Chegamos então na camada 3 do modelo OZ, lógico que contando de baixo para cima, afinal o Thunderbolt é de baixo para cima. Alguns livros mais modernos fazem top down, de cima para baixo. Eu gosto do Thunderbolt de baixo para cima porque ele mostra naturalmente como é que ocorre uma comunicação, então quando eu chegar lá em cima na camada de aplicação eu vou ver naturalmente compreender tudo que é feito abaixo, ou seja, como acontece. Não adianta tentar inovar nesse ponto. Então vamos falar sobre camada de rede, embora seja redes de computadores, a terceira camada se chama camada de rede, essa não é a camada núcleo do modelo de comunicação. A camada que é núcleo do modelo de comunicação é a quarta camada chamada camada de transporte, que vamos explicar no futuro. Olha só, curso de redes de computadores baseado no Thunderbolt e arquitetura de redes de computadores. Coloquei dois livros ali porque é interessante ler mais de um livro. Camada de rede, terceira camada do modelo OZ. Ela está acima da camada de enlace de dados, então ela consome serviços da camada de enlace de dados. A camada de enlace trabalha com frames. Estes frames podem ter, digamos assim, se for um Ethernet, ou seja, se eu estou utilizando um protocolo de camada 2 Ethernet, pode ter 1500 e tantos bytes. Já expliquei com detalhes essa contagem. Eu posso dizer que a camada de enlace é uma camada útil, onde eu consigo me conectar a uma máquina dentro da minha própria rede. Com a camada de enlace, eu não consigo chegar em uma rede remota. O que é uma rede remota? Uma rede remota é uma rede que não é a minha ponto final. Entendeu a definição de rede remota? É uma rede que não é a rede em que eu estou. Ponto final não me interessa. E isso é uma puta abstração. Não importa se está no Japão, nos Estados Unidos, se está do seu lado. E a camada de rede vai me dar, naturalmente, recurso para se alcançar essa rede remota. Então a camada de rede está relacionada à transferência de pacotes da origem para o destino, independente da distância, número de saltos, onde está. E isso é interessante, não nos importa. E não somos nós que montamos o caminho, meu amigo. Aí é que está. Quando os caras pensaram na Arpa, Nete, eu já expliquei isso para vocês, eles não fizeram assim a pessoa que está transmitindo e decide a rota. Não! A rota tem que ser independente da decisão da pessoa. Porque, sabendo quem está mandando a mensagem, um soviético poderia destruir aonde ele julga que aquela pessoa passaria a mensagem. Então o próprio mecanismo tinha que definir a rota. E isso é levado em consideração nas redes de computadores modernas, tá? Então, independente do número de saltos, onde está, não depende de mim. O caminho não depende de mim e a informação vai chegar lá. Ponto final. Entendeu? E assim temos que pensar. E isso é feito na camada 3. Bom, eu já falei para vocês que a camada 3 faz um outro negócio legal, que ela, como eu posso dizer, abstrai toda a complexidade tecnológica da rede de computador. Tá ok? Ela conhece a topologia, ela sabe os caminhos e ela vai escolher o caminho apropriado e vai nos esconder toda essa complexidade tecnológica. E isso é muito importante. Nos esconder quer dizer acima da camada 3. Acima da camada 3, então nós vamos ter a camada de transporte. Tá ok? Então a camada de transporte vai ser isolada de toda a complexidade tecnológica e digo mais, só para você ter uma noção, o teu router pode ser um delink, o meu pode ser um Cisco, o... Lá na operadora é um router virtual numa infrêmea, não importa. Mas n tecnologias diferentes vão se conectar normalmente, pois todos os serviços são uniformes. Ou seja, é uniforme porque está dentro de um padrão inteológico, que tiveram que padronizar as comunicações, os protocolos, os algoritmos. Beleza? Bom, vamos lá. O que nós estamos vendo nessa imagem? Você que está vendo nessa imagem, primeiro, computador. O host 1 ou host 2, o livro diz que o host 2 pode ser uma rede. Bom, vamos imaginar que o host 2 é um computador também, para simplificar a visualização. Vou explicar para vocês. O host 1 e o host 2 são considerados dispositivos final de usuário. O seu celular também é o end deviser. Uma impressora é o end deviser, um VOIP, um aparelho VOIP é o end deviser. Então são dispositivos que nós seres humanos usamos para consumir dados ou nós seres humanos usamos para disponibilizar