Transcrição do áudio
Vamos falar dos serviços não orientados à conexão, da camada 3 do modelo OZI, estou falando da camada de Network. Bom, vamos lá. Os pacotes, então imagine que sua mensagem é muito grande e ela tem que ser dividida, então sua mensagem será dividida em vários pacotes. E os pacotes que tem um pedaço da sua mensagem, eles serão injetados de forma individual, individualmente, na rede, de modo que eles vão ser roteados de forma independente um dos outros. Então eles vão seguir provavelmente caminhos diferentes. Os pacotes chegarão fora de ordem, mas isso não é um problema para essa camada. A ordem não é um problema para essa camada. São chamados de datagrama, pois são pacotes enviados num serviço não orientado à conexão. São roteados router por router de forma independente. Se vai passar por 10 routers os 4 pacotes... Para cada router, cada pacote, vai ter uma tomada de decisão para que lado vai, olha só, é para que lado vai na rota, e essas tabelas de rotas mudam, mudam constantemente. Vamos lá. Podem chegar então fora de ordem, porque seguem caminhos diferentes. A comunicação, ela não tem um tempo. A comunicação, ela não tem um tempo. A comunicação, ela não tem um tempo. Houve um pré acordo. A comunicação, ela não tem um tempo. Simplesmente, os dados são transmitidos entre os routers. O router simplesmente começa a consertar dados. Não houve um acordo. Não houve acordo. Não houve um acordo. . Bom, vamos dar uma olhada aqui no exemplo. Eu acho até que o livro do Tanaebon, desse exemplo ali, não é um livro. Eu acho que a tradução foi muito porca. Eu acho que a tradução foi muito porca. Eu acho que a tradução foi muito porca. Por exemplo. jura que o protocolo 1 passou pelo A, C, E e não por A, B bom, se eu não tenho nenhuma informação de como era no passado as tabelas de roteamento dos roteadores, eu posso dizer pra você eu posso dizer pra você que eu não posso dizer pra você que eu não posso dizer pra qual lado essa mensagem 1 passou quando estava passando pelo A até coloquei duas linhas vermelhas aí vamos olhar para esse roteador A se eu tenho uma tabela de roteamento cada pacote que passa ele é verificado no momento em que passa pra qual lado seguir o roteador A, ele não conhece todo o caminho e nem tem que conhecer existe um termo pra isso se chama comutação de pacotes na comutação de pacote o router tem uma tabela de roteamento ele não enxerga a topologia por completo e ele sabe apenas que para chegar no objetivo é pela porta B e aí ele manda pro B entendeu? só é isso que ele sabe então existem essas tabelas de roteamento tá? basicamente assim cada roteador tem uma tabela de roteamento certo? nesse caso aqui a tabela de roteamento é do A ó do A pro B é só mandar diretamente pro B aqui do A pro C é só mandar diretamente pro C do A para o D tem que passar pelo B ó repare eu apaguei mais um pouco a imagem pra você sentir o drama do A entendeu? pera aí, dá uma tosse eu apaguei a imagem aqui pra você sentir o drama do A do A para o E eu mando pro C entendeu? do A pro F eu mando pro C eu não vejo tudo eu só tenho a tabela de roteamento do salto do salto pegou a jogada é muito mais simples assim a tomada de decisão de cada pedacinho que passa de informação nesse roteador lembre-se que essa decisão pra qual porta vai ser enviado o protocolo essa decisão é feita quando passa o protocolo e é uma chuva imagine um DVD da Shakira a diva bom, são poucos bytes por pacote um DVD de roteamento em 4.7 giga não estou aqui galera estimulando você a baixar a pirataria o DVD da Shakira tô sacaneando bom, acontece que essas tabelas mudam constantemente por que o 3 passou por um caminho e o 4 passou por outro caminho vamos lá no momento em que o 3 estava passando essa tabela estava no roteador lembre-se que o destino é o F então no momento em que o 3 estava passando a decisão que eu tinha na tabela era ir para o C acontece que nós temos alguns algoritmos que trocam essas tabelas vou falar ainda sobre vetor de distância estado de enlace mais pra frente mas imagine que então existe um procedimento interno do equipamento que ele fica toda hora monitorando as melhores rotas e aí naturalmente o roteador C já vira a pior rota por congestionamento por intempéries por problemas o que acontece estamos no mundo da tecnologia e problemas acontecem e aí repare que aqui embaixo a tabela mudou de F para B então quer dizer que essa tabela aqui foi trocada por essa então quando passa o 4 vai ser usada essa tabela aqui repare que para ir para F qual é o caminho? para B para cada pedacinho é feita essa decisão e aí naturalmente vamos imaginar vamos imaginar admitindo que essa tabela foi mudada aqui somente entre o 3 e o 4 ou seja depois que eu passei o 4 o 3 mudou a tabela então eu poderia dizer para você que o 3 passou por aqui mas eu também não poderia dizer por exemplo que o 1 passou por aqui beleza? porque eu não tenho o estado da tabela anterior digamos que tivesse passado por aqui ele também poderia ter seguido esse caminho ou ele poderia ter seguido esse caminho entendeu? ah, mas aqui tem mais um salto você tem que entender que eu estou dizendo que o 3 passou por aqui eu estou dizendo que o 3 passou por aqui eu estou dizendo que o 3 passou por aqui números de saltos para simplificar um roteador, por exemplo, o Cisco usa 4 variáveis não é só o salto entendeu? então naturalmente dá uma tosse essa ponderação da aresta do grafo isso é um grafo, galera a ponderação da aresta de um grafo não é só o número de saltos o livro diz número de saltos para simplificar a vida do aluno entendeu? não é tão simples assim na vida real meu amiguinho bom, no próximo vídeo vou falar sobre os serviços que são orientados à conexão vamos ver a diferença para os não orientados à conexão na camada 3 do modelo OZ até mais, tchau