Controle de ERROS Aula 021

Aula 22 · Redes Teórico

Descrição

Nesta aula, o professor explica os fundamentos do controle de erros em redes de computadores. Aborda como o meio físico — fibras, enlaces sem fio, satélites — está sujeito a interferências inevitáveis como umidade, temperatura e erupções solares. Apresenta as duas abordagens principais da camada de enlace: correção de erros (exige mais informação redundante) e detecção com retransmissão (mais simples, menor overhead). Exemplifica com o CPF para ilustrar redundância mínima. Cita os principais algoritmos — Hamming, convolução binária, Reed-Solomon e paridade de baixa densidade — que serão detalhados em vídeos subsequentes.

Transcrição do áudio

O controle de erros. Bom, vamos lá. Vou explicar uma coisa. A quebra da física trabalha com bits, bits, unidade mínima de medida da computação. Então, trabalhar com correção de erro, bit, é complicado. E ainda digo mais, se você olhar, o meio físico é difícil de ser controlado. Por exemplo, imagine você controlar a atmosfera, porque tem um satélite que está fora do planeta, controlar o sol, não tem como. Vamos pensar aqui na fibra. Fibra é um meio de comunicação que é considerado um meio muito bom, porque o meio é controlado. Há controvérsias. Seu diâmetro da fibra, ou muito pequenininho, e você tiver mudança em um certo ponto da fibra na temperatura, de forma bruta, você interferiu no meio. Então é complicado isso. Bom, a camada de enlace trabalha. Na verdade, a camada de enlace pode trabalhar em cima desse erro. E vamos ver as abordagens agora. Vamos lá. Tudo é vulnerável no mundo da segurança. E erros são inevitáveis no mundo das redes de computadores. Alguns canais como fibra, por exemplo, nas redes de telecomunicações possuem taxas de erros, assim como posso dizer, desprezíveis, mínimas, de modo que os erros de transmissão são ocorrências raras. Naturalmente outros meios, especialmente em enlaces sem fio e naturalmente por circuitos e terminais, possuem taxas de erros muito maiores, até mesmo satélites. Vamos colocar assim, ou wireless de sua casa. Para esses enlaces os erros de transmissão, bom, é uma norma. E naturalmente podem ser uns tons de trabalhar com esses equipamentos e correções de erros. Imagine você que um satélite de aerostacionário está fora das defesas do nosso planeta, defesas magnéticas, como por exemplo o cinturum de Van Halen. E naturalmente eles estão muito expostos a, por exemplo, as, como posso dizer assim, as erupções solares, os ventos solares e os estrecos e tudo. Você sabe que o sol, a cada 11 anos, quase 11 anos, de 11 para 12 anos, ele passa por, como eu posso dizer, ele fecha um ciclo em 11 anos. E nesse ciclo você tem um aumento da temperatura e redução da temperatura, e você forma as janelas solares, esses estréctes. Inclusive, em 2023 nós estamos aí, no momento em que tem muita janela solar e naturalmente procure um vídeo de um cara chamado, Perjando os Foguettes, no Space Today. Você vai entender isso aí. Quando isso acontece há muito vento solar e os satélites começam a perder sua qualidade de transmissão. Bom, a conclusão é que erros são inevitáveis e que o estudo dos erros é algo que tem que ser marcante em redes de computadores. Então, por exemplo, separei alguns erros que não estão no livro do Tannibal. Imagine um satélite de ver o estacionário que ele está entre a antena e o sol. Então, no determinado momento do dia, a antena está apontada para o satélite e já o estacionário e o sol passa atrás. Esse é um momento de grande interferência. Outros problemas como uva, nuvem, umidade, até mesmo campo eletromagnético da Terra influenciam na comunicação. E isso é assim, quando vai chover a sua Sky-Cai. Essa piada dá certo a instala de aula, hein? Sua Sky-Cai. Para você entender, naturalmente, tá? Nós vimos no capítulo de camada física que a Branda K, a Branda Q, K-A, K-U, tá? Elas são fortemente influenciadas pela umidade, pelas nuvens e tudo mais. Um wireless, naturalmente, na sua casa, ele está em um ponto e tem uma parede. Pode reparar. Casa brasileira. Sala na entrada, cozinha no meio, quarto no fundo. Por que isso? Padrão, né? A sala pode ter barulho da rua. Então, quarto não, quarto no fundo, certo? Então, a sala mais... O quarto no fundo, a sala mais para frente, para o próximo da rua. E, naturalmente, faltou banheiro ali, tá? Cozinha e banheiro não são cômodos bons para a entrada. Deve dar moscas, sugerir