que é esse algo. Tudo bem? Então, vamos lá. Então, o seu computador, com o computador, ficou muito mais visto no animato. Antigamente, para você tentar descobrir quem era, você tinha que fazer um destacamento de pessoas, de policial, investigar cada pessoa fisicamente, presencialmente. Não tinha nada que ajudasse. Tinha, na época, dessas investigações, vamos falar de investigações, tinha muito o comportamento do investigador, impactando em tudo. Então, o anonimato era mais fácil. Você simplesmente entrava na multidão e tchau. Era difícil para o governo. Hoje em dia não, né? Hoje em dia, o Alexandre de Moraes, está 24 horas. Não é assim? Eu acho que era 24 horas, né? Para a rede social entregar todos os dados de todo mundo que fala mal do governo. O tema aconteceu isso em 2025. 2024, 2025, por ali. Então, eu acho que é muito fácil hoje, a gente quebrar o anonimato, quebrar a privacidade das pessoas. Porque o computador agiliza tudo. Tem algoritmos que, dependendo do que eu perguntar, ou do que eu falar no YouTube, meu canal vai para a Lona. Tchau. É difícil você ter um anonimato, uma privacidade hoje, com toda essa tecnologia. Não tem uma coisa que você não entende ainda. Mas você vai entender agora, o que eu vou falar. O seu avô pagou imposto a vida inteira dele. Para que? Para o governo policiar ele e para o governo, naturalmente, oprimir ele. Aí, naturalmente, nasce o filho dele, no caso, o pai, seu pai, que paga imposto. O imposto do avô foi usado também para policiar o pai. Seu pai. É. E o seu pai também está pagando imposto para ser policiado ou ser oprimido e te oprimir. Na verdade, o teu avô, o teu pai e você estão pagando imposto para o governo, te oprimir mais e te policiar mais. Então, o governo é um monstro. É um leviatã de 300 mil cabeças. É real, esse treco. E ele pode tudo contra você. E se ele achar, estou mentindo, se ele achar que você é mal, porque quebrou teu anonimato, tua privacidade e viu você falando mal do governo, ele te põe num inquérito, te dá 17 anos de cadeia, e se não tem prova, ele manda criar provas, e nós vimos na vaza toga, por exemplo. Então, isso é o governo. Então, é natural que a máfia vai te buscar, mas também tem rácaros que vão te buscar. Vamos dar uma olhada no caso do asael versus Etersek. Acabou que Etersek ruiu. O asael, ele fez dossier, fez ataques, ele perseguiu Stalk também, em rede social contra a equipe do Etersek. Então, rácaros caçam rácaros. Isso é comum. Hoje mesmo eu estava no forum, e eu vi uma briga lá sobre questão de foron fake, que é muito comum na Dark Web. Foron fake é muito comum. E Rack prometendo caçar o outro. Todo o mundo sabe. O hacker tem que, naturalmente, se defender disso tudo. O anonimato pode ser útil para outros cenários, ou seja, para relatar mais condições de trabalho, políticas e internas. Já penso você, cara, denunciar. Imagino que você trabalha para o governador, ou para o presidente. E você percebe que eles estão roubando, e você vai denunciar. Isso vai fazer a denúncia lá, no Ministério Público e tudo mais. Você sabe que o Ministério Público pede seu CPF? O Ministério Público pede onde você mora, pede tudo. Em 30 campos, mais ou menos, sobre você. Para confirmar que você é você. E você está denunciando quem? O chefe de tudo. Do Ministério, então, cara, relatar coisas, problemas políticos, condições de trabalho, questionar. Tem que ser o mais anônimo possível, não o mais público possível. Porque isso vai dar merda. Você deixa em público suas reclamações, isso vai dar merda para você. Quando anonimato é pleno, ou seja, eu consegui alcançar o anonimato, a quantidade de dados obtidos sobre uma ação humana, sobre o recurso tecnológico, é insuficiente para montar de qualquer perfil. É impossível dizer qualquer coisa sobre aquela experiência humana. A forma como o hackers e o connect, os sites que visitam, os horários de acesso, a forma que se expressa, os erros de português, pense nisso. Contatos que possuem, tecnologias, o que fala, ideologias, e tudo vai virando um grande banco de dados dentro do governo. Perseguindo, desculpar de perseguir depois. Eles vão saber aonde você está. No caso, por exemplo, da Venezuela, tinha um aplicativo chamado Vem... Ah, Venezuela, alguma coisa. E era assim, praticamente maduro, fez todo mundo ser pobre, e você tinha que ter esse software instalado para você conseguir comprar alguma coisa, com pelo menos 10% de desconto, e você fala assim, po, ganha 10% de desconto? Não, você está entendendo. Tudo ganhou 300% de aumento, então você ganha 10% de desconto. Ele fez isso. E quando teve aquelas revoltas, que teve aquela eleição, que teve aquela revolta toda, ele tem uma milícia de motoqueiros, que não é fardada, que saía matando as pessoas. Porque eles sabiam onde estava cada pessoa por causa do Venepe, lembrei, Venepe, feito por um brasileiro. E, lógico que esse brasileiro não está no Brasil, ele está... saiu do Oceano contra ele, ele está no Panamá. Tá? Não veja. Olha só, cara, que loucura. Do nada, você fala mal, do governo, do governo dá um