Transcrição do áudio
Vamos falar então sobre BESP. Bom, isso aqui é uma outra forma de você executar, tá? Acabei não falando no vídeo anterior. É você chamar o interpretador diretamente e forçar o interpretador diretamente, tá? Bom, isso é uma forma de fazer, beleza? Vamos falar aqui sobre variáveis globais. Então, no mundo Linux, quando você abre um terminal, ele cria uma caixa de areia, certo? Isso está lá escrito no livro do Tannibal. Caixa de areia. Então, a aplicação é carregada internamente na caixa de areia. Beleza. Então, nós temos várias variáveis ali dentro, que são globais. Nós temos variáveis ali que são do ambiente. Cara, isso pode ser montado em vários pontos. E cada distribuição, como eu posso dizer, tem suas particularidades. Legal. Então, vamos lá. Como que eu crio uma variável, então? No script, porra. Ah, você pode criar uma variável no script, ligando um grande foda-se-lândia para toda a sintaxe. Vai funcionar. É o que 99,999% das pessoas estão em foda-se-lândia para a sintaxe. Mas a sintaxe correta. Se eu fosse querer chamar meu cachorro de canes familiares e não de dog, então seria declar e aí os flags. Por exemplo, o a é de array. O f, por exemplo, é um nome tratado como um nome da função, uma variável. Que é a supressão restringe a ação à exibição de nomes e definições de função. Dá para você definir tipos. Dá para você forçar os tipos. Porque eu esqueci de falar. Por padrão, toda variável é texto. Bom, você já é um programador. Então você já viu varchar e text, long text no banco de dados, não viu? Então, não tem o long do long do long text? Então, essa variável aqui é do tipo long do long do long text. Por padrão. Por que ela é do tipo long do long do long text? Porque eu imagino você que dentro de uma variável eu possa guardar um output de um comando. Como é que caberia? Por isso que não é um string. É um text, essa coisa. Ah, mas eu pressionei a tecla 1 do meu teclado. Então, Zé Ruela, você mandou um texto que representa o dígito 1. Mas não é o dígito 1, é o texto. Tudo é texto. É texto das comunicações socket. É texto da comunicação entre os arquivos. É texto entre o terminal e o shell. É texto no teu teclado. Tudo. Tudo é texto. Por mais que você digite número, é texto. Ah, mas eu ativei teclado numérico. É texto, seu idiota. Tudo é texto nessa coisa. Que nervoso. Foi. Esse café estava cheio de fungos. Eu não tomei um café agora em pouco. Daqui a vários dias tinha um creme lá. Creme de fungos aqui. Eu acho que é isso. Beleza. Que zica, hein? Então, vamos lá. Teclar script. Eu sei que você vai me falar. Panta, que pariu tudo maiúsculo, caixa alta. Isso é uma constante. Não, não, não. No passado. Olha que louco. Os americanos têm problema para criar script. Porque script é uma palavra reservada. A merda. Enfim. Eles têm problema. É uma palavra reservada. Nós da língua portuguesa, nós estamos fodidos? Não estamos. Nós estamos no fim do mundo? Não estamos. O sistema solar está na viagem. Está lá na bosta da borda da Via Láctea. Certo? Beleza? Está lá. O sistema está lá no nada. Certo? E lá do nada tem um lugar chamado Terra. Da Terra tem um lugar chamado Brasil. É mais para lá do nada ainda. Porque fala português. Certo? Tranquilo? Então. Mas pelo menos isso eu posso rir dos americanos. Foda-se seus trouxas. Eu posso escrever as palavras do meu alfabeto aqui do meu dicionário. Com as letras do meu alfabeto. Lógico, dentro dele também, né? Seus trouxas. Mas então eles passavam por esse problema. Então eles começaram a colocar tudo em caixa alta. Para dizer que isso aqui era uma variável. Tá? E isso foi por muito tempo. Eu estou falando ali década de 90, gente. Reparem. Eu estou criando uma variável. E aí muitos alunos colocam espaço aqui. Não pode ter espaço aqui, meu