PROJETO Starlink Aula 014

Aula 15 · Redes Teórico

Transcrição do áudio

E números projetos tentaram fazer aquela comunicação de dados via satélite direto com clientes, cardinúmeros, de vozes e de dados. Mas naturalmente o único que obteve sucesso foi o Starlink. E olha que nem terminou. Vamos dar uma olhada aqui, que a diferença primeiro o tempo é o outro. Nós estamos no futuro, nós estamos na década de 90, como Global Eridion, Global Star, projeto Teledesc que eu não falei aqui ainda, teve também, que era da Microsoft, o Bill Gates, falei memória. Olha só, por que que deu certo? Cara, deu certo porque a tecnologia hoje é outra. E o Elon Musk é muito detalhista. Ele durante, eu estava vendo a reprise de todos os desastres dos foguetes dele. Eu vi ele mais novo, cara. Eu vi ele literalmente novo, nos primeiros desastres acontecendo e ele fazendo cara decepcionado. O cara criou todo um esquema de lançamento, que ele pode lançar. Ele não depende de uma agência espacial, de uma regulação tão grande, ele depende de regulação de governo, que o espaço é regulado pelo governo. As viagens são reguladas pelo governo. Se você quer voar com alguma coisa, tem que ter aprovação, tem que ser selado, registrado, carimbada, avaliado, roto lado, se quiser voar, quer dizer, ralsejas. Isso. Para a lua tá chata, tem que ter muita identidade, mas já para o seu foguete viajar pelo universo é preciso o meu carinho mudando sem senho. Lembra disso? Ralsejas. Então, para tudo. Tem que ter tudo, cara. Então você tem a chance do governo. Mas pelo menos você não depende fisicamente do governo. Então, o Taíu fez um disclaimer sobre o projeto do Starlink, porque eu acho que Starlink ele vai ter o sucesso mesmo, porque ele ainda não alcançou seu ápice. Bom, em 24 de maio, a empresa norte-americana Space X lançou os primeiros lotes de 60 protótipos de distribuição de internet por Starlink. Os satélites em óbita foram colocados a 430 quilômetros de altitude. Era muito rasante. Carinho, isso era rasante. Em poucas horas, astrônicos amadores ficaram putaço, deu peti em tudo quanto é tipo o de Greta Thamber e Scambal a 4. Então, ok? Por que? Vou explicar. Quando você vê uma imagem daquela bonita de um observatório na Terra, feito pelo James Webb, não, tá? É o que? Aquela é uma compilação de horas de análise de espectros e frequência. Ou seja, comprimento de ondas, exumidamente falada. Arrocho, amarelo, vermelho, Scambal a 4. Recebe tudo aquilo, aí um simulador glota a imagem que aquela imagem é plotada. E esse algoritmo não estava preparado, esse algoritmo que gera imagem não estava preparado para esses distúrbios desses tipos de satélites. Por que? A visibilidade humana no Zenit de um objeto no espaço, esse objeto tem que ter magnitude 4 ou 5 se não falha memória. Para ser visto no Zenit. Zenit assim, norte, sul, eixo aécio, horizontal. Se você lá bem para o vertical, no 90 graus, é o Zenit. Ok? Magnitude 4 ou 5, se não falha memória, não sou muito bom de geografia. E o que acontece? Acontece que os satélites do Elon Musk, a visibilidade dele é de magnitude 3. É muito próximo. O olho humano, a gente não vai conseguir ver, né? Eles posicionados. Ah, você vai ver uma trilhazinha? Já vou explicar o porquê. Calma aí. Mas por um satélite, por um porquê que mantém a captura de rádio, sim. Por que você vê aquela linhazinha no espaço, essa linhazinha aqui? Porque eles são todos, eles são colocados a 400 km e aí eles têm propulsão, gera energia, gera calor, por isso que você está vendo essa propulsão dele, que faz com que ele alcance uma velocidade ideal para se manter na tangente e ele também já se posiciona. Aí depois ele só