os dados. O que é um end deviser? É um dispositivo em que nós seres humanos usamos para consumir dados ou é um dispositivo que nós usamos para dar os dados. E aí vai vir mais para frente aquela visão de arquitetura cliente servidor, p2p, entre outras coisas. Legal. Ah, mas os meus dados passam por um router. Mas os dados não foram produzidos do router para uma pessoa. Eles apenas passaram. Por isso que o router não é um end deviser. Logo, essa imagem está bem simplificada. Teria suíte. Nós teríamos moldings aqui, ainda em moldings. Mas vamos imaginar aqui nesse exemplo que nós não temos molding. Ou seja, nós não estamos falando de uma comunicação analógica digital. Vamos imaginar que tudo é digital. Ou seja, computadora é digital, o router, que essa bolinha é digital. Entendeu? Então vamos pensar em toda aquela complexidade da camada 1 do modelo OS. Legal. Então nós temos aqui o router A, o B, o C, o D e o E. São routers que estão dentro do serviço de ISP. Ou vamos simplificar, vamos chamar de AS. AS é uma unidade autônoma de serviço. De uma operadora. Beleza? Uma operadora possui muitas AS. Coloquei um S no plural ali. Beleza, galera? AS é um A e um S só. Eu coloquei um segundo S como plural. Bom, então o que acontece? Esse serviço de ISP é o que interliga as redes de computadores dos clientes. Vou explicar, já falei para vocês anteriormente, que primeiro surgiram as redes isoladas dentro das empresas, interligando computadores e peças de computadores, daqueles antigos mainframe. E aí, então, surgiu a necessidade de conexão. E aí eles começaram a conectar de uma forma como vamos dizer, é simplesmente num grande domínio de broadcast, que é a internet clássica. E aí, depois, eles começaram a juntar mais departamentos e aí, eu falei para vocês, eles precisaram de usar bridges entre os departamentos. E aí o broadcast ficava no departamento. Beleza? E aí depois, eles passaram a trabalhar numa internet comutada. Passar a trabalhar com comutação de porta para quebrar o broadcast gigantesco, que era. E aí, vai vir a internet comutada. Só que aí, várias empresas vão perceber a possibilidade de oferecer um serviço de interligar essas redes. Mas para isso, a internet não daria suporte. Eles precisavam então de criar, naturalmente, a ideia de rotas, de roteadores, de interligação, de roteamento hierárquico. Nós vamos falar de tudo isso mais para frente. E aí, vão surgir esses serviços de SP, como essas AS de operadoras. E aí, nós temos que falar sobre man de novo e oan de novo. Beleza? Bom, mas por que eu não falei que o F é um serviço de ISP? Vamos imaginar, então, que o F é um router do cliente, que está na rede do cliente, interligando a rede do cliente, a uma rede da operadora. Então, o F para o E é a ligação da rede do cliente para a operadora. Por que fazemos isso? Porque os nossos clientes não estão na ISP. Nós fazemos rede para o cliente. Essa ligação aqui que nós estamos vendo, o Host1 direto com o ISP, é uma ligação quando você tem um contrato direto, mas também não seria assim. Você teria, naturalmente, uma infraestrutura ali. Mas tudo bem, o autor quis simplificar na imagem. Vamos olhar lá para o H2, F e o E. O H2 é basicamente o que nós temos hoje. Nós temos uma LAN, uma local área network do cliente com o router que provavelmente foi oferecido pela empresa de ISP ou pela unidade autônoma de serviço, a empresa que é telefônica, por exemplo, telefônica não existe mais. E aí, o que acontece? Ela tem os parâmetros para te ligar com o rootador E, que está dentro dessa ISP. Basicamente, nós temos também, esqueci de falar dos processos. Dentro dos computadores, nós temos os processos e temos N processos. Bom, na camada 3, preste atenção. Primeiro, desculpa, vamos voltar para a camada 2. Na camada 2, uma mensagem vai de um computador para um outro dentro da mesma LAN. Não consegue ir para fora. Dentro de um computador eu tenho inúmeros processos. Dentro do outro computador eu tenho inúmeros processos. Mas a mensagem pela camada 2 é de um computador para o outro. Não é para um processo ao outro, entendeu? Olha só, jogada. Na camada 3, na camada de rede, um computador consegue mandar mensagem para um outro computador, não importa quantos saltos, ou seja, qual a distância em saltos. A mensagem vai ter que ir, é como eu posso ser retransmitida entre esses saltos, para se chegar