Então, o Ethernet é o protocolo mais encontrado nas redes locais, ou seja, as LANs, que nessas LANs nós encontramos os dispositivos finais dos usuários. Na UAN nós não encontramos dispositivos final de usuário. Vamos lá. Aqui. Bom, então quer dizer que uma rede local Ethernet é composta de hardware e software, e eles trabalham junto. Se você ler o livro do Thunderbolt, você vai ver que até 1924, a ATT era especialista em hardware, mas ela passou a acreditar que software seria uma possibilidade de evolução. Por que? A ATT esbarrou nas limitações do mundo físico localizado nos hardware. Então, software foi, naturalmente, mais bem trabalhado, passaram a trabalhar melhor com software para tentar utilizar da melhor forma possível esse meio físico para fornecer, naturalmente, dados digitais entre equipamentos, computadores, vamos colocar assim. E a Ethernet tem quatro elementos básicos, são esses. Quadro, protocolo, componentes e meio. Vamos lá. Nós vamos começar a explicar sobre quadros e protocolos. Depois nós vamos avançar para componentes e meio. Vamos primeiro falar do quadro. Lembrando que nós vamos avançar dentro dessa teoria toda. Então, provavelmente essa imagem vai aparecer mais de uma vez. Provavelmente não ela vai. O coração da Ethernet é o quadro. Nós vimos que o quadro foi definido lá no Alorra e foi definido na Geeks Sherox. Depois foi naturalmente homologado na I-300, fevereiro de 1980. O quadro tem um preâmbulo de 64 bits. Eu vou explicar cada campo. Ele tem o endereço de destino e o endereço de origem, 48 bits, cada um desses endereços. 16 bits, nós vamos ver que ali eu consigo saber o tipo do que tem data e também o tamanho disso. Porque temos que saber que esse protocolo é de tamanho variado de 46 a 1500 bytes. É a carga útil dele. Tem um subcampo que não está nessa imagem. Isso me irrita. Esse campo data aqui, esse campo data, na verdade são dois campos. Ele é chamado campo de enchimento, que é de 0 a 46. Entenderam? Porque nós temos um tamanho mínimo do começo do primeiro bit aqui até o último bit. Se eu não conseguir completar o tamanho mínimo, eu vou explicar o porquê, tem o preenchimento. Por isso que o mínimo é 46. 46 é o campo de preenchimento. Acontece que se tem mais que 46, o campo de preenchimento é colocado dados dentro dele, dados e do usuário. Então isso, nós temos que conversar ainda. E logo em seguida nós temos ali um check santa. E sabemos que um check santa um pequeno como esse só pode ser mesmo para validar e o quadro está correto. Não dá para corrigir. Se eu dar para saber se ele está correto ou não, não dá para corrigir. E nós vamos ver que, no caso do internet, é utilizado uma validação por polinômio. Já expliquei anteriormente para você sobre isso. O preâmbulo tem 64 bits. E existe para sincronismo entre as estações quando se considerado uma rede de 10 megabits por segundo. Eu sei que você vai falar por que eu tenho que saber sobre rede de 10 megabits por segundo, se essa joça não existe mais. Eu vou te explicar porquê. Porquê você vai mandar um maneiro para mim. Caramba! É o meu encode do maneiro-maneiro para mim. Caso você queira contribuir com esse projeto, caso queira, não é obrigatório. Você pode mandar lá, naturalmente. Tem R$5 para mim, de bom tamanho. Uma doação de bom tamanho. Para esse que é encode de maneiro, estou juntando o maneiro para minha aposentadoria. Eu não vou ter aposentadoria, porra. É sério, cara? Então, manda lá o maneiro para mim. Bom, vamos lá. Porquê todo modelo de comunicação foi concebido para 10 megabits por segundo. E mantence o padrão legado. Então, tudo foi projetado. E teoricamente, agora, funcionaria 10 megabits por segundo normalmente, se você tiver o meio físico adequado para isso. Tá? Tem esse detalhe. Como assim? Porra! Então, vai definir um número, porra? Vou definir um número? Tem nanosegundos. Então, tudo foi projetado para 100 nanosegundos de uma máquina