Serviço orientado a Conexão Aula 039

Aula 40 · Redes Teórico

Transcrição do áudio

Ha ha coleguinha chegamos então ao modelo de comunicação orientada conexão vamos ver como ocorre isso na camada 3 repare que eu estou sempre falando na camada 3 pois também temos essa questão de ser ou não ser orientada conexão na camada 2 também então vamos lá bom primeira coisa deve ocorrer um handshake entre as partes então ponto uma conexão estabelecida escolhe-se uma rota da origem até a máquina destino. Bom olha só que interessante foi decidido antes de enviar qualquer pacotinho de todos que o caminho entre o host 1 e o host 2 passará por ACIF mas nenhuma informação de usuário foi transmitida ainda apenas informações para que feche o handshake entre as partes e seja criada então uma rota e nós vamos dar uma rota esse um desculpa vamos dar o nome para essa rota e esse nome para essa rota é muito requisitado em questões de provas ok então depois que é estabelecido então a conexão é feito o handshake é criado o circuito virtual então os que começam a ser transmitido pela rota então nesse modelo simplesmente seguimos a rota nós não nos estamos interessados em saber se dia vamos para ser depois de ser vamos para ir não nós somos interessados em seguir a rota imagine que você vai para o espírito santo é um estado você está no litoral de São Paulo simplesmente você vai pegar a rota da BR 101 sentido norte entendeu peraix a atenção nesse exemplo pegar a rota da BR 101 tá sentido norte ponto final então o carro segue pela BR 101 sentido norte ele não tá assim querendo saber se vai passar pelo Rio de Janeiro na verdade ele nem nem olha né vai passar pelos campos dos goitacases se vai passar lá por porra esqueci o nome cara não acredito cara esqueci o mimoso do sul não tá nem aí simplesmente ele pega a BR 101 e vai entendeu como funciona e é interessante esse sentido norte porque daqui a pouco eu vou falar que o carro é de sentido a garoto tem a maginha nem bom então essa rota é usada por todo o tráfico que fui pela conexão todos os pacotinhos vão seguir o circuito virtual a rota é essa rota é usada por todo o tráfico que eu peguei repetido meu e ainda caí na minha aqui mas eu vou deixar o sentido eu quero ir na minha aula também os pacotes e bem inseridos são inseridos um cabeçário ah isso eles adicionaram eles adicionaram a ideia de inserir um cabeçário MPLS como o certificador da rota vamos dar uma olhada aqui embaixo olha só para o roteador a eu tenho a entrada né ou seja e a saída como assim entrada e saída eu vou explicar uma rota ela é um número então ela tem um sentido quer dizer que se o pacote haha ou seja se você está no espirito santo BR 101 norte chega no espirito santo dá um estibul na praia lá praias boas ok e aí é de repente você decide voltar para São Paulo literado de São Paulo BR 101 sentido sul entendeu então eu tenho que guardar a rota para ir e a rota para vir ou seja por onde entra por onde sai para ir mosquito por onde entra e por onde sai na ida e por onde entra e por onde sai na volta também tá então a rota tem esse problema então os roteadores eles guardam isso geralmente geralmente é um level de 20 bits vamos explicar isso isso aqui não tá no turnabout tá isso aqui não tá no turnabout o então é adicionado se você olhar um MPLS um cabeçário de 32 bits tá quatro bytes entre o protocolo que está sendo utilizado na camada 2 do modelo osi que muda cada enlace e é adicionado ele entre entre o camada 2 e o camada 3 tá ele é adicionado ali você vai lá ali dentro um level esse level é 20 bits tá é 2 elevado a 20 ou seja é um número bem grande que dá para se adicionar de rotas em um roteador ele tem um campinho lá experimental que é utilizado para algumas coisas inclusive que os e ele tem aqui esse campinho é assim é para dizer se ele é o último dos MPLS como assim é possível empilhar mais de um MPL e esse aqui atrás ó sério para completar o level então você pode adicionar mais level entendeu a então você pode adicionar mais um ou mais perdi na torce a aula hoje também é doidona tá galera então ele pode adicionar mais um desse campo mais campos aqui atrás tá o último tem um os outros tem zero tá e aqui é um tempo total de vida né que é um TTL que a cada salto vai reduzindo em menos um tempo de vida se chegar o pacote é eliminado ou seja a mensagem é eliminada beleza então isso aqui é adicionado não tá no livro do tânibol é citado assim coisa de que umas umas dez linhas umas dez linhas mais ou menos tá que eu trouxe ali a mais para vocês legal e naturalmente você sabe que eu não tenho eu não tenho um lado é uma coisa complicada bom é como assim eu vou explicar tem brigas na internet de datagramas ver circuito virtual cara eu não entro nessas histórias não tá tem também de lino que tem tanta coisa de lino que sair discussão eu entrava nessas discussões quando eu era jovem né por volta de 2002 na as questões do gulge do de um outro lá de java lá ah caguei vamos lá negócio é o seguinte não existe melhor abordagem ou seja não existe uma melhor abordagem para tudo algumas vezes o datagrama vai ser uma abordagem interessante outras vezes o circuito virtual será uma