Não vai um cabo da sua casa até a operadora, é natural que da sua casa vai sair um cabo que vai estar um tronco de multiplexação, no qual ali vários elementos próximos a vocês estão indo para essa mesma caixa de multiplexação de usuários e daí sai um cabo indo até a operadora e um cabo maior que seria então essa comunicação aí de múltiplos usuários e um tronco de comunicação beleza e nós vamos estudar justamente isso hoje bem como nós vamos falar sobre modulação digital porque nós trabalhamos com zeros e uns aqui na máquina mas na hora de transmitir todos os meios de comunicação não dá para fazer isso então coloca-se o que um sinal analógico para transportar esses dados por um ato digital ali bom esse processo de converter esses bits em sinais analógicos ele é chamado então de modulação digital tá vamos pegar o mais simples o mais básico de todos naturalmente quer converter bit existe bit não existe em sinal tá bom nós vamos ver rapidinho isso aqui tá e que naturalmente nós podemos trabalhar com um mínimo ali que seria zero na minha frequência na minha taxa de frequência até um número definido e a empresa chamamos isso então de banda base base então ela começa ali na frequência zero aí vai chegar até um limite tá o que é definido bom e naturalmente né depois de considerar toda essa amplitude nós vamos descrever como que é essa um vamos lá e que por exemplo olha zero eu tô sentindo tá isso aqui é a banda base né começa aqui em zero já a banda passante ela começa aqui mais pra frente vai até o limite que eu consigo naquele canal e para de transmitir para que a banda passante ela consegue transmitir mais dados que a banda base tá mas a banda base ela vai ter um papel fundamental na nossa telecomunicação aí vamos chegar lá então basicamente nós temos um sensor e pega um sinal coloca um canal canal sofre interferências e ruídos quando chega até outra ponta é passado por um aparelho chamado é passa baixo passa baixo ele tira a nois de fundo ou seja tira todo aquele ruído do canal de fundo clássico né e aí eu regenero o sinal só para você ver se não na imagem abaixo olha como o sinal chega todo lá e como ele acaba sendo compreendido pela máquina que em zeros e uns beleza eu queria que uma forma mais simples possível podemos através do sinal ter um zero e beleza vamos falar de multiplexação multiplexação imagina que o seguinte né eu tenho aqui um prônico de comunicação que aceita e três mil quilohertz e três mil quilo três quilohertz mas a sua voz humana não passa de 300 reis e pare que da sua casa que o fio até o tronco e você tá falando ali algo em torno de 300 reis no máximo de zero a 300 reis no máximo tá cada um dos três clientes pegando no tronco de multiplexação a caixa do aparelho que fica com a colocada uma pra sim ou num post é feito um trabalho sobre a onda com relação às frequências é modificada as frequências então ele pode somar essas frequências num único tronco de saída então nesse exato momento aqui em vermelho eu tenho três clientes conversando ao mesmo tempo no tronco isso é o útil porque vai reduzir o número de cabeamento impostos tá o e também é possível colocar um amplificador de sinal aqui na pra sinal o próximo aqui numa esquina e amplificar o sinal por meio de comunicação melhor e chegar até a operadora tá bom esses esquemas nós vamos estudar né ele resumta de transmissão de banda passante em que o sinal ocupa uma banda de frequência em torno da frequência máxima ali que eu posso colocar aquele meio é aqui em verde seria mais ou menos que os clientes estariam se comunicando nesse essa imagem aqui ó três clientes e depois que eu passo pela pela minha pelo multiplexador que tá aqui próximo é essas várias somas de sinais vão chegar ali a banda passante tá e ser o máximo que o canal transmitiria o canal do tronco bom e os canais normalmente são compartilhados vários sinais ou seja vários clientes afinal é muito mais conveniente usar um único fio para transportar né até a operadora reduz o número de cobre e saber o que a gente cobra um problema isso por isso inclusive que muitos troncos estão sendo substituídos e a ótica é muito melhor inclusive na questão de transmissão tá porque eu tenho o canal eu tenho a diferença de banda base repare que quando a base começa em zero a banda passante começa um pouco mais avançado vai até o limite do canal no caso ali vai ser o tronco de comunicação o mais clássico de todos seria representar um por uma tensão e zero por nenhuma outra tensão mas temos que também entender que a fibra pode ter no caso de fibra poder ter presença ou ausência de luz já vem falando isso com vocês há um bom tempo né presença ou ausência é muito fácil para trabalhar com questões de beats o mais básico de tudo que