outra. Ou esse é o tempo esperado para atingir 10 megabits por segundo. Legal. E isso, inclusive, é um dos limpecilhos para tertas distâncias de certos cabeamentos. Sistemas modernos, por exemplo, o Fast Internet e Gigabit Internet usam sinalização constante, como andando sinais constantes. Naturalmente, para evitar necessidade de um preâmbulo. Mas, manda o preâmbulo. Ou seja, ele quer dizer o seguinte ao livro. Ele manda o preâmbulo para manter padrão. Mas, ele não usa. Tá? Fast Internet e Gigabit Internet mandam o preâmbulo para manter o padrão. Ok? Acreditando que, do outro lado, pode ser um Ethernet clássico. Tá? Vamos colocar assim. Mas, ele realmente não utiliza. Ah! Vamos ficar a dica aí. Então, esse primeiro preâmbulo serve para isso. Ele manda 64 bits, encenda nos segundos. Pera atenção. Enseña nos segundos esses 64 bits, alcançam a outra ponta do cabeamento. E aí você está dizendo, eu quero falar, eu quero falar, eu quero falar. É para esse teve o preâmbulo. Eu quero falar, eu quero falar, eu quero falar. Entender? Próximo campo é o endereço de destino. Você tem que entender o projeto. Você tem que aprender a ser um bom programador. Como que você aprende a ser um bom programador? Porra, vendo as soluções que já foram dadas, certo? Por exemplo, vamos voltar nessa imagem aqui. Por que o destino vem antes, o... Desculpa, por que o endereço de destino vem antes do endereço de origem? Tem por... Cara, não li isso em livro nenhum. Tá? Eu te falo agora, não li livro nenhum. Tá? Seguinte. Ele... Leu 64 bits aqui. Imagina assim, uma chuva de dados chegando. Eu leio 64 bits de sincronização. Logo em seguida, eu leio 48 bits. E aí eu descarto, se não for para mim. Olha como seria se tivesse invertido aqui. Eu teria que ler 64 bits de sinalização. 48 bits, uai. Que é origem, que não me importa. O que eu preciso saber é, isso é para mim? Por enquanto, também importa a origem. E aí eu tenho que ler mais 48 bits. Olha o número de operações. Pegaram? Pô, a gente tem que pensar como programador, cara. Ó, e o endereço, tanto o endereço de origem quanto destino, se você olhar, são 48 bits, tá? Tá chumbado na placa de rede. OK? Muitas placas, mãe, têm chumbado também a placa de rede, né? A placa de rede da placa, na placa, mãe. Todo dispositivo de rede, tá? Ele tem esse endereço de 48 bits para localizar a máquina dentro da infraestrutura, dentro da LAN. Ou seja, não pode ter duplicidade de endereços, MAC, dentro da LAN. Até onde vai a minha LAN? Até o domínio de broadcast. Porra, mas o que é que é o domínio de broadcast? É até onde vai uma mensagem minha enviada ao broadcast. Tá? Então, por exemplo, um broadcast aqui na minha máquina, vai alcançar os roteados só. Porque só tem minha máquina aqui nesse cabo. Tá. Vamos colocar aqui o seguinte. Na sua escola, geralmente, a rede dos alunos é separada da rede administrativa. Então, um broadcast na rede de aluno vai alcançar todas as máquinas dessa rede aluno e não vai alcançar a outra subred. Tá? É um router para fazer essa brincadeira intermediária ali, entre as duas subreds, tá? Legal. Não pode ter endereço duplicado. Tá, mas qual é a chance disso acontecer? Então, vamos lá. A i3z publicou, na verdade, ela administra, tá? Ela administra os primeiros 24 bits. Ele chama de OUI. Como funciona? A Realtek tem o mesmo OUI. Ah, pera aí. A Intel, que também faz placa de rede, tem outro OUI. Ah, puta merda. Então, quer dizer que os primeiros 24 bits, lógico, né? Pode ser que a Intel tenha mais de um OUI, né? Ela pode ter muitos produtos. Já vou te explicar sobre produtos produtos. E essa parte aqui, ela incrementa os outros 24 bits, a própria dona do OUI, por exemplo, a Intel, vamos pegar a Intel como exemplo, ela vai incrementando aqui, incrementando, a cada placa que ela produz. Quando chega no final, ou seja, F, F, F, F, F, F, elas deram. Puts, pera aí, você tá querendo me dizer que a chance de ter uma placa