Sistema de Arquivos no Linux MKDIR, RM, RMDIR, TOUCH - Parte 14

Aula 21 · GNU/Linux para Servidores

Descrição

Nesta aula são apresentados comandos essenciais para gerenciamento de arquivos e diretórios no Linux. O comando touch é usado para criar arquivos vazios, úteis quando um programa precisa de um arquivo já existente para gravar logs. O mkdir cria diretórios, enquanto o rmdir remove diretórios, mas apenas quando estão vazios, motivo pelo qual é pouco utilizado na prática. Em contrapartida, o comando rm remove arquivos e, com a opção -r (recursivo), exclui diretórios junto com todo o seu conteúdo, sem necessidade de esvaziá-los antes. São demonstrados exemplos práticos de criação, navegação (cd, pwd) e remoção desses elementos. Ao final, anuncia-se que o próximo vídeo abordará dono de arquivo, permissões, umask e permissões especiais.

Transcrição do áudio

E coleguinha, vamos fazer agora o quê? Aprender a criar arquivos vazios, diretórios e também, naturalmente, remover eles, tá? Então, arquivo, desculpa, comandos importantes, tote, você vai criar um arquivo vazio, RIM, remover diretórios e arquivos, MKdir, criar diretórios e RIMdir, remover diretórios, mas se você fizer uma pesquisa no mundo, você vai ver que ninguém usa RIMdir, de remover diretórios, tá? Você só pode remover o RIMdir se o diretório estiver vazio e nem sempre o diretório está vazio, mas o RIM ele remove tudo recursivamente. Então, a galera deixa de usar o RIMdir para usar o RIM de modo recursivo, que aí ele não tem que ficar limpando o conteúdo para poder destruir o diretório, tá? Simples assim, então vamos lá. Vamos lá, olha. Estou aqui no meu Linux, do meu diretório de usuário, então aqui eu posso MKdir criar um diretório na meu, eu chamei o diretório de meu, certo? É meu, foda-se os outros. CD meu, navega até o meu diretório, PWD, olha, é o meu diretório, que se dane os outros, legal? Como eu posso fazer para remover esse diretório, um RIMdir, cd ponto, ponto, clear, um RIMdir, tá? Meu, iria excluir esse diretório, legal? Então ele não existiria mais. Para cima, para cima, para cima, para cima, para cima, para cima. Foi mais difícil do que digitar. Foi mais difícil do que digitar, legal? E aí eu voltei com meu diretório, criei ele novamente, legal? Então vamos criar um arquivo, vou criar um arquivo vazio, tos, bosta fogo. Cara, o pior time do planeta, cara, não seja o Botafogense não, não deixe seu filho ser Botafogense. Se seu filho inventar de ser Botafogense, me fala que eu vou dar um curso gratuito de não, como não ser Botafogense. Vamos criar um arquivo aqui chamado Botafogo, bosta fogo, file bosta fogo. E aí ele é um arquivo vazio, quer dizer que ele não tem cabeçário, ele não tem nada. Ele é apenas um arquivo. Cara, isso aqui é muito importante. Por exemplo, tal exemplo para vocês. Então eu espero que tenha um arquivo em tal lugar para que ele seja preenchido com logs, certo? De algum programa. E eu já quero que o arquivo exista, porque o programa não cria o arquivo se ele não existiu. Então eu já criou ele vazio e deixo ele lá, tá? Beleza, então vamos lá. Como eu removo o bosta fogo, RM, bosta fogo, então eu removo o arquivo, certo? Mas se eu quero remover tudo cd.ls, eu nunca mais quero saber de ser Botafogense. Então, aqui está o meu. Vamos lá, RM, r, de reclusivo, meu, certo? E aqui eu posso remover o meu, bem como os arquivos que estão lá dentro, ou eu posso remover somente o conteúdo que está lá dentro. No caso eu vou remover o diretório e tudo. Agora repare que não tem mais. Eu acabo de deixar de ser Botafogense. Acabei de remover essa desgraceira da minha vida. Foda, né? Parece que eu não vendo esse custaio dê-me, cara. Não tem como não, cara. Puta que pariu. No próximo vídeo, vou falar sobre dono de arquivo, permissão sobre o arquivo, vou falar sobre um mask e vou provavelmente falar também sobre mais para frente as permissões especiais. Até lá, até mais. Tchau.
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