Subcamada MAC Introdução Aula 029

Aula 30 · Redes Teórico

Transcrição do áudio

Bem-vindos alunos ao curso de redes de computadores. Nesse vídeo vou falar da subcamada MAC, compreender. Vamos lá, vamos falar de acesso ao meio, ok? Então nós vimos nas últimas aulas, se você olhar, nós já falamos da camada física completa lá, falamos dos meios físicos, do cabo do calico, do coaxial, da fibra ótica, vimos isso, beleza? Tranquilo. Agora nós vamos falar sobre a subcamada MAC, que é uma subcamada da camada de inlass e que está logo ali em contato com a camada física. Ela ainda é real, tanto que se você comprar uma placa de rede e você colocar na sua placa, você vai ter o MAC Address, mas eu vou falar com vocês ainda nessa sequência de vídeos aqui, mais para frente, lógico, no final deste material aqui. Então você coloca, você vai ter o address MAC Address, colocar de bonito, certo? E você pode trocar lógico no sistema opressional, mas na tua placa não, esse número fica fixo na placa, ter uma noção que essa subcamada MAC é muito próxima ali ainda do hardware físico, tá? Então é interessante esse padrão e 3e, 802, então nós vamos ver um padrão definido chamado 802, já vamos ver uma parte, uma parte ainda de deste número, tá? Que são padrões definidos e que nós vamos utilizar principalmente em nossas lanças. Então se cai na prova, né? Alguma coisa sobre 802, saiba que nós estamos falando de protocolos projetados para lanças e algumas manas, tá? Lembrando que uma pessoa pode assumir protocolos devido a sua grande quantidade de pessoas, protocolos de UAN, tá? Tudo bem, mas a LAN, esse padrão 802 será usado de forma extensiva, tá? E nós já vamos falar sobre internet logo logo, vou rapidinho chegar lá, vamos lá, vamos só dar uma sapeada aqui nessa imagem, vamos só, a subcamada MAC, então ela vê que eu como eu falei, ela está muito próxima da camada física, tá? Logo depois nós vamos encontrar a subcamada LLC, tá? A subcamada LLC ela é interessante porque ela já é o nosso lógico, já é o nosso virtual, então a fronteira, né? Entre o mundo real e o virtual, vamos colocar assim, o mundo lógico, ele é justamente ali a fronteira subcamada MAC e a subcamada LLC, inclusive a LLC possui protocolos internos, tá? E que utilizamos eles então para acessar a subcamada MAC, beleza? Olha que interessante essa imagem. E aí naturalmente na próxima aula nós vamos colocar mais detalhes, mais detalhes, com terminar esse capítulo você vai lá, assiste o vídeo de camada de rede fantástico, tá? Fique crack aí. Você sabia que o padrão IE802 tem esse nome pois foi registrado em fevereiro de 1980, ou seja, fevereiro é 2, 80, viu? 82, tá? Uma particularidade aí, beleza? Os enlaços, então nós já falamos sobre os enlaços, eu acho interessante que o livro do Turnbull ele gasta lá com os parágrafos explicando o por que que explica a subcamada MAC como um artigo, parte e logo depois da camada de enlace. Eu vejo assim, eu vejo o Turnbull como um cara especialista em aprendizagem significativa, tá? Aprendizagem significativa é uma teoria cognitiva ali da década de 60, tá? É um cara chamado David Alusbel, Alusbel exatamente, e posteriormente novo. Então lá na psicologia esses caras trabalham muito bem com aprendizagem significativa, né? Mostram como é que funciona e eu acho que o Turnbull compra essa ideia. Porque o capítulo de enlace então do Turnbull ele é meio superficial, ele não vai tanto assim nos detalhes como nós vamos ver aqui a partir desta aula. E para você ter uma ideia esse capítulo é justamente um dos capítulos que eu vi, assim, são o capítulo mais complicadinho, certo? Então ele te dá um bom... ele coloca os esteios no seu cérebro, no capítulo anterior, nesse capítulo então ele termina de passar ali detalhes mais técnicos. Bom, os enlaces de redes podem ser divididos em duas categorias, né? Então olha só que interessante, nós temos um enlace, né? Que é o domínio da minha rede e nós temos ali, nós temos ali dois tipos de conexão, o pontaponto e o broadcast, tá? É fácil enxergar isso, olha só, pontaponto, é o clássico, tá nas redes computadores. Geralmente utilizamos em meios