Mastering Monero: O futuro das transações anônimas
Aula 1 · Criptomoeda Monero XMR
Transcrição do áudio
Bem-vindo ao curso de moneiro, uma das poucas moedas que realmente traz o anonimato, nem toda criptomoeda traz anonimato. Moneiro traz. Bom, eu não vou falar mal de bitcoin, lógico nós vamos comparar o bitcoin, vamos discutir a questão do uso de bitcoin e moneiro. Eu gostaria que você não tivesse uma visão centrada em uma única criptomoeda quando ver meu curso de moneiro. Criptomoeda é uma ferramenta e você utiliza a ferramenta adequada no momento certo. Esse curso não é só para hackers, ele é um curso para qualquer pessoa que tem o seguinte problema, como guardar reserva ou como transmitir valor de forma anônima. Então vamos aqui, você vai entender que o moneiro realmente anônimo, quando você vê a explicação e é lógico que nós vamos comparar com outros outras criptomoedas e outros modelos, não é? Bom, todo conteúdo desse material é baseado em livro, ou seja, você pode ler o livro oficial, não é bem o oficial do moneiro, mas é o melhor livro que tem de moneiro. É isso aí. Você tem a versão inglês, que é muito difundida, você acha na Amazon. O link, na verdade, a referência para chegar até o livro está aí no curso, você consegue ver aí no curso. E talvez eu tenha alguma opinião, ainda não é crime ter opinião nesse país, lembrando que não é um curso de investimento, é um curso de anonimato. Então não é um curso de investimento. Veja isso como um instrumento para quando você realmente precisar da palavra anonimato em sua vida. Também tem o livro hacker que você pode ver, os links vão estar sempre aí no curso. Então esse é o livro. Se você puder adquirir o livro, não é meu, compra. Muito bom. Muito bom. Muito bom. Ele é muito recomendado esse livro. Então nós vamos maratonar esse livro aqui, hein. Bom, eu sou não importa porque não importa para ninguém. Já começa por aí. Mas caso você decida tuar esse moneiro, ou seja, fazer sua primeira transação em moneiro, você pode naturalmente escanhar esse meu QR-Code e me mandar, por exemplo, por 5 reais. 5 reais. Olha que interessante. Você pode me encontrar aí no canal ou no curso. Eu estou lançando uma plataforma de cursos, então você vai conseguir entrar em contato comigo por aí, tá? Lembrando que esse curso aqui é gratuito. Ele vai estar na minha plataforma de cursos, mas é gratuito. Bom, vamos falar do clássico. O sistema bancário. Isso aqui é bonito de ver. É chego a sentir um amor platônico. Bom, é um jogo de confiança e vou lhe dizer ele deu certo. Não vou dizer que ele deu errado. Por exemplo, você observe aí o número de transações que um país, como por exemplo, o Brasil, ele realiza ao longo do seu dia com o sistema bancário. E o sistema bancário do Brasil é interessante. Bom, eu não posso adentrar muito sobre um papo, mas eu estava lá com um grupo de pessoas mais obscuras e estávamos estudando o sistema bancário brasileiro, como ele funciona. Cara, é impressionante. É um framework muito bem montado. É impressionante como o brasileiro é bom em desenvolver tecnologia. O quanto é para arrancar dinheiro dos outros. Lógico, temos esse detalhe. Porque o sistema bancário, se você olhar, tem vários pontos negativos também. Um ponto positivo que eu trago para o sistema bancário é velocidade, por exemplo, que ele é executado. Bom, e o volume que você executa dentro desse sistema bancário é impressionante. Bom, vamos dar uma olhada. Você não vai me ver descer crítica de forma desonesta. Todas as minhas críticas, ou naturalmente, sempre quando eu falo algo positivo de uma tecnologia, nesse caso aqui, um sistema software, um sistema bancário, tudo tem pontos bons, pontos ruins. O ser inteligente, ele é capaz de observar isso e ver, separar e saber trabalhar com isso. Bom, então vamos dar uma olhada. Vamos ver um sistema bancário típico. Não vou trazer aqui o sistema bancário brasileiro. Eu posso até fazer uma playlist sobre o sistema bancário brasileiro, os documentos oficiais, para vocês entenderem como é que o negócio funciona. Vamos imaginar um sistema bancário de um país qualquer. Bom, então imagine que eu tenho duas pessoas que provavelmente vão trocar. Cara, é valor. O meu carro tem um certo valor. Vamos dizer assim. Uma vez eu falei aqui em casa, dou 100 reais para quem tiver uma nota de 10, porque eu precisava de uma nota de 10 para pegar ônibus. Ninguém no ônibus dá troco por nota de 100. Eu prefiro dar 100 aqui em casa para o pessoal aqui em casa e pegar 10 e ir mais lá no ônibus pagar com uma nota de 10. Então naquele momento para mim, mais maluco que seja, uma nota de 10 teve um valor maior que uma nota de 100. Está claro isso? Então duas pessoas vão trocar coisas. Um vai precisar de provavelmente de dinheiro. Vai dar mais valor ao dinheiro do que por