nós temos é o n erz ou seja tem uma tensão significa que um não tem tensão é zero vamos imaginar que eu tenho um fluxo de beats aqui ó um zero zero zero zero um zero um e eu quero transmitir esses dados o mais básico de tudo é um tem então alto sinal positivo zero não tem sinal não tem carga no fio um tem carga no fio zero não tem carga no fio um tem um bom bom a grande problema tem alguns problemas isso tá o principal de todos é vamos lá eu teria que medir tempo repare um zero zero zero zero já passou quantos tempos aqui um dois três e o sinal é muito difícil eu sincronizar o tempo entre as máquinas ou seja quer dizer que nesse modelo r n erz eu teria ali segundo o livro algum tom de 15 tempos a probabilidade de virar 16 tempos eita prela como assim a máquina que está enviando passa 15 tempos e a máquina que está com 36 tempos então injetaria um zero a mais na brincadeira o que seria um grande problema tá é esse modelo é o n erz e quando eu me olhada aqui rapidinho nos próximos dois eu vou descrever melhor tá mas eu quero mostrar para vocês algumas outras alguns outros tipos de codificação aqui ó e por exemplo um eu mudo eu mudo sinal aqui ó mudeu sinal aí zero não muda sinal o zero não muda sinal o sinal um eu mudo sinal aí zero não muda um eu mudo sinal um eu mudo sinal um eu mudo sinal entender para que funciona o n erz e sempre que eu tenho um eu mudo tá então é isso é uma forma tá no caso do Manchester eu imagine que eu preciso de um clock legal que já dá para você colocar a ideia de clock de sincronismo e no próprio Manchester eu consigo passar é dados e o que ou seja consigo sincronizar e passar dados por isso que é um muito bom tá esse tipo de codificação e isso aqui entende como um tá entende como tá e então lá ó um um um vai ser igual a caída zero caída que é zero tá legal é chó lembra do chó se você não sabe nós temos o curso aí de lógica matemática o curso de lógica matemática explica o de ó e em de chó então no caso do fora é zero zero resultado é zero zero um resultado é um um zero resultado é um e um resultado é zero tá então ó um subindo com zero vai ser um subindo aqui também ah então se você olhar no código Manchester eu consigo passar os dados usando o código e também naturalmente o clock tem uns problemas aí ele precisa de um pouco mais de sinal para transmitir tudo isso é tudo bem e o bipolar sempre tem uma mudança de voltagem quando é um e aí ele fica variando a voltagem a variando a voltagem então eu sei que passou um bom e nrz é um bom ponto de partida afinal é idiotamente simples idiota né é um tem carga é zero não tem carga bem bom ponto de partida coisa simples e esquemas muito mais complexos podem converter bits também tão bem quanto existe ou não existe tá bom esses esquemas são chamados e o código de linha e o Manchester aqui um truque inteligente o cara colocou o que ele colocou no sinal conforme nós vimos um clock o clock que com os dados que nós temos aqui o manche tem nós temos isso o clock e o sinal de dados passando tá e aí ele faz um for e aí eu consigo isso o clock é uma transição de clock em cada bich e naturalmente de modo que funciona como um problema que eu preciso um pouco mais de tarde de transmissão tá quando ele é chorado com o nível zero ele faz uma transição de baixo para alto é porque se você olhar é como o clock tá mandando um aqui ó o que tá mandando um vou pegar o clock mandando um aqui tá zero e aí ele sobe aqui tá vendo e então tem esse detalhe aí e naturalmente se o sinal é um e o valor é um ele joga para baixo eu coloquei aqui um exemplo que não tá no livro do Thunderbolt que tem que os clocks o clock a porta chora tá e você tem aqui o envio de dados que nós queremos e naturalmente como o sinal usando o for e uma variação que se você olhar é a negação do chó clássico no 802.3 tá é nós vamos falar sobre isso ainda no capítulo 4 mais detalhes a desvantagem de codificação monsta é que eles exigem mais largura de banda que o nrz em virtude do clock ele também tem que passar e naturalmente aprendemos que em vargura de banda é muito importante o re já o nri essa codificação chamada n e z e ok é uma variação do nrz o de lexão do encicado no qual nós mudamos o sinal sempre em um sempre um gente muda tá vendo a gente muda tá vendo essa essa é a pegada então do nrz e tá já a codificação bipolar é de modo bem simples é um código que tem várias tensões tá e pra cada eu vou cada vez que corre um lógico eu coloco mais um voltou ao menos um volt e aí eu vou mudando a vontade sempre que passa um então o outro lado sabe mudou a voltagem era um mudou a voltagem era zero e basicamente assim e em geral queremos usar uma faixa de percança que não começa em zero para enviar informações um canal por um