Transcrição do áudio
É coleguinha, chegamos então ao nosso capítulo de formatação de disco. Bom, todo computador, deixa eu pegar aqui uma ferramenta para desenhar. Vocês sabem que eu gosto de desenhar no quadro, por isso que o meu livro é cheio de desenho estilo quadro. Vamos lá, então eu tenho o computador, certo? O computador, então, tem uma unidade de processamento, beleza? Essa unidade de processamento, ela trabalha manipulando endereços de uma memória principal. Legal. Uma memória principal, certo? Essa memória principal, naturalmente, ela é volátil, ela é extremamente rápida, a tecnologia precisa que seja assim. Bom, de uma forma ou outra, eu vou colocar aqui em vermelho, porque isso está lá no curso de AOC, de uma forma ou outra, também está no capítulo de entradas e saídas do Sistemas Operacionais Modernos do Turnbull. Se você tem dúvida de como isso acontece, você vai lá. Então, você tem as memórias secundárias, certo? Tudo é secundário aqui. Tudo secundário, legal? E de uma forma, não nos importa, naturalmente, não nos importa agora, nós trocamos dados entre essa memória principal e essa memória secundária, beleza? Legal. Essa é a memória secundária. E essa memória secundária, desculpa, galera, estou muito doente, mas eu não posso deixar de gravar vídeo. Então, essa memória secundária, ela, ela, droga, o que aconteceu? Ctrl Z, aqui. Ela pode ser do tipo, read and write byte, ou assim como ela pode ser, read and write de bloco de bytes. Entenderam? 512 em 512. Então, essa memória secundária, ela pode ser assim, legal? Dividida assim. E aí, eu trago, naturalmente, nesse capítulo, uma observação sobre isso aqui. Sobre esses dispositivos específicos. Especiais de bloco de bytes em seu HD, seu pendrive. Ou seja, hoje nós vamos aprender a formatar isso aqui. Para que você consiga manipular isso aqui, você tem que dar um formato a isso. E é isso que nós vamos aprender nesse capítulo. Legal? Pegou a ideia, né? Então, por isso que é formatando um dispositivo. Um dispositivo de bloco, de bloco, porque ele faz operações read and write de blocos de 512 bytes. Legal? Aqui, está explicando justamente isso aqui no início. Legal? Bom, eu estou num Cubes, certo? O Cubes não me permite instalação de VirtualBox. Eu poderia até fazer uma gambiarra para pôr um VirtualBox. Mas não vou fazer isso, porque eu evito windificar o meu Linux. Certo? Certo. Posso ter um outro Linux aqui, porque eu também estou gravando outros cursos que eu preciso do Cubes. Mas você, aí na sua casa, com o seu Windows, com o seu Debian, com o seu Ubuntu, você vai poder clicar na máquina virtual que você quer, adicionar um novo disco, ou seja, um dispositivo de bloco, e pressionar em Settings. Eu sei que você está me questionando agora aqui. Bah, mas por que? Bah, bah. Bate, bate. Por que eu tenho que fazer isso? Porque hoje nós usamos SSD e memórias, né? M2, NVMe, né? Porque se nós... Cara, se você é um hacker, você precisa constantemente estar limpando os seus discos. Se você é um cara de security, você está constantemente limpando discos que você utilizou em algum trabalho. Se você é um cara da TI... Na TI, os datacenters não trabalham com SSD ou NVMe, M2, né? NVMe. Trabalha muito com disco também. Ah, você pode ser um cara de TI que trabalha muito com pendrive. Pendrive lá, pendrive cá, aparecendo na TI. Bom, então, você... Naturalmente, nós vamos simular isso tudo. O que eu vou fazer aqui é válido para tudo isso que eu falei. SSD, M2... Pendrives em geral. Ou seja, tudo que é dispositivo de bloco. Certo? É um dispositivo de bloco, você consegue fazer isso. Só que nós vamos simular no Virtual Studio... No Virtual Box. Visual Studio. Eu estou tendo que trabalhar com o Visual Studio. É a minha, nossa senhora. Clica aqui. Clica em