exemplo um carro que ele tem. Um passado era assim, você trocava produtos por produtos. Inventaram o dinheiro como intermediário para ficar fácil com a mexa. Ao outro precisa do carro, já o carro é mais importante que o dinheiro que ela tem. Então vai haver uma negociação inser natural. Está claro como que acontece na vida real de cada pessoa, comprou a venda de um carro, porque tem todas as particularidades. Mas no momento do pagamento, então por exemplo, nós estamos vendo aqui a moça acessa um sistema bancário por um terminal, por um celular, por uma página web, como está aqui. E ela vê que ela tem um saldo, um saldo bem positivo. Então o que ela faz? Ela através de uma funcionalidade dentro de seu banco, ela transmite uma ordem para um outro banco. Então lá no outro banco a pessoa só tem cinco dólares e aí tem uma ordem que vai passar. E é isso, por exemplo, que é o sistema bancário brasileiro. Então o sistema não tem assim, tem sistema software, tem assim toda a sua complexidade. Então os bancos estão ligados a esse sistema bancário que tem toda uma plataforma por trás. Então é feito tipo uma ordem de pagamento que não vai ser processado naquele momento. Mas o banco já desconta da conta, então da moçinha. A moçinha terá descontado seu valor de R$ 2.500,00, o dólar de desculpe, R$ 2.500,00 desconta. É como se o banco ficasse com isso, o banco da moça. E essa ordem vai ser transferida, o sinal vai ser creditado na conta do rapaz, mas só vai ser executado mesmo durante a madrugada, você sabe em Deus. Não é executado na hora, na hora mesmo a troca de recurso entre os dois bancos. Mas ambas as pessoas vão olhar para uma telinha de computador e vão ver o número. E isso é o que importa. Vão ver o número e isso é o que importa. Então é um jogo de confiança. É um jogo de confiança. Da moça, do rapaz, do banco da moça, do banco do rapaz e aqui no meio de um sistema bancário que vai fazer essa troca. No passado não tinha esse sistema que fazia troca. Então o banco literalmente tinha que acionar o outro banco e ter ali uma forma de transmitir esse valor. Era uma coisa mais, como eu posso dizer assim, mais lenta, mais burocrática. Aqui não. Hoje em dia o sistema bancário internamente lá, Vaptivupt. E aí você vai ver que no Brasil vão surgir várias empresas que não são bancos. Nosso famoso as fintechs. Se você olhar elas assumiram um papel importante. Você tem que entender que o sistema bancário no passado era tão complexo e tão burocrático e tudo tão caro que excluía as pessoas que não tinham recurso. Sério, as pessoas eram excluídas literalmente. As fintechs abriam ali uma frente absurda que conseguiu pegar essas pessoas que não teriam capacidade para ter uma conta em um banco. Não é só a tarifa. As pessoas acham que é só a tarifa. Mas muitas vezes você ia no banco, vamos colocar aqui a 10, 15 anos atrás, vamos colocar ele em 2010 e você já ia com uma cara de perdedor e o gerente já te olhava como um bandido. Era uma coisa muito estranha e você já era mal atendido. E isso exclui pessoas. Não é só questão de ter 40 ou 50 reais todo mês para dar para o banco como taxa. Para ele ter a conta lá. Não é só isso não. Porque muitas pessoas acham que é só isso. Que excluir as pessoas não, cara. O olhar todos os documentos, olhar toda a sua vida é complicado. Bom, e nesse modelo nós temos a confiar em bancos envolvidos num sistema bancário e nas duas pessoas. Naturalmente. Bom, na sociedade moderna temos que confiar em órgãos e governos para sobrevivir. E isso é uma dependência que... Como é que funciona? É como se o governo ministrasse uma droga no nosso cérebro. Nós dependemos de governo. E muitos vão lutar e dar a vida por governos, por outras pessoas. Aí você pega o quê? Banco Master. Você pega Alexandre de Moraes. Você pega também aqueles ministros do STF envolvidos com um monte de tramóia. E aí eu te falo. E aí? Não, mas tem gente que vai lutar e defender essas pessoas. Cara, você não pode depender de governo para isso. Aposentadoria. Você quer ver sua aposentadoria? E se o Banco Master, por exemplo, dá calote nos aposentados? Vai ter um sistema bancário? Como é que funciona o roubo? Olha que interessante. Deixa eu ver se eu entendi. O Banco Master junto com alguns ministros roubam. E, naturalmente, a população, o país, as pessoas pagam mais impostos. Tem que aumentar imposto. Para juntar dinheiro, para cobrir essa falha, essa falha no sistema triste. Dependa de governos. Confiar em terceiros é o primeiro problema do sistema bancário conforme eu já dito, mas também tem outros problemas ali que nós temos que observar. O Banco não tem tudo o que os correntistas já depositaram em todo... Então, vamos colocar assim. Digamos que eu tenho dinheiro lá, você tem um dinheiro lá, mas esse dinheiro não tem mais um banco. o