mantém órbita. Ele só usa o combustível para manter o posicionamento de órbita com o GPS. Depois que o GPS está a 400 km de altitude enquanto esse cara está a 430 a 550 km. Ou seja, isso aí, cara, é muito baixo. Hoje em dia os satélites do Elon Musk estão operando na faixa dos 550 e vão ter que ser removidos dessa faixa. Já vou explicar o porquê. Mas por que é tão próximo assim? Um projeto de CDESC. Eu precisaria de 5 mili segundos para chegar até o satélite e voltar, mas 5 mili segundos. Porque eles estavam a 1300 a 1400 km de altitude. Vem próximo do cinturão de Van Hally, que estariam em algo de 1.9 a 2 mil km de altitude. Ou seja, está muito baixo. Então, cara, a latência é mínima e eu não posso dizer que é como um wireless na sua casa. Mas digamos que é como um wireless bem longe. Então, o quê? Porque a antena também tem uma boa qualidade de captura, potência e tudo mais. Então, quando eles lançam, é um pirulitão. É um foguete dele, um pirulitão. Tem uma cabeça lá em cima, aponta. Uma das coisas que ele fez, que é bacana, você vai entender o porquê que foi tão importante. O foguete da ré. Tirando o botafogo, que o foguete não tem ré, só não botafogo. Mas o Elon Musk, o foguete dele tem ré assim, ele redesce bonitinho para reaproveitar o cilindro de envio. Então, sobe esse cilindro de envio e na cabeça tem um pirulitão. Esse pirulitão, quando chega lá em cima, abre, saiu os satélites, na verdade são soltos satélites, e eles começam a ganhar propulsão por si próprio e ganhar altitude e posicionamento. Veja que ele teve que desenvolver toda uma questão de envio de satélite. Ele renovou tudo, cara. Ele renovou tudo ali. O cara inovou no envio. Preste atenção, o cara inovou no envio do satélite, depois o resto foi decorrência. Lembrando a vocês que há uma teoria da conspiração, que o Starlink está muito próximo para conseguir alcançar as pessoas que vão estar conectadas com o Neurallink, junto com o Starlink, mas a teoria da conspiração. Quem sabe no futuro? Eu adiciono um novo vídeo nessa playlist. Vamos esperar o futuro acontecer. Várias outras empresas dos Estados Unidos e Europa tentaram que essas mega constelações, mas, cara, dá boa. Todos eles dependiam da União Europeia, da comunidade europeia, da espaço, dependida da Índia, dependida da China, da Rússia, dependida dos Estados Unidos. Ele virou e falou que eu vou fazer o meu puro litão subir, meu puro litão vai subir lá em cima e vai soltar todos os satélites e eu vou trabalhar em baixa óbita, faço um satélite mais simples, a nave volta, desce, posiciona, dou um tapa, dá para ver se tem alguma coisa estragada nela, já jogo mais e sobe mais, porque eu tenho que subir 30 mil satélites. Eu sei que você vai ver aqui se você inventar algum tom de 60, mas calma aí que você vai entender, os 30 mil satélites. Cada satélite é mais ou menos do tamanho de uma geladeira. Não tem os tamanhos nele aqui, por exemplo, ele deitado é menor que uma geladeira. Vamos ver o tamanho que veio do tamanho de um berço de criança. Um berço de criança. Depois ele estica. Aqui em Spainês. Então tem 260 quilos de massa considerável. O peso de dois americanos, médio, mistatura pequena. Estou sacanhando os americanos agora. Eu estou fazendo as brasileras também, ficando guano também. É só que eu vou até fazer caminhada. E que naturalmente o painel abre uns 3 metros de diâmetro na horizontal e na vertical, 9 metros. Então ele pode virar um veleiro no espaço. Ele vai trabalhar no zenitinho, retinho 90 graus. Uma terra, a terra é plana, então dá para fazer 90 graus. 