Transcrição do áudio
Legal, galera. Como criar um script no Linux? Bom, vamos lá. Primeira coisa, vamos entender aqui como que nós chamamos um comando, certo? Então, eu venho aqui, aí eu viro para você e falo o seguinte. Ah, por exemplo, df-h, certo? Comando df argumento-h. Mas vamos lá. Df. Então, eu pressiono o Enter e ele executa. Então, ele me traz aqui, naturalmente, uma informação multipute útil para mim, porque esse comando é útil para mim. Deixa eu aumentar o zoom para que você possa enxergar melhor. Vamos lá. Olha só. Fechou. Está aqui. Legal. E agora? Então, quer dizer que o df está onde eu estou, porque eu não digitei caminho, está raiz, onde vai. Então, olha só. Então, ls. E aí, você vê que não tem nada aqui de df. Legal? Bom, complicado para caramba. Beleza? Então, vamos lá. Como que o sistema operacional sabe onde está o df? Existe um grande banco de dados? Não. Na verdade, existe o sistema de arquivo. Então, vamos lá. Se você executar o comando echo, tá? E coloca aqui. Então, o df, tá? Ele vai imprimir as variáveis de ambiente. Quer dizer o seguinte, que se o computador, quando você chama um comando, ele vai procurar aqui, se não tiver aqui, se não tiver aqui. E aí, ele vai pegando, pegando, pegando, pegando, certo? Isso aqui são as variáveis de ambiente. Beleza? As variáveis de ambiente são montadas em três lugares. É que pega aqui a visão. Cache, etc. Tá? Em... Vai... Vai... Tá? Aqui. Não tá aqui, tá vazio. Profile. Aqui, ó, o profile tá bem cheinho, né? Aqui. Olha só onde ele cria o pref aqui. Ele começa a criar o pref, então, em profile. Nesse Linux, nem todo Linux é igual o seu Linux, eu garanto que vai ser diferente. Por exemplo, o meu, eu já vou retirar games, porque eu não uso games. Tá? Então, aqui nós temos, naturalmente, o lugar que é montado, esses profiles. Outro lugar, depois que ele vai no environment, depois ele vai no profile, depois ele vai aqui, cache.bash.rc. Tá? Aqui, sempre tem alguma coisa, tá? Nunca é vazio. Não importa disso. Aqui, a customização do script que roda toda vez que o usuário, ele abre uma sessão no Linux. Então, o usuário, ele abriu uma sessão no Linux. Então, o usuário, ele abriu uma sessão no Linux. E que abriu uma sessão, eu, aqui, abri esse browser. Então, ele vai abrir um terminal, desculpa, esse terminal. Ele vai abrir uma sessão, certo? Vai se conectar ao shell, e aí eu vou executar os comandos. Existe uma distinção, tá? Entre o terminal e realmente o que vai executar lá no sistema profissional, o shell. E é natural que, bom, como eu posso dizer, nós... É... Nós sempre vamos usar esses dash, um dash, que funcionam assim. Aqui, eu tenho, inclusive, uma alteração no path. Olha essa alteração no path aqui. Export, path, mas o path já não existe? Então, não tem como eu adicionar uma informação naquela variável. Então, eu recrio a variável com outro valor. Qual é o outro valor? Tá? O home, que vai vir em todos os... Desculpe. O home, que é o caminho da minha máquina aqui, do usuário. Local bin, dois pontos, e tudo que já existia no path. É como se eu estivesse concatenando o path com um textinho, tá? O path aqui já existe, eu estou concatenando esse textinho na frente. Beleza? E aí, eu recrio a variável com o mesmo nome. Beleza? Então, é assim que nós adicionamos mais um. Então, é assim que o sistema profissional vai fazer para localizar. Onde está o programa que você está aqui querendo executar. Vocês viram que está bem mais solto, né? Está bem mais solto. Então, eu passei a dar mais núcleo para as máquinas, né? Minhas máquinas. Eu vou tirando o núcleo e colocando o núcleo. Eu acho que ficou legal aqui. Não deu lag. Quando eu mudei a tela, né? Filhos anteriores, ficou lag. Peço desculpa aí, tá, galera? Vamos lá. Ah, então vamos criar o script Linux e aí nós temos que saber aonde nós podemos colocar e tem uma certa organização. Eu chamo de windificação. O que é o windificar? Windificar é quando você vai na sua casa, arranca todas as fechaduras da sua casa. Inclusive, aqui dá acesso à rua. Que você retire todas as grades. E nunca passe cadeado em nada. E todo dia você vai trabalhar exatamente no mesmo horário, bem cedinho e volta no final ali do dia da tarde, início da noite. E não deixe ninguém em casa, não tem nenhum sistema de alarme. Isso é o que eu chamo de windificação. Você está windificando sua casa. No Linux, windificar significa muitas coisas. Na verdade, por exemplo, quando eu falo de sistemas de arquivos, olha, você