de cabos metálicos e em fibras. Geralmente nós temos um concentrador, algo assim. Esse concentrador às vezes possui poder de comutação de quadros conforme visto então em aulas anteriores. E ali eu tenho um ponto a ponto, então eu tenho um ponto entre o suíte, essaquela caixinha no meio com duas setas ali, é o símbolo de um suíte e veja que ele tá linkando com o computador, nós temos ali um ponto a ponto. Então naquela imagem eu estou enxergando um, dois, três, quatro, cinco pontos a ponto sendo criados ali, ok? Já Brutcast é um... deu espaço ali porque eu estou editando aqui na ferramenta de edição aqui e ele colocou um clássico nas LANs, né? Quando falamos em redes computadores, a implementação é simples, não requer, por exemplo, mudança em infraestrutura, né? Principalmente em infraestruturas, prédios antigos que nós estavam preparados para o acabamento de rede. Eu estou construindo minha própria casa, eu decidi não chamar o pedreiro, certo? Tranquilo. E ele também jamais entenderia por que eu passaria com doites pela casa, por exemplo, vai inclusive em vários lugares, é? Específicos fora do conduite de energia. Olha, se você assistir o capítulo de camada física você vai entender, nós não podemos passar um cabo de rede metálico junto com o fio de energia, principalmente quando passamos perto de cabos ali, como por exemplo, que vai por um chuveiro elétrico, que vai ali pro fogão, tudo bem? Então montar uma infraestrutura própria de rede, isso aí é moderno. Muitos de nossos prédios tem mais de 50 a 60 anos e eles não pensavam nisso antes. E olha a complicação, prédios antigos assim é complicado você fazer ali uma mudança, tá? Principalmente se precisar de mexer na infraestrutura ou algo assim, né? Então você vai estar com algum tipo de broadcast por antena e através de Wi-Fi você distribuir o sinal é muito bom, tá? Tem a sua vantagem? Tem suas desvantagens, né? Eu já falei e falo. É interessante que lá no curso de laboratório de redes eu vou eles ensinar a montar infraestrutura correta para um access point, tá? Não cometo o erro que muita gente inclusive grandes empresas comenta, tá? Eu falo isso mais pra frente porque precisa de uma visão prática pra isso. Beleza. É muito fácil eu coloco ali um access point, eu atendo uma região e o mais interessante hoje em dia é a proliferação de laptops e celulares, né? Eles estão cada vez mais móveis, né? Adeus aquele negócio de você estar com seu computadorzinho ali naquela salinha, né? Sempre ali. Hoje isso tá calor hoje, tá calor? Abre a janela, vai lá na sala, senta lá na sala lá, abre a... né? Facim, facim. Então o Prodcast além de ter essa facilidade do usuário com questão da infraestrutura, que nossa, lembreu eu quando eu vi a primeira parede pra passar um cabo coaxial, quando eu viro o cabo coaxial ele fazia um arco de 40 a 50 centímetros, sério mesmo e o arco ficava assim no corredor, qualquer pessoa que passasse ali iria tropeçar, então coloquei um vaso de planta ali, pra ninguém tropeçar, eu queria chutar o vaso de planta, né? Mas não ia tropeçar, então o arco passou assim pelo arco de planta. Nossa senhora, oi, facim, né? E isso foi década de 90, tá? Então a Prodcast cheia de com alto índice de colisões de canal, nós temos alguns problemas, tá? Por isso que eu falei, gente, nada é perfeito. Tem gente que achar cabo é perfeito. Não, cara, cabo não é perfeito, não, tem seus problemas. Ah, o Prodcast é perfeito? Não, cara, tem esse negócio de qualidade não, fi. Tá? Para alguns casos, o Prodcast é perfeito. Para outros casos, o cabo é perfeito, tudo bem. Por exemplo, o Prodcast tem um problema alto índice de colisão do canal. E aí, você tá transmitido dados em escala mesmo, né? Pegando pesado ali no seu game, pegando pesado naquela transferência daquele dump pra tua empresa, pegando pesado. E aí você cai aí no Wi-Fi, né? Com alta colisão. E aí? Você é melhor às vezes você, por exemplo, hoje mesmo eu fiz. Eu fiz uma backup gigantesca, 60 GB. Então, quei pra mim o gigantesco, que vai vir pela internet 60 GB e eu faço isso duas vezes por semana. Ah, cara, eu coloquei minha maquininha no cabo de