com mesmo endereço é de 2 elevada 24. Ok? 2 elevada 24. É coisa pra caramba, gente. Isso, no meu caso, é bem grande. A chance é mínima, lógico. E mesmo assim, a Intel tem a manha de vender pra mercados diferentes, tá? Essas placas. E tiver duplicidade. Acontece que a Intel, vamos pegar a Intel como exemplo, ela produz placa de wireless e placa Ethernet. Plástica, ou desculpa, Ethernet, tá? Um RJ45. A Intel pode pedir um OUI diferente pra placa de wireless e um OUI diferente pra placa, ali, física de rede RJ45, tá? Ah, e isso é muito comum, tá? Inclusive, quando nós adentramos em uma rede, tá? Não sendo chamado. E nós vasculhamos a rede. Se você procurar um cara chamado NMAP, se você passar os parâmetros corretos, o NMAP, ele mapeia o maquedros de cada máquina na subreddit. E que tá ligado, lógico. E aí você consegue, pela parte OUI, descobrir o que é o seu alvo, o que é a máquina que você tem que fazer de intrusão. Porque muitas máquinas têm vulnerabilidades. Por exemplo, os notebook Lenovo, quase tudo, cara. Os Dell Hatch, Hatch de fabricante. Você pode buscar uma vulnerabilidade no Hatch do fabricante daquele modelo específico, por exemplo. Com acesso ao firmware WER, tá? Dá pra você fazer atualização de firmware WER. Então, esse endereçamento aqui, ele segue esse padrão. Tanto pra origem quanto pra deste ano, tá? Legal. A maioria das vezes, o campo type, o tamanho, né? É usado para identificar o tipo de protocolo de alto nível que tá lá dentro do campo. Quando novamente pensar como um programador aqui, tá? Legal. Pébsinclonismo, pô, é pra mim mesmo, tá vendo aqui? É pra mim mesmo. Pô, isso é pra mim mesmo. Próximo, você conhecer de bits. Vai que eu tenho uma lista de negação de endereços. Não tenho. Não me importa, então, origem. Aí eu consigo ver o tamanho e o tipo do que é que tem aqui dentro. Por quê? Meu, se você sabe o que tem aqui dentro, você pode otimizar a leitura utilizando o SEC. Por exemplo, você faz a leitura, SEC, até uma certa posição. Faz a leitura, dá um SEC em outra posição. Você consegue ter uma máscara de leitura muito adaptada porque tem ali dentro. E isso faz com que tudo esteja muito rápido. Pensa, você tá recebendo o DVD da Shakira. Quantos frameszinhos você vai receber? 4.7 giga, o seu DVD da Shakira. Assumindo que quem tá mandando e quem tá recebendo está na mesma rede. Tão usando Ethernet e estão usando o máximo, que é de 1.500 bytes, dividindo 4.7 giga aí por 1.500 bytes. Supondo que tá tudo perfeito e que vai preencher aquele campo. Não vai calei um bitzinho fora. É o clã aí que você vai ver. Então, essa leitura tem que ser muito rápida. Eu faço uma leitura, aqui outra leitura, dá um SEC pra cá. Sei o que que é. Já sei como ler isso aqui. Pá, pá, pá, pá. Leio como máscara. Tem parecido com um cast. Você já virou isso em programação. Um cast. Vamos colocar assim, tá? Então, por isso esse campo é um puta campo facilitador. Eu vivo falando pra vocês. Entenda como foi dada as respostas pros problemas. Temos computacionais que num dia que você tiver numa reunião, que precisar da sua opinião sobre alguma estratégia, você tem a bagagem conceitual pra dar um caminho, um norte, tá? Esse campo também pode ser usado pra transportar informações de comprimento, tá? E naturalmente o que tem ali dentro. A medida que eu tenho ali, os campos de preenchimento, né? Eu juro que eu ia colocar aqui um suti com preenchimento. É sério, eu ia colocar. Mas eu pensei na distância que vai dar uma ouridoria pra mim. Eu tô cheio de ouridoria lá onde eu trabalho, então melhor não pôr não, né? Vai ter o preenchimento caso não tenha a quantidade de bytes, né? Mínima, que são 64 bytes, gente. Como assim? Pressione o mínimo desse bit até esse último bit, estão 64 bytes. Então quer dizer que ele vai preencher até 46. Digamos assim, passo uma cartinha vazia, não dá. Assim como não dá pra você zippar um txt com 0 bytes. Não dá pra você mandar