lá. Mas veja, na camada 3 também é de um computador para o outro. Então a camada 3 e a 2 conseguem fazer com que a mensagem chegue de um computador para o outro. O que vai linkar uma mensagem com o processo específico, ou seja, com o programa específico, é a camada 4 que vamos estudar mais para frente. Então na imagem aqui, apenas ilustrativos dois processos. Estou explicando tudo isso porque o cara colocou dois processos aqui. Beleza? Então nós temos os roteadores do ISP, que são conectados por linha de transmissão, mede uma operadora de alto nível, tem muitas empresas menores, a galera chama de gatão net, já não são mais gatão net, não tem por que ter uma gatão net. Hoje de um processo é simplificado para ter uma empresa de telecomunicação, não precisa mais de ter todo aquele trâmite do governo, tem que assinar para você e permitir. Então por que? Como era no passado. Antes de clientes, conforme mostrei aqui, nós temos o F como roteador de um cliente. Nós temos também a possibilidade de ter um modem ligando, mas aí seria uma comunicação na lógica, ou seja, imagine que eu tivesse um modem aqui num ropstein, ok? Ligando para um roteador. É possível isso, é possível isso. Nem é ligando direto para o roteador, né? O modem está aqui e na outra ponta tem um modem também. E aí esse outro modem que estaria dentro da empresa, estaria interligado com o router, tá? Lembra-se que modem fala com modem, é isso? Porque afinal ele tem que transformar o analógico digital ou o digital panológico, simples assim. O end device era o dispositivo, como o computador ali, eu mostrei, poderia ser um impressor, um celular, e os processos que estão ali dentro que são do usuário geralmente. Tem os processos do kernel e os processos do usuário, tá? Depende se está sendo executado como usuário do sistema ou como usuário comum que acabou de logar. Bom, e aqui está uma malícia do caramba, tem um professor malicioso nesse planeta, né? Pelo amor de Deus. Eles colocam isso na prova só para complicar o aluno e reprovar o aluno. Vou explicar. Você tem que estar muito atento. O livro do Taniwell fala funções da camada e depois fala dos serviços da camada, entendeu? Lá na camada de inlace. Aqui ele fala não da função como deve ser o serviço e aí ele coloca três tópicos. E depois do meio do texto ele coloca os serviços, um trelaçado no meio do texto. O que que acontece? Ele lê rápido. Ele acha que esses aqui são os três serviços. Isso aqui não são os três serviços. Isso aqui os três serviços devem ser, devem ter isso aí, entendeu? E aí o professor coloca isso como opções do caramarca. Entendeu? Não, tá? Os serviços não são esses. Esses aqui são as características que esses serviços têm que ter. E eu vou explicar os dois serviços daqui a pouquinho. Como aí? Então esses dois serviços que eu vou explicar daqui a pouquinho devem ser independentes de tecnologia presentes nos roteadores conforme eu falei. Ou seja, um delinque fala com sysc, que fala com um enfreme, que fala com tudo. Ou seja, é padronizado a camada de inlace, ou desculpa, camada de rede. Os protocolos são todos padronizados e não tem firula de fabricante. Ponto final, entendeu? Firula de fabricante que não existe. A camada de transporte deve ser isolada. Ou seja, a camada que está acima de transporte, ela não pode conhecer toda a topologia de rede. Pensa assim. Cara, eu teria que pegar uma ferramenta de desenho. É impossível explicar isso aqui sem colocar um desenho para vocês. Pera aí, vamos jogar aqui um desenho para vocês. Vamos bater um print screen aqui. Olha, vamos lá. Caramba, mano. Sabe que às vezes nós sentimos falta das coisas na hora que estamos dando aula, cara? Sério. Para a camada de transporte, eu vou te explicar. Para a camada de transporte. Oh, caramba, pera aí. É, a quem sabe fazer ao vivo, não é? Não tinha alguém que falava no trap desse aqui? Quem fala sabe fazer ao vivo? Para a camada de transporte, posso ser sincero com você? É assim. Pô, saiu o mouse lá. Eu vou meter uma interrogação aqui no meio, que não os importa. Cara, eu mandei traduzir o meu livro de Linux, né? Com escritório e tradução. Eles queriam me cobrar algo, então 16 mil reais. Só que eles me mandaram uma mensagem que minhas imagens são pouco profissionais. Minhas imagens são pouco profissionais e o meu livro não teria como ser traduzido se eu não corrigisse a falta