banco ele pega o dinheiro faz investimento é o próprio banco faz investimento o banco compra títulos banco e nessa o banco perde ou o banco ganha uma das duas e se o banco perder bom estamos vendo aí né estamos vendo aí e se de repente der um problema social em que todo mundo virar e falar assim vou sacar meu dinheiro e aí você confia no terceiro seus erros ela perdeu perdeu uma né é isso aí essa é a frase eu acho que marca esse curso é perdeu uma né bancos físicos não operam durante a madrugada e se você precisa de que é uma conta agora eu quero que uma conta você consegue fazer uma transação com o seu celular uma conta que existe uma conta que já existe mas eu quero ter uma conta como é que eu faço online até que as fintechs você consegue as fintechs vieram para desbravar muitos buracos deixado pelo sistema clássico de bancos por exemplo eu já não opero mais com o que é comum eu sou obrigado a ter banco porque obrigatoriamente aonde eu trabalho tenho que receber mas eu trabalho com fintech a melhor das opções hoje você obrigada a ter um banco pelo menos eu tenho ali uma agilidade muito maior do que eu tinha antes quando eu trabalhava com banco ao físico eu não sei o que quer ir em um banco há uns oito anos eu não vou e isso é bacana você já experimentou a seguinte necessidade naturalmente você experimentou o caso de precisar de dinheiro no meio da madrugada e não ter como sacar bom você é tratado como um bandido já fala isso você fica sentado uma hora duas horas numa cadeira os caras te olhando torto de lá quando quer movimentar um volume muito grande para que você vai fazer isso porque você vai para onde que fizeram é feio rapaz o tratamento é feio pode ser confiscado o dinheiro pode ser confiscado vamos lembrar do Fernando Collor de Melo embora que seja muito longe mas foi confiscado nós podemos também lembrar do dinheiro dos aposentados do INSS mais recente que foi de outra confiscado pelo um sistema que era o próprio governo junto com empresas que roubavam querendo ou não a partir do momento que você pôr o dinheiro lá do INSS o seu dinheiro foi confiscado tchau acabou tá lá eles fazem o que eles querem e eles podem enganar quem eles quiserem enganar a madrugada não no máximo vai ter uma firulinha e aí vão aumentar os impostos para as pessoas pagarem o roubo que já foi feito quem roubou realmente nunca vai devolver o dinheiro e tem um efeito muito grande na de uma cyber warfare então vamos lá saber que nós trabalhamos aqui com o mundo hacker nós vivemos esse cenário e em uma guerra uma das formas de você atrapalhar um país e toda aquela população você tem que atrapalhar a população também você pode fazer com que aquele sistema bancário entre em crise muito comum tem duas coisas que derrubam muito um país é você tem uma crise no sistema bancário e você gerar uma crise no sistema judiciário é se você conseguir gerar problema nesses nesses duas áreas de um país alvo você vai causar muito transtorno aquele país não é imediato visto mas a longo prazo é visto os efeitos desses atos e você já tentou mandar dinheiro para outro país já tentou sair do brasil com mais de mil dólares da merda né eu já passei por esse problema já já passei por esse problema aí depois tive que fazer transferência lá onde eu tava e me comer uma grana fudida onde eu cheguei pelas taxas de transferência mas tem a nome de tendo cara não precisa de passar por isso não precisa de passar por isso criptomoeda é a opção para isso bom além do mais algoritmos não públicos e criptografados tentam prever se você é deve ou não ser considerado um criminoso então vamos lá você quer ver vamos ver aqui exemplo lembra eu não vou falar do brasil porque senão é capaz de ser preso o Brasil você sabe como é que é né o Alexandre de morais manda pega 17 anos galera não sou de direita nem de esquerda tá sou bosta nenhuma vamos pegar canadá e ele estava tendo ali uma é tipo uma paralisação do sistema de logístico vamos colocar assim a palavra logística e aí várias pessoas doaram dinheiro para aquelas pessoas que não se agreve e aí adivinha o que que na época acho que era o trudo ele fez ele começou a investigar todas as pessoas que doaram dinheiro então se você era uma velhinha que viu ali um carretero parado vão colocar cinta simplificar a vida e você decidiu mandar um dinheirinho para ele para ele comprar uma comida porque ele tá lutando pelo país que é dela também cara essa velhinha também vai se dar mal meu amiguinho todo mundo se dá mal nessa história no Brasil aconteceu a mesma coisa quem do ou dinheiro para uma certa manifestação vai pegar 17 anos de cadeia fácil bom no próximo vídeo vou falar sobre a ideia de blockchain vamos usar muito o bitcoin como exemplo e naturalmente nós vamos descrever diferenças para o moneiro até lá até mais tchau