golpe, e aí ele sai caçando todo mundo pelas posições geográficas do app, e matando... cara, olha que absurdo. Esse é o mundo, cara. Vacila não. Ah, Brasil é bom. Calma. As coisas viram, meu amigo. Hoje visitamos poucos sites. No passado, se você visitava uma pancada de sites. Hoje em dia, você visita 3, 4, 5 sites no seu dia a dia. Estou mentindo. E isso é importante para o governo. Então quer dizer que o cara fica mais tempo em alguns sites, então é possível fazer menos... emitir menos pedido para quebrar o sigilo dos seus dados, porque são menos sites, né? Antigamente, as pessoas navegavam muito, iam em muitos sites. Então se você fosse quebrar o sigilo de cada um desses sites, você teria que emitir um monte de documentos. Então hoje em dia ficou muito mais fácil. E cada vez concentra-se mais, cada vez concentra-se mais. O Hacker, né, visita ao menos uns 6 sites no seu dia a dia. Sempre nos mesmos horários. Age da mesma forma, sempre. Eu recomendo que você construa bots. E o bot tenha pouco da sua personalidade para executar em horários que você, por exemplo, estaria no trabalho, que você estaria na escola. E isso tiraria muito, por exemplo. Digamos que você fez um bot que vai sempre naquele fórum que você vai com a sua persona maligna, o governo, e você fala algumas coisas idiotas lá. Não importa. Alguma coisa preprogramada, um textil preprogramado. E aí você está no trabalho, ou se não você está na escola. Vamos imaginar assim. O que vai acontecer? Quando eles causaram os metadados, não poderia ser essa pessoa, porque essa pessoa estava em outro lugar, no momento. Seria algo interessante para ser feito. Seria algo muito interessante. Você quer ver outra coisa interessante? Vamos lá. Vou fazer uma pergunta para você. Esse carro, essa traseira de carro aqui, você reconhece isso com um carro? Como um carro? Uma parte de um carro. Isso aqui, para os novatos, poderia chamar menos atenção do que, por exemplo, isso aqui. Isso aqui não. Eu sou velho. Então, isso aqui não me chama muita atenção, mas isso aqui me chama atenção. Então, eu clicaria primeiro aqui. Será que se eu pegar uma imagem dessa, e eu colocar num contexto social para o possível hacke, se eu colocar imagens aí, um certo contexto de país ou região, será que eu conseguiria compreender? Por exemplo, vamos pegar um Opala, um pedaço de um Opala Brasil. Agora, se você pegar um outro carro, vamos pegar um carro mais lá do Japão, que parece um carro de brinquedinho, Hot Wheels. Já você está entendendo? Já está para ser diferente. E se perguntar, se por exemplo, se é barco, isso aqui é um barco, será que isso aqui é um barco? Eu não sei, porque eu não estou acostumado a ver isso. Talvez um local que tenha muito lago e que tenha muito desses trequinhos aí, talvez o cara reconheça como barco. Eu não sei. Então, é possível você manipular essas imagens e descobrir região, idade, o que a pessoa gosta. Você sempre acerta. No que você clicaria primeiro, se fosse carro? Qual dos carros? Ou parte dos carros? Entende? Quanto tempo médio de resposta do clique? Você é rabarcos? Ah, eu tenho mania de arriscada. Se é escada, eu é ela. Num perfil, tudo bem. E no outro perfil? Você vai arriscada nos dois perfil? Perfiz no caso. Você vai? Então pense nisso. Você pede para ouvir? Alguma vez você pediu para ouvir? Pede para trocar as imagens? Pense. Então, isso aqui seria, por exemplo, uma forma de te pegar. Você tem que ser aleatório, cara. Você tem que ser aleatório. Senão, que identidade contra você. As mesmas falas, o mesmo discurso. Parece que eu estou ouvindo aquele mesmo estadista falar as mesmas coisas na minha cabeça, outra vez, outra vez, outra vez. E aí caem fóruns de discussão, dos fóruns de discussão. Sempre as mesmas ideologias. Aí eu crio uma outra persona. E aí eu vou falar as mesmas ideologias. Eu crio uma outra persona. Vou falar de uma mesma ideologia. Você pega. Inclusive, é muito comum em grupos, quando a gente dá a ban um cara, aparece do nada outro cara. As mesmas palavras, a gente até sabe esse cara é aquele que a gente deu ban. Sem tecnologia, no olho a gente acha. Imagina o governo com toda essa tecnologia. Bom, existe identidade. Mas, naturalmente, há uma restrição sobre acesso a seus dados. Essa restrição, naturalmente, é mais difícil quando um hacker quer caçar outro hacker. O governo quer caçar um hacker? Não. Basta alguns mandatos judiciais. E é feito. Vamos ver o caso, por exemplo, da Proto-Mêio. A Proto-Mêio tinha um ecoterrorista na França. A Proto-Mêio acatou o pedido e entregou dados de acesso desse cara, a caixa da Proto-Mêio. E aí, foi possível achar a pessoa. Aí você vai falar, mas se usar a VPN, você vai usar a Proto-Vpn? Da Proto-Mêio? Para acessar a Proto-Mêio? Repare, todo site dificulta quando você acessa com Tor ou I2P. Mas facilita quando você acessa por VPN. É estranho, né? Será que essas VPN são passeadas? Eu vou falar sobre Tor, tá? Eu ainda vou falar sobre Tor. E aí, vou falar sobre VPN. Eu vou falar sobre o maior erro. Tor VPN. Até lá, até mais. Tchau.
Voltar ao curso