abordagem interessante por exemplo transmissão de vídeo isso que você está assistindo aí agora tá o datagrama é melhor o datagrama é infinitamente melhor porque se faltar alguns pixels nessa tela que você está vendo ou se você achar que atrapalhou você volta e aí ele tenta recarregar de novo entendeu é porque o circuito virtual ele é muito burocrático o circuito tudo que é muito burocrático você tem que entender que vai consumir mais tempo e nem todo serviço tem todo tempo do mundo alguns serviços não tem todo tempo do mundo tá por exemplo uma videoconferência uma videoconferência outro exemplo então há casos em que datagrama vai se encaixar muito bem e há casos de uso de serviços que o circuito virtual vai se encaixar muito bem entendeu legal agora vamos entender a diferença entre ambas bom datagrama é desnecessário qualquer tipo de configuração de circuito porque não há como assim simplesmente os dados chegam os roteadores ele é o destino invia e tchau entendeu já no circuito virtual é obrigatório ser criado um circuito virtual se a conexão é daqui no Japão é daqui no Japão circuito virtual meu amigo tá seja lá quanto saltos tem aí nessa história a endereçamento cada pacote contém endereços completos de origem destino enquanto o circuito virtual contém um pequeno número de 20 bits de ver tá pro circuito virtual só isso ou seja é o endereçamento do datagrama dessa forma que ele tá né com o conteúdo de destino faz com que ele a cada router seja decidido por onde ele vai em cada router que ele passa na ida e na volta enquanto o circuito virtual já foi definido antes e se você voltar numa linha anterior foi feito uma configuração de circuito virtual então ele segue o circuito virtual que é um level de 20 bytes ok informações sobre o estado dos roteadores não amazendo informações sobre estado de conexão pois não existe um feedback não existe um como eu posso dizer uma preocupação com a transmissão de dados tá e isso é mais uma característica que faz o datagrama ser algo extremamente rápido e não burocrático tá mais uma coisa aí já o circuito virtual né ele requer espaço nas tabelas de roteamento e também acompanhamento de conexão se a conexão tá continuando ou não entendeu nós vamos ver mais pra frente a questão de congestionamento a questão de bit de advertência nós vamos ver controle de uso tá e nós vamos ver que quando escolhemos circuito virtual nós vamos tratar a conexão e vamos manter o status da conexão além dos dados da conexão roteamento cada pacote roteado independente enquanto outro conforme eu falei já falei algumas vezes ele segue a rota pré estabelecida e tchau o roteamento é feito antes de enviar qualquer desculpe o cálculo da rota ou seja por um defeito é decidido antes de enviar qualquer pacote entenderam legal sobre qualidade de serviço as falhas de rota e a menta nenhum tipo não dá a crash de conexão isso pensa você programador tá você tá programando qualquer falha de programada de na falha de envio você na camada 4 vai cair no tempo se o time out for 3 segundos a aplicação vai dar travada por uns 3 segundos então aí volta pensa se fosse vídeo conferência assim quando é normal perder ali um quadro são 30 quadros por segundo digamos que cada pacote transporte um quadro se perder um quadro vai dar um cago 8 na imagem vai continuar porque da ta grama já no circuito virtual se fosse em circuito virtual a camada 4 vai ter que travar para alguns segundos tipo assim o excesso de controle faria com que a vídeo conferência teria vários várias travas bem pesadas tá porque o circuito virtual né tiverem passado pelo mesmo multador apresentou defeitos serão encerrados aí a camada 4 vai tentar resolver não vai conseguir se for encerrado não vai conseguir mas a camada de sessão vai nos garantir talvez ela tenha criado uma costumada check point coisa que não discutir lá na camada de sessão então pensa que o tranco em pequenas falhas é muito grande tudo bem circuito virtual é que são aqueles serviços que nós projetamos que nós queremos ter uma certeza da entrega enquanto o data grama nós não queremos necessariamente ter a certeza da entrega de tudo de parte tá bom entendeu como é que funciona qualidade serviço que é muito difícil em data grama já fica fácil já com circuito virtual afinal os dispositivos como posso dizer é tem uma rota eu já tem já reservado nós vamos ver que há serviços na camada 4 coisa que eu vou explicar ainda que eles vão manter status de conexão então vai dar pra gente trabalhar bem com isso aí lá no TCP controle de congestionamento é difícil lógico nós não sabemos que vai chegar se você não pode ser antecipado que vai chegar como é que você vai controlar alguma coisa enquanto é fácil no circuito virtual afinal como eu posso dizer você sabe que vai passar os dados por você porque foi muito complicado um handshake entre você e outra parte entendeu então é fácil fácil no próximo vídeo vamos falar de algoritmo de roteamento os algoritmos de roteamento clássicos tá e vamos também mais uma vez reforçar tá protocolos de roteamento e protocolos roteáveis coisa que sempre vir uma pegadinha mais já
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