de profissionalismo nas minhas imagens. Porra, mas... Eu estou interessado na qualidade do desenho. Sim, o que o desenho vai mostrar para vocês? Isso é que não importa, cara. Ah, e... olha lá, vamos lá. Olha que interessante. Esse item 2, esse item 2, a rede é essa. No item 2, a camada de rede faz uma abstração tão perfeita, tão perfeita, que é para camada de transporte, para camada de transporte... Caramba. Quem sabe fazer ouvir, mas também faz merda, né? Para camada de transporte... É assim. Para camada de transporte que está acima da camada de rede, é assim. Origem enxerga o destino diretamente, não importa o que tem ali no meio. É sério? Então quer dizer que os processos de P1 vão conversar com os processos de P2 e, dependente se nessa interrogação tem Cisco, Delinque, se a mensagem foi para o Japão, se foi para a Coreia... Olha lá qual Coreia, hein? É realmente para a Coreia importa. Para a China importa, né? Não importa, meu coleguinha, não importa por onde passou e por que tecnologia foi, quanto salto foi. Para camada de transporte, o processo 1 vai enxergar o processo 2. Isso tem um monte, um monte de problemas que vão acontecer. Mas eu vou deixar isso para camada de transporte, vou apenas deixar essa explicação assim para que você entenda a abstração que a camada de rede faz. Então, ok? Eu estou meio visseado na camada de enlace, tá galera? Ah, muito enlace. Estou sacaneando, pô. Os endereços de rede que tornam os pacotes disponíveis para a camada de transporte devem usar um plano de numeração uniforme. A Carissa era um outro problema. Olha só. Imagina o seguinte, que o processo P1 vai conversar com o processo P2, mas se as duas máquinas estão na mesma lan, fudeu. Entendeu? Ah, como assim fudeu? Pela mesma lan tem a camada de enlace? Transmitiria pela camada de enlace? Qual o problema? Entendeu? Mas se estão em redes diferentes, seria por camada de rede. E se eu tivesse uma numeração, tipo 192.680.0, alguma coisa, alguma coisa, alguma coisa, que fosse para as lanas. E endereços como 201.553.218, que fossem para a UAM, por exemplo. Olha que legal. São endereços, os uniformes, ambos de 32 bits, ou seja, 4 octetos. Não importa se os dois computadores, se eu uso a camada 3 para me conectar, não importa se os dois computadores estão na mesma lan ou estão em lan separadas por uma UAM. Não importa. Não importa. Então, cria-se uma numeração uniforme, que nós vamos falar, tem 32 bits, dos quais são separados por classes. Eu vou explicar para vocês endereçamento IP, melhor que o livre, inclusive, vou ter que me aprofundar. Vou mostrar para vocês a questão de o range, que é destinado às lanas, range destinado ao UAM, endereços reservados. O que é multicast, endereço de multicast? Então, mais para frente, eu vou explicar para vocês sobre o endereçamento IP, mas já vou te falar. O endereçamento IP tem até aqui, são 32 bits, a versão 4. E 128 bits, a versão do IPv6. E quais são os serviços? O serviço são serviços, não orientada conexão e serviços orientada conexão. Eu acho isso croto demais esses nomes. Eu colocaria que seriam serviços, que são, como posso dizer assim, é muito difícil de achar um termo. Olha só, que que é um serviço orientada conexão? Em um serviço orientada conexão você tem um handshake, seu nome é orientada conexão é, que em toda hora que eu falo orientada conexão você levanta da sua casinha cachorra vagabunda. A minha cachorra galera. Toda vez que eu falo orientada conexão você vem me lamber. O que está acontecendo? Eu não tinha esse comando não, não, não, não, não, não, não tem passeio. A sua casinha vai, vai ditar. Foi mal galera, mas não vou cortar o vídeo não cara, estou tão cansado. Olha, o serviço orientada conexão você tem que primeiro trocar parâmetros entre os dois elementos, vamos imaginar que é uma comunicação orientada conexão entre dois elementos somente. Você tem que trocar parâmetros de como vai ser a conexão, taxa, memória, processamento e durante toda transmissão de dados que vai demorar é trocado feedback de um lado para o outro para manter esses parâmetros. Por isso que ele diz que é orientada conexão, entendeu? É lógico que o não orientada conexão, inclusive eu nunca gostei da ordem que o Tanebou coloca, porque mais fácil é explicar orientada conexão depois eu explicar o não orientada conexão. O que é o não orientada conexão? Não faz porcaria