amigo. Pode ter espaço aqui. Não pode. Nem pode ter espaço aqui. Cola essa jossa toda. Cola. Por quê? Qual é o delimitador que vai, por exemplo, ó, declaro, script. Como que o interpretador sabe que são duas coisas diferentes? Por causa do espaço. Puta merda. Então se você colocar, começar a colocar espaço aqui e aqui, ele vai entender que são comandos diferentes. E aí vai dar merda. Dá merda. É isso aqui, coleguinha. Você quer ver o problema? Declare. WC. Tudo minúsculo aqui, tá? Padrão Brazuca. Está vendo que isso aqui é um texto, né? Você chamaria de texto. Você não chamaria isso aqui de texto? Você falaria assim, cadê aspa dupla? Cadê aspa dupla? Aspa simples, aspa simples. Por que que está assim o texto jogado diretamente? É aquilo que eu falei. Isso aqui é texto. Então não importa. Você cola tudo e não importa. Ah, mas eu quero usar aspa dupla e dar espaço. Não vai dar certo. Caramba, mano. É uma sintaxe maldita, cara. Tá? Vamos lá? Legal. Nós temos aqui o Botafogo aqui ativo. Data, permissão de acesso e tudo. O preguiçoso. O histórico. Puta bicho preguiçoso, hein? Vamos lá. Então. Número de títulos do Botafogo. Dívida do Botafogo. Então nós vamos colocar dívidas do Botafogo. Certo? Então você coloca ali, declara. Certo? Não precisaria, beleza? Mas colocaria. Dívida. E aí o correto seria esse aqui. É o que? Já está nas 5 ou 6 casas. É isso? E aí você colocaria cifrão dívida. Legal? Ctrl X, Y, OK. E aí você executaria, certo? E aí dívida do Botafogo é essa coisa toda. Tá vendo? Eu vou cagar aqui o script aqui que é colocar o devido espaço que não deveria. Porque eu gosto assim. Ctrl X, Y, OK. Ó. Deu pau. Deu pau. Entendeu? Ele não entendeu a sintaxe. Porque espaço é um problema. Se eu fosse um programador relaxado, o que eu sou. Não duvido. De minhas capacidades. É fazer isso aqui. Olha como já mudou tudo. É um erro ainda. Mas cadê o porquê? Ele preencheu com vazio. Dívida ficou vazio. Aí você me pergunta, mas ele deu pau e ele continuou? Sim. Padrão de programação década de 70, 80 e início década de 90. Você faz e testa. Faz e testa. Faz e testa. Ai quietinho, meu coleguinha. Não tem final ali. Não tem exception. Você faz e testa. Faz e testa. Faz e testa. Um comando numa linha, um if embaixo. Um comando, um if embaixo. Um comando, um if embaixo. É um tipo de programação que você nunca vai entender. Você nunca programou nesse período da história. Entendeu? Tá? Eu, graças a Deus, eu tive professores arcaicos e velhos que me ensinaram muita coisa velha e arcaica. Então eu aprendi esse diabo. Entenderam? Cara, isso é complicado. Beleza? Então eu deveria ter testado antes de ter feito a impressão ali do erro. Beleza? Sempre assim, tá? Executo comando, pego output, testa. Executo comando, pego output, testa. E deu certo. Você sai. Exite. Exite e você sai. Exite um, exite dois, exite três. Beleza? Louco, né cara? Programação. Por isso que eu quebro aqueles alunos que chegam na minha mão, que programaram em Java, que tão fodástico em Java, lá da onde eu dou aula. Eu quebro eles tudinho aqui no quarto semestre. Lá é no quarto semestre a disciplina. Por quê? Os caras chegam naquela ideia estrutural, entendeu? De um Java estrutural. Não tô dizendo estrutural, a questão da estrutura não, tá? Eu tô dizendo aquela estrutura do package, do class. Não é isso? Sobre carga, polimorfismo. Aí chega aqui e tomba com essa porra dessa linguagem. E aqui é uma reprovação em massa. Não por causa disso, né? Talvez pela posição da disciplina frente às outras disciplinas. Não é um problema meu. E não fui eu que criei essa sintaxe. Entendeu? Não coloque a culpa em mim. Suspend e sleep. Exit pra parar, sair e eliminar. Legal? Cara, eu preciso de falar sobre os descritores, cara. E isso vai ficar pro próximo vídeo. Tchau!