Transcrição do áudio
o algoritmo de roteamento para dispositivos móveis vamos lá bom vamos usar o termo de host móveis para indicar uma categoria de dispositivos que podem ser ali os smartphones que podem ser por exemplo o notebook qualquer elemento que possa ser levado movimentado tá de sua posição bom segundo nomenclatura do livro do turnbull e ao contrário dos rostos fixos que nunca se move vamos colocar assim se bem que quem é meu aluno já me viu no final do semestre indo para o computador na mão né meu computador é uma maleta tem ele tem um onde pegar aí eu posso transportar ele também meu desktop que às vezes eu levo porque tem coisa demais no computador eu preciso digamos que tem os documentos na hora certa lá no final do semestre esses rostos móveis criam uma nova complicação como que é rotear para um dispositivo móvel um modelo desses tão pouco como que eu vou achar ele pois afinal esse dispositivo móvel poderia estar em qualquer lugar no planeta desde que tivesse um sinal para ele o é uma alternativa seria oferecer mobilidade acima da camada de rede ou seja na camada de aplicação por exemplo o que normalmente acontece com os notebooks de hoje em dia é muito possível ser aquele do computador como é hoje. Então, pela camada de aplicação, você acessa um servidor. Bom, quando eles são movidos para novos locais, por exemplo, da internet, adquirem novos endereços de rede. Não importa o endereço de rede. A camada Trades muda a configuração e ele continua ainda trabalhando. E naturalmente, não existe uma associação entre os endereços novos e antigos. Digamos, eu pego o meu computador, vou trabalhar na minha empresa, pego o 9P. Estou lá. Repare que eu só utilizei a camada de aplicação. A camada de rede, teoricamente, não é a mesma. Não é a mesma configuração da minha casa. Bom, acontece que a rota, no caso final, é chamada de roteamento triangular. Pois pode ser, como posso se dizer, complicadinha de se enxergar. Vamos lá. Olha só como que seria. Imagine que eu tenho um agente em um local onde eu costumava trabalhar. Aqui. Nessa localidade. Então, eu me conecto e mando um registro de ingresso na rede e, naturalmente, eu mando minha autenticação e tudo mais. E aí, daqui, ele envia para o endereço local aonde vai ter um transmissor que vai transmitir pra mim. Naturalmente, ele depois me notifica o endereço do túnel que eu vou aguardar a resposta. E aí, então, vem a resposta daqui pra cá e a comunicação. Vai acontecer a comunicação agora nesse ponto aqui, ó. Foi um um projeto que foi idealizado na década de noventa, cara. Muito antes do home office. Como nós fazemos hoje? Nós não fazemos hoje assim como o livro fala, tá? Hoje, nós fazemos um túnel criptografado com a empresa que eu vou trabalhar. Então, ela me cede alguns arquivos. Arquivo de, por exemplo, um cert, ok e um arquivo de configuração, por exemplo, um OVPN. E aí, eu me conecto. É uma outra forma de comunicação, tá? Essa aqui, ela é descrita por, pelo livro e ela acontece assim. Tem todo esse esquema de registro para que essa máquina faça uma comunicação com essa outra máquina, o transmissor e o host móvel possa ali, então, trabalhar, tá? Esse tipo de conexão é chamado de endereço care off. Não é N. Care off. Entendeu? Então, pô, se cair care off na prova, é isso aqui. Ele não tá falando de túnel aqui, tá? Embora você veja que tem um túnel para endereço, não tem a ver com com um com um com um tunelamento como você conhece hoje em dia, beleza? Quem sabe eu coloco isso na prova. Até mais, tchau.