Roteamento AnyCast Aula 047

Aula 48 · Redes Teórico

Descrição

Esta aula apresenta o roteamento por AnyCast, no qual um pacote é entregue ao membro mais próximo ou mais apto de um grupo de processos, considerando critérios como proximidade ou tempo de acesso. Explica-se que, para o nó que faz a requisição, não importa qual elemento específico do grupo respondeu, apenas que o grupo respondeu. O funcionamento se baseia no fato de o protocolo de roteamento não distinguir as várias ocorrências do destino, tratando todos os nós que respondem ao grupo como se fossem um único nó. Assim, mesmo que diferentes máquinas respondam ao longo do tempo, isso é transparente para o solicitante. A próxima aula abordará o roteamento para dispositivos móveis.

Transcrição do áudio

E um roteamento por Ncast. Como isso é feito? Cara, por incrível que pareça, é complexo meu amigo. Olha só, no Ncast, um pacote entregue ao membro mais próximo de um grupo. Por exemplo, isso aqui é uma abordagem. De alguma forma, o aparelho em vermelho consegue definir que esse é o mais apto a responder a ele, seja por proximidade, seja por tempo de acesso, então a mensagem vai para ele. Teoricamente, se esse elemento aqui passar a ser a melhor opção no futuro, vai ser roteado para ele. Bom, mas o que acontece? No Ncast, você tem que entender que não importa para o vermelho quem foi que respondeu. Aquele grupo que está em verde é que me respondeu. Entende? Então, os esquemas que encontram esse caminho são chamados de roteamento por Ncast. O que me importa é que o grupo me respondeu. Vamos lá. Aquele é só. Eu tenho rotas de Ncast para um grupo de processos 1. Essas aqui são as rotas. Daqui o melhor é aqui, para esse cara o melhor é esse aqui, para esse aqui o melhor é esse, para esse o melhor é esse, para esse o melhor é esse. Bom, para ele, ele é mesmo, para ele, ele é mesmo. E nenhum desses elementos acham que esses dois são os melhores para o responder naquele momento. Lógico que isso pode mudar com o passar do tempo. Bom, o procedimento funciona porque o protocolo de roteamento não observa que existem várias ocorrências do destino para o grupo 1. Ou seja, ele acredita que todas as ocorrências dos nós que respondem ao grupo de trabalho 1 são o mesmo nó, como na topologia. Então, para eles, esse cara que respondeu é o 1. Se no futuro esse elemento perguntar e quem respondeu foi esse, na cabeça desse cara que ainda é o 1. Não há distinção entre ambos os que vou responder. Por isso que é N. Cast. Tá hora, né? Bom, então como que funciona? As requisições chegam até um grupo de processos 1 que respondem e algum deles, lógico, vai responder e aí naturalmente, para quem está fazendo a requisição, não importa. A resposta foi dada. E se no futuro quem responder for outra máquina, vamos colocar assim, também não importa. E isso é o charme do roteamento por N. Cast. Tá? Então, no próximo vídeo, vou falar sobre roteamento para dispositivos móveis e toda a complexidade quando tem uma estação fixa e os dispositivos clientes são móveis. Até lá, até mais, tchau.
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