550 quilômetros de altitude. Isso é coisa pra caramba. E aí que está, um ângulo de 1 a 4 graus de orientação. Esses satélites, naturalmente, tem esse tamanho. Só para vocês que estão vendo, são um cubi-sat de 1 quilo, a 15 quilos, ou seja, 10 centímetros, 1 metro quadrado, aberto. Ele vai ter ali mais ou menos até o peito de um cara comum ali. Vamos desculpar que esse cara comum está muito mago. O cara comum hoje é bem mais gordinho que aquilo ali. E olha o satélite da Lomusca ali, 3, 4 metros. Ele pode chegar a ter 9 metros com esse veleiro aberto e ele também abre na horizontal 3 metros. Então, se você não desaltou, como é que dá? Até cerca de 2.000 quilômetros acima dos quais eu tenho um problema de cinturão. O cinturão de Van Halen, se vocês lembrarem das altitudes, por isso que eu falo, cara, essa imagem está errada. Não é zero, aqui eu deveria utilizar 2 quilômetros aqui, 2.000 quilômetros. Porque é a altitude que realmente começa a pegar para capar o Van Halen. Aqui é muito tempo nesse meu estúdio, esse meu estúdio tem 1 metro por metro e pouco. Eu vou te falar, esse satélite da Lomusca é muito maior que o meu estúdio, e aqui eu fico sem ar. E aí, naturalmente, 2.000 quilômetros de altitude e tem problemas de radiação. Então, a ideia é trabalhar bem embaixo mesmo. Para evitar fugas colisacionais aqui embaixo, as recomendações então é atuar objetos espaciais, que seja um rem... Puts, eu caguei tudo, foi mal. Só que quando eu e o Lomusca caguei tudo, eu não corta não, cara, estou cansado, é madrugada. Seguinte, geralmente eu corto. A seguinte, esses satélites de Lomusca estão muito baixos, 550 quilômetros, 600 quilômetros são considerados muito baixos. E há risco de colisão, não, há muito risco de colisão aqui. Recomenda-se elevar todos os satélites que estão ali, algo em torno de 600 quilômetros, para mais alto. Algo em torno ali de próximo dito de 1.000 para 2.000 quilômetros, cara. Só que a Lomusca não vai aceitar isso. Muito baixo assim, tem o problema colisacional? Sim, mas eu acho que o problema é maior que isso. Eu acredito que o Lomusca está encontrando um outro problema. Da mesma forma que existem os ativistas climáticos que exigem isso aqui, para ficar quieto para um partido político e para outro falar bastante, existem os ativistas, que estão os amadores de astrônomos. Ela está acontecendo uma merda. Eu acredito que a Lomusca vai ter que abrir a carteira e colocar uns 3 ou 4 diênios web no espaço, calar a boca desses caras. Aí o Lomusca vai poder manter os satélites dele em baixa óbida. Colisão, vai ter mesmo, é inevitável. Mas não vai acertar sua cabeça, vai ser desintegrado na entrada. Então tem vários artigos científicos contra o Lomusca hoje. A ideia é não trabalhar abaixo de uns 10 km a cima. E naturalmente com o passar do tempo, esse mapa é da hora. A partir de 2020 tem 25 anos para as organizações mudarem a posição dos satélites. Aqui tem 25 anos. A ideia é que daqui a 25 anos os satélites estejam assim, o mínimo possível a 600 km de altitude. Eles sejam movidos aqui de abaixo da linha de 600 km de altitude para cima com o passar do tempo nesse quadrante. Cara, a Lomusca não vai aceitar. Primeiro, o Lomusca já quis colocar 30 mil satélites, ponto final. Coisa que não podia, FCC proibiu. E agora, naturalmente, não dá para chegar e fazer isso. Porque a latência do canal depende dessa altitude baixa. E as intempéries do espaço também, cara, vão atrapalhar se ele subiu de altitude. Ele vai ter que mudar toda a tecnologia dele. E você fala, mas ele tem 25 anos para isso. O cara, 25 anos, não paga o esforço dessa empresa para fazer o que ele fez até agora. Para a Lomusca ficar viável com tudo que ele fez até agora, ele tem que operar mais de 70 anos. Está entendendo? Mais