um quadro eternético com 0 bytes, cara. Aí ele vai lá e vai preencher com 46 bytes. Por que isso? Opa! Isso aqui é o projeto. Esse campo aqui, esse cara aqui, ó. Esse cara dava ali 100 anos segundos de uma ponta outra, certo? Então os caras perceberam que se eu mandasse um quadro, presta atenção, se eu mandasse um quadro, o primeiro bit do quadro tá indo pelo canal, pelo meio físico. E o primeiro bit ainda não chegou do outro lado, do cabo. E eu já terminei de transmitir o último bit, o deu. Se isso acontecer e der uma rajada, eu perco o quadro inteiro e não tem como saber que foi perdido. Então os caras pensaram o seguinte, olha, vamos pegar aqui na piola das merdas, 10 megabits por segundo, né? Legal, eu preciso de 64 bytes pra mandar por isso aí. E o primeiro bit chegar lá no destino, vai tá saindo o meu último bit aqui. Então eu ocupei o canal inteiro, eu ocupei o canal inteiro e eles perceberam isso, tá? Por isso que você tem um campo de preenchimento. Mas pô, os caras não falam isso, não? É, os caras não falam isso, né porra? Por isso que tem 46 bytes ali só pra isso. Mas digamos que o meu DVD da Shakira tenha bastante enchimento, ter é que vocês entenderam, hein? Eu nunca reparei de se ela tem, eu não tenho enchimento. Ficamos que tem bastante enchimento ali, meus 1500 bytes. Pô cara, eu não vou despedir só 46 bytes. Então o enchimento não é enviado, não é enviado nenhum enchimento. Ele é aproveitária de enchimento pra colocar os bytes. Quando essa explicação é muito difícil pra muita gente explicar, eles costumam colocar esse campo assim, né? De 46 a... Tá, entendeu? Então por causa disso aí. Mas saiba disso, agora vocês estão sabendo. Então uma olhadinha na se a Shakira tem enchimento suficiente, tá? Eu não vou olhar, nós estamos a põe em casa. Piquente, próximo campo, Shakshan. Porra, falou em Shakshan não é a correção de erro. Vocês sabem disso. Falou em Shakshan é o que? Validação se está correto ou não. Ou seja, se está errado. Não consigo fazer nada pra corrigir. Afinal, pô, 32 bytes pra corrigir 1500 bytes é impossível. Tá? Eu já passei pra vocês, né? O Whid Solomon, né? Código de Rémen. Já passei pra vocês, pô. Olha aí, tá? Na playlist aí. Outra coisa, siga sempre a playlist e outra coisa. Meu códigozinho, moneiro, moneiro. Premi-Shack Sequence, da FCS. 32 bytes e isso aqui é um cálculo de polinômio. Calcula de polinômio é a forma de validação de erro que consome menos e ele vai utilizar. Então, como isso eu expliquei pra vocês, todos os pedacinhos aqui. Legal. Outra coisa que vocês têm que saber. A rede, né? 10 megabits por segundo, ela foi projetada no padrão de comunicação Half Duplex. Eu enche a boca pra falar disso. Half Duplex. E até hoje as redes de computadores iniciam como Half Duplex. E aí elas fazem auto negociação. Se os elementos podem ir para um Full Duplex, então os dispositivos conversam em Full Duplex. Mas por padrão, toda a LAN vai iniciar no Half Duplex para manter o padrão de 10 megabits por segundo. Eu sei que você vai falar assim, porra, pô. Joga essa merda fora, isso não serve para nada. Não, isso segue, tá? Não sei para quê. Então digamos que serve, tá? Sera para manter o padrão, pô. Serve para manter o padrão. Segue para compatibilidade com qualquer coisa. Se essa merda toda desabada, essa rede mundial, não foda-se Lanja Geral, qualquer placa de lixão, qualquer placa de rede vai funcionar. Entenderam? Vai dar para remontar. Ok? Pensa nisso. Lembre-se que esse é o objetivo das redes de computadores. Estou ao governo e está tentando mudar isso, mas não vai conseguir. Que um conjunto de regras vão ser naturalmente aplicadas. Primeira coisa, então, o Half Duplex. Half Duplex funciona assim. A, envia dados para B durante um segundo. Galera, um segundo. Eu estou exagerando. Porque eu sei que esse um segundo é um tempo que sua cabeça consegue processar. Eu não quero falar de não nos segundos, tá ok? Um