pode windificar jogando arquivos executáveis em vários lugares diferentes. O mais maluco do mundo. Não. Nós temos, naturalmente, lugares para por. Exemplo. Olha só. Barra BIM, o SR BIM, nós sabemos que são scripts de comandos. Que são, como eu posso dizer ali, para o sistema operacional. O SR local SBIM são programas do sistema operacional para o usuário. Beleza? O PT, realmente, nós temos aqui instalações extensivas. Missões, em geral, muito complexas, muito grandes. Assim como em ETC. Em Chrome, você tem o diretório clássico dos scripts que rodam a partir de agendamentos. E você pode também colocar num lugar chamado o do usuário, ponto local BIM. Assim, você pode ter programas só para o usuário. Então, essa variável de ambiente, você coloca todos esses lugares. Certo? Então, você pode agora ter um comando. Aquele script que você vai fazer comigo agora, você pode muito bem colocar ele nesses lugares e chamar como se fosse um comando. Normal. E aí, você customiza o teu Linux. Meu Linux, hoje, ele é muito customizado. Meu Linux, hoje, está bem customizado. Beleza? Bom, eu não queria falar aqui no item 11.3. Vamos lá. Beleza? Eu vou falar nele, porque eu gosto de deixar as aulas redondinhas, né? A 1, a 2, a 3, batendo com o tópico do livro. Mas o livro vai ser tudo reescrito mesmo. Então, os tópicos não vão bater mesmo. Então, vamos lá. Beleza? File, né? Barra BIM, barra BASH. Então, você está vendo aqui. Legal. O barra BIM, barra BASH, ele é um executável, né? Para ali, x864 bits. E ele é dinamicamente interpretado. Então, se ele for dinamicamente linkado e ele vai ser interpretado dinamicamente, quer dizer o seguinte, que esse Linux que nós estamos, ele tem que ter todas as bibliotecas que o programador definiu lá naquele momento. Se você viu compiladores comigo ali, né? Você viu que tem um no final ali do processo de compilação. Eu faço a linkagem. Então, eu preciso disso em outras bibliotecas do sistema profissional para isso dar certo. Ah. Mas lembre-se que... E essa compilação desse BASH foi feita para esse Linux. Então, a aderência dele é, porra, com certeza, muito elevada. Legal. Vamos ver se o SH está aqui. Ó. SH é um link simbólico para DASH. Tá? Se ele não colocou todo o caminho do DASH, quer dizer que o DASH está no mesmo diretório que o SH. DASH. Ó. Então, vamos lá. O DASH. Ele é o BASH. Você sabe por isso aqui, ó. Build ID. Tá? Já não bateu. Ele é o BASH modificado, melhorado. Só o projeto vai dizer. Se ele é alguma reescrita completa, só o projeto vai dizer. O que eu posso lhe dizer? Não é o mesmo executável. Tá? Os builds de compilação não estão batendo. Beleza? Então, não é. Ah, mas ele pegou o mesmo código e recompilou de novo. Já não é. Toda vez que você compila, você carrega traços da compilação. Então, não é. Entendeu? Ah, então nós vamos, naturalmente, usar o BASH. Tá? Qual é o meu... Meu... É... Qual é o meu terminal, né? Quando ele me é dado... Por exemplo, eu loguei nessa máquina. E eu abri uma sessão aqui. Você tá vendo a sessão preta aí, né? Eu digitando. Tá aqui. O terminal tá ali. Tá conectado e tal. O BASH. São dois... São praticamente duas camadas, tá, gente? Não são dois programas. São duas camadas. É desacoplado no Linux, tá? Ah... Bom, então é só você chegar aqui e dar um catch. Ele vai dizer... Pô, vou mostrar meu... Caralho, vou mostrar, cara. Porra, vamos lá. Faz... WD. Grap user. Eu sou besta, né, galera? De mostrar, né? Vamos jogar um Grap. Olha lá. Sempre que eu me autenticar, qual dos dois eu vou usar? Ah, eu vou ser jogado automaticamente pro BASH. E eu gosto do BASH. É o último campo dessa linha, tá? E esse aqui é o no login, que é um tipo de interpretador que é o que eu vou usar. E esse aqui é o no login, que é um tipo de interpretador que é o que eu vou usar. E esse aqui é o no login, que é um tipo de interpretador que é o que eu vou usar. Ele retorna vazio, não se conecta a nada. Retorna nu, ok? Esse cara aqui, não. Esse cara se conecta com o shell. Ele vem, se conecta com o shell e me dá essa seção com o terminal pra eu poder digitar. Digitar a tecla, aparecer na minha frente aqui. Entendeu? Tranquilo? Então é aqui que se configura. Mas lembrando que se eu configurar agora, eu tenho que sair e entrar de novo. Porque isso aqui é só na autenticidade. Não é só na autenticação. Entendeu? Bom, no próximo vídeo, eu vou falar justamente sobre como fazer um script. E aí nós vamos começar a ver aqui como criar um script. Legal? Até mais. Tchau!