energia naturalmente, né? E no cabo de rede, deixei lá em cima do armáriozinho. Aí fui trabalhar em outra máquina. Tudo bem? Então, eu sei que ali o download será muito rápido, muito mais eficiente, tá? As colisões do canal Prodcast é alto e eu falo pra vocês em camada física que quando eu faço um Prodcast, né? Eu me animei a senter a mão aqui na caixa aqui de som. Quando eu faço um Prodcast, né? Eu praticamente espalho pra todo mundo a informação que eu vou mostrar. Então, todo mundo recebe, né? São chamados de canais de multi-accesso ou canais de acesso aleatório, tá? Você pode encontrar então nos livros, eles sendo chamados de canais de multi-accesso do junto, novamente o problema do meu editor de slide, e canais de acesso aleatório, né? Um desses dois nomes você pode localizar aí com o nome técnico pra broadcast. Quanto mais elementos menor o tempo, né? De cada um no canal. Olha só que interessante, pra envio de dados, tá? Então, pra receber. Porque todo mundo recebe de todo mundo, entendeu? Teoricamente não. Então, se eu quero enviar dados e tem dois equipamentos aqui, enviando dados pelo time, cada um deles tem 50% do tempo pra enviar, tudo bem? Levando pra estatística, tá? E desprezando colisões, por exemplo, tá? Se eu tiver três, agora cada um vai ter um terço do tempo. Se eu tiver dez, cada um vai ter um décimo do tempo no nosso access point, tudo bem? E aí você vai lá na tua mesa. Aí você não entende porque o access point custa R$ 2.500, né? Mais baratinha assim, uma linha mais ou menos profissional, R$ 2.500. E aí você não entende porque que é R$ 2.500 e aquele outro ali, de marca genérica, né? Cursa R$ 200, R$ 100, você não entende, né? Por um motivo simples, né? Capacidade múltiplos canais. Aí você agora tem equipamentos com muitas antenas, capazes de criar muitos subcanais ideais, por exemplo, pra você pôr numa praça de alimentação no shopping, pra você pôr numa faculdade, pra você pôr numa área que tem muito público. Então você vai lá, compra um access point, por exemplo, abre uma sorveteria, põe um access point grátis, o cara chega, toma o seu sorvete, toma a hora que seu sorvete esteja bom, porque até o access point vai ser muito ruim, tá? Então pelo menos que ele fique feliz com seu sorvete, tá? Então não, você tem que comprar aquele de R$ 2.500, você tem que dar o melhor sorvete pro cara e o melhor que você põe pro cara, porque ele vai voltar. Tudo bem? Trate bem seu cliente. Pode ser hierárquico e não hierárquico. Por exemplo, imagine um modelo assim, televisão. Então eu tenho uma estação que manda e todos só escutam. Isso é um modelo hierárquico, tá? Então a estação que transmite sempre no papel de transmissão, acabou. E aqueles elementos ali internos também só recebem, eles não transmitem nada. Então isso é um modelo muito hierárquico do Brutcast. E nós temos modelos não hierárquicos. Por exemplo, eu sou capaz de transmitir, eu sou capaz de receber dados, a torre tercebe, a torre transmite. Então não tem uma hierarquia ali. Tudo bem? E ainda as redes podem ser divididas, estáções fixas e estáções em ad-hoc. Então veja que o Brutcast não é um simples Wi-Fi, né? É toda uma teoria interessante. Brutcast conforme eu falei exerce um papel importante nas redes de computadores, alcançando aqueles usuários folha final ali, que são os fluxos de computadores, que se vendeu muito. E também quando se é, por exemplo, vamos colocar a palavra impossível, porque há certas condições, às vezes, que se tornam impossíveis. Por exemplo, falar em fibra óptica transoceânica na década de 70 era praticamente impossível, né? Hoje em dia é impossível. Então nós temos que tomar cuidado aí com o tempo em que eu estou falando aqui. Beleza? Por exemplo, então tem uma tribo indígena lá na Amazônia, 30 km longe de tudo. Tudo bem? E que há um processo ali que não me importa quem é, que o órgão é, não me importa, não nos importa também, que decidiu levar a tecnologia até eles para que eles expõe sua cultura ao mundo. Isso eu acho fantástico, tá? Então tem vários projetos assim. Porque eles levam sua cultura ao mundo. Às vezes eles só engoliam a nossa