essas coisas. Então, seria bom a entrada mais próxima da cidade da rua que seria a sala. Então, por isso que isso é um padrão de casa da Brasileira, tá? Faltou banheiro ali. E a tua avó, aquela velha, lá da Arenta, da década passada, na verdade, século passado, aquela velha, década passada é você, né, moleque? Ela me tobe a azuleja até em cima. Azuleja é um problema com wireless, tá? E a velha sobe a azuleja até em cima, cara. Banheiro, a azuleja até em cima. Cozinha, a azuleja até em cima. Isso quando não coloca a azuleja em volta da casa. É sério. Por que isso? No passado, era muito comum o quintal de terra. Então, as crianças sujavam a parede. Cachorro sujava a parede. E era mais fácil você limpar se tivesse um revestimento cerâmico. Então, faziam revestimento cerâmico a altura de 1 metro e 20. Eu tô trazendo o pior cenário do mundo, né? Microondas, ali no meio, entre o wireless e o seu computador, a cerâmica, a unidade do banheiro que não tá desenhada ali, que geralmente fica entre o quarto e a sala, né? Isso ali fora do telefone, entre outros equipamentos, vão interferindo. O ar-condicionado vai interferir também nessas... nesse sinal do wireless, tá? A forma correta é você colocar o wireless espalhado pela casa, como os repetidoreszinhos, tá? Ou sub-anteninhas de baixa potência. 50 milivates de potência. Isso, tá? Tá? Taria ótimo. Um em cada cômodo, tá? Taria ótimo. Faz um esquema de canais e o seu equipamento vai, naturalmente, se conectar ao canal mais próximo. Taria ótimo assim. Reduziria muito a interferência do meio físico na onda. Bom, e aí os... o pessoal, né? Os engenheiros de rede, eles têm duas abordagens para trabalhar com erros. A primeira abordagem é corrigir o erro mesmo. Então, o quadro pega com o erro e eu tenho ali algoritmos para corrigir o erro e não pedir retransmissão. O... segunda abordagem. Detecção de erro somente e ignorar o quadro. Então, o quadro chega com o erro, eu detecto o erro e eu o ignoro esperando que a outra parte faça retransmissão. Lembra do... do confirmação? Não chega a confirmação do outro lado. Então, volta ali, naturalmente, a enviar o quadro e aí eu vou torcer para que não erre o próximo também. Então, essas duas abordagens aí, tá? Então, naturalmente, veja, se você vai corrigir, você precisa de muita informação. Se você apenas vai detectar, você precisa de menos informação. Pense no seu CPF, nove dígitos úteis e dois para você validar. Veja, nove para dois. Então, tá fácil enxergar que eu não estou utilizando tanta informação assim. Então, naturalmente, só vou detectar o erro, corrigir, não. Incluir informações redundantes, oficientes, ou seja, redundantes, quer dizer, muita informação, que permite que o outro lado deduz ao erro e, naturalmente, corrige o erro. Então, quando eu vou ter que corrigir, vou ter que transmitir muita informação além da mensagem em si, a mensagem que eu tinha que enviar, tá? Ou, conforme o nosso CPF, uma redundante possam um pouquinho para garantir ali que eu consiga saber que eu ouvi o erro, não consigo corrigir. Bom, é natural que o mais complexo é a correção de erro, tá? Por quê? Para você detectar que há um erro, basta apenas um choro idiota. For é o... Vocês viram isso em lógica matemática como erro exclusivo, tá? Chamamos de for, ou exclusivo. Com recém-derro, código de Hamming, convolução binária, head-solum e verificação de paridade, de baixa densidade. São quatro algoritmos utilizados em redes computadores e qualquer tipo de comunicação ou armazenamento binário. Ou seja, poderiam ser utilizados também para armazenar dados, em fita, por exemplo, e depois você garantir que você vai reconstruir a informação caso tenha um PM, um problema com Sol, uma inversão do campo magnético, ou terra a plana, ou terra a oca. Posso citar um monte de coisa. É lógico, né? Eu brinquei em exagerem um pul. Pense nas torpeiras. Pense nas torpeiras. Pense na normalia do Atlântico Chubu. E aí você cai por terra aí, seu terra molhada, flutuante no espaço, loucamente. Terra redonda molhada. Seguinte, no próximo vídeo, vou falar sobre correção de erros. Eu vou entrar de forma mais específica nisso aí. Vou falar sobre o core, vou fazer um vídeo sobre o Hamming, vou fazer um vídeo sobre convulsão binária, vou fazer um vídeo sobre o Red Solem e vou fazer um vídeo sobre paridade de baixa densidade. Cada um vídeo específico. Até mais. Tchau.
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