de 70 anos. Ou ele tem um outro produto na manga que vai valer muito que simplesmente a internet que está sendo vendida. Mas é isso, a gente não sabe. Alguma coisa de baixo pode ser. E naturalmente, em 2020, nós tínhamos muitos satélites mesmo. E muitos listos com objetos menos de 100 kg, muitos alimentos, satélites em cubo, fesses de astronauta, mais um monte de coisa, menos de 100 kg. É possível que o cara vai cagar mais de 100 kg. E aí, naturalmente, poucos elementos de baixa, essa óbita aqui é abaixo de 700 km, com, ali, naturalmente, esses pesos, um baixo peso, mais de 100 kg. E aí, naturalmente, os caras estão falando que está ali que vai ter 299 satélites, o que você precisa de 288 satélites em baixa óbita para cobrir mais de 90% do tempo. Está no livro do Turbo. Não dá. Estarlin, que vai ser muito mais que 290 satélites, eu vou explicar. Então, a constelação inicial de 1584 satélites, que foi aprovada pela FCC, que foi em 2016, já foi substituído para 12 mil satélites, o volta é 2017 e 2019. Acontece que em outubro já estão previstos e não vão ser 12 mil não, vão ser 30 mil satélites. Aqui é expectativa deles de 1584 satélites, tá? Mas, cara, não vai dar não, vai ter que ser muito mais. Cara, essa vai ser a malha Starlink no espaço. Essa vai ser a malha Starlink no espaço, cara. Isso é uma simulação, tá? Ou seja, esse vai ser o povoamento de satélites da rede Starlink. A Starlink vai ter a capacidade de fazer uma comunicação, elemento com elemento, como se fosse uma rede ad-rock por laser. Puta tecnologia, mas para isso, satélites tem que estar próximo. Tem que estar próximo. O cálculo tem que ser preciso. Ou seja, fazer esse tipo de, cara, eu faço questão de voltar lá, cara. Eu faço questão de fazer esse slide aqui e colocar aqui para que no futuro os próximos possam já não ter que ficar voltando, para que eu possa fazer essa comunicação que via laser, cara. Laser infravermelho, cara. Já vimos essa teoria. E ele quis assim, ele tem os juntos as informações técnicas para isso, tá? Nós não temos. E aí ele vai, tem que ser próximo, né? Repare que parece um veleiro mesmo, né? Bom, cara, será que isso aqui é uma especulação, é uma simulação e em certos momentos do momento de tardecer início da noite nós vamos olhar para o espaço e ver algo parecido com isso aí. É uma simulação, simulador. Entenderam? E vai ser o sol batendo nesses veleiros em alta velocidade, fazendo esses traços no espaço. Vai ser uma malha entrincada de satélites Starlink, 30.000 e vai ter que ter naturalmente que fica subindo e descendo. É descendo e vai descendo porque vai queimar na entrada, né? Vai ter que ficar subindo satélites de forma muito constante, tá? Eu imagino que Starlink vai ter que criar, a PCX vai ter que criar uma fábrica de foguetes, porque é assim, né? É foguetes que lança, né? Tchau, ou ele volta ou tchau, né? Eu acredito que Starlink vai ter que ter uma linha de produção de foguetes e lançar de vários pontos no planeta. Lançar de vários pontos no planeta, muitos satélites todo dia. Todo dia vai ter que subir satélites. Porque esses 30.000 satélites vão dar defeito, vão cair, vão ter que ser outros, vão ter que entrar e ser reposicionados, tá? Cara, é um projeto muito top, cara. Uma pena que ele vai ser usado para o mal no futuro, tá? Eu não creio que isso aqui vai ser usado por bem não, cara. Vai ser usado por bem não, cara. Eu só espero mal dos outros, né, cara? Mas é, cara. As notícias sempre são tão ruins, cara. Só notícia ruins, fica desanimado, cara. Bom, cara, é madrugada, desculpa o eu. Até mais. Até mais. Boa noite. Tchau.
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