segundo. Pá! Conta aí. Pronto. Mandei. Ok? Logo em seguida, ocorre um tempo de espera. Não está dizendo que nem imagem. Tentei conseguir uma imagem boa, não consegui. Acontece que um tempo de espera. Por que um tempo de espera? O sinal que eu enviei de A está indo, está se propagando. Está se propagando, está se propagando. Demorou um tempo, cara. O meio físico sofre impacto de que? Porra, das leis da física, meu. Entender? É para isso que você estou física do segundo grau, meu. Espero que tenha estudado. Aí, então, tem um tempo de propagação do sinal. Pá, pá, pá, pá, pá, pá. Que por via de regra é duas vezes o tempo do canal. Como assim? Você não pensou filha da Égua. Você acabou de falar que é o tempo de propagação do canal? O professor filha da Égua. É o seguinte, ó. Se tiver uma colisão aqui, aqui no finalzinho, o A tem que ouvir a colisão. Então, utilizando a teoria de limites, eu sei que você fez cálculo 1 na sua universidade, não fez para quem serve cálculo 1, né? Usando a teoria de limites, tá? Aqui no limite, no limite, no limite, no limite, no limite. Arredondando tudo da dois tempos do canal. É o quê? É igual ao limite próximo de zero. Seja viru isso em cálculo. Dois tempos do canal. Passando isso, então, o B começa a transmitir. Entenderam? Isso tá escrito no livro do Thunable. Eu já estou acabando de explicar para vocês. Mas tá escrito no livro do Thunable e você vai ter que entender as entrelinhas dele lá e as vírgulas. Tá? Não tá assim tão bonitinho assim. Legal? Bonitinho só eu. Thunable é feio. Ahahahahah. Nós temos um protocolo chamado protocolo de controle de acesso ao meio, cara. É uma outra dúvida isso aqui, tá? Acontece que o seguinte, esse protocolo, ele funciona de uma forma muito simples, tá? O Ethernet, ele força esse protocolo de acesso ao meio. É o seguinte, cada computador equipado com o Ethernet opera independente de todas as outras estações da rede. Então, não existe um controlador central. Pô, mas eu já vi isso em algum lugar. Eu já ouvi isso em algum lugar. Thunable, quando ele vai explicar o capítulo 4, logo no começo. Capítulo 4, logo no começo. Tá? Na verdade, não é bem no começo, é uma simpática, mais ou menos. Legal. Então, quer dizer que é o seguinte, cada estação tá por si só, e não tem uma outra estação dizendo pra mim, transmite você agora. Ou você agora ouve. Não. Tá? Legal. E aí, naturalmente, os sinais Ethernet são transmitidos da interface, enviado por esse canal compartilhado. Opa! Canal único compartilhado. Rapaz. E esse cara tá entrando nas premissas. Lembra das premissas? E tanto cai nas provas de rede de computadores? Vai lá no capítulo 4. Eu já expliquei aqui as premissas de acesso ao canal. Tá lá no começo do capítulo 4. Tá? Ah, calma que vai vir mais premissas aí. Então, o quad Ethernet, ele é enviado pelo canal. Certo? Legal. Todas as interfaces Ethernet conectadas ao canal, então, vão conseguir ler os bits de sinal. Tá? Ler. Tá? E aí, eles observam o segundo campo. Repare, olha o programa do Vinday. O campo de destino. Se desse campo de destino, esse endereço é o Mecadros. Pate com o meu endereço de Mecadros. Opa! É pra mim. Então, aí, o processo. A mensagem. Tá? A interface cujo o endereço correspondente de destino do quadro, vai continuar lendo. Normalmente, se não é, vai descartar. Beleza? Não é, vai descartar. Beleza? Lembrando que tem uma ressalva aí, tá? Pra esse momento aqui. Porra, eu colocar um asterisco aqui, cara. Tem um endereço que corresponde a todas as placas de rede. F, F, F, F, F. Eu não vou falar todos os F, tá? Ou seja, se você manda uma carta numa subreddit, com tudo em F, ou seja, todos os 48 bits em 1, tá? Eu não vou falar aqui. 1, 1, 1, 1, 1, 48 vezes. O que vai acontecer? Todas as máquinas recebem e processam, tá? Mesmo não sendo o endereço dela. E isso vai ser a raiz do broadcast. Vai ser uma raiz do broadcast. Então, o protocolo mais utilizado da internet, já