Settings. Então, nós vamos colocar um novo disco. Preste atenção. Preste atenção aqui. Isso é interessante. Você seleciona Storage. E logo em seguida, o controlador SATA. Do controlador SATA, você pode ter dois tipos de dispositivos aqui. O primeiro dispositivo, que vai trabalhar com 512 bytes de leitura. E no passado, nós usávamos muito para escrita também. Repare, é só um CDzinho. É só um círculo, está vendo? Esse aqui. Esse aqui, é o CD do CD-ROM. Então, ao pressionar isso, você está adicionando um CD-ROM. Um CD-ROM. Tá? Deixa eu abrir um browser aqui. Isso aqui é um CD-ROM. Tá? Ah... Isso aqui é um CD-ROM. Isso aqui é um CD-ROM com um CD dentro. Provavelmente um CD dupla face. Isso é um CD. Isso é um CD. Tá ok? Isso aqui é um CD-ROM com um CD dentro. Olha o CD-ROM aqui. Tá? Legal. Isso aqui foi muito usado. Ainda é muito usado. Acredito assim, você hacker que gosta de guardar arquivos. Pô cara, por que não voltar a usar o DVD-ROM? Nem sei se tem para comprar ainda. O DVD-ROM. Duvido que a Polícia Federal tenha um DVD-ROM. Nas páginas deles lá em cima. O CD-ROM. O CD-ROM. O CD-ROM. Entenderam? Que é esse aqui cara. Quando você adiciona esse cara. Você adiciona o CD-ROM aqui. Legal? Quando você clica nesse... Nesse quadrado com o disquinho dentro. Ah... Aí nós estamos falando do... Hard Disk. Tá ok? Nós estamos falando disso aqui. Isso é o Hard Disk. Olha a imagem do Hard Disk aqui. Mas isso aqui que você está vendo gente. Rapaz, está até bacana. Olha. Para dar aula isso aqui. Nós temos aqui uma case metálica e os discos. Repare. Um, dois, três, quatro discos. Bem diferente das Winchester. Né? Tem um braço mecânico. Algoritmo do braço mecânico. Bom. Você tem que tacar fogo nessa porra. Quando você acha que... Você acha que... Vai dar merda na sua vida, tá? Você vai precisar mais ou menos ali. De uns vinte quilos de madeira seca. Para queimar um treco desse aqui. E fundir essa bosta toda. Entenderam? Pira e mexe eu faço umas queimas aqui. No lado aqui. Você pode destruir isso com uma furadeira. Mas a furadeira. Mesmo assim é perigoso. Você pode ter imãs de neumídio. Imãs de neumídio. Você abre ele. Imãs de neumídio. Eu não sei se é assim que se escreve. Eu evito usar imãs de neumídio. Por um motivo muito simples. Né? Não é certo que vai acontecer. Então eu prefiro tacar fogo. Beleza? Mas tem que abrir o disco, porra. Passa essa merda lá. Legal. Deu pra ver que é metálico aquilo ali. Deu pra ver que isso é magnético. Esses discos. Então você adiciona aqui em 3. O hard disk. Legal. E aí você vai ter que criar um disco. Né? Você vai criar um novo disco. E aí ele vai dar um nome. Beleza? Ah, mas tem aquele wizardzinho básico. VDI, VHD. Ou VMDK. São os tipos de formatos. Desculpe. São os tipos de formatos do arquivo. Não do disco. A extensão. Vulgarmente. Vulgarmente no mundo Windows. Conhecido como extensão. Mas é vulgar isso. Para nós do mundo Linux. Esse formato de arquivo aqui. VDI. É o mais compatível entre os. Os VirtualBox. Então. Seria interessante. Detalhe. A máquina desligada. Você tem que fazer tudo isso. Com a máquina desligada. Você não vai colocar um disco no seu computador. Com ele ligado na energia. Não é isso? Funcionando. O VirtualBox. Vai colocar que tem um disco. Não atachado. Não está conectado. Não está em uso. Como se estivesse na sua gaveta. No seu armário. E aí esse aqui é o disco. Clica aqui em Choose. E aí você vai pegar esse disco. E colocar no seu computador. Então o teu computador virtual. Terá o teu disco principal. Beleza. E o teu disco. Que você acabou de adicionar. É um dispositivo especial. De bloco. É como se você tivesse colocado. Legal. Então você liga a máquina. E aí ele vai naturalmente. Aqui. Você vai poder listar. Esses dispositivos. Beleza. Até a próxima aula. Tchau.