Serviço não orientado a Conexão Aula 038

Aula 39 · Redes Teórico

Descrição

A aula aborda o serviço não orientado a conexão na camada de rede (camada 3) do modelo OSI. Explica que mensagens grandes são divididas em pacotes, chamados datagramas, injetados individualmente na rede e roteados de forma independente, podendo seguir caminhos distintos e chegar fora de ordem, o que não é problema para essa camada. Não há acordo prévio de comunicação entre os roteadores. Apresenta o conceito de comutação de pacotes, em que cada roteador possui uma tabela de roteamento e decide apenas a próxima porta (salto), sem conhecer toda a topologia. Mostra que essas tabelas mudam constantemente devido a congestionamento ou falhas, alterando rotas. Cita que a ponderação das arestas considera mais variáveis que apenas o número de saltos.

Transcrição do áudio

Vamos falar dos serviços na orientada conexão da camada Triggs do modelo OS e estou falando da camada de network. Bom, vamos lá. Os pacotes, então imagine que sua mensagem é muito grande e ela tem que ser dividida, então sua mensagem será dividida em vários pacotes. E os pacotes que tem pedaço da sua mensagem, eles serão injetados de forma individual, de dualmente, na rede, de modo que eles vão ser roteados de forma independente um dos outros. Então eles vão seguir provavelmente caminhos diferentes, chegarão fora de ordem, mas isso não é um problema para essa camada. A ordem não é um problema para essa camada, tá? São chamados de Instagrama, pois são pacotes enviados num serviço não orientado à conexão. São roteados router por router de forma independente. Se vai passar por 10 routers, os 4 pacotes, para cada router, cada pacote, vai ter uma tomada de decisão para que lado vai. Olha só, é para que lado vai na rota. E essas tabelas de rotas mudam, mudam constantemente. Vamos lá, podem chegar então fora de ordem porque seguem caminhos diferentes. A comunicação, não tem um pré-acordo, simplesmente os dados são transmitidos entre os routers. O router simplesmente começa a receber dados. Não houve um acordo. Vamos a uma olhada aqui no exemplo. Eu acho até que o livro do Thunderbolt desse exemplo ali não é o livro, acho que a tradução é um porca. Por exemplo, no livro ele jura que o protocolo 1 passou pelo ASE e não por AB. Bom, se eu não tenho nenhuma informação de como era no passado as tabelas de roteamento dos roteadores, eu posso dizer para você. Eu posso dizer para você, tá? Que eu não posso, eu posso dizer para você que eu não posso dizer para qual lado essa mensagem 1 passou quando estava passando pelo A. Até coloquei duas linhas vermelhas aí. Vamos olhar para esse roteador A. Se eu tenho uma tabela de roteamento, cada pacote que passa, ele é verificado no momento em que ele passa, para qual lado seguir. O roteador A, ele não conhece todo o caminho e nem tem que conhecer. Existe um termo para isso. Se chama comutação de pacotes. Na comutação de pacote o router tem uma tabela de roteamento, ele não enxerga a topologia por completo e ele sabe apenas que para chegar no objetivo é pela porta B. E aí ele manda para o B. Entendeu? É isso que ele sabe. Então existem essas tabelas de roteamento. Basicamente, cada roteador A tem uma tabela de roteamento, certo? Nesse caso aqui a tabela de roteamento é do A. Do A para o B, é só mandar diretamente para o B. Do A para o C, é só mandar diretamente para o C. Do A para o D, tem que passar pelo B. Repare, eu apaguei a imagem para você sentir o drama do A. Entendeu? Espera, ele não atorce. Eu apaguei a imagem aqui para você sentir o drama do A. Do A para o E, eu mando para o C. Entendeu? Do A para o F, eu mando para o C. Eu não vejo tudo. Eu só tenho a tabela de roteamento do salto. Pegou a jogada? É muito mais simples assim a tomada de decisão de cada pedacinho que passa de informação nesse roteador. Lembre-se que essa decisão, para qual porta vai ser o enviado o protocolo, essa decisão é feita quando passa o protocolo. E é uma chuva. Imagine um DVD da Shakira, adiva. São poucos bytes por pacote. Um DVD tem 4.7 giga. Não estou aqui galera, estimulando você a baixar pirataria ao DVD da Shakira. Estou sacaneando. Acontece que essas tabelas mudam constantemente. Por que o 3 passou por um caminho e o 4 passou por outro caminho? Vamos lá. No momento em que o 3 estava passando, essa tabela estava no roteador. Lembre-se que o destino é o F. Então, no momento em que o 3 estava passando, a decisão que eu tinha na tabela era ir para o C. Acontece que nós temos alguns algoritmos que trocam essas tabelas. Eu vou falar ainda sobre vetor de um estado de enlace mais para frente. Mas imagine que então existe um procedimento interno do equipamento que ele fica todo o momento monitorando as melhores rotas. E aí, naturalmente, o rote a do C já vira a pior rota por congestionamento, por intempéries, por problemas. O que acontece? Estamos no mundo de ideologia e problemas acontecem. E aí, repare que aqui embaixo a tabela mudou de F para B. Então, quer dizer que essa tabela aqui foi trocada por essa. Então, quando o passo 4 vai ser usado essa tabela aqui. Repare que para ir para F, qual é o caminho para B? Pegou a jogada? Para cada pedacinho que a gente fez essa decisão. E aí, naturalmente, vamos imaginar, vamos imaginar, admitindo que essa tabela foi mudada aqui, somente entre o 3 e o 4. Ou seja, depois que eu passei o 3 mudou a tabela. Então, eu poderia dizer para você que o 3 passou por aqui. Mas eu também não poderia entender. Por exemplo, que o 1 passou por aqui. Beleza? Porque eu não tenho estado da tabela anterior. Digamos que tivesse passado por aqui. Ele também poderia ter seguido esse caminho. Ou ele poderia ter seguido esse caminho. Entendeu? Ah, mas aqui tem mais um salto. Você tem que entender que eu estou dizendo números de saltos para simplificar. Um roteador, por exemplo, cisco, usa quatro variáveis. Não é só o salto. Entendeu? Então, naturalmente, da uma tosse, essa ponderação da aresta do grafo, e são grafos, galera. A ponderação da aresta do grafo não é só o número de saltos. O livro diz número de saltos para simplificar a vida do grafo. Entendeu? Não é tão simples assim na vida real, meu amiguinho. Bom, no próximo vídeo, vou falar sobre os serviços que são orientados à conexão. Vamos ver a diferença para o não orientado conexão na camada 3 do modelo OZ. Até mais, tchau.
Voltar ao curso