motivo muito simples se você voltar nessa imagem que você pegar frequências baixíssimas você transmite pouco informação e na troca você vai querer puxar mais aqui pro centro e trabalhar no máximo do canal em uma frequência maior passa mais informações lembrando que nós podemos passar até oito bits oito bits ali mais ou menos o rete tá tranquilo então é até mesmo para fios colocar um sinal em determinada banda de frequência é útil para permitir que diferentes tipos de sinais coexistam no canal diferentes tipos de frequência que existam nesse canal para fazer a multiplexação por exemplo esse tipo de transmissão é chamado de uma passante pois uma banda de frequência arbitrária é usada para passar o sinal e sempre bem próximo do limite do cabo caso que do meio e pode se apanhar um sinal de banda base que ocupa de zero rats até berets e deslocá-lo para frente para que ele acomode-se em um canal mais alto aqui também nós temos que entender o seguinte aqui eu tenho os bits que eu quero transmitir e aqui eu tenho o mando sinal por exemplo é um não mando sinal é zero não poderia ser trabalhado assim poderia ser trabalhado aqui alteração dos comprimentos de onda ou até mesmo na mudança da base tá trabalhar com isso a multiplexação por divisão de frequência fdm e o proveito da transmissão de banda passante para compartilhar um canal então imagina o seguinte que eu tenho aqui três elementos que estão trabalhando em banda base ou seja frequências baixas e é natural que eu posso pegar essas três frequências movimentar elas em canais mais mais altos de frequências de tal forma que eu uso mais próximo do limite do canal eu muda a frequência um aqui é chamado de fdm e basicamente eu vou dividir os espétroos então é só eu tenho um canal um canal dois canal três tá são três clientes depois você reparar eu vou pegar o canal aqui e eu avanço ele para frente eu pego esse canal aqui de 300 a 3.000 vans para frente depois eu concatendo todas essas frequências e eu repare que eu consigo colocar ele um tronco de comunicação três clientes ao mesmo tempo para se comunicar então no modelo de fdm os meus três clientes conversam no mesmo tempo mas em fdm eu tenho que entender nenhum dos meus clientes utiliza 100% do canal eles utilizam naturalmente uma pequena parte do canal mas continua transmitindo de forma contínua pode ser usado em redes telefônicas sem fio satélite para utilizar telefonia móvel nós vamos ver mais para frente também a logo no começo ali a mps bom e eu tenho um outro tipo de multiplexação é utilizado para conseguir boa taxa de transmissão e a ó ó na frente é fdm ou autogra u por coisa visão multiplexing a largura de banda do canal ela é dividida em múltiplas supe portadoras e enviam dados independente eu não precisaria de concatenar elas independentemente eu conseguiria colocar uma sem a outra tá lembrando que é possível implementar o fdm de modo eficiente por exemplo em uma série de fúria normalmente tá ou seja consigo colocar ela em uma onda analógica e o fdm é utilizado noitocese 2.11 capítulo e naturalmente celulares quarta geração que nós vamos discutir isso aí no capítulo 4 então nós temos as várias portadoras os vários canais eu consigo colocar uma uma suiportadora sombrada em um determinado ponto é bacana e eu tenho uma multiplexação por tempo também imagina assim eu tenho dez clientes eu dou um segundo para cada cliente então e naturalmente você espera nove tempos né bom nós vamos ver que a divisão de tempo cada elemento possui quando ele tem o seu sua chance de transmitir ele possui 100% do ponto nós vamos ver também que muitos esquemas de telefonia vão me grá para o TDM vão sair do fdm e para o TDM não é porque o TDM é melhor que o FDM nós temos que compreender que no TDM eu tenho uma resposta alguns problemas clássicos do FDM problemas esses que envolvem a relação de número de clientes para número de canais FDM canais FDM não podem ser redimensionados pensem assim então é natural que não posso aqui eu tenho o máximo três slots ali eu só posso ter três se tiver quatro já tem um problema se tiver dois eu já não estou usando todo o recurso nós vamos discutir bastante isso no capítulo 4 tá capítulo 4 é um capítulo muito complexo tá capítulo muito complexo os bits de cada fluxo de entrada são apanhados em um slot de tempo enviados e bastante um fluxo agregado de muitos outros clientes todos comunicando tá e isso é bacana porque eu consigo colocar mais clientes do que eu tenho possibilidade no canal imagine nesse canal eu teria a possibilidade de colocar cinco clientes conversando bem eu coloco o sexto e todo mundo não é o canal mas todo mundo conversa tá entendendo que o impacto disso nas telecomunicações até o nosso próximo vídeo tem mais tchau