falei pra vocês, protocolo utilizado, né? E com certeza, outros protocolos já foram propostos. Protocolo CSMA, que eu já expliquei pra vocês em vídeos anteriores, com TD, tá? Funciona como um jantar, todo mundo jantando em uma sala escura, onde os participantes só podem ouvir uns aos outros. Não pode ver, não pode ter, só pode ouvir. Você não consegue ver ninguém. Eu vou ser como que os caras estão jantando, mas tudo bem. E aí, todos ao redor da mesa devem ouvir. Imagina que ele breu total. Você não consegue ver nem quantas pessoas estão na mesa. Pensa assim. Então, você tá tentando ouvir. Isso é você sentir a portadora. Opa, premissas. As premissas aparecendo de novo. Depois que um espaço de templo ocorre, todos têm a chance, igualzinho de dizer algo, acesso múltiplo ao mesmo canal. Olha mais aí. E aí, naturalmente, pode ser que aconteça. Deu falar e outra pessoa falar ao mesmo tempo. E aí a gente pô, né? Folhinha verde. Ah, não tem folhinha verde nessa história. Se duas pessoas começarem a falar ao mesmo tempo, então, detectam e param de falar e tentam. É muito comum ver isso aí, sabe? Quando você tá fazendo live com várias caras, e aí essa live tem um deleizinho e aí você atropela outra pessoa. E aí fica naquele, pô, cara, desculpa aí, não é? Vem um desculpa aí, né? O protocolo nosso é desculpa aí, né? Das máquinas, não. Das máquinas, elas simplesmente param de falar. E não pede desculpa porque vai ocupar o canal, pô, pra pedir desculpa. Esse carre essência do protocolo significa que, antes de transmitir, cada interface deve esperar até que não haja sinal no canal. Escuta o canal. Não tem dados. Aí você vai entender o 64 bytes aqui, ó. Como assim? Então imagina que você tá lá no jantar lá na mesa. Tá lá na mesa. Aí você começa... O seguinte, pessoal, você tucil. Aí todo mundo parou. Tivemos que seja isso, né? Repare que você utiliza aquele 64 bytes pra sincronizar com os caras. Pra você... Ó, seguinte, entendeu? É, pera aí, galera. Tem um negócio que tá acontecendo. Você tá entendendo? Eu tô usando... Eu tô usando aqui... Eu tô usando essa teoria com vocês, entendeu? Então isso pode ser feito. Por isso, o 64 bytes ali, tá? De prefasso, tá? Preâmbulo, desculpa. Se não houver sinal... Galera, minha barriga arrombou, tá? Foi peído, não. Se não houver sinal, ele poderá então começar a transmitir. Se outra interface estiver transmitido, bom, não vai dar. Não tem como ter sinal. Todas as outras interfaces devem esperar ter que a portadora esteja ociosa. Ou seja, ninguém esteja falando, tá? E se acontecer de mais uma estação, transmitir ao mesmo tempo, é natural que nós podemos parar de transmitir, escolher um tempo aleatório por um algoritmo de Becó. Tá? E eu acho que vou até sublinhar isso aqui, cara. Isso aqui é importante. Um algoritmo... Nossa, você ficou uma bosta. Aqui, não, pera aí. Um algoritmo de Becó. Vou jogar no itálico. Aí eu jogo em fundo, assim, e um laranjão. Tá, acho que é muito importante. Então, existe um algoritmo customizado por meio que está sendo utilizado, que vai projetar qual é o tempo que deslote. Eu chamo de tempo de deslote. E, naturalmente, é o meu tempo de dormir, tá? Eu calculo o tempo de deslote, calculo o tempo de deslote, multiplico por dois o deslote e randomizo, digamos que eu randomizei, 4. 4 vezes 2 os slots. E aí, eu vou dormir. Qual está muito o slot? É o tempo do canal. Entenderam? Isso, inclusive, é descrito no livro do Tannibal com equação matemática. Beleza? Legal. No próximo vídeo, eu vou avançar no protocolo Mac. Quer dizer que no livro que estamos lendo aí, eu vou dar um salto lá para frente, aonde ele vai entrar mais a fundo nesse protocolo Mac, que eu acabei de explicar de uma forma muito superficial. Depois, eu vou voltar para falar de hardware de Edge. Tá? Então, eu não vou seguir exatamente a sequência de páginas do livro, então. Beleza? Então, até a nossa próxima aula. Até mais. Tchau.