cultura, eles podem levar a cultura deles ao mundo. Show de bola. E eles fazem, muitos deles fazem isso. E aí? Vamos puxar 30 km de cabo? Vamos puxar fibra óptica? Ah, é só selva, né? Não vai acontecer nada não. Tem queimada, tem animal trepando em cabo, achando que assim, você tá entendendo? Há vários ali elementos no ambiente que montam esse ambiente como algo adverso para nossas redes de computadores. Então, o que se faz? Ah, instala simotecnologia Wi-max, instala cestações muito potentes, com antenas muito sensíveis. Você joga o sinal de longe 30, 50 km. É perfeito? Não. É magnífico? Não. Mas resolveu o problema? Resolveu o problema. Lógico, seria perfeito se fosse possível passar uma fibra óptica por baixo de tudo. Isso aí, de forma que não se quebrasse, porque tem lá uma cobertura. Então, mas aí seria muito difícil. Tá? Nós vamos inclusive um exemplo real que ocorreu na década de 70. Vou falar daqui a pouquinho, tá? E a rede de ponto a ponto conforme eu falei, são equipamentos dispostos em série. Tá? Então, um equipamento, manda o sinal para o outro, do que manda para o outro, manda para o outro. E é feito vários ponto a ponto aí. São projetados para atender toda a necessidade de comunicação, tá? Mas a intercomunicação que se faz mais presente por motivos simples, né? O que que é intercomunicação? É a ligação das coisas. Por exemplo, se o Wi-Fi fosse tão bom assim, por que ele já não dominou toda uma cidade como São Paulo? Porque tudo ainda acaba no cabo. Por que que eu me conec, o access point, ele vai para o cabo, para todos os operadores? Por que? Porque o cabo tem menor latência, né? Por ter menor latência, ele é muito bom. Tem uma taxa boa, uma banda boa, latência curta, acaba sendo melhor, então, né? Para fazer intercomunicação. É isso que o Tânio Bocair diz. Equipamentos possuem maior e muito de canal, lógico. Porque veja só, quando eu coloco 3, 4 equipamentos Wi-Fi, né? Eu tenho tempo curto para enviar dados, né? Agora, quando eu falo, então, de uma rede ponto a ponto, eu tenho equipamentos concentradores, eu tenho vários pontos a pontos, então, no canal ponto a ponto, eu tenho 50% de um, 50% do tempo do outro, lógico. Se nós estamos falando, então, em um modelo Ralph do Plex. Eu vou falar logo, logo o que é isso. Tudo bem? Autonegociação. O que ocorre, né? Nós vamos falar, então, do protocolo Ethernet 802, tá? E 3E802. Protocolo Ethernet. O que ocorre? Quando eu tenho o protocolo Ethernet, ele foi projetado primeiro para o cenário mais adverso do mundo. Tudo bem, você tem que ter isso na cabeça. Esse cara foi projetado para dar errado, tá? Ele foi projetado para um ambiente hostil, embora ele não foi projetado para as lãs, é na lã que ele encontra esse ambiente completamente hostil. Beleza. Agora, o que é autonegociação? Vou explicar. Eu não posso evitar que a outra ponta tenha capacidade de utilizar todos os canais de um meio como um cabo Tp. Vamos usar para esse exemplo o cabo Tp, que é o melhor exemplo de todos, tá? Por exemplo, no cabo Tp, nós temos 8 fiozinhos, né? Dos quais nós temos, então, 4 pares entrelaçados, tá? Então, nos quatro pares entrelaçados, eu posso fazer o half duplex, um full duplex, tá? O half, eu já vou explicar o que é e o full duplex, eu também vou explicar o que é. Mas o protocolo Ethernet, então, quando ele inicia a comunicação, ele faz a autonegociação para tentar ver se as duas partes conseguem chegar a full duplex, ou seja, se as duas partes utilizam todos os canais possíveis, então de um meio como um cabo Tp. O que ele faz? Ele começa a comunicação half duplex, ele manda o sinal para lá, para o outro, o outro manda o sinal para cá, troca-se informação. Caso um dos sentimentos operem em half, a comunicação, então, será toda feita em half duplex. Caso, as duas partes possam falar em full duplex, só pelo nome já dá para ver, né? Full duplex. Então, é natural, então, que eles vão passar a conversar em full duplex. E é natural que o uso do full duplex reduz em muitas colisões na comunicação e nós já vamos mostrar o porquê. Olha que interessante.
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