nenhuma isso aí cara. Ele simplesmente manda e se dane. Entendeu? Engraçado que o Tanebou ele é professor, né cara, ele foi, na verdade ele tá vivo ainda, ele só não é mais professor, eu acho que ele tá vivo. Tanebou, só para curiosidade de vocês, Tanebou é o único ser humano, vivo, vivo, que tem alma penada que atrapalha a vida dos alunos até hoje. É sério, é o Tanebou. É um protocolo clássico aqui desse mundo de camada 3 do modelo OSI, vamos imaginar que nós estamos pensando só na camada 3 do modelo OSI. Um protocolo clássico aqui é o protocolo IP. O protocolo IP ele foi idealizada muito tempo atrás, é um protocolo para transmissão de dados, ok? Ou seja, dados estão passando dentro dele. Isso é importante. Logo, logo nós vamos ver os protocolos e aí nós vamos ter que separar os grupos de protocolos, protocolos de roteamento e protocolos roteáveis. Todo protocolo que transporta dados é protocolo roteável. Vou repetir. Todo protocolo que transporta dados é protocolo roteável. Ponto final. Entendeu? Dados de usuário. Beleza? Então o IP é um protocolo roteável, transporta dados de usuário, que é a base hoje da internet. Basicamente, internet trabalha com isso aí, nem sempre, tá? Existem também redes com IPX e Apple Talk, por exemplo, tá? Que dá uma torce. Minha saúde nunca é boa, galera. A pacote transporta um endereço de destino, naturalmente, e para alcançar. E, kd? Pô, não tá colocado aqui o peguei do livro do Thanebo, tá? E também um endereço de origem. Por que tem que ter o de origem e o destino? A mensagem tem que ir. Quando chega na outra ponta, então, é trocado origem e destino, entendeu? Ele só troca os campos e aí a mensagem volta com a resposta. Sempre assim, né? Eu peço resposta. Eu peço resposta, tá? Ah, eu tô mandando dados. Então você manda dados e tem feedback que chegou aos dados, entendeu? No passado, existiu somente IP. E o IP não tinha ideia que os 32 bits pensam. 2 elevado a 32 endereços no mundo. 2 elevado a 32 faz o cálculo em uma amiguinha. Então, ok? Seria o número de endereços. Mas não deu, né, cara? Não deu. Não deu. A princípio, mas por um erro da Iana. A Iana que criou essa ideia de numeração, tá? E a Iana queria que Iana é uma organização, galera. Não tem nada a ver com minha tia Iana, tá? É... Eu conto essa piada da minha tia Iana na sala de aula. Então, o que acontece? É... Na ideia da organização Iana, cada placa de rede no mundo estaria ligado numa grande rede mundial. E seria inacessível isso. Cara, você já pensou na questão da segurança, viu? E é lógico também que 32 bits não daria pra tudo isso. Depois, quando começou a perceber que o vai haver a falta, tá? Eles começaram a reorganizar as redes e os endereços para um negócio chamado guarda-chuva que eu vou lhes ensinar mais pra frente. Tá? Legal. Peraí, dou mais uma torce. Cara, voltou o cachorro, meu. Oh! Caramba, mano! Ó, não, não, não, não, não, não. Não. Como é que você acha que eu vou comprar a sua ração? Hum? Dando curso. E se você... Não, não, não tem amizade. A gente não é mais amigo, não. Não é mais amigo, não. Ah! É bom de manter pastor alemão. Vai deitar, vai. Porque eles... Eles acreditam que você vai... Eu não posso falar a palavra rua? R-U-A. Entendeu? Porque... ó, vai mexer a paciência aqui agora. Ah! E aí, depois, eles criaram os 128 bits, tá? Um PV6. Então, eles criaram a ideia de PV4. Muito depois do IP, tá pronto, galera. Quando a ativada tá acabando, os caras colocam o V4 e já criam o V6. Ou seja, tá? Como eu posso dizer, eles não acreditavam na... No princípio que a rede de computadores chegaria a esse ponto. Quando eles criaram uma arpa, né? Eles falaram que seria impossível chegar em 256 nós. 256 nós era um número inalcançável. E olha isso aqui hoje. Olha isso hoje. Então, os serviços não orientado à conexão, os pacotes, eles, como eu posso dizer, eles vão ser transportados e injetados individualmente. Sabe uma coisa? Eu vou fazer o seguinte, vou parar a aula por aqui. Eu vou passear com esse cachorro. E aí, eu vou criar uma nova aula só sobre serviço orientado à conexão. E depois eu cri uma aula só sobre serviço orientado à conexão. Porque aí, depois, o aluno quiser refrizar somente o serviço orientado à conexão. Ou não orientado à conexão, ele tem um vídeo mais curto pra ele assistir. E eu vou passear com esse zero, com essa cachorra zero ela aqui. Até mais, tchau.